Magic Falls X Filling Power (INTERATIVA)
2 Thoughts
Notas iniciais
Thoughts – Pensamentos
Londres, Clark’S House. Sábado 16:31 PM. P.O.V Caseley Clark.
A/A
Eu sou Louise, na verdade eu não sou Louise porém eu queria muito ser Louise, mas não sou Louise, ok por que não sou Louise? Não sou Louise por que meu tio chato diz que não sou, diz que sou Caseley Kaitlin Moore Clark, que diabos de nome grande, sabe por que? Dois sobrenomes mãe é pai, e digamos que minha mãe é meu pai caíram na porrada porque ele queria que eu fosse Caseley e minha mãe Kaitlin, e normal pessoas terem dois nomes eu sei, mais toda vez que digo meu nome inteiro tem um mal amado, condenado, desgramado pra dizer que meu nome e do tamanho do oceano.
Meus pais morreram os dois, desde então moro com meu tio, não tenha pena, minha mãe era uma prostituta e meu pai... bom ele era...alguém bêbado, não que faça muita diferença, por que meu tio John e um bêbado afundado em dividas e gostoso, sim gostoso, não vou mentir eu não gosto de incesto e nem nada do tipo mais to dizendo ele é gosto, mas não muda o fato deu odiar ele ser dono de um acampamento para pessoas que se acham fodas por que tem poderes... E pra piorar esse acampamento estar caindo aos pedaços e feder a mofo, mais isso não me incomoda, não mesmo, não importa se tenho asma e o ar e poluído e ruim, não, eu não ligo, não ligo mesmo, e por isso que digo que não ligo, por que eu realmente não ligo, então se alguém me perguntar se eu ligo eu realmente vou dizer.
–Ok... Eu ligo!
Ou provavelmente eu não diria nada, por que? Eu sou tímida, posso não parecer tímida mais e serio se você me conhecesse você me chamaria de bicho do mato, mas nem por isso me obrigaria a ir todas as férias para o meio do MATO aonde não existe WI-FI!!!
Eu te odeio JOHN, eu te odeio! EU NÃO SOU UMA CLARK, E NÃO VOU HERDAR UMA DROGA DE ACAMPAMENTO COM MOFO.
(...)
Descubra como ser você, Quem escreve um livro desse e um idiota, é quem lê um livro desse é mais idiota ainda, não que eu esteja lendo... eu só estou folheando... ok eu sou idiota, que seja, quem escreve uma coisa dessa deveria ir para no hospício por achar que pessoas diferentes precisam de suas palavras imbecis para serem normal, não ser normal e fazer um livro dess...
“Arrume suas malas Carly” Meu tio abriu a porta do quarto me fazendo revirar os olhos.
“Não vou” Disse simplesmente.
“Vai sim” Eles se aproximou de mim.
“Aquilo ainda não faliu?” Perguntei. “Ainda não desmoronou”
“Não e não, é senhorita vai” Ele apertou mais forte a garrafa de wisk e a virou do gargalho direto para sua boca.
“Não vou” Falei lentamente na esperança de que ele fosse um orangotango que só entende assim.
“Vai” Ele disse. É não funcionou.
“Eu nem tenho poderes, sabia que seria muito hipócrita da minha parte, entrar em um lugar que entra apenas pessoas se é que se pode chamar seres como aqueles de pessoas com poderes, seria mais ainda hipócrita da sua parte permitir uma humana de frequentar tal lugar sabendo que apenas, poderia se frequentado por pessoas com poderes, o que é um completamente pacóvio, já que foi você mesmo quem criou essa regra em um ato inconsequente de pura insanidade” Disse o mais rápido que pude com pausas extremamente mínimas para respirar.
“Se não parar de falar feito uma velha de cinquenta anos com trinta gatos filhotes e sem sexo por uma década eu te deixo de castigo por uma semana” Ele disse e deu outra golada da sua bebida.
“Mas...”
“E se tornar a dizer que não vai de deixo de castigo por mais um ano” Disse John enquanto se levantava para sair com parte do liquido ainda na boca de forma que sua voz saiu um tanto... diferente. “E nada de usar a palavra hipócrita novamente mocinha”. Fechou aporta.
“Eu tenho ASMA sabia, que posso morrer no meio de tanto mofo?” Gritei para que ele pudesse ouvir.
