Luz, Câmera E Tesão

53 Epílogo parte 1: O que a vida reserva


Notas iniciais
Oi gente :)
Então, eu to super triste com o fim também, essa é a minha primeira história e nao sei se eu estou pronta para me despedir dela, e deve ser por isso que eu estou protelando para finalizar e dividi o epílogo em 2 partes.
Posto a próxima na terça.
Quer agradecer muito muito muito pelas lindas recomendaçoes que recebi da Viickyb e Kilze Joynelly. Obrigada, obrigada mesmo pelas palavras :)
Um pouco atrasado em realçao ao que eu prometi, mas ai esta o capitulo.
Espero que gostem
Boa leitura :)

Pov. Renée

5 Anos depois....

Abri os olhos e sei que estou encarando o teto da minha cela, mas não sei ao certo como eu vim parar aqui dessa vez.

Hoje completam cinco anos que eu estou aqui nesse lugar xexelento e eu deveria estar animada, afinal só faltam trinta anos agora, isso é claro se eu não tivesse a certeza absoluta de que só iria sair daqui morta.

Quando eu cheguei aqui, mesmo depois de Charlie ter feito aquele todo aquele circo instigando as detentas contra mim, eu tinha a certeza que conseguiria dar a volta por cima e cuidar para que elas me tratassem como a rainha que sou me tornando a líder delas, cumprindo a minha pena da melhor forma possível, mas elas realmente ficaram muito horrorizadas ao saber o que eu tinha feito.

Eu não entendia o motivo de tanto alarde, afinal eu só coloquei a Isabella no mercado de trabalho, não tem nada de mal nisso.

Ao contrario do que eu esperava todos os meus dias aqui foi um verdadeiro inferno, eu literalmente comi o pão que o diabo amassou, mas foi a três anos que tudo piorou consideravelmente.

Flash Black On

Eu estava farta de tudo o que estava acontecendo, as detentas me maltratando roubando a minha comida e me batendo sem a menor razão. Eu posso até ter errado – como eu tinha começado a perceber – mas não merecia ser tratada assim.

Então eu exigi a carcereira que me levasse ao diretor, eu precisava reclamar, não podia e não iria deixar as coisas como estavam. Dois dias depois elas vieram me buscar e me levaram ao Charlie.

–Então, você quer falar comigo? – perguntou com um sorrisinho debochado – o que quer de mim?

–Eu não agüento mais essa situação, eu não vim aqui para ser tratada como um bicho, eu não agüento mais! As outras presas só me maltratam, me humilham, me batem e ninguém faz nada para me ajudar. Além do mais a comida daqui é horrível, a cama é muito dura e a água do chuveiro é muito fria inclusive no inverno, não agüento mais isso.

–Renée você não esta em um hotel passando férias. Não adianta querer nada melhor para si, por que você não é melhor do que ninguém aqui, aliás, você é a pior de todas as que estão aqui dentro, a mais nojenta delas. As mulheres que estão aqui cometeram atrocidades, sim, mas nenhuma dela atentou contra a própria família, contra o próprio filho. – ele deu um sorrisinho e continuou

–Você esta arrependida agora? – fechei a cara para ele e seu sorriso aumentou – Hmmm... Você pode até não estar, mas eu sei que Aro se arrependeu.

–Por quê? – perguntei assustada – o que houve com ele? – Charlie fez um gesto para que eu esperasse e saiu da sala, voltando logo em seguida com uma grande caixa preta nas mãos e com toda a calma e paciência abriu-a e foi tirado algumas fotos e espalhando pela mesa.

As fotos eram de Aro.

Em todas elas ele aparecia sem vida em cima de uma mesa branca. Seus cabelos que sempre foram lindos e bem cuidados estavam cortados em tufos desiguais completamente arruinados, seu rosto trazia uma expressão torturada, mesmo estando morto. Vários hematomas, o olho roxo e o supercílio estourado muitas vezes.

Olhei para as outras fotos e onde se via o seu corpo nu. Os hematomas cobriam cada parte do corpo dele, sinais de mordidas, pancadas e arranhões por todo o lado.

Seu pênis estava torto e deformado, com marcas de mordidas e era como se um pedaço estivesse faltando... Como se tivessem arrancado um pedaço com os dentes.

