Mais Que Um Segredo...

10 Capítulo 10 - Segurança e desejo...


Rachel caminhava diferente em direção ao seu armário. Quem a via não fazia ideia de que ela não era a mesma, mas ela sabia que nada mais era igual. Estava orgulhosa de si mesma, afinal de contas, era namorada de Quinn Fabray. Olhava os “pobres mortais” à volta e sentia pena de cada um deles por não terem sua sorte. De todas as pessoas do mundo, a perfeitamente linda e irretocável Lucy Quinn Fabray foi se apaixonar justamente por ela. Era motivo suficiente para empinar o nariz e desfilar pelos corredores como a rainha do mundo... E ela assim fez, embora ninguém tenha percebido mudança alguma. Isso não importava...

Quinn não estava lá, ao lado de seu armário, como havia se acostumado a fazer. Ela já contava com a presença da loira ali como uma certeza irrefutável. Mas não... Naquele dia ela não estava ali. Segurou o cadeado a fim de colocar sua senha, abriu a porta e estendeu a mão para pegar os livros que precisaria para aquele dia. Mas algo diferente lhe chamou atenção: uma rosa branca. Havia também um bilhete preso ao caule e o perfume inconfundível que ela jamais conseguiria esquecer...

“Isso é sobre cortejar. E sobre abrir meu coração...”

Rachel sentiu as mãos trêmulas. Aquele bilhete era arriscado. A caligrafia de Quinn estava ali e ela sabia que muita gente a reconheceria se a visse. Um sorriso enorme tomou conta de seus lábios... Era Quinn sendo namorada. Elas não tinham definido como as coisas seriam na escola agora que namoravam. Na ausência de uma definição, a morena pensou que seria como era antes: distância evidente, frieza fingida. Mas estava claro que nada, nada mesmo, seria como antes. E ali estava Quinn sendo dela... Rachel pousou a rosa com cuidado no canto do armário, não sem antes acariciar a maciez das pétalas de um branco puro, sem qualquer mancha. Fechou o armário e virou-se para sair, mas lá estava ela... Linda, discretamente parada no fim do corredor, com um sorriso sutil... Piscou-lhe delicadamente e caminhou um pouco, até virar no corredor à esquerda e sumir de sua vista... A morena sorriu encantada e se lembrou da primeira vez que sentiu que Quinn realmente queria levar aquilo à frente...

[FLASHBACK ON]

Rachel estava sentada no camarim improvisado montado em uma das salas de Carmel. Aquela escola era, definitivamente, mais bonita do que o McKinley, mas não tinha a mesma alma. Era fria e impessoal... Olhava-se através do espelho emoldurado de lâmpadas e se perguntava por que aquele dia não tinha saído como planejado. Ela havia estudado muito tempo para chegar nas Seccionais e dar o seu melhor. Havia conseguido convencer seus colegas do Glee Club de coisas que nem ela acreditava, só para motivá-los a fazer daquele dia muito especial. Mas nada de especial aconteceu... Um grande problema técnico impossibilitou a realização da competição e tudo foi adiado por tempo indeterminado. Ela queria muito cantar! Ela queria muito ganhar! Mais do que antes... Ela agora queria mais porque queria mostrar à Quinn como era boa. Ela queria muito!

A semana anterior havia sido muito corrida, repleta de ensaios intermináveis. Quinn havia prometido não fugir, nem ignorá-la. Mas havia uma semana que ela não tinha muita certeza do que havia entre elas. Nenhuma conversa, nenhuma interação. Houve algumas trocas de olhares, mas ela não sabia o que eles significavam. Havia uma semana que ela se dividia na angústia de vencer e na angústia de saber sobre ela e a loira... Ouviu o barulho da porta se abrindo e ergueu os olhos para ver quem era. A figura da loira adentrou o recinto e logo seu coração passou a bater diferente... Quinn nada disse. Entrou e fechou a porta, encostando-se à madeira e levando as mãos aos discretos bolsos que continham em seu vestido:

Q: Quer ficar sozinha? [perguntou suavemente]

R: Antes eu queria... [encarava-a através do espelho]

Q: Eu imagino que você esteja frustrada por sequer termos subido ao palco, mas só foi adiado. Teremos essa chance e você vai mostrar a todos quem é que manda nisso aqui! [sorriu suavemente]

Rachel lhe sorriu. Era impossível não sorrir diante da beleza de Quinn, que tentava, à sua maneira, ser carinhosa...

