Notas iniciais
Oiii Gente :)
E ai? Pompons em punho e torcida organizada para a Esme *--*
Vaaai Esme vaai o/
Espero que gostem do capitulo, boa leitura!

Pov. Edward

–Mas que droga! Por que elas estão demorando tanto? – cruzei os braços irritado e Emmett gargalhou

–Olha o Mr. Fuck fazendo birra. O que será que as suas fãs diriam se vissem isso?

–Eu não estou fazendo birra. É que eu fico tão angustiado longe dela... É incontrolável.

–Eu até entendo, mas no momento você esta exagerando, cara ela está com a Esme, a sua mãe. Já se esqueceu de tooodos os seus machucados que ela cuidou? Bella vai ficar bem. – ele veio do meu lado e apertou meus ombros dando apoio – Além do mais, deve ser bem difícil para ela se movimentar depois de ter apanhado tanto como você sabe e...

–Cala a boca Emm. Você não esta me ajudando, cala a boca, por favor, por favor. – falei angustiado bagunçando ainda mais meus cabelos.

Eu não conseguia apagar da minha mente aquela cena horrorosa que eu tinha presenciado, isso me atormentava a cada minuto. Eu fechava os olhos e via a minha Bella caída no chão, toda encolhida enquanto aquele animal a chutava com toda a sua força. Eu fiquei tão cego de ódio que poderia matá-lo num piscar de olhos, mas foi ouvir a voz de Bella me chamando que recobrei os sentidos e fui socorrê-la.

Aquele crápula só conseguiu fazer o meu ódio aumentar ainda mais quando começou a fazer ameaças a ela, ferindo-a tanto por dentro como tinha feito por fora.

–Emmett, eu juro que aquele babaca vai pagar pelo que fez, ele vai pagar muito caro. – Emmett veio em minha direção e apertou meus ombros

–Acalme-se Edward, você não pode fazer nenhuma besteira. Saiba que eu não vou descansar enquanto a justiça não for feita, eu te juro meu irmão – eu assenti para ele e ele sorriu e fez um gesto apontando com o queixo para a escada atrás de mim – A Bellinha vem vindo ai, agora você pode parar de chorar.

Olhei para trás e Bella vinha descendo as escadas sendo amparada por minha mãe e Alice, uma de cada lado dela. Bella usava um vestido azul escuro sem mangas, seu cabelo estava preso numa trança e ela tinha um sorriso tímido – e perfeito – nos lábios. Fui ao encontro dela e a ajudei a se sentar no sofá e ela gemeu baixinho sentindo dor.

–Carlisle ainda não chegou?

–Ainda não mãe. Ele... – Emmett falava quando meu pai cruzou a porta – ele acabou de chegar – concluiu sorrindo.

–Finalmente Carl – Ela falou se aproximando dele e lhe dando um selinho – por que demorou tanto?

–Eu estava com um paciente. Querida, o que houve? – ele perguntou sério

–Pai é a Bella. Ela esta machucada, examine-a, por favor.

–Claro que sim, leve-a para a mesa da sala de jantar – eu a peguei nos braços com cuidado e a coloquei na mesa.

–Ela bateu a cabeça – Ele assentiu e examinou a sua cabeça e conferiu seus reflexos com uma pequena lanterna. Cuidou de seus ferimentos e lhe deu um remédio para a dor.

–Você precisa descansar bastante – disse meu pai sorrindo para Bella – em uma semana vai estar novinha em folha novamente.

–Obrigada Carlisle – Ela retribuiu o sorriso – Edward você me leva para casa?

–Nem pense nisso – minha mãe entrou na sala de jantar com as mãos na cintura e o cenho franzido – você vai ficar bem aqui, onde nós cuidaremos de você. Edward leve-a para o seu quarto que daqui a pouquinho eu vou levar algo para ela comer.

Com cuidado, peguei Bella nos braços e sorri quando ela afundou seu rosto no meu pescoço, podia imaginar o quão vermelho ele estava pela temperatura. Ao chegar ao meu quarto eu a deitei na cama e ela se acomodou nos travesseiros com um sorriso nos lábios.