Minhas pernas ficaram bambas e eu cobri o rosto assustada. O que fizeram com ele?

–Não Renée ainda não acabou.

Charlie espalhou mais algumas fotos pela mesa e olhei para elas mesmo estando sem forças para fazê-lo. Nessas fotos Aro estava de costas e não estava em melhor condição do que a parte da frente.

Os hematomas também cobriam a maior parte da sua pele, tal como as marcas de arranhões, pauladas e mordidas, principalmente nas nádegas.

O que mais me impressionou mesmo foi o estado do seu ânus.

Sufoquei um grito, engolindo a bile que subia pela minha garanta, a foto mostrava bem de perto e aquela região estava completamente em carne viva, ele com certeza sofreu muito.

O sangue fugiu do meu rosto, meu coração batia descompassado e eu tremia da cabeça aos pés por imaginar o que o meu pobre marido tinha passado antes de morrer.

–Viu só o que aconteceu com ele? Aposto que se arrependeu do que fez. –Charlie suspirou e quando falou de novo sua voz parecia triste – eu estou bem chateado que ele não durou muito preso, mas o que me consola é que ainda tenho você aqui. – ele recuperou a expressão e passou a caminhar pela sala com uma expressão estranha

–Você acha que a cama é dura? A água do seu banho não está na temperatura ideal? A comida não esta a sua altura? – ele deu uma risada seca – Até agora eu sei que a sua vida aqui dentro tem sido muito boa, as detentas tem sido muito suas amigas, mas isso vai mudar hoje mesmo – Charlie me observava com um olhar frenético e eu tremi imaginando o que ele poderia estar reservando para mim.

–Hoje receberemos uma nova presa entre nós – ele continuou – O nome dela é Siobhan e você sabe por que ela está aqui? Ela foi condenada por matar com as próprias mãos o desgraçado que estuprou a filha dela, e assim que ela chegar eu vou contar a ela o que foi que você fez para estar aqui. E sabe de uma coisa? Ela não vai gostar de saber. Eu tenho certeza de que se ainda não esta arrependida, Siobhan vai fazer você se arrepender logo, logo.

–O que te faz pensar que ela vai fazer algo contra mim? Não imagina que nós podemos ser amigas?

–Isso não vai acontecer, eu sei e você verá – ele sorriu e chamou a carcereira que tinha me trazido – Renée volte para a sua cela e eu espero que você sofra bastante.

Flash Black Off


Remexi-me na cama com a lembrança e logo me arrependi. Cada pedacinho do meu corpo doía. E então eu pensei em Aro. A morte era mito melhor do que viver assim e por mais que ele tenha sofrido, ele teve muita sorte nesse aspecto.

Desde aquele maldito dia, Siobhan tem feito da minha vida um verdadeiro inferno. Ela roubava a minha comida, me deixando vários dias sem comer, me humilhava e me batia. Nesses três anos eu perdi a conta de quantas vezes eu quebrei o braço ou a perna, quantas vezes eu fui levada para a enfermaria sem a menor condição de me mexer.

As outras presas assim como eu, tinham medo dela. Siobhan tinha um porte grande e cara de perigosa, a maioria simplesmente não queria a atenção dela para si, as outras para agradá-la me batiam e me ofendiam para ter a aprovação dela, entrar em sua gangue e normalmente conseguiam.

Muitas vezes eu implorei a ela que me matasse de uma vez, eu já não agüentava mais o que estava passando, mas ela não me atendia, dizendo que eu ainda não tinha recebido o que merecia.

Na semana passada, o advogado dela conseguiu uma audiência com o juiz e ele determinou que a pena dela fosse reduzida, já que segundo o diretor ela apresentava bom comportamento e era ré primaria.

E foi ai que eu entendi que Charlie estava cuidando para que ela me maltratasse e em troca ele a ajudava a sair. Por isso ele tinha tanta certeza do que ela faria comigo.

Sai dos meus devaneios ao ouvir alguém se aproximar e então eu me encolhi, com medo de sofrer alguma agressão de graça.

–E era essa a reação que Isabella tinha quando você se aproximava dela – Charlie se aproximou um pouco mais e se abaixou do meu lado – O mundo dá muitas voltas Renée. Enquanto ela sofria, você era feliz, gastando o dinheiro que roubava dela, e agora Bella estava feliz e realizada enquanto você é só um trapo humano, que não merece estar viva. Eu só espero que você arda no mais quente dos infernos. – Continuei encolhida sem olhar para ele e ouvi quando ele se afastou.

