Luz, Câmera E Tesão
2 O Primeiro Passo
Desliguei o chuveiro, enrolei uma toalha na cintura e fui para o meu quarto sem me preocupar em me seca e ao abrir a porta, meu coração bateu tão rápido que eu quase tive um infarto!
Ali, deitada em minha cama, estava ela a minha Sweetnua em minha cama gemendo, rebolando e se masturbando freneticamente. Por um momento, eu assisti sem acreditar que aquilo era real e quando ela olha em meus olhos e morde o lábio eu levo a mão até meu pau que já latejava doido por ela. Eu arfei alto, não conseguia desviar meus olhos daquela perfeição até que Sweet olhou pra mim e sorriu.
—Você demorou benzinho, eu tive que começar sem você. Vem aqui vem.
Não acreditei nos meus olhos e minhas pernas não me obedeciam, estavam tão bambas que se eu me mexesse muito poderia até cair, mesmo que ela estivesse me chamando, eu não conseguia me mover. Fiquei olhando pra ela até que se levantou e veio caminhando para mim.
—Vamos benzinho eu preciso de você.
Sweet colocou as mãos em meu peito arranhando meu abdômen e beijando depois de arranhar enquanto eu acariciava seu seio perfeito com os mamilos turgidos de prazer. Ela foi descendo sua mão até alcançar minha toalha arrancando-a da minha cintura, liberando assim meu pau muito duro... prontinho pra ela.
Sem demora ela o pegou com suas mãos quentes e pequenas e o massageou com maestria, segurou em sua base e lambeu a glande olhando em meus olhos com luxuria no olhar, observando minhas reações e gostando do que via Sweet deu um sorrisinho safado e sugou meu pau com fome, nunca desviando o olhar, lambendo chupando toda a minha extensão.
—Eu quero essa delicia dentro de mim AGORA benzinho vem me foder vem –Ela se levantou e foi até a minha cama enquanto eu só pude acompanhar o rebolar do seu lindo quadril e quando se deitou me chamou para junto de si – Vem Edward... Edward.... EDWAAARD!
Acordei assustado me sentando na cama e dei de cara com a baixinha mais irritante da face da terra. Minha irmã estava ali olhando para mim com a cara mais lavada do mundo. Ela não disse nada esperando que eu acordasse de verdade e quando eu me dei conta do sonho que perdi, fiquei furioso.
—Ah Alice... como você ousa me acorda agora? – Pontuei cada palavra tentando me controlar.
—Foi você que me acordou! – reclamou parecendo extremamente ofendida –Você estava ai gemendo como um louco, tanto que eu achei que estivesse morrendo, mas pelo visto não era de dor que você gemia – ela fez um gesto com a cabeça apontando pra minha ereção. Peguei um travesseiro e coloquei no colo ainda tentando me acalmar.
—O que você quer?
—Já que você me acordou eu queria implorar pra que você fizesse a sua irmãzinha favorita feliz. Edward não é todo o dia que se faz 20 anos temos que dar uma festa e...
—Alice eu já disse mil vezes que não quero porra de festa nenhuma, por favor, não tô com clima pra festejar. Agora se me der licença tenho umas coisinhas pra resolver antes de sair – apontei pra minha ereção – eu peço para que saia, a menos que você queira ver...
—Eu vou embora, você não precisava falar assim – por mais que quisesse parecer com raiva, eu sabia que estava um tanto preocupada me olhando com aquele olhar de novo – você estava sonhando com ela não é?
Alice, como o resto da minha família, sabia da minha obsessão e todos pensavam o mesmo, pensavam que eu era digno de pena e era o que eu via nos olhos dela agora.
—Está tão obvio assim?
—Se levar em conta os gemidos, ou melhor, os urros que você estava emitindo pode-se dizer que sim, mas eu sei que isso vai passar, não é? – dei de ombros sem saber o que responder e ela continuou – olha você só precisa encontrar uma garota legal e... se eu fizer uma festa para você posso te apresentar alguém...
—Eu não quero discutir com você Alice, por favor. Eu preciso de um banho Ok? Não quero me atrasar.
—Vai pra faculdade?
—Er... É claro. Pra onde mais eu iria?
—Não sei... Pra onde?
—Vai embora Alice!
—Ok, ok já fui.
Assim que ela saiu eu fui tomar o meu banho. Meu membro dolorido não me deixava esquecer com o que estava sonhando mesmo estando ali há uns dez minutos. Então, fechei meus olhos e me deixei levar pelas lembranças do meu sonho e fantasiando a sensação daquela boca deliciosa no meu pau e de sua boceta a me esmagar enquanto o massageava freneticamente até que fui arrebatado pelo êxtase do meu gozo.
