Luz, Câmera E Tesão
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Pov. Edward
Às vezes eu fico abismado em ver como o tempo passa depressa. Dois meses haviam se passado desde que eu fui contratado para trabalhar na Volturi filmes. Tanta coisa aconteceu, tantas filmagens...
O meu primeiro filme –Ruiva insaciável – de inicio era apenas para ficar no site, mas, ele foi muito acessado e acharam melhor lançar em DVD. Foi um sucesso, e com isso eu comecei a ganhar espaço na empresa.
Alem de filmes, a Volturi tinha uma revista, onde os atores e atrizes saiam constantemente. A revista era um meio de divulgação. No mês em que eu sai, a revista recebeu vários e-mails femininos pedindo mais filmes comigo.
Eu me senti lisonjeado e feliz, sinal de que eu estava agradando. Mas aparentemente, não eram apenas as expectadoras que eu agradava. As mulheres todas da Volturi não me deixavam em paz, principalmente as minhas parceiras de cena. Eu ficava envergonhado e com toda a educação que Esme me deu eu as dispensava, mas cada vez era pior.
O meu maior medo era Gianna, todos os meus aquecimentos eram realizados por ela, e eu já estava ficando desconfortável com isso, por que ela se sentia no direito de me chamar para sair e sempre que podia se esfregava em mim.
Com toda visualização que eu fui recebendo, em pequenas cenas que eu filmava para por no site, eu fui chamado para protagonizar a série do kama Sutra que a Volturi filmes fez. Gravamos cenas com todas as posições.
Com toda essa agitação, eu ia à Volturi sempre, quase todos os dias, o que fazia minha mãe acreditar que eu ainda estava na faculdade, sem que ela suspeitasse de nada.
Apesar das minhas constantes idas ate lá, nenhuma delas eu vi Minha Sweet. Ela nunca estava e ninguém citava seu nome em momento algum.
Movido pela curiosidade, uma vez, perguntei a Lauren Mallory, minha parceira nas cenas do kama sutra mais ela me respondeu rudemente: “Não daquela lá e nem quero saber. Quanto mais distancia dela melhor.”
Eu fiquei muito intrigado ao ouvir isso e nunca mais perguntei a ninguém sobre ela, e não perdia as esperanças de vê-la.
Apesar de tudo, eu estava feliz, juntando um bom dinheiro, e fazendo fama. Eu estava sentado em minha cama pensando nisso, com as revistas em que sai e o filme que trabalhei.
Capas de filme pornô são ridículas, bem essa também era. -Victoria nua e toda exposta enquanto Riley, James e eu a olhávamos com luxuria segurando nossos membros- Eu tinha certo orgulho dela por ser a minha primeira.
Hoje em dia, eu vou para as gravações tranqüilas e sabendo bem o que esperar. Jamais vou esquecer como foi gravar aquele primeiro, eu estava mais perdido do que cego em tiroteio, mas não deixei que transparecesse agi como um verdadeiro profissional e por isso agradou tanto, acredito eu.
Flash Black On
Assim que se ouviu o “gravando” Victoria andou em direção ao sofá e sentou-se. Olhou para a câmera sorrindo e devagar foi passando as mãos pelo seu corpo, acariciando os seios fartos, descendo o corpete que os cobria. Seus mamilos estavam durinhos de excitação, o que me fez pensar se ela teve um “aquecimento” também.
Ela seguiu massageando seu seio encostou-se no sofá e colocou as pernas nele. Afastou sua calcinha e exibiu a boceta, deslizando seus dedos pra dentro dela. Ora metia os dedos freneticamente, ora massageava o clitóris com vigor. A câmera, a centímetros dela, pegava cada movimento.
A luz ascendeu no estúdio e Victoria ficou de quatro no sofá, metendo os dedos em sua outra entrada. Algum tempo depois a luz ascendeu novamente e Riley entrou em cena, assim que se aproximou Victoria sugou o membro dele, mas sem deixar de trabalhar em seu ânus.
Eu não vi se a luz ascendeu, e a diretora fez um sinal para que eu me aproximasse. Joguei a vergonha e o nervosismo para um canto escuro da minha mente e fui ate lá. Assim que cheguei Riley deu espaço para que ela me chupasse também, Segurei a cabeça dela e fodi sua boca com vontade joguei minha cabeça para traz gemendo alto.
James entrou em cena e foi sem demora substituindo os dedos de Vic por seu pau, enquanto ela chupava e massageava Riley e eu alternadamente.
