Notas iniciais
A/L: Finalmente eu consegui postar rápido! #ALELUIA! #ALELUIA! Estou tentando escrever o mais rápido possível para Filling Power não ficar sem capítulos. Me desculpem se houver erros. Beijos!

–Piscina! -Gritei feliz. Tinha até esquecido da dor no nariz.-Vou trocar de roupa e chamar o Andrew para irmos na piscina. -Já estava subindo as escadas quando o professor me segurou pelo braço.

–Você não pode ir para piscina, por causa do seu nariz!

–Esqueça o nariz, estou morrendo de calor! Se eu tiver algum problema e acabar morrendo pelo menos vou morrer feliz. -Em um piscar de olhos já estava no meu quarto procurando meu biquíni.

Coloquei meu biquíni de preto com branco e um short branco, fiz um rabo de cavalo no cabelo, peguei minha bola de vôlei e a rede de vôlei coloquei dois algodões no nariz pro sangue para de sair. Como odiava usar sapato para ficar em casa decidir ficar descalça mesmo. Sai do quarto feminino e caminhei até o dormitório masculino, bati na porta do quarto de Andrew que agora estava fechada.

Ele abriu a porta e sorriu para mim.

–Sabia que você esta muito engraçada com esse algodões no nariz? -Ele tentava segurar o riso.

–Pode rir a vontade, porque quando chegar a demonstração de poderes irei usar você como saco de pancadas. -Falei irritada.

–Para que o biquíni? Esta tentando me seduzir, Raven? -Ele fez uma cara de safado e deu um sorrisinho de lado igual do Darwin.

–Tira esse sorriso da cara ou eu lhe quebro os dentes. Vai se arrumar, o pessoal já foi para a piscina. -Mandei o empurrando para dentro do quarto e fechei a porta. Claro que como sou uma menina descente fiquei do lado de fora esperando ele.

Não sei quanto tempo demoro para a criatura trocar de roupa, mas quando eu acordei Darwin segurava meus pés, Andrew meus braços, Zoey a rede de vôlei e Megan a bola de vôlei. Os meninos estavam na beira da piscina me balançando de um lado para o outro.

–ME COLOQUEM NO CHÃO! -Gritei.

O professor junto com Elizabeth apareceram para ver a baderna que estava acontecendo. Elizabeth ficou apenas rindo da situação. Mais que mulher engraçadinha!

–Meninos, soltem a Raven! -Jason mandou. O que ele tem de Gostoso, lindo, tesão tem de burrice. Ele não sabe que nunca se pode dizer isso quando tem alguém te balançando na beira da piscina.

–Você que mandou, professor! -Darwin e Andrew me jogaram dentro da piscina gelada. Aquela merda estava tão gelada que eu juro que senti umas pedrinhas de gelo dentro do meu short.

Quando eu sai da piscina xinguem Andrew e Darwin de tudo conte palavrão.

–Mas de quem foi a ideia genial? -Perguntei. Andrew na mesma hora apontou para o Darwin. -Sabia! Tinha que ser! -Me transformei no Darwin. -Posso ter a cabeça grande mas não se enganem, pois tenho o pintinho pequeninho! -Fiz uma ótima imitação dele. Podia até ganhar o Oscar. O pessoal caia na gargalhada. Avril e Megan choravam de tanto rir.

–Não precisa fazer esse escândalo todo, meu amor, se quisesse ir para cama comigo era só falar, não precisava falar mentirar para todo mundo. -Ele só estava me deixando mais irritada ainda.

–Querido, não se ache o Latrell! -Eu já dá uma voadora na cara dele, mas Evelinne entrou no meio.

–Deixe de briga os dois! -Essa baixinha metia medo! -Peça desculpa para ela, e ela para você! -Eu e Darwin nos encaramos e viramos os rosto. -NÃO ESTOU BRINCANDO! -Ela gritou fazendo eu e Darwin tomamos um susto.

–Me desculpe. -Pedimos juntos.