Poucos minutos depois, duas das capangas da Siobhan vieram e me obrigaram a sair da cela. Eu estava muito fraca, mal me agüentava em pé, tinha apanhado muito no dia anterior e sabia que ia apanhar muito mais hoje. Elas me levaram para o pátio onde Siobhan me aguardava

–Ora, ora você ainda estava viva Renée? Ainda poluindo o ar com a sua respiração podre? Hmm... Eu preciso dar um jeito nisso – ela deu um chute em minhas pernas e eu cai de cara no chão.

–Eu vou matar você, por que pessoas como você não merecem viver, mas antes eu quero ter a certeza de que se arrependeu do que fez.

–Eu me arrependi, me mata de uma vez, por favor – eu implorei sem dignidade nenhuma desejando a morte ardentemente. E ela riu

–Será que se arrependeu mesmo ou esta com medo do que eu posso fazer a você?

–Não acha que já não me fez sofrer demais? Acaba logo com isso!

–Você sofreu demais? – Siobhan me perguntou com a voz carregada de sarcasmo – E a sua filha? Acha que ela não sofreu? Tudo o que você tinha que fazer era protegê-la, cuidar dela. E o que você fez? Você a entregou para o seu marido num ato nojento – ela começou a me chutar enquanto gritava com a voz cheia de ódio – a pobre garota era virgem! E você ainda filmou e vendeu como se fosse a coisa mais linda do mundo. E você ainda acha que merece piedade? – eu já não conseguia respirar e tossia violentamente cuspindo sangue. Ela me virou deixando minhas costas no chão e me olhava cheia de ódio.

–Eu sou uma mãe que não conseguiu proteger a filha, não consegui evitar que ela sofresse e por isso tive que matar o desgraçado que fez mal a ela, por isso estou aqui. Eu deveria fazer você sofrer muito mais, só que eu vou embora daqui a pouco e não posso deixar você viva, vou ter que te matar agora.

Eu vi ela tirar uma faca enferrujada do cós da calça e olhei para o outro lado, a fim de não ver o que ela ia fazer. Meu olhar encontrou o do Charlie que assistia tudo do outro lado da cerca com uma expressão impassível.

Eu senti a lamina fria tocar a pele do meu pescoço e fechei os olhos torcendo para que a morte me alcançasse depressa.

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Alguns dias depois...

Pov. Bella

–Ele dumiu mamãe? – Marie sussurrou para mim, ansiosa para que o irmão dormisse logo. Eu assenti e me inclinei em sua direção olhando para o boneco em seus braços que ela ninava como se fosse um bebe de verdade

–O seu bebê também dormiu meu amor. Vem vamos colocar ele no berço. Ajeitei Peter em meus braços e o coloquei em seu berço enquanto a minha filhinha copiava cada movimento meu.

Ela sabia que o irmãozinho era muito pequeno e ela não podia pegá-lo no colo, então Edward comprou um boneco para ela e agora ela tinha um Peter igual ao da mamãe. Peguei a mãozinha dela e nós saímos em silencio do quarto.

–Agora é a hora das mamães dormirem também – eu a levei para o seu quarto e a ajudei a escovar os dentes e a colocar o seu pijama da sininho. Marie era apaixonada pelo Peter Pan e com seus dois anos e meio era a criança que mais tinha artigos do seu personagem favorito, isso graças a sua madrinha exagerada. Alice comprava tudo o que via pela frente com o tema dele para a afilhada que ficava doida.

Foi por influencia dela que Edward e eu colocamos o nome de Peter no nosso caçula e assim minha menininha ficou toda contente.

Quando terminei de ler para ela, pela milionésima vez a sua historia favorita, ela dormiu e eu fiquei observando seu sono. Ao passo que Edward e Anthony eram idênticos ao pai, Marie tinha herdado cada traço meu, nós éramos muito unidas.

Sai de lá de mansinho e passei no quarto dos meus meninos que por incrível que pareça, mesmo sendo tão cedo eles já estavam no sétimo sono. Pelo jeito que chegaram imundos e desmaiaram logo depois, aposto que aprontaram todas com o tio Emmett na festa de aniversário que tinham ido.