“É eu brilho no sol como a Tinkerbel do Edward” Ouvi ele dizer.
“ARG!” Bati forte na cama.
Local não identificado, Sábado 17:52. P.O.V Raven Shiera.
A/L
Passei o ano inteiro bolando um plano bastante mirabolante para fazer a melhor festa de todos os acampamentos. Quase repeti de ano por causa dessa porra, mas vai valer a pena, pois todo planos que eu faço funciona. Não é a toa que virei líder do grupo de Rebeldes, da categoria estratégia da minha escola.
Esse ano, -Como todos ano- meus pais resolveram me mandar para o acampamento da minha tia, na verdade, me mandaram a base de ameaças. Eu ia para o acampamento ou ia para a clinica de reabilitação para doidos. Eles acham que eu sou doida por causa das minhas crises de bipolaridade, mas isso é de vez em quando. Não sei para que tanto estresse.
Meu nome é Raven Dennings Shiera, tenho 17 anos. Meus poderes são força, velocidade e posso me transformar em qualquer ser vivo. O bom de pode ser transformar em qualquer ser é que eu posso ir para todo tipo de balada, a única coisa que tenho que fazer é me transforma em uma pessoa mais velha e gostosa, é claro.
Minhas metas para esse acampamento é pode pegar todo homem gostoso, beber, quebrar quantas coisas eu pode, desvirtuar as santas-do-pau-oco, pegar mais homem gostoso e beber mais ainda.
–Tia, será que tem como a senhora mudar de estação? –Não suportava as músicas chatas de dor de cotovelo da minha tia.
–Garota, vê se me respeita, pois senhora é a sua mãe e não quero você me chamando de tia, aqui eu me chamo Diretora Rachael Shiera. Escutou? –Ela amentou a voz. Tia Rachael ficava paranoica quando alguém a chama de senhora.
–Eu estou do seu lado e com as orelhas bem limpas, então abaixa um pouco esse tom de voz, vovó. –De bastante ênfases na palavra “vovó”.
Minha tia parou o carro e me deu uma olhada de dar medo, só para melhorar o medo que eu estava sentindo, um corvo parou na frente do carro, eles olhava para dentro do carro, como se estivesse doido para assistir a um assassinato.
Rachael me segurou pelo colarinho da camisa, quase me enforcando e me ameaçou:
–Se me chamar de senhora, vovó ou qualquer outra coisa que signifique velhice, eu juro que te mato, falo para seus pais que você foi sequestrada por mutantes, e depois desenterro seu corpo e falo que eu encontrei e no dia do seu funeral eu vou dançar em cima do seu caixão. –Só eu que achei o ar do carro gelado demais? –Entendeu? –Assenti.
Ela me soltou e voltou a ligar o carro, mas tinha um sorriso na rosto dela. Minha bipolaridade pega, estou começando a acreditar nisso.
A viagem até o acampamento foi silenciosa e tensa, pois eu tinha medo de abri a boca e acabar falando besteira, por sorte eu tinha um dicionário na mochila, pois a minha mãe cismo que eu precisava aumentar meu vocabulário, só porque eu falava besteira demais. Dá para acreditar nessa porra?
–Não acredito, sua mãe fez você ler isso? –Ela me encarou indignada.
–Infelizmente sim, por incrível que pareça eu estou gostando. –Se eu gravasse aquilo tudo, eu poderia participar da competição da escola de soletrando e no final iria ganhar uma ótima grana.
–Finalmente sua mãe conseguiu fazer você gosta de alguma coisa que não seja luta. Agora faz um favor, pega o controle remoto do portão da garagem no porta luvas. –Quando eu abri o porta luvas, acabou caindo uma Revista, que quando eu fui pegar para ver era uma Playgirl.*
–Que diabos é isso?! –Perguntei levantando a revista.
Minha tia me encarou mortalmente antes que eu pudesse fazer algum comentário inapropriado.
–Coloque no lugar e finja que nunca viu isso na sua vida, ou eu vou lhe dá uma porrada na cabeça que vai fazer você até se esquecer do seu nome. –Já falei que tenho medo dessa mulher?
Peguei o controle do portão de ferro, e guardei a revista no porta luvas. Apertei o botão do portão e minha tia entrou com o carro.
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