Lágrimas Do Inferno
2 Capítulo 2
Notas iniciais
Beijos.
Pov Sarah
Dei dois passos pra trás, recuando com medo.
– Disseram que não iam me machucar. — disse com a voz fraca.
Dean me olhou pensativo.
– O que quis dizer Castiel? — Sam perguntou.
– Ela não pode estar viva. Tem que morrer. — Castiel disse vindo até mim.
Fui recuando pra trás.
– Calma aê tigrão. — disse Dean segurando Castiel.
Castiel o olhou .
– Dean, ela é a chave para o apocalipse. — disse me olhando com pena.
– Ahn? Como assim? — perguntei curiosa.
– Sua lágrimas. São para isso que Crowley as quer. — Sam deduziu. — Mas como?
– As três lagrimas podem tira Lúcifer da jaula. — o anjo falou. — Então sinto muito.
Eu não queria morrer. Muito mesmo abrir a tal jaula.
– Cass, você não pode matá-la. Olhe pra ela. — Dean falou me defendendo de Castiel. — É humana.
– Mas... — Castiel contestou a ordem de Dean como uma criança.
Eu não fiquei ali.
Enquanto discutiam minha morte, dei no pé.
Pov Sam
Dean e Castiel estavam olhando pra mim como se eu desempatasse a briga deles.
– Sam, ela tem de morrer. — Castiel argumentou. — Pode libertar Lúcifer.
– Mas é humana e não fez nada de errado. — Dean disse impaciente.
Os dois idiotas não perceberam que a Ivy tinha saído dali.
Cass finalmente percebeu.
– A garota. — disse. — Cadê ela?
Dean sorriu irônico.
– Estamos discutindo a morte dela. Eu também não ficaria aqui. — disse apoiando Dean.
– Tá bom. — disse Castiel se rendendo. — Mas se a querem viva, terão de protegê-la.
– Como vamos protegê-la se ela não está aqui? — perguntou Sam.
Castiel desapareceu deixando um bilhete.
Sam o pegou, leu e disse:
– Dean, isso é um endereço de um bar. Acho que ela está lá, vamos.
Dean saiu do hotel acompanhando o irmão.
Entramos no Impala e Dean foi dirigindo até o endereço.
Quando chegamos, Dean perguntou ao dono do bar:
– Você viu por aqui uma garota de estatura mediana, cabelos pretos e olhos azuis?
O homem nos olhou.
– Sim, Sarah está aqui. — olhou para uma mesa. — Está bem ali.
O homem apontou para uma mesa que Ivy estava sentada, bebendo algo.
Chegamos perto dela.
– Olá, Sarah. — Dean falou enfatizando o nome real dela.
Ela tomou um susto.
– Ah, vocês de novo. O que eu fiz?! — perguntou num tom triste.
–Que tal começarmos pelo seu nome verdadeiro, Sarah? — perguntou Dean irônico.
– Foi preciso... — murmurou baixinho.
– Por quê? — perguntei, tentando ser gentil.
Dean a olhava como se fosse apontar uma arma na cabeça dela.
– Não posso falar, tenho de protegê-la. — falou ameaçadora.
– Proteger quem? — Dean perguntou mais calmo.
Sarah tirou uma nota de 10 dólares do bolso e jogou no balcão.
– Me uma outra dose de uísque, por favor.
Eu a olhei.
– Responda nossa pergunta. — Dean pediu.
– Minha irmã. — suspirou.
– Você tem uma irmã? — perguntei.
Ela me olhou e disse debochada:
–Não, eu tenho um cachorro que chamo de irmã.
Dean deu um meio sorriso e disse:
– Sammy, vamos comer algo e conversar.
Concordei e sentamos ao lado de Sarah.
Ela olhou pra gente.
– Queremos conhecer a sua irmã. — disse sorrindo.
Ela olhou pra mim com os olhos faiscando.
– Não ouse chegar perto dela. — rosnou.
– Calma. Não vamos fazer mal à ela. Só queremos conhece-la. — Dean falou.
– Não posso arriscar. — Sarah disse. — É tudo o que eu tenho.
– Por favor, não vamos machucá-la. — Sam insistiu.
– Ok. — Sarah cedeu. — Mas por favor, não falem sobre nada disso com ela. Quero poupa-la deste incidente.
– Tudo bem. — Dean sorriu solidário. — Quando vamos?
Pov Sarah
Não acredito que ia leva-lós até Emily. Mas não me parecerem ameaçadores.
– Eu quero um Cheesburguer e uma coca-cola por favor. — pedi ao barmem.
Dean me acompanhou e Sam pediu um sanduíche natural. Blérr...
Sam percebeu minha careta.
– O que foi? Vai engordar uns trinta quilos comendo isso. — disse irritado.
– Outh! Isso magoa. — zoei. — Sam, isso é comida de mariquinha.
– Ela tem razão, Sammy. — Dean me acompanhou nas risadas. — Você é um mariquinha
– Ah, parem seus idiotas!. — Sam se irritou mesmo. — Quando vamos ver sua irmã?
– Emily. — sussurrei.
– Ahn? — nossa e eu achando que o Dean era esperto. Tá eu nunca achei isso, mas tinha esperanças.
– O nome dela. — falei. — É Emily.
– Ah, sim. Mas então... quando vamos vê-la?
– Logo. — disse.
Pov Dean.
Terminamos de comer e fomos para o meu querido Impala.
– Então, o que achou do meu carro, Sarah? — perguntei a garota antes de entramos no carro.
Ela me olhou distraída.
– Ahn? A sim, seu carro... — falou como se não ligasse. — É legal.
– Só legal? — perguntei magoado. — Tá bom.
– Nem todos entendem o seu amor pelo Impala, Dean. — disse Sam entrando no carro.
Fiz cara de choro ao entrar no carro.
– Seus maus... Feriram à mim e minha querida.
Sarah me olhou como se eu fosse louco.
– Dean pare com isso. Está a assustando. — Sam falou rindo.
– Deixa pra lá. — disse.
Liguei o rádio e uma musica romântica e brega começou a tocar.
Pov Sarah
Tampei os ouvidos.
– Seu gosto musical é horrível.
Dean olhou para Sam quase que imediatamente.
– Eu não gosto desse tipo de música. — disse. — O Sammy é que colocou.
– Sam, seu gosto musical é horroroso. — disse rindo, enquanto o mais novo desligava o carro constrangido.
Dean colocou outra fita. Nesta continha o meu bom e velho Rock.
– Isso sim é bom. — disse destampando os ouvidos.
– Viu, Sammy? — Dean falou sorrindo. — Não é barulho.
Ri e fiquei cantando AC/DC com Dean, irritando Sam.
Notas finais
Ela goste Hambúrguer e de Rock como, Dean.
E não entende o Amor fraternal do Dean com o Impala, como o Sam.
Beijos
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