Máscara

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Notas iniciais
Gente, desculpem a demora. Estou aqui de fugitiva, pois estou de castigo e sem pc.

Peço desculpas, pois o cápitulo ficou pequeno, mas prometo que se a minha imaginação deixar, o próximo será maior e terá uma surpresa, como eu planejo.

Obrigada por esperarem, amo vocês <3

TMJ são personagens do Mauricio de Souza

LF ;*

- Narração Magali –

Voltei pra festa sem a mínima vontade. Denise me achou e me convenceu, dizia que ia ser bom pra mim e pra minha popularidade, quase á mandei a merda. Minha maquiagem estava toda borrada, e meu salto estava sujo. As pessoas vinham me perguntar o porquê, se eu estava bem ou simplesmente se eu queria chorar. Meio que ás ignorava, mas só pedindo pra que se afastassem. Não queria acabar dando patadas em todos, então pedia isso. Denise sentou-se comigo no degrau da escada e me abraçou. Eu chorei em seu ombro, minhas lágrimas molharam seu ombro e ela me dizia que “vai ficar tudo bem” ou “eu estou aqui agora, vai passar”. Depois buscou um copo d’água pra mim. Então percebo que Mônica e Carmem estavam se aproximando de nós. Eu fechei os olhos calmamente (ahã, calmamente ¬¬), contei até dez e os abri. Ela veio até mim e disse:

_Cuidado, quem sonha alto cai do salto. – E deu uma risadinha cínica.

_Na verdade, quem precisa de salto aqui é você... – Olhei pra ela com superioridade e ela ficou com raiva. Meu copo com água caiu “acidentalmente” em seu vestido vermelho. – Ops, foi sem querer. – Disse ironicamente. Senti ela me fuzilar com os olhos. Então passei pelo seu lado e sussurrei no seu ouvido: — Tava mesmo precisando de uma lavagem. – E dei um sorriso. Virei as costas e sai andando. Sinto uma mão me forçando a virar pra trás. Era uma mão pesada e forte. Era a mão da Mônica. Então ela me virou e senti sua palma bater com força no meu rosto, que chegou a virar. Pus minha mão sobre minha bochecha rosada e percebi que a festa tinha parado para assistir a cena. Virei calmamente e vi a Mônica em estado de fúria, pessoas á nossa volta formavam um circulo. Alguns até gritavam “Briga, briga”. Eu estava louca de vontade de dar um tapa de volta. Então vi a Denise atrás da Mônica fazendo que não com a cabeça. Ela sabia bem que eu poderia simplesmente humilhar a Mônica com palavras e sair dali limpa. Mônica gritava coisas incompreensíveis.

_Sabe que quem grita nunca tem a razão né? – Disse calmamente. – Ainda mais se grita igual á um animal. – O ódio que vinha dela havia ficado maior.

_ORA SUA... – Não á deixei terminar a frase.

_Sua o que? Vai me xingar? Ah, deixa disso. O que vem de baixo não me atinge mesmo, então suas palavras não fazem diferença pra mim. – Eu dei abri um sorriso malicioso na face e sai. Mônica dessa vez ficou parada, apenas me observando, de queixo caído. Aliás, várias pessoas estavam com feições parecidas. Boca aberta era uma delas, por exemplo. Abriram a rodinha quando eu dei as costas pra Mônica. Me viam passando, meus passos estavam lentos, havia um profundo silencio naquele local.

- Narração Mônica –

Ah se eu pudesse descrever o tamanho da minha raiva. É tanta. Sei que o contato físico não é o forte da Magali. Calma, calma, calma, calma. Minha mãe disse que isso ajuda, mas ultimamente não tem dado certo.

Notas finais
Espero, que mesmo sendo pequeno, que gostem. ;*