Eles estavam morrendo de saudades do tio, eles o adoravam e sentiram muita falta das brincadeiras que ele inventava, perguntavam pelo tio a toda hora. Ele tinha voltado há dois dias da sua lua de mel e passou para pegar o meninos para a festa de aniversario do filho de um colega dele.

Emm e Rose se casaram no fim do mês passado quando ela se descobriu grávida e não queria de jeito nenhum se casar barriguda. Alice organizou uma super festa relâmpago e graças ao meu filho recém nascido eu fui poupada de acompanhá-la.

Alice e Jasper ainda estavam juntos, e era lindo de ver a relação dos dois, eles se amavam profundamente e se entendiam só com o olhar. Jasper controlava as histerias da Alice e ela ria de todas as piadas sem graça que ele contava e se derretia a cada apelido que ele arrumava para ela, estavam firmes e bem, mas não tinham planos de se casar.

Alice queria que a sua pequena grife de moda crescesse antes que ela pudesse casar e ter filhos, mas enquanto isso ela estava completamente satisfeita em paparicar os sobrinhos incluindo o que nem tinha nascido ainda e a afilhada.

Olhei distraída para o relógio e vi que já estava quase na hora de Edward chegar em casa, então fui me preparar.

Tomei um banho bem relaxante enquanto pensava em nossa vida, nesses anos.

Quando Edward e Anthony tinham um ano, eu resolvi entrar na faculdade e cursar literatura que sempre foi o meu sonho. Eu ia com o meu marido para a faculdade enquanto as crianças ficavam com a Esme que tinha se oferecido gentilmente.

Ir a faculdade foi uma experiência... Proveitosa eu diria. Sempre que Edward e eu nos cruzávamos no campus ele sempre acabava me arrastando para algum canto, para o seu carro ou um lugar deserto. Depois das aulas, ao invés de ir para a casa nós desviávamos o caminho, ou simplesmente parávamos na estrada, por não conseguir agüentar chegar ao nosso destino, ou por ter um roteiro louco para experimentar.

E foi assim que eu engravidei da Marie.

Logo eu tinha três crianças pequenas e pensar em deixá-las era um tormento para mim, e então eu decidi que ficaria em casa cuidando deles, era a única forma que eu via a minha vida, estando perto dos meus filhos e vendo cada pequena realização deles, a cada dia.

E a gora também eu tinha o Peter que era o mais calmo dos meus filhos. Desde quando tinha semanas de vida, ele mal acordava a noite e hoje aos dois meses ele dormia a noite toda, o que era uma verdadeira bênção para nós já que Edward passava horas em seu estagio no hospital e precisava muito das horas de sono em casa.

Ele já tinha terminado a faculdade e estava terminando sua especialização em cardiologia. A princípio ele queria ser cardiologista-cirurgião, como o pai, mas ele não queria passar tanto tempo no hospital, então decidiu que abriria um consultório para ter mais calma e mais tempo para a família.

O estagio estava na etapa final e o consultório estava quase montado. Os anos não foram fácies para nós, quando ele estudava principalmente quando os gêmeos eram bebes que tinham muitas cólicas, e choravam a noite toda, não deixando ele dormir, mas vencemos juntos e agora tudo iria melhorar.

Terminei o meu banho e passei um creme com cheiro de morangos que ele adora, a fim de seduzir meu marido.

O tempo do meu resguardo já havia acabado há algumas semanas e nós ainda não tínhamos ficado juntos desde então. Eu estava morrendo de saudade, mas parecia que ele nem se lembrava de mim, ele sempre chegava cansado e deitava e dormia sem me dar um beijo sequer, sem nada que eu pudesse fazer a respeito.

Ele sempre foi tão fogoso, me procurava toda a noite e agora nada. Ele só poderia estar com outras mulheres, não tem mais explicação para isso.

Fui tirada dos meus devaneios quando ele passou pela porta com a cabeça baixa em silencio, passando direto em direção ao banheiro, tentando passar despercebido e aquilo me irritou, muito. Ascendi a luz

–Oh, então o Dr. Resolveu voltar para a casa! Se lembrou que tem mulher e filhos foi? – ele respirou fundo exasperado

–Hoje não, por favor. Eu estou muito cansado

–É claro que você está, como sempre, depois de ter passado a noite inteira correndo atrás das vagabundas que você deve ter por ai, tem que estar cansado mesmo.