Terminei meu banho, me arrumei e sai de fininho pelos fundos, já que não queria encarar minha família e mentir para eles também. Eu já tinha trancado a minha matricula na faculdade, e apesar de eles sempre me apoiarem em tudo, não acho que seria assim dessa vez.
Fui para a garagem e sai com meu volvo, com a minha decisão tomada: hoje eu daria o primeiro passo na minha busca. Fui em direção a Volturi Filmes, era lá que ela trabalhava então, o melhor lugar para começar a procurar.
Eu tracei todo um plano na minha cabeça, eu iria até lá para me candidatar a um emprego de ator e faria o que fosse necessário para conseguir o emprego, nem se tivesse que dormir com alguém ou começar trabalhando de qualquer outra coisa até ter a minha chance, afinal, se eu trabalhasse lá, uma hora ou outra eu a veria não é? Uma hora ou outra teria um trabalho com ela, é claro que sim!
Bati a mão no volante decidido a seguir em frente com isso, não vendo outra maneira de acalmar o meu desejo por ela. Eu preciso ter aquela mulher em meus braços ao menos uma vez, transar com ela mesmo que profissionalmente.
Meia hora mais tarde eu chegava ao meu destino e fiquei um tempo olhando para aquele prédio que era majestoso, imponente e intimidador ao mesmo tempo. Respirei fundo e entre chegando na recepção onde havia uma moça que me olhava com curiosidade.
—Bom Dia!
—Bom... Dia. Em que posso ajudá-lo?
—Eu estou à procura de um emprego.
—Emprego? De Que? – pensei um pouco e me arrisquei.
—De... de ator.
—Hum... Ator – ela disse me examinando sem vergonha nenhuma – você veio por meio de uma agência?
—Na verdade não, preciso ir atrás de uma?
—Foi pura curiosidade, até porque ia ligar para uma agora mesmo, a Senhora Volturi solicitou novos atores. Você teve sorte – ela sorriu para mim e pegou o telefone – vou avisá-la que está aqui.
—Obrigado – Enquanto ela falava eu passava a mão nas calças tentando me acalmar um pouco. Eu estava bem nervoso e não conseguia prestar a atenção no que ela dizia e quando parou de falar pegou alguns papeis numa gaveta e os estendeu para mim.
—Bem acho que você deu sorte. A Senhora Volturi está terminando uma reunião mais vai atendê-lo em breve e enquanto isso pediria para que preenchesse a ficha de inscrição.
—Claro – respondi as perguntas rapidamente sentindo o olhar dela sobre mim e logo devolvi a ela.
—Creio que ela vai demorar um pouco mais Edward – disse olhando para minha ficha – aguarde na sala de espera que assim que ela estiver livre eu o chamarei.
—Tudo bem. Obrigado.
Sentei-me na pequena mais luxuosa sala de espera que havia ali. Meu coração disparou quando eu pesei que a possibilidade de trabalhar no mesmo local que a minha Sweet, de vê-la, de tocá-la, de contracenar com ela estava prestes a se tornar realidade. Algo dentro de mim dizia que eu conseguiria.
—Edward? – A voz da recepcionista me tirou das minhas reflexões – A Senhora Volturi te aguarda por aqui, por favor.
Eu a segui por um longo corredor com várias portas até que enfim ela parou na última porta e abriu pra que eu a entrasse sussurrou “boa sorte” e saiu antes que eu pudesse agradecer. Olhei para frente e vi uma mulher baixinha de aparência meio andrógena, loira, de meia idade que sorriu a me ver.
—Pelo visto dessa vez a Gianna não exagerou – a mulher me olhou por mais um momento e sorriu – realmente você é muito bonito.
—Então eu tenho alguma chance?
—Sinto muito, mas aqui damos prioridade ao tamanho se é que me entende – só então ela esticou a mão para mim – Meu nome é Jane Volturi.
—Sou Edward Cullen. E...eu entendo perfeitamente.
—Antes de mandá-lo para um teste eu preciso te ver sem as roupas, pois se você conseguir o emprego não precisara delas para trabalhar concorda? Se você quiser use aquele biombo para se despir e volte pra que eu te veja.
Apenas assenti e fui para traz do biombo, eu sempre fui muito tímido, mas determinado se era isso que eu tinha que fazer para ter minha deusa eu o faria. Assim que tirei toda a minha roupa fui ao encontro dela. Ela me olhou de cima a baixo, avaliando cada pedaço do meu corpo principalmente meu pênis.
—Gosto do que vejo. Se você já é grande assim imagine a ponto de bala, vai fazer sucesso por aqui. – sorri com o elogio e ela continuou – creio que servirá. Pode vestir-se.
Voltei para traz do biombo e me vesti, retornei à sala onde ela me aguardava sentada em sua mesa enorme para uma mulher tão pequena, e gesticulou para que eu sentasse em sua frente.