–Ótimo, crianças, agora vão brincar. -Ela saiu de perto da gente e foi se sentar com Madison. Eu e Darwin nos encaramos e demos língua um para o outro.

Me sentei no chão ao lado de Andrew e fiquei vendo o pessoal colocando a rede de vôlei na piscina.

–Quando vocês arquitetaram esse plano? -Perguntei.

–Quando você estava dormindo no corredor, Darwin bateu na porta do meu quarto e perguntou se queria fazer parte do plano e como eu sou muito "bonzinho" falei que sim. Isso foi um troco por você ter me assutado.

–Já não bastava você ter dado uma porrada no meu nariz?!

–Não. -Ele me deu um sorriso parecido com o do gato da Alice no Pais das Maravilhas. -Que corpo! -Ele falou para mim. Quando eu olhei para a direção dele notei que ele falava do Kyle que estava entrando na piscina. Ele é Gay!?

–Andrew, você é gay? -Perguntei para ele baixinho.

–Você não sabia? Todo mundo sabe. -Ele me encarou serio. -Você me chamou de "viados dos infernos" no quarto, mas o termo certo é gay e não viado.

–Eu não sabia! Mas deixando isso de lado, você esta afim de Kyle?

–Ele é lindo, misterioso e caladão, mas não conte para ninguém é segredo.

–Minha boca é um tumulo.

–E você caidinha pelo gato do professor.

–Com certeza, mas não sei se é para mim ele é muito certinho.

–Verdade, ele não é para você. Ele precisa de uma mulher normal e não uma doida com imaginação fértil igual a você. -Ele riu.

–Não precisa esculachar também! -Me levantei do chão, uma pedrinha de gelo caiu do meu short. -Esqueci de perguntar, por que a piscina esta tão fria?

–Madison teve a ideia de gelar um pouquinho a piscina. -Andrew respondeu.

–Um "pouquinho"? -Levantei uma sobrancelha.

–Ta bom! Ela fez uma camada de gelo e depois a quebrou, fazendo a água ficar cheia de cubinhos de gelo. -Ele respondeu. Me despedi dele e voltei para casa.

{...}

Filling Power- 19:12

–Estou atrasada! -Só faltava vestir minha calça. Esta atrasada para a demostração de poderes. Tia Rachael vai me matar! Sai correndo do quarto e em menos de cinco segundos eu estava entrando na sala de treinamento.

–Senhorita Shiera, por que a demora? -Helena perguntou se virando para mim. Todo mundo já estava em fila.

–Acabei dormindo demais. -Eu podia mentir, mas era melhor dizer a verdade, principalmente quando era Supran com quem eu estava conversando.

–Por causa da sua demora você será a primeira e se os outros adolescente precisarem fazer uma demostração com uma pessoa, você será a cobaia. -Meu Merlin!- Escolha qualquer coisa naquele baú e fique naquela linha. -Assentir e caminhei até o grande baú de metal. Dentro dele tinha várias coisas que eu podia usar para tortura várias pessoas. Isso me deixou tão feliz! -Shiera, ande logo! -Não tinha nada ali dentro que podia usar para demostrar meus poderes.

–Certo. -Dentro do baú não tinha nada para que eu pudesse demostrar meus poderes mas no lado de fora sim. O baú era muito grande e pesado para um ser humano e mutante pegar, a não ser que o mutante tenha poderes de força tipo o meu.

Peguei o baú do chão como se fosse feito de papelão e coloquei perto da linha aonde era para eu estar. Fiz a mesma coisa de novo, só que usei a minha velocidade e a força, em um piscar de olhos eu estava na linha só que sem o baú pois ele estava no local da onde eu o tirei e para finalizar virei um gato e depois me transformei em um cachorro.

–Raven, vá para o final da fila. -Fiz o que Helena mandou e anotou alguma coisa na prancheta. -Sua vez, Zoey.

Zoey foi até o baú e tirou todas as coisas que tinha dentro dele com o poder da telecinese, depois colocou tudo de volta no baú e ficou olhando para mim. Isso esta me dando muito medo!

