Mais uma chance...
8 Madame Creuzodete
Notas iniciais
– Mônica... eu ainda acho que é a Denise.
– Mas ela já disse que não é.
– Então por que a Esperytimancis sumiu logo quando nós vimos a Denise?
– Não sei.
– Só sabendo do futuro, mesmo.
– Boa ideia.
– Hein?
– Eu disse que sua ideia é boa. Vamos.
– Vamos pra onde, criatura?
– Ver a Madame Creuzodete, oras.
– E desde quando eu disse isso?
– Você disse "só sabendo do futuro". E quem mais para saber do futuro além dela?
– Você vai. Eu é que não vou! Não confio nesse negócio de vidente. Ainda mais depois daquela uruca de sei lá o quê... (Mônica nº 47 — Editora Panini)
– Cebolácio Júnior Menezes da Silva! Volte aqui agora! – sua mãe grita da janela de sua casa.
– Pensando bem... não tenho nada pra fazer, mesmo. Vamos.
– Mas a sua mãe te cha...
– Deixa! Deve ser coisa boba.
– Sei não, hein? Quando os pais chamam os filhos pelo nome completo... coisa boa não é.
– Exatamente por isso que a gente deve ir o mais rápido possível! — Cebola exclama correndo e Mônica o segue.
– Mas que história é essa? "Cebolácio"? Hihihi...
– Piadinha agora não, Mô. Corre mais.
CHEGANDO NA TENDA DA MADAME CREUZODETE...
– Oi, Berenice. Preciso falar com a Madame.
– Sim. E o que é isso atrás de você.
– Hein? Ah, esse é o Cebola.
– Vem cá... tá me chamando de vampira?
– Não! Hehe... Especializando... Cebolácio Júnior Menezes da...
– Er... prefiro só Cebola, mesmo.
– Estou aqui. Pode deixar que eu os atendo, Berenice.
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