—Como eu disse aparentemente você me serve, mais antes de te contratar eu preciso fazer uns testes, ver como você se sai em frente às câmeras, além de exames para ver como anda a sua saúde. Eu estou contratando novas atrizes também e preciso fazer um teste com uma delas vou aproveitar a deixa e te encaixar para o teste às 14h, assim dá tempo de fazer os exames. Tudo bem pra você?
—Claro. Tudo bem.
—Então ótimo. Se prepare e tome o que tiver de tomar, esteja no estúdio quatro às 14h. Peça a Gianna que te leve ao consultório para realizar os exames que mencionei – Ela ficou em pé e estendeu a mão – Bem, boa sorte. Eu espero que você consiga.
—Muito obrigado. Até logo – Sai da sala e fui onde Gianna ficava na recepção
—E ai? Me diz, deu tudo certo? – perguntou simpática.
—Eu acho que sim, ela foi com a minha cara. Eu vou fazer um teste às 14, mas antes eu preciso fazer uns exames. A senhora Volturi me pediu para que você me levasse até lá. Você é a Gianna certo?
—Certo. Que indelicadeza a minha, nem me apresentei – ela me deu um sorriso cheio de dentes – vem, me acompanhe.
Eu a segui até o consultório que havia no prédio três andares acima. Lá eu fiz muitos exames, entre eles cardíaco, sanguíneo, urina, entre outros que detectam as DST’s.
Assim, todos os exames foram concluídos rapidamente, então eu tinha um bom tempo antes do teste já que ainda era quase meio dia. Decidi então ir almoçar em um pequeno restaurante que tinha perto da Volturi.
Enquanto almoçava torcia para que tudo desse certo no teste. Quanta sorte eu tive! A primeira vez que eu bato pedindo emprego eu já encontro, uma oportunidade, agora está apenas em minhas mãos, ou melhor, no meu pau.
Fora a emoção de trabalhar no mesmo lugar que a minha Sweet. Quanto tempo levaria para que eu a encontrasse nos corredores? Quanto tempo levaria até que nos tornássemos amigos? Ou melhor, ainda, quanto tempo até que contracenássemos? Eu espero que bem pouco, afinal já faz dois anos que sonho com essa mulher, não consigo esperar muito mais.
Olhei para o relógio e constatei que já eram um pouco mais de 13h. Nossa como passou depressa!
Paguei a conta e voltei para o prédio. Gianna me deu as coordenadas de como chegar ao estúdio quatro e me encaminhei para lá. Na verdade eu estava começando a sentir medo por ter me lembrado das palavras da Senhora Volturi “tome o que precisar” será que ela está achando que eu não dou conta do recado ou a minha companheira era uma velha caída?
Bem, agora não dava mais tempo pra sair e comprar algo, já estava em cima da hora. Por outro lado eu tinha uma carta na manga era só pensa na minha Sweet, lembrar que eu fazia isso por ela, fingir que estava com ela, pensar no seu corpo e em seus gemidos que tudo ia dar certo. Pensar nisso já me fez sentir um arrepio nas costas e senti meu membro se manifestar.
Ao chegar ao estúdio reconheci o cenário, era o mesmo do primeiro filme de Bella Sweet! Eu não podia acreditar que foi ali, bem ali naquela cama que eu a vi pela primeira vez. Agora sim eu tinha a certeza de que nem se eu tivesse que transar com a Derci Gonçalves eu iria conseguir por que eu sentia a presença dela onde quer que eu olhe e era impossível não ficar excitado.
—Oi posso ajudá-lo? – Uma mulher linda veio ao meu encontro.
—Sim, Sou Edward Cullen e tenho um teste às 14h.
—Claro, estávamos a sua espera. Eu sou Heidi a diretora do teste, e essa é a Tanya que será sua parceira. Vou explicar a vocês como funciona – ela entregou uma cópia do roteiro para mim e outra para a atriz. – O roteiro é apenas para que saiba a ordem das posições que farão e as falas vocês podem improvisar quando achar necessário. Cada posição deve ser mantida por cinco minutos, pelo menos nesse teste, e se ao acaso você gozar – disse olhando para mim – paramos a cena e recomeçamos de onde parou até completar o tempo necessário.
—E como saberemos que se passaram os cinco minutos?
—Uma Luz vermelha acende no estúdio, esse é o sinal. Como os exames de vocês ainda não estão prontos vocês usarão o preservativo. Dê uma olhada no roteiro e logo começaremos ok?
Respirei fundo e me sentei em uma das poltronas que ficavam atrás das câmeras e li o roteiro. Era tudo bem simples, nada extravagante como imaginei que seria. Eu realmente preciso me sair bem nesse teste.
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