Lágrimas Do Inferno
5 Capítulo 5
Notas iniciais
Eu sei que demorei, mas não recebo quase nenhum comentário... Mas, como queria escrever Escrevi.
Mas, agora só posto o próximos quando tiver pelo menos 5 comtários U.U
Geral
- Por favor, Sarah — a voz de Emily soou pelo quarto silencioso. — Sabemos que não é verdade.
- Você não sabe, Emily! — Sarah berrou. — E, se soubesse, não ligaria. Você não se importa com a nossa mãe!
Sam passou o braço em torno da cintura da morena e sussurrou ao seu ouvido:
- Sei que tudo está bem difícil, mas, — ele disse. — claro que Emily se importa com a mãe de vocês.
Sarah disse, mais calma:
- Você está certo, Sam. Desculpe-me, Emily. Claro que você se importa... Mas, ultimamente, tem tratado a mamãe como algo sem importância. — lágrimas jorravam de seus olhos.
- Não é verdade — a loira sorriu, estranhamente. — Eu amo a mamãe.
A voz de Emily continha uma pontinha de sarcasmo e só um especialista no assunto, feito Dean Winchester, conseguiria perceber.
Pensou em conversar com Emily depois. De preferência... à sós.
- Ok, — Dean entrometeu-se. — acho que devemos chamar o Castiel.
- Eu não — Emily disse. — Aquele anjo agora não.
Todos a encaravam.
- Ele fica olhando para mim e minha irmã como se fosse nos matar! — acusou.
- Relevante — Sam admitiu.
- Pois é, — Dean falou. — o que o Sam falou está "verdademente" certo.
- Essa palavra não existe — informou Sarah.
As irmãs reviraram os olhos.
- Como você aguenta isto? — Emily perguntou para Sam.
O moreno respondeu:
- Já estou acostumado.
- Ok pessoal, — Emily falou indo em direção à porta do hotel. — estou de saída.
- Vai pra onde? — a irmã perguntou, num jeito "mãe" de ser.
- Vou ao bar — respondeu.
- Vai encher a cara? — Sarah repreendeu.
O loira revirou os olhos e disse:
- Claro que sim — e deixou o quarto.
- Ela é sempre assim? — Sam apontou por onde Emily havia saído.
- Às vezes é pior — Sarah disse, balançando a cabeça negativamente.
Dean sorriu. Sabia como era a necessidade de afundar as mágoas na bebida...
Emily
Ela já sabia quantas cervejas iria tomar quando saiu do quarto de hotel. Estava totalmente acabada.
Em primeiro lugar, estava mentindo para irmã e dois recém-amigos que havia adquerido; em segundo... Bem, deixaria o segundo pra depois.
Chegou ao bar, logo pedindo uma cerveja. Sentou-se em uma mesa perto da janela.
Estava com a cabeça escorada na mesa, quando sentiu que alguém sentou à mesa junta a ela.
Dean Winchester estava sorrindo para ela.
- O que você quer? — Emily perguntou. — Sarah pediu para você vir ou o quê?
- Nada disso, — o loiro falou. — vim apenas para das apoio para uma amiga.
- Amiga? — Emily riu. — Uou, que massa, eu tenho um amigo!
Dean riu também.
- Mas não vá se acostumando, não.
A loira estava satisfeita. Ele não começara o interrogatório, que Emily sabia que ele faria.
- Então — Dean começou. — Você me deve umas respostas, não acha?
O sorriso de Emily se esvaiu, como se fosse a felicidade e a alegria dando despedindo-se de seu corpo.
- O que quer saber? — perguntou.
- Você não parece muito abalada com a morte de sua mãe. — falou, convicto.
- Não é nada disso! — a loira exclamou. Parecia que queria que alguém, além de Dean, acreditasse nas suas palavras.
Dean sorriu irônico e disse:
- A penas a verdade, por favor — pediu-lhe.
- É a verdade! — Emily disse. Ela sempre achou-se uma ótima atriz, mas para escapar do radar Winchester, talvez precisasse de mais treinamento.
- Podemos ficar aqui o dia todo se for preciso — ele a avisou, enquanto mexia no cabelo.
O Bar-Man estava passando, com uma bandeja com vários copos, quando Dean o chamou:
- — Hey, cara!
O cara foi até a mesa deles.
- Eu vou querer um Uísque — Dean falou.
- O.k — o Bar-Man disse. — E a mocinha? Vai querer alguma coisa?
Emily desviou sua atenção da rua, que observava na janela, e respondeu:
- Não, obrigada. Estou bem com minha cerveja — ela apontou para a bebida, como se o cara não acreditasse nela.
- Tá bom — o Bar-Man disse, retirando-se.
Dean olhou novamente para Emily.
- Então? — indagou. — Vai me contar?
Emily olhou para os lados, com se esperasse uma resposta do além. Mas, como esta não veio, ela respondeu:
- Dean, você sabe — ela disse. — Estou sendo forte pela Sarah. Para não machucá-la ainda mais.
Ela sabia que era a irmã mais nova, mas não deixaria nada machucar Sarah. Iria protegê-la até o fim.
- Entendo... — Dean falou. — Mas, pela discussão de hoje, eu presumo que Sarah já esteja péssima.
Ele sabia que estava sendo duro e provavelmente insensível, mas precisava saber de tudo que acontecia.
Emily piscou, como se levasse um choque de realidade, mas logo se recompôs.
- Eu... — ela pensou, por um segundo, que se sentiria melhor de desabafasse com alguém.
- Aqui está seu Uísque, senhor — o Bar-Man dizia, enquanto colocava o copo na mesa.
- Filho da... — Dean controlou-se para não socar a mesa.
O Bar-Man assustou-se.
- Fiz algo errado?
Dean iria respondê-lo e, provavelmente as palavras não seriam bonitas, quando Emily interveio:
- Não, você não fez nada — Emily sorriu docemente. — Ele que está estressado. Pode ir.
O Bar-Man saiu apressado.
- O que iria dizendo? — Dean tentou, mesmo sabendo que não adiantaria, fazer Emily falar.
- O quê? — Emily perguntou, inocente.
- Você ia me dizer algo — ele disse entre dentes.
A loira sorriu.
- Ah, sim. Eu iria dizer que preciso comprar uma coisa.
Dean bufou, irritado. Faltava tão pouco...
- Você ia dizer outra coisa — ele acusou. — Mas, agora me fale, o que precisa comprar?
- Um negócio — ela respondeu. — Vou mostrar quando eu chegar no hotel.
- Mas não vamos juntos? — Dean perguntou, confuso.
Emily revirou os olhos.
- Não. — ela se levantou. — Você tem que terminar seu uísque, não?
Emily deixou o bar e foi ao lugar desejado.
Parou em frente a loja e sorriu. Demorou, mas chegou finalmente ao lugar.
Dean
Assim que Emily deixou o lugar, Dean terminou seu uísque em um gole só.
Saiu do Bar e foi até o estacionamento. Pegou seu precioso Impala e foi para o hotel.
Quando abriu a porta do quarto, viu Sam e Sarah pesquisando no computador de seu irmão.
- Ah, oi Dean — Sarah falou. — Sam e eu achamos que encontramos um caso perto daqui.
Sarah explicava os detalhes, quando a porta do quarto se abriu.
- Oi gente — Emily saudou sorrindo.
- O quê é isso? — Sara falava pausadamente, espantada.
Dean estava perplexo e Sam sorria, animado.
- O que foi gente? Nunca viram um cachorro não?
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