Luz Na Escuridão
25 Experimentando coisas novas!
Notas iniciais
Helloooooo amadas! Saudades? Pois eu sim, e muitas!
Primeiramente queria agradecer os comentários! Todos positivos, sem nenhuma critica. Vcs são demais! Mas ideias e sugestões são bem vindas gatas.
Recomendações são bem vindas, viu!!! rsrsrs...
Bom, fiz mais um cap. Espero que gostem!
Desculpem os erros!
=)
Meus olhos estão pesados. Abro apenas o olho direito e vejo que ainda é noite, madrugada. Sinto um calor no meu traseiro... Henry ainda está aqui. Isso me faz sorrir. Senti-lo tão próximo de mim, tão íntimo... me deixa feliz. Viro-me e olho seu rosto. Sua expressão está leve e parece que sonha. O quarto está escuro, mas ainda assim é possível ver sua boca carnuda e a sobrancelha bem desenhada. Como ele é lindo! Perfeito. Passo a mão em seu cabelo e logo ele acorda. Me olha sonolento e sorri.
- Perdeu o sono anjo?
- Sim... estava aqui pensando...
- Pensando no quê?
- Nesse último mês. Como minha vida virou de ponta cabeça! – Digo. Henry senta na cama, pega uma de minhas mãos e a leva na boca. Enche de beijinhos leves.
- Você fez o mesmo à minha vida Carolyne. Esse seu jeito de me desafiar... eu saio de mim!
- Você nunca se apaixonou por alguém? Não que você seja apaixonado por mim... eu... não quis dizer isso... hã... você entendeu né? – Sinto meu rosto queimar. Sorte que está escuro ainda. Sento na cama para ficar na sua altura e tentar esconder o nervosismo.
- Não. Nunca me apaixonei. – Ele responde. Eu penso, penso e penso. Até que Carla vem à minha cabeça.
- E a Carla? Vocês ficaram um tempo juntos e...
- Carla foi um erro. O maior de todos que já cometi. – Henry me interrompe. – Namoramos um tempo e quase noivamos, mas ela é louca!
- Ela tentou te matar. Ela me falou depois que você sumiu de lá... – Digo.
- Ela te falou isso? Era só o que me faltava! Eu não sei porque ela voltou, ela sabe que nunca amei ela.
- Porque quase noivaram então? – Eu e minha boca!
- Pressão. Pressão da minha família, em querer me ver casado e da família dela também. Eu até gostei dela, mas nada foi intenso. – O silêncio toma conta de nós. Ficamos calados durante algum tempo. Henry suspira fundo e pergunta: — Como é se apaixonar? Amar alguém? – Sua pergunta me deixa sem jeito.
- O amor ou paixão, nos tira a razão. Faz você fazer coisas absurdas... como você sabe, já fui louca de amores por Robert. Mas eu era muito nova, achava que aquilo era amor e hoje vejo que não. Robert também foi meu maior erro.
- Não foi amor? – Ele pergunta.
- Não. Foi uma paixão muito forte, mas não amor. O amor não pode trazer sofrimento e dor... na verdade, acho que encontrar um amor verdadeiro é difícil. – Suspiro e uma pontada de tristeza invade meu peito.
- Realmente deve ser difícil... mas muitas vezes está onde menos esperamos. Carolyne, eu... – Henry segura todo ar que respira e pensa por um tempo. Meu coração palpita e sinto que ele vai se abrir comigo.
- Você... – Faço sinal para ele continuar.
- Isso que você disse. Que a paixão nos tira a razão... você me faz sentir assim. Hoje a tarde não consegui falar. Mas eu acho estou apaixonado por você! – Fico paralisada. E a tristeza que eu estava sentindo, vira alegria. Pulo em seus braços. Sento nele e nos beijamos apaixonadamente.
- Eu odeio você Henry! – Tento falar séria.
- Odeia? – Há preocupação em sua voz.
- Sim! Odeio gostar de você. Deus me ajude, mas... eu sou louca por você Henry! Louca, louca, louca! Eu não queria isso. Mas você me domina, me excita e eu te odeio por isso!
- Te excito é? – Sua voz me faz arrepiar. E tenho certeza que vamos nos entregar um ao outro.
