Mais uma chance...
3 De repente acontece...
Notas iniciais
NO DIA SEGUINTE...
– Nossa, Cê. Tenho uma novidade muito... estranha.
– Diga, Mônica.
– A Carmem me convidou para a festa de níver dela.
– A Carmem? Sério?
– Sim. E é pra ir com uma pessoa porque vai ter valsa.
– E por que está dizendo isso para mim?
– Grrrrrr...
– Tô de brinks, Mô.
– Hahaha, seu bobo!
– Então... vamos comprar as nossas roupas?
– Sim. Já vou avisando que eu vou comprar um vestido lindíssimo. E você é quem paga. Da última vez sobrou pra mim.
– T-tá.
DEPOIS...
– Cê? O que você está procurando no chão?
– Er... minhas lentes de contato...
– Mas você não usa lente de contato.
– C-claro que uso! Ah! Achei!
– Isso é lantejoula.
– Ops! Acho que esqueci minhas lentes de contato em casa.
– E o dinheiro também, né?
– Como você sabe? Digo... o quê?
– Afe! Sabia que essa ia sobrar pra mim.
– Eieiei! Vira esse coelhinho pra lá!
– Você tem razão quando me chama de nostálgica, sabe?
– É? P-por quê? Ai meu Santo Pai das Cebolas!
– Porque eu lembro o quanto eu te amo. — Ela diz dando um beijinho no rosto do Cebola.
– Ai, que cena linda... — A vendedora diz toda amolecida — Ei! Voltem aqui! Vocês não pagaram ainda!!!
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– Uááá... Bom dia, Magá.
– Bom dia, Cascuda.
– O moço já instalou a budega?
– De que você está falando?
– Do elefante que subiu no balão e teve três filhotinhos de cachorro com um gato que...
– Volta a dormir, Cascuda! Você tá com tanto sono que nem sabe o que está falando.
– Mas por que você vai regar a planta agora?
– Hein?
– O suco de uva tá pronto. Enfia as luvas na pia pra pegar o lixo.
– Afe! Deita aí e dorme! — Magali diz jogando Cascuda na cama.
No mesmo momento, a campainha toca. Magali vai atender. É Cascão, segurando um buquê nas mãos.
– Uma flor para outra flor.
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