Madness Of Duke Venomania
5 Capítulo 5 - Flashback ~
Notas iniciais
Eu não tenho certeza se esse capítulo é "útil". u.ú
Pelo menos explica um pouquinho o passado deles, mas amanhã (se der)
Eu posto outro cap!
Uma mulher alta com os cabelos escuros presos em um coque estava sentada na companhia de uma amiga em uma mesa branca, com uma toalha da mesma cor feita de renda em um jardim cheio de flores violetas, amarelas, brancas e vermelhas. A amiga dessa mulher não parava de olhar para uma garotinha com um vestido azul claro com flores amarelas. A menina tinha os cabelos cor de rosa e olhos azuis.
– Luka! — Gritou a mulher — Venha aqui, você já é uma mocinha, tem que tomar chá conosco.
A garota parou de observar as flores e se sentou perto da mãe. Ela deveria ter 12 anos. Não gostava de tomar chás. Achava aquilo tudo entediante.
– Luka-chan, você cresceu bastante! — Disse a amiga de sua mãe, que era dona do jardim, e claro, da mansão do jardim.
– O-obrigada — Disse a garota. — Hm, ele está por aqui?
– Meu filho?
– Sim... aquele garoto esquisito que vive andando atrás de mim toda vez que venho nesse lugar.
– Luka! — Gritou sua mãe — Olhe os modos!
–Ah, tudo bem — disse a mulher — Ele deve estar com o pai, os dois passam muito tempo conversando... Provavelmente não sabem que vocês estão aqui.
Só bastou dizer isso, um homem tão alto quanto a esposa apareceu. Ele tinha cabelos escuros e bem curtos, atrás dele vinha um menino pálido com cabelos cor de lilás, lisos, na altura dos ombros. Ele era baixinho e magro (mais ou menos do tamanho de Luka, se não fosse um pouco menor.) Ficou vermelho quando viu que Luka estava ali.
– Olá Shizune-san — Murmurou o homem para a amiga de sua mulher, Karin. Ele virou a cabeça para a esposa — Deveria ter avisado que elas vinham tomar chá conosco!
– Perdão, querido!
– Tudo bem — Disse ele sentando-se com elas.
O menino continuou em pé, olhando para Luka.
– Porque os dois não vão dar uma volta por aí? — Disse o pai do garoto — Vamos falar de assuntos que provavelmente não são nem um pouco interessantes para crianças da idade de vocês.
Luka e Gakupo sairam andando por pequenas estradas que havia no jardim, passando por flores coloridas e plantas ornamentais. Luka sentiu-se feliz por ter se livrado do chá.
– Luka-chan! — Disse ele — Eu... estava com saudades.
– Hm, eu não. Tenho muitos amigos, sabe?
– Não sou considerado um amigo para você?
–Somos apenas conhecidos! Só nos vemos quando minha mãe vem visitar a sua.
Ele ignorou o comentário.
– Você tem quantos anos, Luka-chan?
–12.
– Eu tenho 14. — Gakupo disse com um ar de orgulho, mas não caiu muito “bem” nele.
– Pensei que você tivesse 10 ou 11... é tão pequeno e magrinho ...conheço garotos da sua idade que são quase do tamanho do seu pai!
– Quando eu crescer, você vai se surpreender comigo.
Luka não falou nada, achou aquilo estranho. O clima estava tenso. Gakupo esfregou uma mão na outra.
– Luka-chan... Eu quero lhe falar algo, algo que eu senti e sempre quis te falar desde a primeira vez que lhe vi.
– Seja rápido então — Disse ela. Sabia que o garoto estava sendo um clichê encarnado. — Daqui a pouco os biscoitos serão servidos na mesa e eu não quero perdê-los.
– Biscoitos são mais importantes do que eu?
– Talvez. Mas diga logo! O que você quer?
– Você.
Luka ficou corada. As palavras que ele disse ficaram grudadas no seu cérebro.
– Eu gosto de você, Megurine Luka.
Gakupo parecia falar aquilo de um jeito calmo, um garoto normal falaria com pressa, ou ficaria respirando fundo várias vezes. Ele foi direto ao ponto.
– V-você está doido? Maluco? Olha só para mim! Você acha que eu mereço alguém como você, que é do meu tamanho, isso se não for menor? Eu quero alguém que me faça abrir a boca involuntariamente e não alguém sem graça como você!
Gakupo continuou com a mesma expressão. A garota deu meia volta, o vestido voava pelo vento, mostrando seus joelhos. Ela começou a rir alto, de propósito, para humilhá-lo. Não se importou nem um pouco com aquelas palavras que Gakupo havia dito. Ela se dirigiu a mesa no jardim, e o garoto continuava ali, observando-a.
***
Quem diria que nove anos depois os dois estariam se beijando loucamente no mesmo local em que Gakupo fez sua triste “declaração”. Luka mal conseguia alcançar seu ombro, e tinha que ficar na ponta dos pés para poder encostar os lábios em sua boca.
Porém Luka não o amava de verdade. Nunca o amou e jamais vai amar. Esse beijo só era possível por causa de um feitiço... Ou não.
Notas finais
Foi perda de tempo escrever isso?
Ou ficou legal para a fic?
P.S:Desculpem o título tosco desse capítulo ¬¬'
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