–Por favor, eu não quero brigar com você – ele falou com a voz friamente controlada e isso me deu mais raiva ainda

–Ah, mas eu quero brigar com você e você vai me ouvir – ele revirou os olhos e me deu as costas entrando no banheiro e batendo a porta com força. Eu bufei irritada por ter sido ignorada fui até lá e tentei entrar, mas ele tinha trancado.

–Eu vou fazer você me ouvir, ah vou – murmurei sozinha enquanto tirava a minha roupa e deitei na cama com as pernas bem abertas viradas na direção do banheiro, certa de que quando ele saísse eu teria a sua atenção.

Ele saiu do banheiro com apenas uma toalha envolvida em sua cintura e com o peitoral molhado varias gotas de água escorrendo pelo seu corpo chamando a minha atenção.

Eu já estava fervendo, louca por um olhar, um toque, uma noite tórrida de sexo selvagem. Mas ao contrario do que eu imaginei meu marido nem olhou para mim. Seguiu tranquilamente para o closet e vestiu apenas a calça do seu pijama.

Quando se aproximou da cama, foi para o seu lado e deitou-se sem ao menos olhar para mim, foi ai que eu explodi

–É claro, você não quer nem saber de mim. Está cansado depois de foder todas as vadias que encontrou no seu caminho. Elas são muito mais bonitas que eu, por que não tiveram quatro filhos, não estão recém paridas e não estão com os seios inchados e cheios de leite, amamentando seu filho. Entendo por que você quer a elas e não a mim – ele continuou deitado de costas sem me dar a atenção e eu me levantei sem me preocupar em pegar nada para vestir – eu é que não vou ficar aqui implorando para você olhar para mim.

Antes que eu pudesse sair meu marido agarrou meu braço e eu parei, esperando. Depois de um longo suspiro ele falou exasperado

–Qual é a porra do seu problema? Acha mesmo que eu estava me divertindo por ai? Eu estava trabalhando, afinal é só o que eu tenho feito ultimamente, não vou deixar nada faltar a você nem as crianças

–Do que adianta você nos dar tudo do bom e do melhor se não temos você? Eu sinto a sua falta, eu fico aqui sozinha enquanto você se diverte por ai com as suas vadias... – parei de falar quando ele agarrou meu cabelo com força e me fez olhar para ele

–Olha aqui, presta bem a atenção – com uma das mãos ele me segurava e com a outra ele puxava a calça exibindo sua gloriosa ereção – olha como o meu pau esta duro por sua causa, por você, só por você – meu marido se desvencilhou das calças e forçou o meu corpo me fazendo ajoelhar em sua frente. Eu cedi depressa, já que as minhas pernas estavam completamente bambas de desejo. Ele agarrou meu cabelo com força e esfregou a minha cara em seu pau

–Ta sentindo como você me deixa? Vê o que você faz comigo, só você? – eu gemi assentindo – Abre a boca, eu vou foder ela – obedeci imediatamente e ele colocou seu pau na minha boca, fodendo com força como ele fazia ao foder a minha boceta, relaxei a garganta e o senti ir até lá.

Eu gemi com a minha boca envolta do seu membro, e isso fez com que ele investisse com mais força, com mais vontade. Até que de repente ele me fez olhar para cima e encontrei seus olhos, escurecidos pelo desejo.

–Não – ele sussurrou com a voz rouca e afastou a minha boca dele – eu não vou gozar assim, não mesmo – num gesto rápido ele me segurou pelo braço e me jogou na cama me fazendo ofegar.

Meu marido ajoelhou-se aos pés da cama e me puxou para si me agarrando pela coxa. Seu rosto ficou bem na frente do um sexo e eu gemi ao sentir sua respiração bem ali

–Hmmm... Que boceta meladinha – ele lambeu desde a minha entrada até o meu clitóris me fazendo rebolar em seu rosto – Que delicia. É bom saber que eu causo em você as mesmas sensações que você causa em mim – Seus dedos me invadiram, estocando com força enquanto sua boca sugava meu clitóris com vontade.

