Ménage Love
4 Capítulo 04 - DESEJOS INSANOS
Notas iniciais
Segue mais um capítulo.
Boa Leitura♥
Enjoy!!
Capítulo betado por Kiki Cullen. I♥U... Tanks! Amiga.
Música do capítulo: http://www.youtube.com/watch?v=t56ZfJwqfKk&feature=results_main&playnext=1&list=PL7533D994857E1A8D
Capítulo 04 – DESEJO INSANO
PVD – EDWARD
– Obrigado Paul! Você está dispensado – agradeci ao motorista quando chegava de minha viagem á Oxford.
Entrei em minha casa, cumprimentando Charlotte minha fiel governanta, esposa de Paul, que me aguardava ansiosamente no hall de entrada para pegar meu casaco e minha pasta, assim como fazia nos últimos doze anos.
– Boa Noite Sr. Cullen, seja bem vindo de volta – sorriu – Posso colocar o jantar?
– Boa Noite Charlotte. Vou tomar um banho e logo desço. Gostaria de comer algo leve, não me sinto muito bem — respondi entrando na sala, com ela me seguindo.
– O senhor quer algum medicamento. Quer que eu chame Dr. James?- perguntou preocupada.
– Não será necessário. Acho que um banho vai ajudar. – agradeci, subindo para meu quarto.
Eu sabia que não haveria médico que pudesse aliviar meu problema. Não havia medicamento que pudesse amenizar os sentimentos que estavam dando um nó no meu estomago. Só uma pessoa poderia aliviar meu “problemão” e amenizar essa sensação extasiante que gelava dentro de mim. Ao mesmo tempo me queimava.
Isabella Swan.
Desde o momento em que soube que seus pés tinham pisado em Londres, minha vida virou um inferno. Não conseguia me concentrar em nada. Absolutamente. Esperava poder recepciona-la pessoalmente no aeroporto. Levá-la até o apartamento que mandei redecorar especialmente para ela. Mas uma viagem de negócios de última hora, quebrou meu desejo. Deixando-me extremamente frustrado. Nervoso. Minha irritação era tanta, que pela primeira vez em anos, fiz um mau negócio, perdendo milhares de libras. Causando irritação em meus irmãos, Emmett e Jasper.
Mas ela não saia da minha cabeça. A ansiedade era tanto por vê-la, Toma-la em meus braços, que nada importava.
Fora o fato de perder muito dinheiro. Eu andava constantemente com uma ereção monstro. Que nunca cessava.
Entrei no banho, e minha mão de imediato, segui para minha ereção maciça. Pensamentos eróticos de imediato surgiram em minha mente. Eu estava tão alucinado por sua imagem, que eu conseguia sentir seu perfume. Adivinhar.
Deixei a minha imaginação solta, fantasiando sobre seus lábios...
"Eu quero esses lábios em volta do meu pau, baby", eu gemia em sua boca. Moendo minha ereção em seu estômago, sentindo latejar quando ela choramingou. "Você poderia fazer isso por mim?" Eu murmurava com voz rouca, preguiçosamente arrastando meus lábios em sua bochecha. A ponta da minha língua para fora provocando-a. "Poderia ser uma boa menina e me chupar?" eu imaginava a cena, apertando a ponta do meu pau, espalhando o pré-gozo por todo o comprimento. Bombeando cada vez mais rápido mais duro.
"Pergunta boba, você não acha?" ela gemeu baixinho. "Você sabe como eu adoro isso”. – ela gemia gulosa ajoelhada em minha frente, sugando com gosto.
Foi o que bastou, para que com uma ultima bombada, jatos e jatos de minha porra, escorressem pelo azulejo, deixando-me sem fôlego. E espantosamente ainda semi-duro.
– FODA-SE – gemi alto, encostando minha testa na porta do box. – Ela vai me matar! Preciso fazer alguma coisa. — falei comigo mesmo.
Terminei lentamente meu banho, e depois desci para comer alguma coisa. Charlotte me recebeu na cozinha, onde eu gostava de fazer minhas refeições, com um cremoso prato de sopa e uma taça de vinho.
– Obrigado Charlotte, você é demais. – agradeci, beijando sua bochecha.
– Sempre Senhor – respondeu com carinho.
– Quantas vezes tenho que pedir para me chamar de Edward? – provoquei piscando – Você me conhece desde que nasci.
– Sinto muito menino Edward, é força do hábito. – desculpou-se.
– Quando estivermos a sós pode me chamar somente assim tudo bem? Sinto-me mais em casa – pedi, tomando uma colherada do delicioso caldo. – Isso está maravilho!
– Obrigado! É o seu preferido!
– É sim! Obrigado Char. – agradeci novamente.
– Posso te perguntar uma coisa Edward?
– Claro que sim. O que foi? – perguntei tomando um gole do meu vinho.
– Está apaixonado?