O corpo dela sacudia com as fortes estocadas, fazendo com que ela entalasse meu pau em sua garganta. O ambiente foi tomado pelo barulho das palmadas que James dava nela que rebolava em seu pau.
A luz se ascende no estúdio e James saiu dela dando espaço para Riley que não perdeu tempo e estocou furiosamente em Victoria enquanto eu fazia o mesmo em sua boca.
Minha vez de penetrá-la chegou me sentei no sofá e ela sentou rebolando em meu membro, segurei em sua cintura ditando nosso ritmo. Eu apertava sua bunda deliciosa e movido pela excitação do momento.
Alguns minutos depois James se posicionou e penetrou em sua outra entrada. Victoria gemia alto sem deixar de chupar o membro de Riley.
O momento de mudar as posições chegou novamente e Victoria foi arrancada do meu colo e sentou no de Riley que fodia seu cu sem dó. Ela berrava com meu pau em sua boca e os dedos de James em sua boceta.
James sentou-se no sofá puxando Victoria de volta para ele, ela acomodou de frente para ele enquanto empinava sua bunda maravilhosa. Soquei forte meu pau no cu dela urrando de prazer. Ela choramingava e massageava o membro de Rilley.
A luz do estúdio avisou para mudarmos de posição e eu me retirei de dentro dela.
-NÃÃÃO –Victoria berrou enlouquecida – fode meu cu, fode. Vem me foder veeeeeeeeeem.
Sem demora Riley foi ate ela e deu o que ela tanto queria
-Toma sua vadia, toma meu pau. -Essa era finalmente a ultima parte assim que a luz ascendeu, Victoria foi puxada para o chão, eu Riley e James a sua volta, e gozamos os três em sua cara.
-Corta – A diretora ordenou e eu sorri satisfeito.
Flash Black off
Deixando minhas lembranças de lado, olhei para o relógio e resolvi me apressar, eu tinha uma reunião com Jane Volturi, o que estava me deixando bastante curioso. Sempre que tinha algo sobre os filmes eram os diretores dos próprios que falavam comigo, desde a contratação que eu não tinha visto ela.
Fui tomar um banho, deixando para guardar meus trabalhos depois. No banho e minha imaginação não parava de trabalhar. Jane poderia me dizer para atuar com a Sweet. Quem sabe ela até estaria la, e Jane a apresentaria a mim.
Pensar nisso só me deixou ainda mais ansioso e resolvi me apressar. Sai do banheiro apenas usando uma boxer preta. No quarto me deparei com Emmett vendo um dos meus pornôs.
-Quem diria não? Depois você fala de mim né? -Falei rindo querendo dar o troco depois de tantas provocações vindas dele. – Se for se masturbar cai fora do meu quarto.
Estranhamente Emmett permaneceu quieto e estático olhando para a TV. Sacudi a cabeça em solidariedade, eu fiquei assim também depois que vi o filme novo da Sweet. Era o melhor de todos. Totalmente perfeita!
Fui para o closet e me vesti. Quando voltei para o quarto, Emmett ainda estava do mesmo jeito olhando para a TV .
-Tá tão na seca assim cara –ri da sua fisionomia – você nem ta piscando – foi ai que resolvi olhar para a TV pela primeira vez. Emmett não estava vendo a Sweet, ele via o meu filme. Merda! Ninguém da minha família sabia ainda.
-Edward, cara me explica que eu não estou entendendo –Ele disse sem desviar os olhos da tela – Eu estou vendo você ali. Não dá pra acreditar. Como fez isso?
Apesar de ele ser uma criança gigante, Emmett era meu irmão mais velho e meu amigo. Eu estava mesmo querendo dividir tudo com alguém, quem melhor que ele afinal?
-É o seguinte Emm, — respirei fundo e soltei tudo de uma vez antes que perdesse a coragem — Eu larguei a faculdade para me tornar ator pornô.
Finalmente ele tirou os olhos da televisão e me olhou muito sério por alguns instantes, depois voltou a olhar para a TV e dinovo para mim e começou a gargalhar muito alto. Ele ria, ria muito a ponto de chorar.
-A cara, conta outra. Você. Edward-Certinho-Cullen largou a faculdade para fazer filmes pornôs? –falou com escárnio e voltou a rir exageradamente. -Conta outra.
-A é mentira? Então qual é a explicação gênio?