Meu sexo começou a apertar seus dedos, anunciando meu orgasmo e ele parou, mas logo seu corpo estava cobrindo o meu e ele me olhou nos olhos enquanto chupava os dedos que há poucos instantes estavam dentro de mim.

–Você sempre foi uma delicia minha linda esposa, e está cada dia mais gostosa. Seus peitos estão uma delicia tão grandes que me enlouquecem –suas mãos alcançaram meus mamilos e os beliscaram me fazendo gemer mais alto – seu corpo me faz ficar dolorido de tesão, todo o maldito dia.

–Eu vou te foder bem forte agora – sua perna empurrou a minha me deixando ainda mais aberta para ele – para que amanhã, quando você sentir a sua boceta ardendo, você se lembre que o seu marido só tem olhos para você, que é só você que ele ama, fode e deseja.

Mal terminou de falar e já estava todo dentro de mim, metendo fundo e me tirando o fôlego. Ele colocou sua boca na minha abafando meus gritos suas mãos afoitas me apalpavam me deixando cada vez mais excitada enquanto seu pau entrava forte em mim, exatamente como ele tinha prometido que faria.

Gozei ao sentir sua boca em meu pescoço e sua mão em meu clitóris. Assim que gozei ele nos virou na cama, me deixando por cima

–Vai querida – ele gemeu – fode o seu marido, faz ele gozar – cravei minhas unhas em seu ombro e comecei a me mover, a fodê-lo.

Ele fechou os olhos extasiado e eu gemi ao vê-lo assim, me dava muito prazer dar prazer a ele.

–Eu vou te fazer gozar meu amor – sussurrei em seu ouvido depois de lamber o seu lóbulo aumentando o ritmo dos meus movimentos sobre ele – só eu posso te dar prazer – passei minhas mãos pelo seu peito forte subindo em direção a sua cabeça, acariciei sua nuca agarrando seus cabelos enquanto o fodia sem parar subindo, descendo e rebolando – seu pau é só meu, seu prazer é só meu você é só meu.

Meu marido agarrou minha cintura flexionando os joelhos e se movendo comigo em busca do nosso prazer até que eu gozei, fazendo ele me acompanhar e me derreti em seu peito com ele ainda dentro de mim.

–Eu só quero que você não se esqueça de que só você me encanta, só você me excita e é só você que eu amo minha Sweet safada – meu Mr. Fuck me puxou pelos cabelos e me deu um beijo ardente. Uma de suas mãos em meus cabelos e a outra deslizava pelas minhas costas colando meu corpo ao dele novamente. Quando ele quebrou o beijo, eu abri os olhos encontrando os dele aberto e o ouvi sussurrar – minha Bella adorada.

Afundei meu rosto em seu peito suado, me aconchegando nele cada vez mais, ainda ofegante pelo beijo e por tudo o que fizemos na ultima hora. Até que eu sinto mais do que ouço Edward rir, olho para cima sem entender

–O que foi? – pergunto intrigada

–É que você me assustou hoje, tava inspirada hein amor? – Ri junto com ele

–Hoje eu me preparei para o personagem.

–Ah é? E Como?

–Eu fiquei pensando como fosse se você não olhasse para mim, se você não tivesse me tocado desde o fim do meu resguardo e em como eu estaria me sentindo – ele bufou

–Como se isso fosse acontecer de verdade, eu mal consigo tirar minhas mãos de você, o que dirá ficar sem você mais tempo do que necessário. Eu jamais agüentaria isso.

–Eu sei disso – eu ri.

–Está tudo pronto para amanha?

–Você conhece a Alice, para ela nunca nada está pronto – revirei os olhos. No dia seguinte nós ofereceríamos um jantar em comemoração ao nosso quinto aniversário juntos para a nossa família apenas. Por mim eu ficaria curtindo esse dia com meu marido e meus filhos, mas Alice disse que não poderíamos deixar passar em branco e ela queria fazer uma festa, mas eu bati o pé e disse que se faríamos algo seria um pequeno jantar, com poucas pessoas. Mesmo tendo organizado o casamento da Rose há pouco tempo ela estava louca para planejar outra festa.

–Charlie vem?

–Sim. Ele conseguiu alguns dias de licença e vai ficar uns dias aqui conosco.