A pergunta me pegou de surpresa. Não só pelo fato em si, pois Charlotte era muito discreta, mas também pelo fato de que talvez meus sentimentos não estavam tão ocultos como eu pensava.
– Porque diz isso – perguntei limpando minha boca e arqueando a sobrancelha.
– Hum.... Porque você anda meio distante. Você é sempre tão concentrado. E bemmm.. achei isso no bolso do seu terno que enviei para a tinturaria — disse sem graça tirando do bolso do seu avental, a foto de Bella que eu havia retirado do seu curriculum – A propósito ela é linda! – sorriu conhecedora.
E eu sorri concordando. Não tinha motivos para mentir. Minha vida era um livro aberto. E eu nunca escondia nada de ninguém, não iria começar agora, justamente com a mulher que me conhecia desde criança.
– Ela é linda mesmo. Estou fascinado por ela – respondi, pegando a foto e alisando sua face com a ponta do dedo.
– Qual seu nome? – perguntou colocando mais vinho na minha taça.
– Isabella.... Isabella Swan. E ela vai ser minha esposa Charlotte. Vou lutar por isso – respondi com convicção – Ela vai ser a senhora Cullen.
Charlotte sorriu ainda mais, sacudindo a cabeça. Ela sabia assim como os outros que quando eu queria alguma coisa eu ia até o fim para conquistar o objeto de desejo. Que nesse momento era Ela.
*****
Rodava pela cama em busca de pelo menos uma hora de sono. Mas ele não vinha. A imagem de Isabella. Os pensamentos sobre ela consumiam minha mente a ponto de loucura.
– God! Preciso levantar – era uma causa perdida continuar lutando contra o sono que não aparecia. Olhei para o relógio, quatro horas da madrugada. Pulei da cama me dirigindo até o closet. Coloquei uma bermuda de basquete, e meu tênis. Saindo do quarto e indo para meu ginásio. Pelo menos poderia usar direito esse tempo desperdiçado.
Joguei pelo menos por uma hora, quando comecei a sentir meus músculos arderem, e olhei mais uma vez no relógio digital na parede. Como havia fazendo, consecutivamente nas ultimas horas, cada vez que fazia um arremesso na cesta.
Seis horas da manhã. Minha virilha latejava dolorosamente pelo exercício e pela ainda ereção constante. Colocando a mão e apertando.
Eu não suportava mais. Precisava vê-la. Sem parar para pensar muito, eu corria subindo as escadas correndo, entrando no meu banheiro tomando um rápido banho. Logo em seguida colocando uma roupa qualquer, saindo ás pressas.
Às sete horas em ponto, eu batia em sua porta. Após algumas batidas, a mesma foi aberta apressadamente, me presenteando com a imagem do pecado.
– Pois não? – ela falou, sem olhar para frente trombando com meu tórax.
– FUCK! – gemi alto, quando uma descarga elétrica irradiou todo meu corpo.
Isabella abriu a porta, trajando apenas um minúsculo pijama de renda, todo transparente. Seu corpo estava todo salpicado. Eu acreditava que de farinha ou açúcar. Seu cabelo estava todo bagunçado, uma confusão selvagem. Seu colo e rosto, banhados por uma fina camada de suor, e seus bicos dos seios, duros pela brisa fria que girou ao nosso redor.
Seu corpo foi jogado para trás devido ao impacto, e por impulso a enlacei pela cintura, evitando o tombo.
O calor desse ato enviou um frenesi inexplicável pelo meu corpo. Eu sentia meu sangue circular em minhas veias. Acumulando-se diretamente no meu pau.
– Você está bem? – sussurrei em sua orelha. Minha voz extremamente rouca de tesão.
– Sim...hum...estou bem – sussurrou se desvencilhando dos meus braços olhando para mim.
Isabella era linda demais. Seu olhar me consumia.
– Quem.... quem é você? – perguntou baixinho....
– Sonho.... você é mais linda que um sonho... — sussurrei ainda mais baixo. Minha vontade era passar meus dedos por aquela bochecha rosada, aqueles lábios carnudos, que horas antes, em meus desejos, estava envolta do meu pau. Sugando com vontade.
– O que? ..O que disse? – perguntou aturdida.
– Edward... Sou Edward Cullen – respondi sorrindo torto, cobiçando seu corpo. Pouco me importava se estava sendo atrevido. Eu estava fascinado, como ele estava reagindo ao meu olhar. E podia garantir que não era o frio, que endurecia aqueles bicos rosados dos seus seios, que minha boca secava por lamber e sugar duramente.
– OMG!! – gritou de susto ou desejo quando seguiu meu olhar, saindo em disparada para dentro da casa. Eu acompanhava o rebolar da sua bunda perfeita, babando. – Só um minuto! – pediu – FIQUE A VONTADE! – gritou do quarto novamente.
Entrei, fechando a porta e dando uma breve olhada na decoração da sala, mas o cheiro de comida que vinha da cozinha me deixou com agua na boca. E pude constatar que realmente ela estava suja de farinha e açúcar, considerando a enorme quantidade de alimento em cima do balcão e a bagunça na pia.
