Notas iniciais
Hey, novamente, só 2 Reiviweus no cap anterior.
Mas, ok.
Obrigada, à: Natali Winchester e Anna Winchester...
Por causa delas, estão lendo esse capítulo.

Emily

Acordei com a maior ressaca da minha vida. Claro que eu já tive muitas, mas aquela era pior. Estava tão bêbada, que fiquei gritando e alucinando pela rua. Agi como uma pirralha irresponsável.

Com a mão na cabeça, levantei, tropeçando.

Meus joelhos se vergaram, e senti que ia cair no chão.

Senti mãos em minha cintura, que me seguravam, fortes.

– Você tá bem? — Dean perguntou, enquanto me amparava.

– Sim — murmurei, tentando ficar em pé sem sua ajuda.

– O quê aconteceu ontem? — perguntou.

Pov Geral

A loira se esforçava para lembrar o que aconteceste na noite anterior.

Mas, quanto mais forçava a cabeça, mais dor sentia.

Dean, quando percebeu isso, falou:

– Calma. — Apontou para a cama dela, gesticulando. — Deite-se novamente.

– Sarah já acordou? — A loira perguntou, negando-se a deitar novamente.

– Sim — respondeu. — Ela e Sam foram pegar mais pistas do caso.

Emily ficou confusa.

– Caso? Que caso?

– Vejo que temos muito o que conversar. — Suspirou, o Winchester mais velho.


Depois que tomou o remédio dado por Dean, Emily se sentia um pouco melhor.

– Cadê o meu cachorro? — perguntou.

– Está dormindo na cama do Sam — respondeu Dean, olhando para a cama do irmã e rindo fracamente.

Emily olhou o cachorro que dormia, sereno, e sorriu.

– Ele é tão bonitinho — disse a loira, por fim.

– Quando está dormindo — murmurou Dean.

– O quê ele fez para você ficar tão irritado?

– Simplesmente dormiu na minha cama — resmungou.

Emily contraiu os lábios, mas não teve jeito. Soltou uma gargalhada alta.

Dean, olhou-a, irritado.

A sua risada era tão alta, que acabou acordando Ozzy, que veio até ela abanando o rabo, feliz em vê-la.

EuEmily e o Winchester estavam sentados na cama do loiro, até que o cachorro pula no colo de Dean, quase o fazendo surtar.

– Emily — disse, pausadamente, quando o cachorro começou a lambe-lo — , tira isso daqui, agora.

– Deixe-o ficar aí, Dean — respondeu ela, revirando os olhos. — Ele está quieto, não está?

Realmente, o cachorro ficou quieto. Acomodou-se no colo dele e dormiu tranquilamente.

– Hum — Emily murmurou, sonolenta -, acho que vou dormir.

– Tudo bem — falou Dean.

Então ela tirou o cachorro do colo do loiro, colocando-o perto do travesseiro, deitando sua cabeça ali. Dean reagiu surpreso, mas não a afastou. E eles ficaram assim por um bom tempo.

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Pov Sam

(Sam: HEHEHE!!! um pov meu. Só meu. Meu precioso)(NA: Shiu!)

Saímos do hotel, indo para a casa da Carry Ann, a mulher que matou a criança.

Eu e Sara demoramos umas duas horas para convencer Dean de nos emprestar seu carro. Ele perguntou porque não poderia ir junto, e Sarah respondeu que ele precisaria ficar com a Emily.

Sarah, que estava no bando do carona, resolveu ligar o rádio. Estava tocando a música do Bon Jovi"It's My Life".

Sam não se importou de ter o rádio ligado e continuou prestando atenção na estrada.

Quando chegaram à casa dela, a morena tocou a campainha.

A mulher abriu a mesma, com a aparência um tanto acabada.

– Posso ajudar?

– Sim — disse Sam, retirando o distintivo do bolço. — Somos do FBI, queremos lhe fazer algumas perguntas.

– A polícia já veio aqui — avisou, coçando os olhos vermelhos e inchados com as costas da mão.