–Isso vai ser ótimo, os meninos têm verdadeira adoração pelo vovô Charlie – eu ri

–Principalmente depois daquele passeio na viatura no verão passado – Meu pai estava se saindo um ótimo avô, as crianças o adoravam, Anthony ficou várias semanas falando sobre como ele adorava ter um “vovô policia” como ele dizia.

Esme se mostrou a avó mais doce e carinhosa que existe. Ela fazia tudo o que os netos queriam, inventava brincadeiras e fazia os melhores doces, e a Sue não deixava por menos, paparicava as crianças sempre que podia.

Charlie sempre ficava emocionado ao ver as crianças, principalmente a Marie, ele diz que eu era igualzinha a ela e ficava o dia todo para baixo e para cima com uma boneca na mão o seguindo para todo o canto.

Como ele morava longe fazia de tudo para agradar as crianças no curto tempo que tinha com eles e assim os meninos mal se continham quando viam o avô.

Carlisle também era muito querido pelos netos, ele sempre os levava para grandes passeios, sempre os ensinando algo. Meus filhos eram muito amados por toda a família.

–Amor? Você dormiu? – Edward perguntou baixinho

–Ainda não.

–Então nem vai, por que já eu passei tempo demais sem tocar você, por isso eu quero recuperar o tempo perdido – eu ri quando Edward cobriu meu corpo com o dele, me excitando e me preparando para mais.

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Acordei de manhã com Peter resmungando do meu lado. Edward como sempre, tinha se levantado primeiro e ido ver as crianças

–Heey mamãe, ele quer algo que eu não posso dar – sorri e me sentei na cama pegando o meu bebe que já estava com a frauda limpa e todo cheirosinho, pronto para a primeira mamada do dia.

–Eu amo te ver amamentar – Edward comentou suspirando um tempo depois. Ele sempre ficava me observando – é tão lindo, ainda bem que vamos ter muitos filhos ainda e eu vou poder apreciar e muito essa cena.

–Ah Meu Deus eu acabei de ter um bebe e você já quer me engravidar de novo? Aonde vamos parar com isso?

–Eu te prometi muitos filhos meu amor, eu só quero cumprir a minha promessa – revirei os olhos e entreguei Peter para Edward tomar conta enquanto eu me vestia e ia preparar o café da manhã. Levei Peter comigo para que Edward cuidasse dos gêmeos que já tinham acordado e estavam a todo vapor. Terminei de por a mesa no exato momento que Edward entrou na cozinha com dois meninos risonhos montados em suas costas.

–Vamos dizer bom dia para a mamãe?

–Bom dia mamãe – eles falaram juntos sorrindo para mim, eles estavam a cada dia mais parecidos com o pai

–Bom dia meus amores – eu os tirei das costas de Edward para que ele fosse buscar a Marie que estava chamando por ele. Eu enchi meus meninos de beijos me deliciando com a gargalhada gostosa deles – o que vocês vão querer comer hoje?

–Queijinho – Edward falou

–E danoninho – Anthony completou e eles falaram juntos – mas leite não mamãe.

–Tudo bem, leite não – eles estavam na fase do não quero, não gosto e eu ficava feliz quando conseguia fazer eles comerem alguma coisa.

–E ai o meu Pite dumiu junto com o Pite da mamãe – eu ouvi a vozinha da Marie conversando com o pai e com o boneco nos braços. Ele prestava a maior atenção ao que ela dizia.

–O seu Peter é tão bonzinho não é? – ela assentiu orgulhosa e sorriu mostrando seus pequenos dentinhos.

–Mamãe meu Pite já acodô – ela falou quando me viu

–É o meu também – eu a peguei do colo de Edward para que ele tomasse café sossegado, enquanto os meninos atualizavam ele sobre a semana agitada que tiveram contando sobre a abelha que picou o coleguinha deles e em como a professora os confundia sempre. Eles adoravam quando as pessoas não sabiam que era quem e eles se divertiam muito com isso.

Meu pai chegou logo depois do café e assim que chegou me deu um abraço apertado e ficou me olhando por um instante como se tivesse algo para me dizer, mas Anthony chamou sua atenção perguntando sobre o seu carro de policia.

Durante todo o dia ele ficava me observando de longe, parecendo... Não sei... Satisfeito com alguma coisa eu acho, deve ser por estar aqui e matar as saudades dos netos, apesar de ele ter um brilho diferente no olhar.