R: Faz uma semana que não nos falamos...

Q: Faz uma semana que quero falar...

R: Quer?

Q: Você nunca estava sozinha... [baixou o olhar] E você estava muito concentrada nos ensaios. Eu poderia esperar... [disse encabulada]

Rachel se levantou e se virou. Caminhou até ela e se colocou bem perto...

R: Então está tudo bem?

Q: Por que... [ergueu o olhar novamente] Por que você espera que eu te procure? Você não tem vontade de me procurar? [perguntou temerosa]

A morena deitou um pouco a cabeça para o lado e franziu um pouco a testa. Não era possível que Quinn estava lhe perguntando aquilo. Pensou um pouco mais e mudou de opinião. Era sim possível. Percebeu que sempre esperava pela loira...

R: Eu tenho medo dos seus medos e tenho medo de te assustar...

Q: Bom... Eu te procurei... Estou aqui... [disse baixinho]

Rachel não precisou dizer mais nada. Ela não queria dizer mais nada. Segurou o rosto de Quinn com as duas mãos e a forçou a olhar em seus olhos. Naquele momento, as Seccionais deixaram de ter qualquer importância. Ela se sentia preenchida por um sentimento que lhe dominava por inteiro. Sentia seu coração se aquecer e todo seu corpo se arrepiar pelo simples toque da pele de Quinn Fabray. Beijou-lhe os lábios de forma delicada e as mãos da loira saíram dos bolsos para encontrar sua cintura. A delicadeza deu lugar às línguas e logo a morena sentiu seu corpo ser envolvido pela força de Quinn. Rodeou o pescoço da loira com os braços e deixou que ela segurasse seu corpo da forma que quisesse. Nenhuma das duas hesitou naquele beijo. As duas queriam muito! As duas precisavam...

Quinn sentiu falta dos lábios carnudos sobre e entre os seus, mas não podia negar que achava perfeita a sensação da respiração de Rachel batendo em seu rosto. A morena cortou o beijo, mas não se afastou. Permaneceu ali, em seus braços, como se nenhum outro lugar existisse no mundo...

R: Isso... [sussurrou] Isso sou eu procurando você...

Estava tudo bom demais para ser verdade! Rachel, com sua aguçada audição, percebeu passos se aproximando da porta. Afastou-se bruscamente de Quinn. A loira só entendeu o que acontecia quando sentiu a porta bater em suas costas. Eram Tina e Mike. Os olhares dos dois eram de espanto. Rachel Berry e Quinn Fabray estavam no mesmo recinto sozinhas e nenhuma estava sangrando. Quer dizer: Rachel não estava sangrando.

T: Tudo bem, Rachel? [perguntou preocupada]

R: Sim... [respondeu rapidamente]

T: Aconteceu alguma coisa? [diminuiu o tom de voz] Ela te ameaçou?

Q: Não seja ridícula, garota! [disse ríspida]

M: É uma pergunta válida! [defendeu a namorada]

Quinn se aproximou do asiático e ficou a escassos centímetros de seu rosto:

Q: Entenda uma coisa, garoto: Quinn Fabray não ameaça. Quinn Fabray faz!

Mike sentiu um frio subir por sua espinha e quase rasgar sua cabeça. A loira sabia ser bem assustadora quando queria. E ali ela estava sendo completamente diferente do que era de verdade e só Rachel era capaz de saber disso...

T: Vamos todos ao Breadstix tentar curar as mágoas de hoje. [voltou a falar com Rachel] Você vem conosco?