–Não se preocupe, não irei te matar. -Ela riu da minha cara.

–Não lia minha mente! -Mandei e isso só fez ela rir mais ainda.

–Preciso que tente jogar alguma coisa em mim. -Ela pediu.

–Pode deixar. -Dei uma risada diabólica e levantei do chão. Caminhei até o baú e peguei uma bolinha de metal, que sinceramente me deu uma ótima ideia de tortura só que não vou falar nisso pois é proibido para menores de 18 anos.

Mirei a bolinha certinho na cabeça dela, quando joguei usando o meu poder de força a merda da bola bateu em um campo de força e voltou na minha direção, se eu não tivesse desviado aquela bola teria perfurado minha cabeça.

–Acabei. -Ela falou e foi se sentar no canto da sala aonde eu estava sentada antes. -Madison. -A loirinha nem foi no baú só foi direto para linha.

Ela fez um movimento com a mão que fez nascer planta dentro do piso do chão, depois água começou a entrar também, a sala começou a esquentar, depois começou a ficar fria e o vento do ar-condicionador saia mais forte, fazendo um mini furacãozinho na sala e para finalizar estava ficando com gelo a sala.

–Obrigada, pela demostração. -Helena falou e Madison foi se sentar ao lado de Zoey e eu fui para o outro lado da sala. -Megan. -A loira-do-mal andou até a linha.

–Raven, me ajuda aqui. — Meio revoltada com isso tudo, mas eu fui, pois eu tinha muito medo dessa loira. Ela pegou a minha mão assim que parei na frente dela.

"Não é porque eu gosto da minha governanta que dá o direito da mulherada querer pegar na minha mão!"

Ela me deu um choque tão forte que eu fui parar do outro lado da sala. A porrada que eu tomei da parede nas costas me fez ficar com falta de ar, fiquei um pouco deitada no chão e depois levantei. Ninguém veio me ajudar.

–Eu estou ótima não precisam perguntar. -Dei um sorriso irônico. Se já não bastasse meu nariz começou a doer também. Estou toda fudida! Agora que eu lembrei a Megan faz a gente vê a nossa própria morte. -Nem vem, não quero saber como eu vou morrer! — Estava bem distante dela.

–Okay, esse você não precisa mostra pois já o vimos antes. -Helena falou e Megan me lançou um olhar diabólico Já sei como vou morrer, nem preciso que ela me mostre. -Avril. -A loira de mechas coloridas foi para a linha.

Ela me olhou e minha mente começou a vagar até a minha lembrança de quando eu estava na escola.

–Avril, chega. -Mandei e ela parou. -Ela controla a nossa mente. -Falei para Helena que assentiu com a cabeça e anotou alguma coisa na prancheta.

Avril começou a sair do chão e depois sumiu. Até que senti alguma coisa atrás de mim, quando virei tomei um susto, ela estava atrás de mim sorrindo.

–Acabei, professora. -Ela se sentou com as meninas.

–Andrew. -Helena o chamou e ele continuou no mesmo lugar, mas ele começou a me encarar. Minhas pernas não me obedecia, na verdade meu corpo inteiro. Quando dei por mim, eu peguei ele no colo e o levei até a linha.

–Me serve, Bitch! -Ele falou rindo, coisa que fez todo mundo cai na gargalhada. -Na verdade tente me bater com aquele taco de alumino. -Assenti. Dessa vez eu não estava mais sendo controlada.

Peguei o taco e me aproximei dele, levei o taco para trás e quando fui bater, não consegui, estava hipnotizada com o olhar dele. Soltei o taco no chão.

–Raven, trás uma limonada que esta na geladeira para mim. -Ele mandou.

–Não sou sua empregada. -Ele encostou no meu braço e quando dei por mim já estava voltando com o copo na mão.

–Obrigada! -Ele sorriu e foi se sentar com as meninas.

–Kyle, sua vez. -Ele foi para a linha e me olhou.

