Notas iniciais
Desculpem a demora, como estava viajando acabei demorando para voltar, espero que gostem :3 Kissuus

Acordei meio zonza, o quarto todo branco e alguém segurava minha mão.

–Yumachi?-Chamei e ele acordou assustado, olhou para mim e sorriu.

–Erika!-Ele me chamou e me assustei.

Mas não pude reclamar, ele me beijou.

Um beijo feroz e bom, tão bom que me fez querer mais, ele segurou a minha nuca com as duas mãos e fez nossos lábios dançarem.

–Okay... ‘-O estrondo da voz do Dota-chin nos separou- Karisawa-san já está ótima.-Ele sorriu.-Yo.

–Yo-disse.

–Como está se sentindo?-Saburo me perguntou se aproximando.

–Bem, na verdade, que dia é hoje? Por que estou viva?

–Bom, digamos que eu sou seu herói.-Disse Dota-chin se agraciando do momento.

Eles começaram a me contar.

Dota-chin e Saburo estavam amarrados no meu apartamento, no qual foi obra da Aiko querida.Eles se soltaram bem a tempo de escutar o tiro, arrombando também a porta de Yumachi que gritava meu nome. Imobilizaram Aiko, que sorria desesperadamente.

–Nossa, quanta confusão.

–Foi legal, tirando a parte de você quase morrer.-Disse Saburo.

–Onde está a Aiko?

Eles se entreolharam.

–Isso aconteceu a 2 dias atrás, quando ela soube que você ainda sobreviveria ela se enforcou na prisão.-Disse Yumachi.

Não soube reagir sobre aquilo, então apenas fiquei calada.

–Bom, você acordou. Vou chamar um medico.-Disse saburo que foi saindo, acompanhado de Kadota.

Yumachi voltou a sentar na cadeira e sorriu para mim.

–Que foi?-Perguntei.

–Você usou nela os golpes que te ensinei.

–É-Sorrimos, senti uma dor fina e parei.

–Tudo bem?

–Sim. Sabe...-Comecei a brincar com os lençóis.- Eu não sei o que falar sobre a Aiko, ela tem toda razão de me odiar.

–Não, não tem.

–Tem sim, qual é, eu destruí a vida dela, de tantos passageiros, apenas 10 tiveram a sorte de sobreviver, por que eu fui uma dessas?

–Por que sim, eu preciso de você viva, no momento em que vi a menina chorona tive que faze-la sorrir.

Sorri fraco e ele apertou minhas bochechas.

–Viu?-Ele se aproximou novamente e me deu um selinho.

–Ah, qual é, desgruda dela-Disse Dota-chin.

Demos de ombro.

O medico disse que tive sorte e que poderia sair em alguns dias.

Depois de conversarmos bastante, Saburo falou que daria uma carona para eles e nos deu uns minutos.

–Quer te perguntar duas coisas.-Disse e ele se sentou ao meu lado.

–Sim.

–Primeiro: Isso é experiência de beijos ou tem alguma coisa?

–Coisa?! Tem sim, você é minha namorada agora.-Corei.-Não saio beijando meninas baleadas.

Sorrimos.

–Okay, segunda: Tu tranzou com a Aiko?

–O QUE?-Ele se assustou com o assunto.

–Ela disse e depois da noite do vídeo game vocês até saíram juntinhos...

Ele sorriu.

–Não tranzamos, ela mentiu, e eu não mentiria para você.

Nos aproximamos e nos beijamos.

... 1 semana depois ...

Estavamos apenas eu e Yumachi em meu apartamento. Jogando vídeo-game e comendo pizza que acabara de ser entregue.

–Ah! Odeio esse jogo.-Reclamei sorrindo enquanto pegava o suco na geladeira.

Ele me abraçou por trás, beijou meu pescoço.

–O que foi Walker?-Perguntei.

Ele nada respondeu, fechei a porta da geladeira e virei o beijando.

Dei um pulinho e ele me segurou enquanto entrelacei minhas pernas na sua cintura, continuamos a nos beijar, ele me levou até a cama.

–Erika... Eu te amo.

Corei, estávamos em uma posição engraçada.

Ele deitado e eu sentada em cima dele, seu rosto avermelhado e um sorriso bobo em nossas faces e ele vem me dizer que ama... a mim, a garota desajeitada.

–Sabe, Walker? Eu também te amo, estou loucamente amando você e isso me deixa com vontade de bater em você.

Ele sorriu e me inclinei para beija-lo.

Pegou minha mão e entrelaçou os dedos.

–Está frio.-Reclamei.

Estava com um pijama curto e ele apenas sorriu pegando o edredon.

Estavamos de frente um para o outro.

–Seu nariz está frio.-Ele me disse e mordeu.

–Ai! Morde-lo não vai resolver.

–Eu sei, mas foi legal.

–Idiota.

Nos beijamos.

Notas finais
Fooi muito bom fazer essa fic, obrigada por ler. Kissus
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!