Tentando ser o mais discreta possível, Rachel olhou rapidamente para Quinn e percebeu um quase imperceptível movimento de cabeça da loira lhe dizendo que negasse...

R: Eu... Eu não estou no clima... [sorriu desanimada]

M: Ninguém está, Rachel! Por isso que vamos pra lá!

R: Eu prefiro ir pra casa. Mesmo assim obrigada!

Quinn saiu dali sem se despedir e ninguém estranhou a atitude da loira...

Mike e Tina fizeram questão de levar Rachel em casa, mesmo que a morena tenha insistido em pegar um táxi. Desceu do carro com um pouco de dificuldade, já que os dois ainda tentavam convencê-la a ir com eles ao Breadstix. Assim que o carro virou a esquina, ela se virou para caminhar até a porta de casa. Foi surpreendida com uma buzina curta e olhou para trás. O carro vermelho de Quinn estava lá. Estava na rua o tempo todo e ela não sabia como não havia percebido. Moveu-se em direção ao carro e abriu a porta, tentando segurar o sorriso teimoso que queria se libertar.

R: Você não me disse que viria... [disse enquanto sentava]

Q: Achei que tinha dado a entender... [ergueu a sobrancelha]

R: Não muito... [sorriu encabulada]

Sem perguntar qualquer coisa, Quinn deu partida no carro:

Q: Coloque o cinto...

R: Aonde estamos indo?

Q: Qualquer lugar...

R: Como assim “qualquer lugar”?

Quinn a olhou de lado enquanto dirigia pela noite de Lima...

Q: Não me faça dizer que só quero ficar um pouco sozinha com você... [disse mais baixo do que pretendia]

Rachel sorriu completamente corada:

R: Você acabou de dizer...

Q: Eu sei... [sorriu de lado, sem desviar o olhar do trânsito]

R: Por que... [pigarreou] Por que você quer ficar sozinha comigo? [provocou]

Q: Você sabe...

R: Quero ouvir!

Q: Pra te beijar em paz...

Rachel engoliu em seco... Uma semana antes ela e Quinn estavam num rodamoinho de sensações e sentimentos. Naquele dia a loira parecia segura do que sentia. Ou, pelo menos, disposta a entender...

Q: Para ser eu mesma... [continuou] Com você... Só com você...

Rachel podia jurar que sua temperatura corporal havia caído para 0°. Ela ficou gelada ao ouvir aquilo. Era mais do que ela podia esperar naquela altura. Era muito melhor!

R: Então me leve para onde quiser...

Quinn sorriu e acelerou o carro um pouco mais...

Rachel olhava confusa para o estacionamento onde estavam. Não conhecia aquele lugar. Calmamente, a loira saía do carro sem dar explicações.

R: Onde estamos? [perguntava enquanto a seguia]

Q: Estamos indo ao apartamento da minha irmã...

Quinn respondeu de forma calma, mas estava extremamente nervosa, com medo de que Rachel se recusasse a subir com ela.

R: Apartamento? Eu não... Eu não sabia que sua irmã morava sozinha. E ela... Ela sabe sobre...

Q: Ela não sabe! [parou de repente] Ela viajou, mas eu tenho a chave. Ela mora sozinha, mas nunca deixa de ir lá em casa... O quarto dela lá ainda é utilizado bastante! [respirou fundo] Eu só queria um lugar onde ninguém pudesse chegar de repente. Eu só... [começava a demonstrar nervosismo]

Sentiu a mão de Rachel lhe puxar pelo braço de repente:

R: Então vamos subir!

Assim que a porta do apartamento se fechou as duas se arrepiaram. Era um momento bem especial. Não era um vestiário onde qualquer um poderia aparecer a qualquer instante. Não era a casa de Rachel com o risco dos Berry aparecerem também. Era um lugar totalmente novo, longe de qualquer possibilidade de flagra.