– Sim, mas não somos da polícia. — Sarah falou.

– E você, quem é? — A mulher perguntou, carrancuda.

Sarah e eu nos entreolhamos.

– Ela é minha estagiária — disse.

– Que belo método de treinar, não é mesmo, agente? — perguntou, debochada.

– Hum — disse, desconfortável, tentando mudar de assunto. — Podemos lhe fazer algumas pergunta, senhora?

– Senhorita — disse, dando passagem para entrarmos.

– Senhorita — murmurei, tentando ignorar o fato que a mulher tinha 40 e poucos anos.

Entramos na casa.

Ela falou para nos sentarmos no sofá. Aceitamos.

– Então senhorita Park, qual foi o motivo da senhora ter matado aquela criança? — Sarah perguntou, sem rodeios.

Não sei o jeito que ela e Emily interrogam as pessoas, mas é bem diferente do meu e de Dean.

– Bem — A pergunta a pegou de surpresa. Ela deveria pensar que faríamos essa pergunta, mas não agora — , foi o que eu disse aos policiais, uma mulher de vermelho me disse que, se eu matasse uma criança, teria meu filho de volta.

– Filho este, que a senhora, quero dizer, senhorita, perdeu mês passado? — perguntei.

– Sim — concordou e logo depois, caiu no choro. — Eu não queria ter matado essa criança. Eu achei que a mulher era uma ilusão. Não liguei. Mais aí, um mês se passou, e... Eu estava muito mal. Estava muito, muito, acabado pelo fato de meu filho estar morto. A garotinha estava brincando no parquinho e caiu do balanço, quebrando a perna. Eu não a ajudei. Pensei na proposta daquela mulher misteriosa. Meu filho aqui, comigo, era muito tentador. Acabei com a criança. E, naquela noite, ela apareceu, dando-me o meu filhos. Só que ele estava morto.

Engoli em seco. Mesmo que a mulher de vermelho tenha a influenciado, ela matou aquela criança por conta própria. A mulher à minha frente, tremia e gaguejava. Estava enlouquecendo.

– Você não foi presa. — Observou, Sarah.

– Vou ser transferida para a ala de loucos — murmurou, envergonhada.

– Essa mulher te fez assinar algo? — Perguntei, receoso.

– Não, não. Só... apareceu.

– Te desejamos melhoras. — Sarah disse se levantando.

– Me desculpem — falou enquanto eu me levantava também. — Eu não queria fazer isso!

Estava na porta, quando me virei e respondi:

– Mas fez.

Quando saí, achei um pouco cruel de minha parte o que eu disse, mas eu estava revoltado.

– Sam — Sarah me chamou. — Vamos voltar para o Hotel. Temos que planejar o que vamos fazer.

Concordei e entramos no Impala, indo para o Hotel.

A viagem foi silenciosa.

Quando chegamos no quarto de hotel, fomos recebidos por uma cena um tanto estranha.

Dean e Emily estavam dormindo, junto ao Ozzy, na cama.

Sarah abafou um riso, enquanto eu sorria. Sabia que eles se resolveriam.

Fui ai banheiro. Lavei o rosto, e quando olhei o espelhor quase caí pra trás. Eu vi o rosto pálido de Castiel, me olhando.

– Castiel! Quantas vezes vou ter que te dizer para não fazer mais isso! — exclamei.

– Não temos tempo, Sam. — Sua voz era urgente. — Eles estão vindo.

– Eles quem? — perguntei, receoso.

– Querem Sarah. — Respondeu.

– Se quisessem levar Sarah já a teriam pego. Sabem que estamos aqui. — avisei.

– Não — Castiel balançou a cabeça -, eu fiz um feitiço de proteção. E, pelo visto, não está funcionando.

Fiquei em silêncio.

– Eles estão vindo. — Repetiu o anjo.

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Notas finais
A aparição do Cass foi mínima, mas é importante.
Até mais. lembrando: tenho 12 leitores, então espero comentários.
XD