-Sei lá, você chamou dois amigos nerds, pagou uma prostituta e mandou alguém gravar.
-Emm eu to falando sério. –Contei tudo a ele, sobre meu sonho de estar com a Sweet pelo menos por uma vez e como consegui o emprego, contei o assedio que eu venho sofrendo nesses dois meses e ainda detalhes sórdidos das gravações.
-Porra. Eu sempre achei que você era um frouxo, mas você acaba de se tornar meu herói, meu ídolo! Você temque me levar pra conhecer, Eu preciso ir lá um dia. Onde você ta indo? Ah me leva? Me leva por favor, por favor, por favooooor! –Emmett começou a gritar descontroladamente, como a criança de cinco anos que era.
-Eu estou indo na Volturi sim, mas não vou gravar hoje, tenho uma reunião com uma das donas dos estúdios, em dia de gravação eu te levo.
-E quando você vai gravar?
-Ainda não tem nada previsto, quando souber eu te aviso. Mas tem uma coisa, Você não pode contar para os nossos pais muito menos para a Alice.
-Ih quando a Dona Esme descobrir ela vai ter um ataque. E o Dr. Carlisle então, vive enchendo a boca e falando por ai que o filho vai seguir seus passos e que tem o maior orgulho do filho futuro medico. Pobrezinho.
-Nossa Emmett sabia que eu nunca tinha pensado nisso –falei sarcasticamente – obrigado por me alertar.
-Cara eu é que não queria estar na sua pele quando eles descobrirem.
-É nem eu. Bem eu vou indo agora, estou em cima da hora, não quero chegar atrasado.
No carro eu fui pensando no que aconteceria quando meus pais descobrissem. Na certa eu seria a vergonha da família, a ovelha negra.
Eu sei que vai doer ver a decepção no rosto deles, mas, o que eu estou sentindo é muito forte, essa atração que eu sinto pela Sweet é a coisa mais forte que eu já senti na vida, não posso simplesmente ignorar. Eu realmente preciso dela.
Cheguei a Volturi, e infelizmente ao entrar encontro uma Gianna muito sorridente.
-Edward! Não me diga que tem um filme novo vindo ai. –Ela lambeu os lábios tentando ser sexy e falhando terrivelmente.
-Oi Gianna. Eu vim falar com a Sra. Volturi, ela mandou me chamar aqui.
-A, tudo bem vou dizer a ela que já chegou.
Depois de me anunciar ela pediu para que eu entrasse. Fui em direção a sala e a Sra. Volturi me esperava.
-Cullen, seja bem-vindo! Sente-se.
-Obrigado.
-Vou direto ao ponto. Você trabalha aqui há apenas dois meses e já conquistou varias fãs. Se você soubesse a infinidade de e-mails que recebemos te elogiando, você cairia de costas. Seus vídeos postados no site só perdem para os vídeos da Sweet, que é a nossa maior estrela. Imagine o sucesso que farão juntos!
-Esta dizendo que eu vou contracenar com ela –perguntei emocionado – eu farei um filme com Bella Sweet? Quando?
-Bem ainda não, é apenas uma idéia, primeiro veremos como você se sai nesse mês, é o que temos que esperar para que se acabe as férias dela, ai sim quem sabe juntamos os dois.
-Se.. Seria bom.
-Claro, claro. Bem não te chamei por isso. Eu dizia que como você subiu rápido, vamos investir em você, lançar mais vídeos com você e mais filmes, você trabalhara em dobro, mas ganhara em dobro também. Precisaremos dar um apelido a você.
-Apelido?
-Sim, um nome de guerra na verdade
-E quem escolhe?
-Já está escolhido, você é o incrível Mr. Fuck — Segurei uma careta, que raio de apelido mais ridículo era esse, só perdia para o Kid bengala. -Amanhã é a sua estréia como Mr.Fuck, as coisas ficarão boas apara o seu lado, garanto que vai gostar.
-Claro que sim, mal posso esperar — disse rezando para não ter soado sarcástico.
-Fale com a Gianna e ela te dirá a que horas vir. Edward, desde que você entrou todo tímido por aquela porta eu acreditei em você, apostei e ganhei, nós ganhamos. Vou colocar mais uma ficha em você garoto e dessa vez é para que você voe mais alto ainda.
-Obrigado Sra. Volturi, não vou decepcioná-la.
-Eu sei que não.-Ela se levantou e eu imitei- Bem até outro dia Mr. Fuck.