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Depois de alguns orgasmos loucos, Henry foi embora. Já é segunda-feira e ele precisa fazer a reunião semanal em sua academia logo pela manhã. Ele quis saber se eu voltaria a trabalhar e eu não respondi. Não sei o que fazer. Já são sete horas da manhã e eu estou exausta. Nas duas últimas horas, passei transando com Henry e foi maravilhoso! Decido ir trabalhar. Visto uma saia que vai até a altura dos joelhos e uma camisa sem manga com decote discreto. Calço uma sandália baixa e faço uma maquiagem leve. Quando estou saindo de casa, vejo o carro de Robert estacionando. Quando me avista, ele desce depressa e sorri caminhando em minha direção.
- Bom dia Carol. Dormiu bem?
- Sim. Melhor impossível... – Suspiro ao lembrar de Henry.
- Hum... sonhou com nós, então? – Robert sorri. Ignoro sua pergunta idiota.
- O que está fazendo aqui?
- Vim te buscar para tomar café e irmos trabalhar.
- E como você sabia que eu ia voltar a trabalhar? – Pergunto.
- Eu não sabia. Apenas arrisquei... e graças à Deus acertei o pulo! Agora vamos numa cafeteria aqui próximo, depois conversamos sobre trabalho.
- Ok! – Digo e entramos em seu carro. Na cafeteria foi tudo normal. Ele me contou como foi o resto do seu domingo e perguntou como foi o meu. Menti. Disse que foi tudo normal e tedioso. Depois de meia hora, vamos para a empresa. Ao chegar, meus colegas de trabalho nos olham e cochicham. Aposto que acham que Robert e eu estamos juntos. Finjo não perceber os olhares maldosos e vou direto para a cozinha. Preciso do café de dona Maria! Ao me ver, ela sorri alegremente e vem me abraçar.
- Dona mocinha! Posso saber o que houve? – Ela pergunta preocupada.
- Nada demais... apenas problemas que já foram resolvidos. – Digo e sorrio. Logo Robert aparece na porta da cozinha e diz que está indo para seu escritório e precisa de mim para fazermos uma pequena reunião entre nós dois. Converso mais um pouco com dona Maria e caminho até minha sala. Novamente todo mundo me olha com curiosidade. Cumprimento todos com educação e converso pouco com os colegas mais íntimos. Deixo minha bolsa encima da mesa, ligo o computador e confiro meus e-mails do trabalho. Imprimo alguns relatórios, alguns dos e-mails que recebi e vou para a sala do Robert. Bato na porta.
- Entra! – Ele diz. Quando ele vê que sou eu, ele faz uma cara estranha. – Carol, você não precisa bater na porta. Entre direto!
- Não quero aproveitar de sua boa vontade senhor. – Digo profissionalmente. Ele me olha com desaprovação.
- Carol! Não precisa me chamar de senhor! – Ele adverte.
- Aqui somos apenas patrão e funcionária. – Explico.
- E fora daqui?
- Fora daqui estamos voltando a ter contato Robert.
- Bom, pelo menos agora, você me chamou pelo o nome! – Diz brincalhão.
- O senhor vai me dar uma advertência? – Entro na brincadeira.
- Se me chamar de senhor mais uma vez, ganhará sim!
Depois de mais algumas bobeiras ditas, começamos a trabalhar. Robert está animado, quer investir mais na empresa e eu dei algumas ideias que ele adorou. Não tocamos no assunto da viagem do Egito. Agora perdi a vontade de ir, ainda mais que Henry e eu nos acertamos. Conversamos sobre alguns pacotes de turismo que vamos oferecer no mercado. A manhã passa voando. Graças a Deus Robert sai almoçar com alguns empresários. Ele me convidou, mas é claro que não aceitei. Quando estou saindo comer algo rapidinho, vejo o carro da Bia estacionado. Para não perder o costume, ela buzina e grita meu nome. Fico feliz. Bia me faz tão bem!
Ela sai correndo do carro e vem me abraçar. Está linda e bronzeada. O vestido azul que usa, realça sua pele dourada e os fios do cabelo platinados.
- Uau... você está linda amiga! Não sabia que um pouco de sol faz tão bem! – Brinco.