No fim da tarde nossos convidados começaram a chegar. Caius veio com sua noiva, Athenodora. Ela era italiana, veio estudar cinema em nosso país e acabou indo fazer um estagio na Volturi, onde se conheceram.

Eu estava feliz por eles, por agora Caius ter alguém. Nos últimos anos a sua vida tem sido só para o trabalho e tenho que admitir que ele tem feito um grande trabalho, já que a Volturi se tornou internacionalmente famosa, sendo reconhecida em toda a Europa pelos seus filmes.

Emm e Rose chegaram juntos com Carlisle e Esme. Edward e Anthony foram correndo para os braços do tio.

–Oi Edward, oi Anthony – ele cumprimentou os meninos – eu acertei dessa vez? – eles gargalharam de alegria e negaram e Emmett jogou os braços para cima teatralmente – eu desisto. Aquele ali é o Edward Anthony e pronto – eles riram e se jogando nele, numa brincadeira boba que eles costumavam a fazer sempre.

Quando Alice chegou, pegou Marie e foi mostrar uma versão nova de um boneco do Peter Pan que ela tinha achado deixando minha filha eufórica com o presente fazendo-a abrir um sorrisão e abraçar a tia.

Esme pegou Peter do colo de Edward e ela, Sue, Rose e Athenodora começaram um papo animado sobre bebes e gravidez, enquanto Charlie, Caius, Carlisle e Jasper conversavam em um canto.

Eu observava completamente feliz como eu vinha me sentindo há muito tempo, desde que Edward entrou na minha vida para ser exata. E foi só pensar nele que eu senti suas mãos envolverem minha cintura e eu suspirei feliz.

–É uma bela cena – ele sussurrou para mim

–É sim.

–Bella, vem comigo eu tenho um presente para você – ele pegou a minha mão me levando para o nosso quarto. Bem em cima da nossa cama havia uma linda e enorme foto da nossa família

Edward sentado com os gêmeos em seu joelho comigo ao seu lado, Peter em meus braços e Marie a minha frente me olhando com atenção.

–Essa foto, é para lhe agradecer por toda a felicidade que tem me dado, com a nossa família nesses cinco anos e... Esse colar – Edward afastou meu cabelo e pendurou em meu pescoço um lindo colar com um pingente de coração com os nossos nomes gravados nele – é para lhe agradecer por você ter me dado os anos mais felizes da minha vida, desde que você me deu o seu coração.

Me virei para ele e o abracei com força, completamente emocionada

–Oh meu amor, sou eu quem tem que agradecer, você me fez a mulher mais feliz e realizada desse mundo. Obrigada! – eu beijei seu pescoço que estava a altura dos meus lábios, depois beijei seu queixo e finalmente a sua boca.

Edward me puxou para ele colando nossos corpos, nossas línguas duelavam apaixonadas quando Marie nos chamou

–Papai, mamãe – ela entrou correndo e abriu os bracinhos para mim.

–O que foi meu amor?

–A tia Alice ta te chamando ugente — Edward bufou

–Agora essa anã vai ensinar a menina nos interromper. Era só o que me faltava – ele pegou ela dos meus braços – vamos ver o que a titia quer depois eu termino de conversar com a mamãe – ele sorriu e piscou para mim e eu os segui para sala, para a minha família e a minha felicidade recebendo tudo de bom que a vida me oferecia.

Notas finais
E ai gente? O que acharam?
Gostaram do fim da Renée? e do Aro? Contem para mim, por favor :D
AAAh e Bella e Edward *--* 5 anos, quatro filhos nao é pra qq um nao hein, só um Mr. Fuck bem ativo kkkkkkk
E esse roteiro, assustei voces? o Edward ficou assustado, mas ele bem que gostou *---* E vocs gostaram? ME contem :D
Kilze Joynelly e Viickyb Obrigada mais uma vez, eu amei a recomendação de voces *-----------*
Olha gente eu postei ontem a minha mais nova história Deem uma passadinha por lá :)
http://fanfiction.com.br/historia/357272/A_Irmazinha/
Entao eu volto terça, com o ultimo capitulo, dessa vez de verdade mesmo.
Beeeeeeeijos e até lá!