–É tão bom estar aqui, seu cheiro está em tudo. É uma delicia. – Eu me deitei ao seu lado e beijei sua boca com carinho. Bella passou seus braços em volta do meu pescoço e abriu seus lábios pedindo para a minha língua passar. Eu prontamente obedeci e no mesmo instante eu ouvi um pigarro.

–Eu achei que o seu pai tinha dito que era para ela descansar. – Minha mãe entrou com uma bandeja nas mãos e me olhando com cara feia.

–Ela está descansando mãe.

–Eu estou vendo mesmo. Aqui querida, tome tudo. – Esme colocou a bandeja no colo de uma Bella muito vermelha. Ela e se sentou esperando que ela tomasse toda a sopa que tinha trazido enquanto conversava com ela.

Aos poucos Bella foi ficando confortável. Era visível o quanto ela se sentia segura com a minha mãe e eu não poderia estar mais feliz com isso, ter as mulheres que eu mais amo vivendo em harmonia.

–Durma um pouquinho Bella, vai fazer bem a você. – Esme disse ao pegar de volta a bandeja e dar um beijo na testa dela – Vem comigo Edward. E não adianta fazer essa cara – ela emendou a me ver fazendo careta de desagrado – você sabe que ela teve um dia difícil, e que ela precisa repousar. Deixe-a em paz pelo menos por hoje. – Eu abri a minha boca para reclamar e Bella me silenciou com um aperto.

–Esme – ela disse – por favor, deixe Edward ficar. Eu vou me sentir melhor se ele estiver aqui.

–Tudo bem então. Qualquer coisa me chame viu? – Ela saiu logo depois e eu voltei para o seu lado na cama, puxando Bella para o meu peito.

–Eu nem acredito que ela foi embora. Achei que ela iria ficar aqui para sempre – sussurrei e ela deu uma risadinha doce – você esta bem meu amor?

–Agora eu estou. Obrigada por cuidar de mim e por me proteger.

–Não precisa agradecer Bella. – Beijei sua testa e acariciei suas costas por um longo tempo, o suficiente para acreditar que ela estava dormindo quando fui surpreendido por sua voz baixinha.

–Eu conversei bastante com a sua mãe hoje.

–Verdade? – ela assentiu com a cabeça ainda no meu peito – sobre o que vocês falaram?

–Sobre o meu pai. Esme disse que o melhor que eu tenho a fazer é ir para Phoenix e falar com ele, contar toda a verdade antes que Aro cumpra a sua ameaça e saia espalhando para o mundo. Esse não é um assunto fácil e seria muito pior se ele descobrisse pela TV.

–Eu acho que ela tem razão. Além disso, vai fazer bem você ficar um pouquinho com o seu pai.

–Mas isso significa que vamos ter de nos separar, e eu não estou pronta para me afastar de você, não sei se conseguiria isso.

–Eu também não – respondi abraçando-a mais forte – então a única solução que existe é eu ir com você. – Ela se afastou um pouquinho, o suficiente para me olhar nos olhos e franziu o cenho.

–Eu quero muito que você vá Edward, mas...

–O que? Tem vergonha de me apresentar ao seu pai? – perguntei segurando a risada e ela revirou os olhos.

–É claro que não, eu teria mais medo de que ele atirasse em você – ela respondeu e gargalhou ao ver o medo em minha expressão, mas depois ficou seria outra vez – Você não pode ficar longe daqui, não por muito tempo. Por minha culpa Aro vai escravizar você também, ele não vai te dar nenhum minuto de paz e...

–Bella, Aro não vai fazer nada disso comigo, eu não vou deixar. Além do mais eu estou oficialmente de férias, temos um mês inteirinho para aproveitarmos em Phoenix.

–Férias? – Ela perguntou atônita – Como foi que você conseguiu isso?

–Quando eu cheguei lá hoje, Jane queria falar comigo. Ela queria que eu trabalhasse mais para compensar a falta que você faz na equipe, mas eu disse a ela que não por que estava muito cansado, já que eu tinha trabalhado em dobro com você nos últimos dois meses e precisava de descanso.

–E ela simplesmente te deu? Simples assim?

–Não, ela pediu que eu pensasse em uma proposta nesse tempo.

–Que proposta?