Sorri balançando a cabeça – Ahhh.. meu bebê gosta de cozinhar – refleti alto, com os olhos saltando em uma tigela com cookies de chocolate. Meus preferidos. Sentei na bancada, apanhando um punhado devorando e gemendo quando o mesmo derretia em minha boca. Ainda observando a quantidade de comida, um pensamento me ocorreu, e logo que ela surgiu de volta, não consegui me conter.
– Está esperando alguém? – perguntei direto. Só de imaginar que ela estivesse esperando, ou cozinhando para alguém me encheu de ciúmes.
– Humm.... não.. é que perdi o sono, e comecei a cozinhar, e humm meio que me empolguei – respondeu sem graça.
Sorri internamente. Minha!
– Está delicioso – comentei novamente me referindo a ela e o alimento, colocando mais um cookie na boca.
– Quer um suco... café – ofereceu acanhada, sua bochechas ainda mais rosadas faziam minha virilha apertar.
Eu precisava me acalmar.
– Os dois, por favor! – pedi tentando me distrair
– Açúcar ou adoçante? – perguntou se movendo atrás do balcão me dando uma bela visão do seu farto quadril a cintura fina e bunda arrebitada.
– Açúcar... bem doce.... muito doce – sussurrei quando ela colocou a xicara na minha frente.
Eu tentava não pensar levianamente, mas todos os meus sentidos estavam extremamente aguçados. Eu parecia um animal faminto.
– Você cozinha divinamente bem! – elogiei tomando um gole do meu café.
– Obrigado! Eu gosto muito – sorriu lindamente. Comprovando minha teoria de que era impossível me controlar ao seu lado.
– Escolheu um bom vinho – gesticulei com a cabeça para a garrafa em cima do balcão – Mas ele fica ainda melhor quando se tem companhia. Minha companhia. Completei em pensamento.
– Oh.. sim o vinho é divino! Eu estava sem sono... portanto... — deu de ombros, ignorando o comentário sobre a companhia. – Espero que não tenha sido um problema – perguntou preocupada.
– De jeito nenhum Isabella. Tudo que está aqui é para seu uso e apreciação. – respondi sorrindo. Ela devia ir se acostumando com todo o luxo que proporcionaria para ela.
– Sr. Edward.. eu bem.. tenho algumas dúvidas.
– Me chame de Edward – pedi rouco, quando uma imagem sua sendo submissa, atingiu-me em cheio – Que dúvidas?
– O apartamento... isso tudo! Só pode ser um engano. Não tenho como pagar o aluguel de um local assim – disse honestamente.
Definitivamente, Isabella iria precisar aprender a ser mimada e adorada.
Levantei-me muito calmamente, contornando o balcão, ficando a passos na sua frente. Seu perfume de morango, e alguma coisa cítrica, atingiu meu olfato como uma bomba. E percebi que precisava definitivamente me acalmar.
Eu estava a míseros segundos de joga-la em cima do balcão, e tomar seu corpo. Enterrar meu pau tão profundo em sua buceta, até que saciasse meu desejo. Mas ao mesmo tempo eu sabia que nunca ficaria satisfeito. Eu sempre iria querer mais.
– Isabella, não há engano algum. Pelo contrário, é muito pouco, diante do que merece. Mas isso, pode deixar que vou providenciar. Você merece muito.. e muito mais. – sussurrei, não resistindo me aproximando ainda mais,
– O que quer dizer com isso? Nem comecei a trabalhar ainda. Como pode confiar em mim assim. Não me conhece – pedia sem entender, abaixando os olhos.
– Acredita em sonhos? – sussurrei de novo, pegando no seu queixo, fazendo-a me encarar.
Minha!
– Sim.... acredito... Apesar de.... – sorriu sem graça corando.
Ahhh... meu doce anjo também anda tendo pensamentos travessos. Regozijei vitorioso.
– Todos se concretizam... pelo menos vou fazer o possível e o impossível para os meus se tornarem realidade. E você faz parte deles baby! – completei sua fala, me rendendo cheirando sua mandíbula, deixando um breve beijo em seu rosto.
Ela tremia. Deliciosamente.
– Descanse... durma um pouco.... Quero você inteira pra mim.., nos vemos na segunda – finalizei, indo embora.
Eu estava a minutos de ruptura. Precisava sair dali urgente.
Entrei no meu carro sorrindo e excitado. Eu tinha muita coisa a fazer antes de chegar segunda-feira. Coisas que trariam Isabella aos meus braços, minha cama e minha vida.
Notas finais
Uau!! Calor não?...
Esse Edward me mata.... imagina quando os outros se adicionarem ao pacote :)
Morreremos de inveja da Bella... Eita mulher de sorte!!!
Obrigado por ler... comentários?
Beijos c/ carinho Lyyssa♥
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