- Obrigada amiga! Mas o que está fazendo aqui? Achei que não ia voltar...
- E como deduziu que eu tinha voltado?
- Fui na sua casa e não estava. Você não atendia o celular! Liguei para o Henry e... e por falar em Henry, como ele sabia que você estava aqui? Nem parei para pensar nisso... – Bia faz uma cara engraçada. A ficha dela caiu agora. – Dona Carolyne Rose! Vamos almoçar, porque acabei de perceber que você tem muito o que me contar! – Reviro os olhos e entramos em seu carro. Como sempre, vamos à Casa das massas.
- Quer dizer que vocês voltaram? – Bia fica eufórica. – Vocês são complicados hein! Namorem de uma vez, sei lá.
- Falar é fácil né Bia? Não é bem assim...
- Ah, claro! Agora você está com essa ideia maluca de vingança... olha Carol, veja bem o que você vai fazer! Agora que sua vida está entrando no eixo amiga... por favor!
- Eu sei, eu sei. Não repete isso por favor! Estou com umas ideias aqui, vamos ver o que dá! – Digo e dou um gole no meu refrigerante.
- Carol, Carol... quero só ver! – Ela diz.
- Depois de um bom almoço e das histórias engraçadas que Bia contou sobre a viagem à praia, volto a minha rotina. A tarde fazemos uma reunião geral com a empresa e contamos as novidades sobre os novos pacotes de turismo. Após a reunião, enfim, volto para minha sala e Henry invade meus pensamentos. Pego meu celular e mando uma mensagem.
“Eu te odeio!”
Rio e aperto em enviar. Alguns minutos depois, que pareceram uma eternidade, Henry responde.
“Fico tranquilo em saber, que seu ódio, é por gostar de mim e se excitar, como você me disse hoje cedo. Se for assim, quero que me odeie cada vez mais, já que pretendo te fazer gozar loucamente. Bjs anjo!”
Sua mensagem me tira o fôlego. Com uma simples mensagem, ele me enche de tesão. Não aguento e respondo.
“Realmente espero isso. Ter um pau desse tamanho e não saber usar, seria um desperdício!”
Não acredito que respondi isso. Mas antes mesmo de me arrepender, aperto em enviar. De repente meu celular começa a tocar. Henry. Meu coração quase sai pela boca.
- Oi... – Digo e caminho até a porta para trancá-la e ninguém me incomodar. Silêncio.
- Carolyne, você me deixou de pau duro. Você está me provocando? – Meu Deus! Henry com o pau duro é uma delícia. – Realmente eu sei usar o meu pau. Agora mesmo, queria foder sua boca. Essa boquinha abusada e teimosa! – Estremeço e sinto um fogo subir.
- Infelizmente isso não pode acontecer, pois estou trabalhando. Mas se quiser passar lá em casa mais tarde... – Sugiro.
- Pode ter certeza que eu vou sim anjo. E você vai se ver comigo. – Só pelo tom de sua voz, sinto que a noite promete. Ainda estou assada, de tanto que transamos essa noite. Mas a ideia dele me possuir, me tira do sério.
- Vai me amarrar? Me torturar?
- Está querendo ser dominada Carolyne?
- Por você, sempre!
Depois de alguns minutos desligamos. Quase tive um orgasmo, apenas por ouvir sua deliciosa voz. Não consigo me concentrar o resto da tarde. Consigo apenas imaginar Henry me fodendo de todas as maneiras. Então tenho uma ideia. Aposto que ele vai adorar.
Já está na hora de ir embora. Robert me leva para casa. Aceito sua carona, pois não quero que desconfie de nada. Ele me chamou para jantar, não aceitei. Disse que estava indisposta e prometi ir amanhã. Ele ficou preocupado e quis ficar para cuidar de mim. Mas logo o dispensei. Preciso me arrumar para receber o Henry.
Vou para o banho e tomo um banho caprichado. Faço escova no cabelo e coloco uma lingerie vermelha, muito bonita, mas nunca a usei. Coloco o sapato preto de salto, lembro dele dizendo que fico gostosa de salto e sem roupa. E para finalizar, passo um perfume importado e coloco um casaco preto e que vai até os joelhos. Estou sexy e hoje quero surpreende-lo. A campainha toca. Acho estranho, já que ele tem a chave de casa agora. Vou atender. Sem dizer nada, Henry me agarra pela cintura e me dá um beijo quente. Muito quente.
