Notas iniciais
Yo minna o/
Comentem o que acharam.
Boa leitura o/

– Capitã! – chamou Max Alors.

A ruiva continuou vendo os pássaros migrarem. Uma imagem bela dessas deveria ser apreciada.

– O que é Max? – Eles voavam rumo ao sul.

– Eles... – Max começou, tentando chamar a atenção de sua capitã, sem sucesso.

– Eles não a acharam, não é mesmo? – questionou. Faltava poucos dias para o inverno. A batalha imprevista se aproximava rapidamente.

– Não, senhora. Ela matou todos eles.

Erza Scarlet ficou surpresa. Ela se virou para fuzilar Max com o olhar.

– Quantos... Quantos soldados você mandou? – a ruiva perguntou.

Max recuou alguns passos. Erza Scarlet sabia ser assustadora quando queria.

– Cin-cinquenta. – Max gaguejou.

Scarlet socou a mesa de mogno.

– Ora essa! Cinquenta soldados... Max, não mande ninguém atrás dela. Não podemos desperdiçar nossos companheiros à toa. – Erza deu a volta na sala. – Aliás, ela vai me enfrentar alguma hora. Estarei aguardando. A propósito – Erza se virou para Max, o olhando de costas. – O imperador ainda está no castelo?

Max assentiu.

– Ótimo, tenho assuntos a tratar com aquele idiota. – Erza Scarlet saiu da sala e deixou a porta aberta.

Max fechou os olhos. Ela sabia que estava sendo investigada.


Erza Knightwalker rastejou, cansada. Estava nesse mundo há trinta dias, e já estava cansada. Ela desabou perto de uma caverna. Engatinhou até ela e se escondeu. Estava sendo perseguida. Pelo que descobriu nesse mundo outra dela existe.

Ela sentou e juntou os braços. Estava com frio. Respirou cada vez mais lentamente e acabou caindo no sono.

Alguém a cobriu e a puxou para dentro. Knightwalker a abraçou.

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Mystogan andou de um lado para o outro, segurando as mãos. Erza chegara bem? Mordeu os lábios. Esperava que o outro mundo fosse compreensível com ela.

Eles precisavam de ajuda.

Mystogan olhou para o céu, o sol se pondo. A cor lembrava os cabelos dela.

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Jellal Fernandes estava entediado. Mais cedo ou mais tarde, ele veria Scarlet, e isso valeria o tédio. Seus súditos andavam de um lado para o outro, apressados. A cerimônia começaria logo e eles estavam dando os últimos toques.

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Tudo o que Jellal Fernandes precisava fazer era ficar sentado e mandar nos outros. E isso ele fazia muito bem.

Ela abriu as portas enormes. Os cabelos escarlates até a cintura balançavam enquanto ela caminhava. Erza estava armada, e usava uma armadura. Sempre de armadura... Jellal revirou os olhos em seu interior. A armadura não a defenderia de tudo.

– Olá Scarlet. – disse ele, acenando.

Scarlet o puxou pela gola e o encostou na parede.

– É capitã Scarlet. – rosnou.

Jellal adorava quando Scarlet ficava agressiva. Era tão... encantador.

– Mas por que está nesse mau humor todo? Por acaso quebrou a armadura? – Jellal sorriu.

Erza o soltou. Estúpido.

– Por que mandou espiões me vigiarem? – Ela socou a parede. Passou a centímetros do queixo do imperador.

Jellal deu de ombros.

– Não é meio, ahn, suspeito? Uma mulher, igual a você, aparece e ataca o império de Laxus. Faz com que eles armem uma guerra contra nós. Igual a você, Scarlet. – Jellal deu ênfase.

Erza revirou os olhos.

– Capitã. Além do mais, por que atacaria Laxus? – Erza cruzou os braços. Jellal começou a andar pelo pátio.

– Por nada. Quem sabe você queira, não é mesmo? – Jellal forçou os olhos. Desejava ver a alma de Scarlet.

Ela caminhou atrás dele.

– Claro que não. Tenho raiva de Laxus. – Erza mordeu os lábios. Odiava aquele homem. – Então... qual o real motivo dessa perseguição infrutífera?

Jellal parou e segurou o queixo de Erza. Sussurrou em seu ouvido.

– Foi uma decisão do conselho. – O hálito incomodava Erza de um jeito bom. – Mas eu não fui contra, até porque eu sempre quis manter os olhos em você.

Erza desviou o olhar e se soltou. Não queria ficar vermelha.

– Pois eu vou te deixar cego. – anunciou Scarlet.

– Veremos. – Jellal sorriu, a desafiando.

Erza Scarlet deu as costas e, quando estava longe, se permitiu sorrir. Aquele idiota...