-Até — dei um sorriso sem graça e sai da sala. Ah qual é eu odiei o meu apelido, não tinha alguém para inventar algo melhor não? Que droga!
Cheguei na recepção para falar com a Gianna e encontrei Jacob, Mike e Tyler chegando.
-Hey cara! –me cumprimentou Jacob –veio gravar?
-Não a Sra. Volturi queria falar comigo — disse sem quere entrar em detalhes – mas vocês sim vieram gravar certo?
- Eu não –disse Jacob –vim assistir a gravação do filme deles para ver se decido passar para o outro lado.
-Outro lado? Como assim?
-Eu estava pensando em fazer filmes gays, a grana é ótima e alem disso é só atuação não é como se eu fosse ser gay para sempre não é?
-Bem, é você quem sabe. Eu jamais faria um filme gay, nem que se eu estivesse na pior.
-Você diz isso por que não esta na pior cara, preciso desesperadamente de grana e essa vai servir. Eu vou indo, vamos ver no que da não é?
-Claro boa sorte. — O que é uma pessoa com medo de se assumir. Ri da minha piada interna. Eu acho que se ele quer queimar a rosca não precisa inventar desculpas para isso, a rosca é dele ele faz o que quiser com ela.
Gianna me avisou que as gravações do dia seguinte seriam as 10 da manha no estúdio cinco. Seria dirigido por Caius Volturi, peguei o roteiro e fui para casa, não estava me sentindo totalmente animado. Principalmente com o apelido tosco que ganhei.
Todos esses dias em que eu fiquei quase louco para ver a minha Sweet e ela nem estava por aqui. Férias. Mais que coisa! Por que ela teve que tirar férias agora? Mas, por outro lado, ate que foi uma boa. Eu consegui fazer carreira, e em um mês, quando ela voltar talvez eu contracene com ela. Vai ser a maior das minhas realizações.
Pov. Bella
O sol.Eu quase nem me lembrava da sensação dele queimando minha pele. Em Forks era quase impossível de ver o sol, e assim que tive oportunidade eu fui atrás dele. Passei dois meses das minhas férias na casa do meu Pai em Phoenix.
Eu morei com ele desde que minha ele se separou da minha mãe quando eu ainda era um bebe, quando eu tinha 17 anos ele resolveu se casar dinovo e eu resolvi que iria morar com a minha mãe em Forks, ela era casada também, mas havia muito tempo então não vi problema, ela e seu marido me aceitaram de braços abertos.
Antes não tivesse ido. Ir para Forks foi a pior escolha da minha vida. Achei que com a minha mãe eu estaria protegida, como sempre estive com o meu pai.
Pensava nisso enquanto eu voltava para a minha casa, que agora eu alugava para não ter que morar mais com a minha mãe e o marido dela. A casa era pequena, mas lá eu tinha paz.
Sorri ao vê-la, apesar de tudo era bom estar de volta e melhor ainda era saber que eu tinha um mês de férias para curtir antes de voltar ao trabalho.
Pisei dentro de casa e o telefone soava estridente. Devia ser meu pai querendo saber se estava tudo bem. Corri ate la e atendi.
-Alô.
-Finalmente Swan, estou tentando ligar para você faz dias — A voz estridente dispensava a identificação.
-Eu estava viajando Gianna, alem disso estou de férias, você não deveria estar me ligando.
-Caius me mandou dar um recado para você. Ele quer que venha aqui amanha por que tem um assunto serio para falar com você.
-Que assunto? –perguntei desconfiada
-Eu é que sei? –Disse desdenhosa – vem aqui e descubra. Ele vai dirigir amanha, mas você pode interrompê-lo, já que é a favorita dele.
-Que seja. Que horas?
-A partir das 10, no estúdio cinco.
-Diga a ele que eu vou. Obrigada Gianna. –Ela resmungou algo como vai se danar garota e desligou o telefone na minha cara.
–É, nada mudou — suspirei triste.
Eu só espero que Caius não me venha com um filme. O que será que ele quer?
Bem, amanha saberei.
Notas finais
Eu fiquei tão feliz com ROBSTEN em Cannes que resolvi dar uma acelerada nas coisas.
E ai? sera que eles vao se encontrar finalmente? Saiba na proxima terça!
Obrigada por lerem e obrigada pelos comentarios, fico imensamente feliz com cada um.
Beeijos e até mais.
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