R: É um belo apartamento... [parou no centro da sala, olhando ao redor]

Quinn poderia ter concordado, poderia ter falado qualquer coisa, mas preferiu optar por outro tipo de comunicação. Rachel sentiu o calor da loira em suas costas e seus cabelos sendo afastados do ombro esquerdo. Logo veio o arrepio gostoso de sentir o nariz de Quinn deslizando pelo local, acariciando sua pele, aspirando o perfume que emanava dali... Sentiu as mãos da loira serpentearem por seu corpo até se fecharem em seu ventre, puxando-a para mais perto. Uma semana antes, Quinn parecia completamente perdida. Naquele dia, ela parecia ter se encontrado...

R: Eu posso... [tentava falar, mas amolecia diante do contato] Eu posso saber o que houve em uma semana para você estar tão mais segura hoje do que antes?

Quinn parou de se mover. Rachel se arrependeu de ter aberto a boca. A loira a virou em seu eixo e a encarou com calma. Levou a mão direita até a franja da morena e pôs a parte mais comprida atrás da orelha dela, que estremeceu com o contato sutil:

Q: O que houve? Eu acho que, basicamente, eu senti sua falta. [respondeu com sinceridade] Eu poderia continuar fugindo, mas eu te prometi não fugir. Eu poderia te ignorar, mas eu prometi não fazer isso. Eu poderia agir de qualquer outra forma, mas eu simplesmente não sei como, porque parece que existe um ímã em você que me puxa com toda a força do universo em sua direção.

Rachel sorriu com a resposta. Era melhor do que ela esperava...

Q: Eu pensei em você todos os dias e detestei não poder me aproximar. E eu espero que você tenha sentido o mesmo, pois se não percebeu, estou falando muito mais do que costumo falar e isso significa que estou nervosa e assustada. Eu...

A morena a beijou. Para quê conversar? Poderiam fazer isso em qualquer lugar, a qualquer momento. Não precisava ser ali. Começaram a se mover durante o beijo e quando Rachel se deu conta, Quinn estava sobre ela em uma cama macia... A loira cortou o beijo apoiando-se sobre Rachel pelos cotovelos e a olhou com calma, colocando no rosto um sorriso suave...

Q: Preferia estar no Breadstix?

R: Não seja boba! [sorriu] Você não teria essa desenvoltura toda se estivéssemos lá! [disse divertida]

Quinn gargalhou. E aquele som... Era a gargalhada mais gostosa que a morena já havia escutado em sua vida inteira! Os olhos castanhos admiraram os verdes com encantamento. Ela nunca tinha visto felicidade genuína vinda deles. E ali, diante dela, havia mais luz do que nunca no olhar de Quinn Fabray...

R: Você parece tão diferente!

Q: Isso é ruim? [perguntou confusa]

R: Não! [respondeu] Muito pelo contrário! [levou as mãos aos cabelos loiros e os acariciou] É surpreendente! [ergueu a cabeça um pouco para alcançar os lábios de Quinn]

A loira aprofundou o beijo e invadiu a boca da morena com a língua, buscando a dela com intenso desejo. Rachel gemeu... Aquilo soou como música para os ouvidos de Quinn... Os beijos se tornaram mais tórridos e passaram a alternar entre os lábios e o pescoço da morena. Era a primeira vez que Quinn a marcaria daquela forma. Era a primeira vez que elas passavam de um beijo cheio de medos e inseguranças. Ali, no refúgio do apartamento de Frannie Fabray, Quinn finalmente atingia um nível de liberdade que ela só podia ter com a morena. Que ela só queria ter entre elas...

Rachel sentiu a mão direita da loira mergulhar sob seu vestido, deslizando suavemente por sua coxa esquerda. Era o mais avançado que tinham ido até aquele dia. Quinn sentiu os dedos da morena mergulharem entre seus cabelos, segurando-os com um pouco de força. Havia mais do que o simples ato de aproveitar a privacidade conquistada. Elas estavam se descobrindo... Uma a outra... Descobrindo seus próprios desejos. Rachel sentiu um beijo delicado de Quinn em seu colo e aquilo pareceu tão avançado e ao mesmo tempo tão romântico que ela não sabia o que fazer! Nem precisaria se preocupar com isso... A loira ficou quieta por um instante. Moveu-se devagar até encarar Rachel novamente:

Q: Você sabe o que estamos fazendo, não sabe?

