Luz Na Escuridão

18 Alegrias, revoltas e surpresas!


Notas iniciais
Mais um cap... hehe!

O próximo talvez demore um pouquinho. Por isso estou sendo generosa hoje! kkk...

Desculpem os erros!

=)

Fogo. Calor. Tesão. Beijos. Isso... o fogo está me consumindo! Estou me contorcendo loucamente. Isso... isso! Acordo ofegante e quase infarto. Henry está me chupando igual um louco e quando vê que acordei totalmente, ele sorri.

— Está muito saborosa anjo... que delícia! Ele diz enquanto deita sobre mim e beija meus lábios. Sinto o meu gosto salgado. Henry nota a confusão em meu rosto e responde antes mesmo de eu conseguir perguntar. Isso é o que dá não trancar a porta anjo... acho que você merece um castigo por ter esquecido de fechar a porta corretamente. Quando vou falar ele termina. Mas não se preocupa meu bem! Será um castigo leve, levinho... Ele diz e devora meus lábios e isso é o bastante para me deixar molhada. Excitada.

— Henry, eu... eu... isso! Nunca me esqueci de trancar a porta. Mas hoje eu adorei ter esquecido. Ele não respondeu minha mensagem porque veio até aqui responder. Pessoalmente. Deliciosamente. Henry para de me beijar e me encara. Que horas são? Pergunto.

— Pouco mais de meia-noite bebê. Por quê?

— Por nada... achei que fosse mais tarde. Então mal caí no sono e você já veio. Digo e Henry sorri enquanto fica de joelhos no meio de minhas pernas.

— Sua mensagem foi o limite pra mim Carolyne. Você está ficando muito ousada menina... será que estou criando um monstro? Ele diz divertido. Agora vem, quero te comer! Henry está cheio de fogo e eu estou fervendo. Pega minhas pernas e coloca em seus ombros. Estou completamente exposta para ele. Henry começa a passar a cabeça do seu pau na minha entrada que está muito molhada. Brinca comigo. Passa nos lábios superiores e escorrega até a entrada do meu ânus. Estou louca. Louca. Com fogo. Ele está brincando comigo e está se divertindo. Isso também o deixa excitado.

— Henry... por favor! Quero ele dentro de mim. E quero já! Com apenas uma estocada, Henry me possui, chega a doer quando sinto suas bolas baterem em minha entrada. Solto um grito de prazer enquanto Henry fica socando e socando dentro de mim,

— Hoje vou brincar com seu rabinho baby... Sua voz é tão quente, tão sensual que me faz arrepiar. Mas fico sem jeito. Nunca fiz sexo anal. Henry percebe minha inquietação. Nunca deu seu rabinho baby? Ele pergunta enquanto solta minhas pernas e sai de dentro de mim.

— Não...

— Eu já imaginava. Por isso falei que te daria um castigo leve. Vou apenas brincar com ele anjo. Estimulá-lo, até que um dia eu possa comê-lo inteirinho. Ele coloca seu dedo indicador em minha boca e faz eu o chupar. Logo em seguida começa colocar a pontinha naquele lugar, que jamais imaginei um dia dar. No começo fico nervosa, mas Henry sabe bem o que está fazendo e eu relaxo. Deixo-me levar pelo momento. Isso... eu quero que você seja toda minha. Toda! E você não imagina como meu pau dói, só de pensar que esse cuzinho será meu, todo meu... e que serei o primeiro a comê-lo. Ai anjo... você me deixa louco! Henry coloca a cabeça do seu pau ali. Esfrega... esfrega. Em nenhum momento ele para de brincar com meu clitóris. Ele é maravilhoso. Sinto que ele coloca seu pau um pouco dentro de mim e eu grito. Dói um pouco. Ele ri e me beija. Calma! Por hoje já foi o suficiente bebê. Agora vou comer sua bocetinha... fica de quatro! Ele ordena. Eu faço. Ele mete tudo de uma vez. Sem dó. Sem piedade. Sei que está mais louco que eu e isso me deixa super excitada.

— Ai... Henry! Isso... minha respiração está acelerada. Com uma mão, Henry puxa meu cabelo, fazendo eu jogar minha cabeça para trás. Com a outra, me enche de tapas. Que ardem, me incendeiam. Seus tapas estão me deixando descontrolada.

— Goza para mim anjo... goza! E com essas palavras sinto os espasmos em meu corpo. Minhas pernas amolecem, mas Henry segura-me pela cintura, não me deixa cair. Ele soca seu pau duro em mim mais algumas vezes. Ele parece um animal selvagem que precisa urgentemente me devorar. Henry solta um grunhido e sinto seu líquido jorrar dentro de mim.
Ambos caímos na cama. Exaustos. Um do lado do outro. Preciso de um banho. Chamo Henry para tomar banho comigo e lá, brincamos mais um pouco. Chego ao orgasmo mais duas vezes. Henry vai embora quase três horas da madrugada e eu, durmo muito bem. Sonho com ele.
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O alarme do meu celular, desperta. Agora toca sweet child omine também do Guns NRoses. Não dormi quase nada. Mas estou super animada e é impossível não cantar essa música.

— Oooow sweet child o mine... ooohhh yaahhh! Os vizinhos devem achar que estou louca. E estou. Mas louca de alegria. Cantarolando, começo a me arrumar e logo estou entrando na empresa onde trabalho.

Não vejo meu chefe. Ainda bem! O dia começou com tudo. Tudo de bom! Como sempre, tomo o delicioso café de dona Maria e a vejo ao longe, passando algumas instruções a sua nova ajudante. Ela está feliz. Agora não vai trabalhar tanto como antes. Encho minha xícara com mais café e vou para minha mesa após cumprimentar meus colegas de trabalho. Preciso fazer alguns relatórios das próximas viagens que a agência realizará. Vejo algumas anotações dos roteiros e percebo que nas ultimas páginas está meu grande sonho. Egito. Meu coração dispara. Meu Deus! Meu sonho vai realizar. Mas para minha decepção, não é meu nome que está lá como guia de turismo. Meu mundo cai. Fico sem reação durante alguns minutos olhando aqueles papéis, até que uma fúria toma conta de mim e saio disparada até a sala de Robert. Entro na sala sem pedir permissão e jogo os papéis sobre a mesa. Eu vou matar ele... ele sabia, sempre soube que queria ir para o Egito e agora simplesmente tirou isso de mim.

— O que é isso Carolyne? Ele pergunta assustado.

— Era para eu ir para a porra do Egito. Digo alterada. Robert me encara.

— Não pode ir. Preciso de você aqui. Diz calmamente. Sei que queria muito, mas... Antes mesmo de terminar e o interrompo.

— Pois agora quero que você se foda! Te aturei todos esses dias. Tentei ser profissional mesmo sabendo tudo o que me fez e agora você faz essa? Qual é? Teu prazer é me destruir? Mas quero que vá a merda porque você não vai conseguir. Estou alterado e Robert vem rápido em minha direção antes que eu possa sir de sua sala. Ele fecha a porta, segura meus braços e me olha.

— Eu não consigo ficar longe de você! Se você ir para essas viagens Carol... eu... eu... não vou conseguir! E desesperadamente ele me beija.

Notas finais
Tchan tchan tchan tchan...

E agora? rsrsrsrs...

Veremos no próximo cap...

Inté! =)