–Ela quer que eu renove meu contrato por mais cinco ou dez anos. – Bella ficou lívida, os olhos arregalados e ofegava com a boca entreaberta. – Bella? Bella o que foi? Diz-me o que você esta sentindo? – perguntei imaginando que algum dos seus ferimentos estivesse doendo, mas ela não me respondia só me olhava com os olhos cheios de dor. Eu estava desesperado e prestes a chamar meu pai quando ela finalmente falou:

–E... Você esta pensando em aceitar? – Soltei a respiração que eu nem percebi que estava prendendo e dei um riso de alivio.

–É claro que não meu amor, eu não quero isso.

–Mas, eu pensei que fosse isso que você queria, que fosse disso o que você gostava.

–Só quando você estava lá. Não imagina o inferno que foi gravar sem você, além de eu ter que tomar Viagra, eu levei varias broncas do Caius por que não estava concentrado o bastante ou não estava gemendo ou estava frio demais. A única coisa que eu pensava era em acabar logo com aquilo e voltar para você. –Bella ficou em silencio por um momento e depois respirou fundo.

–Mas Aro disse que você estava se divertindo bastante lá. – Segurei o queixo de Bella e a fiz olhar em meus olhos

–Amor, não acredite nele nunca. A única coisa que ele quer é ferir, magoar e amedrontar você. Nada do que ele diz é verdade. Nada.

–Eu sei que não, agora eu sei – Ela disse acariciando meu rosto – Ele me disse que nem você, nem ninguém nesse mundo me amavam, mas como eu posso duvidar do seu amor? Como eu posso duvidar do amor da Esme? Da sua família?

–Eu te Amo Isabella e sempre vou amar. Nunca, nunca duvide disso. – Dei um beijinho rápido em seus lábios e um em sua testa a fazendo voltar a se deitar em meu peito.

–E então nós dois vamos para Phoenix. – Ela falou animada – Está pronto para conhecer o chefe Swan?

–Claro que sim, eu estou sempre pronto para tudo com você. – Ela começou a me falar da cidade em que cresceu e dos lugares que queria me levar ao chegar lá. Aos poucos o remédio que meu pai deu a ela a deixou sonolenta e ela finalmente dormiu.

Fiquei outra vez fascinado vendo Bella dormir, meu amor por ela só crescia a cada dia. Eu não suportaria que ninguém mais fizesse mal a ela. Eu precisava protegê-la, pelo resto de nossas vidas...

E foi ai que eu tive uma grande inspiração...

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A semana que passou Bella ficou na minha casa recebendo muitos mimos e cuidados de todos nós. Alice nos ajudou nos preparativos fazendo Bella levar tanta coisa que parecia que ela estava de mudança e não indo passar apenas um mês.

Bella estava ansiosa para partir, mas meu pai achou melhor que ela se recuperasse de seus ferimentos primeiro. No dia do embarque minha mãe nos levou ao aeroporto e nos encheu de recomendações de todos os tipos e ficou acenando até que já entramos no avião.

–Você parece bem animada baby – Sorri ao ver Bella com um sorriso enorme mal contendo sua empolgação.

–E eu estou. Não vejo a hora de ver o papai. Além do mais eu estou sentindo que muita coisa vai mudar durante esses dias que vamos passar lá – ela falou e seu sorriso murchou um pouco.

–As coisas vão mudar sim meu amor, vão mudar para melhor, muito melhor. –Sorri para ela ao mesmo tempo em que colocava a mão no bolso para verificar se a caixinha de veludo estava segura no meu bolso.

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Pov. Esme

Quando as crianças embarcaram, eu sai do aeroporto dirigindo o Volvo de Edward.

Estava numa estrada diferente, onde eu nunca ainda tinha passado, mas sabia que estava no lugar certo.

Depois de um longo caminho eu finalmente cheguei ao meu destino. Era uma casa enorme, uma verdadeira mansão. Desci do carro decidida a recuperar a minha paz de espírito.

Apertei a campainha e em pouco tempo uma senhora de uniforme impecável veio abrir a porta.

–Por favor – eu disse a ela – gostaria de falar com a senhora Renée Dwyer. Ela está?

–A quem devo anunciar?