R: Não tenho muita certeza... [sorriu encabulada]

Quinn se afastou e se sentou, levando as mãos aos cabelos. Rachel a acompanhou e permaneceu sentada ao lado dela:

R: Mas eu acho que você também não tem. Estou errada? [Quinn a olhou confusa] A presidente do Clube do Celibato com certeza não tem nenhuma prática, assim como eu, uma aspirante a estrela com planos de só perder a virgindade aos 25 anos, depois de ganhar meu 1º Tony! [sorriu completamente corada] E ainda que soubéssemos, acho que é bem diferente quando se trata de duas garotas... [falou mais baixo]

A loira se levantou de repente. Era assustador se dar conta do que estava realmente acontecendo. Era avançado demais falar em sexo! As duas mal conseguiam lidar com os sentimentos confusos que as uniam... Quinn teve certeza de que ficar sozinha com Rachel era um perigo! Seu desejo por ela era tão imenso e intenso que já não havia certeza de controle! Uma semana antes ela estava mergulhada no mais profundo pavor do que sentia. Uma semana antes chorar era o mais comum. Uma semana antes ela não fazia ideia de que uma semana depois estaria sozinha com Rachel no apartamento de Frannie, sobre a cama, explorando seus desejos, os mesmos que a enlouqueciam e a deixavam em pânico. Ela finalmente sabia que tudo seria relativo: tempo, espaço, coerência... Nada mais precisaria fazer sentido... Não percebeu que uma lágrima escorria de seu rosto...

R: Hey! [levantou-se também e segurou o rosto dela entre as mãos] O que houve? Eu disse alguma coisa errada? [perguntou preocupada] Por favor não se assuste! Não volte a querer fugir de mim!

Q: Não é isso! Eu não vou fugir! [garantiu] Mas é assustador! É muito assustador!

Rachel a abraçou com força...

R: É cedo! [disse tranquila] É muito cedo! Só isso! [passou a acariciar as costas da loira] Vamos só... Vamos só ficar perto. Só ficar juntas... [disse carinhosa]

Quinn se deixou guiar de volta à cama. Deitou-se conforme Rachel ia se deitando. Aconchegou-se ao travesseiro e sentiu os dedos da morena começarem a lhe fazer um cafuné.

R: Não precisamos ter pressa. [sussurrou] Estamos nos descobrindo. Nos conhecendo de verdade... Não precisamos ter pressa...

Rachel encostou a testa na de Quinn, sentindo a loira puxá-la para mais perto. Ficaram ali, sem precisar de qualquer avanço, até se entregarem ao sono...

Foi a primeira vez que Rachel sentiu que Quinn se deixava guiar de verdade. Foi a primeira vez que ela sentiu que tinha a loira em suas mãos. E que estava igualmente nas mãos dela...

[FLASHBACK OFF]

Um puxão repentino em seu braço a tirou daquelas perfeitas lembranças:

K: Pensando em Barbra de novo, mini Barbra? [puxava-a] Estamos atrasados para a aula!

Kurt não poderia saber. Não ainda! Mas quase que não havia mais espaço para Barbra em sua mente. Quase não havia espaço para mais nada. Seus pensamentos e ela inteira agora pertenciam à Quinn Fabray. Ainda que só ela soubesse disso...

[CONTINUA...]

Notas finais
Desculpem a demora em atualizar, mas eu precisei alterar metade do capítulo porque não gostei do que havia feito antes. Espero que gostem e comentem! ;-) Veremos o desenrolar desse namoro. Como será que elas agirão daqui pra frente? ;-) Obrigada pelos comentários aqui e pelas mensagens no ask e twitter!