Meu corpo começou com uma dorzinha fraca que depois foi aumentando, acabei caindo de joelhos no chão e meu nariz voltou a sangrar e minhas costa a doer.

–Ky-Kyle. -Chamei e ele parou e me ajudou a levantar do chão. -Obrigada. -Sorri para ele.

–Dessa vez preciso de uma telepata. -Zoey se levantou do chão.

–Sim? -Perguntou.

–Tente usar seus poderes em mim. -Zoey se concentrou e depois olhou espantada para mim e pois para a professor.

–Não consigo usar nenhum dos meus poderes nele.

–Incrível! -Falei animada. Zoey voltou para seu lugar e Kyle foi junto.

–Alec. -A professora o chamou.

Alec foi para a linha e tirou uma caneta e um papel do bolso, começou a desenhar alguma coisa do papel, quando terminou colocou no chão e de lá saiu o Naruto.

–Pela barbas de Merlin! O Naruto! -Comecei a pular igual a uma doida. -Isso é o Naruto!Eu vou ter um AVC aqui! -Depois ele sumiu, estragando minha felicidade.-Poxa o Naruto foi embora. -Falei triste.

Alec começou a escrever alguma coisa do lado avesso do papel e meu cabelo ficou todo colorido, igual o arco-iris, depois ele rabiscou o papel e meu cabelo voltou a cor natural.

–Não preciso usar poder da ilusão. -Ele saiu da linha e se sentou no chão junto com os outros.

–Evelinne. -A menina foi até o baú e tirou uma faca dela.

–Raven, será que você podia me cortar? -Ela perguntou e eu nem pensei duas vezes. Peguei a faca e cortei o braço dela, que começou a sair bastante sangue. Eu acho que meus olhos estavam brilhando de felicidade igual quando eu vi o Naruto. Mas a minha felicidade durou pouco pois o braço dela começou a fechar rapidamente.

–Só isso? Pensei que ia sair mais sangue para a minha felicidade. -Falei indignada com o pouco de sangue que saiu.

–Só isso. -Evelinne se sentou com as meninas. Só faltava agora o...

–Darwin. -Helena falou me fazendo xingar ele mentalmente. Ele parou na linha e do nada tudo parou. Mas só eu e ele estávamos nos mexendo.

–Que merda... -Ele me agarrou e tascou um beijo. Que por incrível que pareça eu acabei retribuindo.

"Raven, não caia na onda desse idiota, senão você será mais uma na lista dele."–Minha mente gritou.

"Ele é lindo! Se entregue ao desejo!"– Meu coração tentou gritar mais alto que minha mente.

"Cala a boca!"–Gritei mentalmente para os dois.-"Coração você já me fudeu muito, vou seguir o conselho da mente!"–Minha mente começou a debochar do meu coração. Esqueci esse dois e empurrei o Darwin, que acabou fazendo ele deixar o tempo andar.

–Ele pode mexer com o tempo. -Falei para Helena e sai da sala vermelha igual a um pimentão.

Em um piscar de olhos já estava no meu quarto. Meu celular começou a vibrar e quando eu olhei no visor era Nathan Parker.

–Amigo!–Gritei.

–Amiga!–Ele gritou de volta. -Vai rolar uma fez muito doida na casa da Amélia Henry e você esta convidada. Não aceito não como resposta.

–Querido, você acha que eu vou dizer não? Eu amo uma festa! Vou me arrumar, depois te ligo.–Desliguei o celular e quando olhei para trás vi Zoey me encarando. -Que merda! -Falei por causa do susto.

–Se você não me levar na festa, conto para sua tia. -Zoey falou.

–Okay, eu vou levar você mas isso fica só entre nós. -Ela assentiu. -Agora arruma uma mochila com sua roupas, pois só voltamos amanhã de manhã e não se preocupe iremos nos arrumar na casa de um amigo meu.- Ela saiu do quarto e eu fui arrumar minha mochila.

Notas finais
Curtiram a demostração de poderes? Se tiver faltando algum personagem me avisem pois ai eu edito esse capítulo. #Cabeça #de #vento. Beijos!