–Esme, Esme Cullen.

–Um momento senhora. – Ela entrou e alguns minutos depois ela volta e me pede para segui-la para dentro da casa – Fique a vontade senhora Cullen, ela vai recebê-la em alguns minutos. Posso lhe servir algo?

–Não, obrigada.

–Com licença. – Ela sai e eu passo a olhar para a grande sala de visitas. O lugar era cheio de objetos ostentosos que não combinavam entre si. Era tudo muito cafona. Eu observava com curiosidade a pele de um urso polar em cima da lareira quando eu ouço o inconfundível som de saltos ecoarem no chão.

Olhei para trás e dei de cara com uma mulher baixinha com os seios enormes praticamente escapando do decote enorme do vestido curto e apertado demais para uma mulher da idade dela.

–Olá – ela disse simpática – Esme não é? Por favor, sente-se. Em que posso ajudá-la?

–Espero não estar te atrapalhando, eu só gostaria de falar com você por alguns minutos, eu sou a mãe de Edward Cullen.

–Edward Cullen? Esse nome não me é estranho. – Ela enrolou a ponta do cabelo no dedo e colocou a cabeça de lado pensando – Eu acho que já ouvi esse nome antes.

–Tenho certeza que sim, mas você provavelmente o conhece por Mr. Fuck. – Ela sorriu e me olhou de cima a baixo

–Você é a mãe do Mr. Fuck. Nossa que honra. Seu filho é o melhor ator que nós já tivemos, ele é incrível e eu aposto que você tem muito orgulho dele.

–Sim eu tenho muito orgulho do meu filho, não tanto pelo seu desempenho em filmes pornôs, mas pela pessoa que ele se tornou, pelo caráter dele. Mas eu não estou aqui para falar do meu filho, e sim da sua filha.

–Ah eu já sei o que houve. Você esta aqui para pedir o dinheiro que ele pagou pela garota não foi? Aposto que já se arrependeu de ter pagado tão caro por ela. Olha, sinto muito, mas eu não posso te devolver o dinheiro e...

–Não, não é nada disso. E não foi o Edward quem pagou a multa dela, fui eu.

–Você? – Ela perguntou parecendo chocada – Aquela vadiazinha... Isso é o que eu chamo de boceta boa viu. Conquistou o filho e pelo jeito a mãe também.

–Qual é o seu problema? Olha a maneira que você esta falando da sua filha, não fale como se ela fosse a sua fonte de renda. – Renée gargalhou bem alto.

–Mas é isso exatamente o que ela é para mim.

–Isso é errado. A sua filha foi um presente que Deus te deu para você cuidar, amar e proteger. E não vendê-la como você tem feito.

–Presente? – ela riu com desdém – A única coisa que ganhei com Isabella foi um corpo deformado. Eu não a queria de jeito nenhum, mas Charlie não me deixou tirar e eu tive que carregá-la. Só que quando ela cresceu eu pude cobrar pelo transtorno. Tudo o que você esta vendo aqui, os caros que estão na garagem, as propriedades que eu tenho em vários países do mundo e os milhões que eu tenho no banco fazem parte desse acerto de contas, vem direto daquela bocetinha de ouro.

–Você não sabe do que esta falando, você não conhece a Isabella, não faz idéia da filha maravilhosa que você tem. Um sorriso dela vale muito mais do que qualquer casa, qualquer carro, qualquer conta milionária no banco.

–Você é a mãe dela! – continuei cheia de raiva com a cara de desdém que Renée me olhava – Eu não entendo como você foi capaz de abandonar um ser que veio de você, que precisava de você para tudo. Uma menina que sonha a vida toda com a mãe, que espera por um telefonema, uma carta alguma noticia de que a mãe se lembra dela e que espera por um carinho, um dia, um minuto, uma hora juntas. Um tempinho que a mãe lhe chame para passar com ela. E quando isso finalmente acontece ela simplesmente acaba com a vida dessa menininha, destrói a vida dela! – Gritei descontrolada e Renée se levantou e passou a gritar também.