- Porque tocou a campainha? – Pergunto sem fôlego. – Agora você tem a chave.
- Quis ser educado! E porque está assim, tão linda?
- Tudo para você! – Respondo e fecho a porta. Arrasto Henry para o quarto e o jogo na cama. Ele me olha sem entender nada, mas sei que está com muito tesão. – Eu perguntei se você ia me torturar, mas tenho outros planos Henry.
- Outros planos? Como assim? – Ele pergunta confuso.
- Hoje quero ser total e completamente sua. De todas as formas... se é que me entende. – Digo sem jeito.
- Anjo... seja mais clara! – Não sou capaz de lhe dizer que quero e desejo que coma meu ânus. Então decido tirar meu casaco e o deixo cair no chão. Os olhos de Henry são chamas e desejo quando vê que estou apenas de lingerie. Levanto um dedo e faço sinal para vir até mim. – Não sei o que está planejando anjo, mas já estou adorando te ver assim, tão gostosa e cheia de fogo.
- Henry, eu quero que você me coma aqui... – Digo e levo sua mão até meu traseiro. Seus olhos crescem e brilham ao perceber do que me refiro.
- Anjo, você quer me dar seu rabinho? – Ele parece não acreditar. – Tem certeza?
- Tenho! Quero sentir você dentro de mim de todas as formas. Preciso provar para você, que meu corpo é só teu e de mais ninguém. Mesmo que não tenhamos nada sério e...
- Shiiiiiiii – Henry me interrompe. – Isso aqui é sério. Muito sério... – E com um beijo apaixonado, nos entregamos uma ao outro. Deitamos na cama e fazemos um meia-nove delicioso. Quase gozo em sua boca, mas ele não deixa. Quer me fazer gozar enquanto come meu traseiro. Ele me deita de barriga para cima e continua com seu sexo oral espetacular. Molha seu dedo e lubrifica meu ânus. Coloca sua língua quente na entrada do meu traseiro e fica de joelhos.
, no meio de minhas pernas. Me olha, olha e olha. Pensa, pensa e pensa.
- Se doer, me fala, por favor! – Ele pede. – Não quero te machucar. Apenas te dar prazer anjo.
- Sim... eu prometo! – Respondo e ele sorri. Seu sorriso lindo, só me faz derreter ainda mais. Ele enfia seu pau na minha boceta e me fode ali primeiro. Faz eu me soltar e esquecer a tensão, o medo. Logo após ele passa a cabeça do seu pau em meu ânus e o esfrega ali, com cuidado. – Vai Henry... – Peço. Sinto que ele está com medo de me preocupar e eu entendo. Pois sua pica é enorme, grossa. – Vai... eu quero!
Aos poucos ele vai entrando em mim. Com uma das mãos, ele brinca com meu clitóris. No começo me contorço de dor. Dói demais! Ele até diz que vai parar, mas não deixo. Faço-o enfiar seu pau inteiro no meu rabo e até rebolo. A dor vai sumindo e consigo me soltar. Henry percebe que estou gostando e se anima. Começa a socar com mais força e não deixa de brincar com meu clitóris. Ele soca, soca, soca... estou quase lá.
- Henry...
- Goza anjo... goza para mim! Quero que goze enquanto fodo seu cuzinho apertado. – Sua voz rouca e cheia de luxúria, me excita ainda mais.
- Isso Henry... fode meu rabinho. Fode! – Henry agarra minha cintura e com algumas estocas infalíveis, gozamos loucamente.
Henry desabou encima de mim. Nossas respirações estão descontroladas. Como foi bom! Nunca imaginei que seria tão bom assim. Depois de alguns minutos, Henry levanta a cabeça e me encara.
- Gostou? – Pergunta.
- Muito. Obrigada! – Selamos nossos lábios e descansamos mais um tempo. Depois pedimos uma pizza e continuamos nossas brincadeiras. Brincadeiras quentes e perigosas. Esse homem vai acabar comigo!
Notas finais
HAHAHAHAHA...
Até a próxima amadas!
*-*
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