–Olha aqui senhora, eu nem te conheço e não sei o que aquela garota disse sobre mim, mas eu não vou permitir que você venha a minha casa para me falar as merdas que você bem entende. Eu não acabei com a vida dela coisa nenhuma, eu dei a ela uma vida, dei a ela uma carreira, um nome. Você não imagina o quanto é difícil crescer nesse ramo e ela teve de mão beijada por ser a minha filha. Ela herdou o meu legado e agora cospe no prato em que comeu... Aquela vadia é uma ingrata mesmo.

–Não fale assim dela, Isabella ao contrario de você é uma pessoa honesta e decente.

–Ela é uma vadia isso sim, a da pior espécie. Aposto que enquanto você esta aqui gastando saliva para defendê-la, ela deve estar lá na sua casa fazendo uma orgia com o seu filho e o seu marido – Ela ainda falava quando eu cruzei a sala e lhe dei um tapa com toda a minha força.

Ela olhou para mim com os olhos arregalados e com a mão no rosto vermelho e do nada começou a rir. Isso me encheu ainda mais de raiva. As atrocidades que ela fez e disse da sua própria filha, que agora era minha, de tantas maneiras me passaram pela cabeça naquele momento. Sem que eu quisesse ou pudesse me conter eu fui até ela e lhe dei outro tapa e mais outro, e mais outro.

Bater nela lavava a minha alma de tudo de ruim que aquela peste tinha feito com a minha menina. De repente eu senti mãos fortes me puxando para longe dela e bem atrás de mim havia um segurança enorme.

–Me solta – gritei para ele.

–Me acompanhe até a saída senhora.

–Sim eu vou, mas me solte – falei sem paciência me desvencilhando dele e caminhando até o sofá para pegar a minha bolsa. Chegando a porta da sala eu olhei para trás e vi uma Renée toda descabelada e com um corte na boca.

–Eu só vou lhe dizer uma vez, se você chegar perto da minha família outra vez, se fizer algo contra qualquer um deles, você vai se ver comigo entendeu? – Dei meia volta e o segurança me encaminhou até a saída.

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Pov. Bella

O sol brilhava com força total quando chegamos a Phoenix. Olhei para cima e sorri saudosa, eu quase não via o sol em Forks.

Bem ao meu lado vinha Edward em toda a sua gloria, muito lindo usando calça jeans e camiseta branca com a gola em V, óculos escuros e um boné com a aba virada para trás e, o que o deixava ainda mais perfeito um sorriso torto brincando em seus lábios.

No taxi eu mostrava ao Edward alguns lugares que me eram familiares, e eu não conseguia evitar rir e sorrir feliz em estar ali com ele, mas quando o taxi parou em frente à casa de dois andares com a viatura parada na calçada, um nó se formou na minha garganta e meus olhos se encheram com lagrimas de saudade.

Sem pensar muito eu desci do carro e corri para casa. Testei a maçaneta e a porta estava aberta.

–Papai? – Entrei gritando como quando eu fazia quando era criança e chegava da escola – Pai eu estou aqui.

–Bella? – Eu ouvi a sua voz abafada de algum canto da casa e poucos segundos depois ele surge no alto da escada correndo em minha direção e me abraçando bem apertado – Bells, que saudades de você.

–Eu estava morrendo de saudades de você papai muitas mesmo. – Ele me soltou e deu um passo para trás

–Deixa eu olhar para você meu bem – ele passou o polegar limpando uma lagrima que tinha caído ali. – Tão linda. – Eu ri feliz e o abracei novamente.

–Vim passar um mês todinho com você. – Ele franziu o cenho e olhou em volta

–E você não trouxe nada?

–Ops. Eu acho que esqueci tudo o que eu trouxe lá fora.

–Você só não esquece a cabeça por que esta grudada no pescoço. – Ele riu — vem, vamos pegar. – Ao sairmos o taxista ajudava Edward a colocar as malas na porta de casa.

–Você me abandonou. – Edward disse com os olhos cerrados e eu ri

–Me desculpe amor, acho que me empolguei – ele passou os braços em torno da minha cintura e colou sua testa na minha

–Tudo bem, contanto que você não faça mais isso.

–Não vou fazer, eu prometo – fiquei na ponta dos pés e lhe dei um beijo, que teria durado mais se meu pai não tivesse nos interrompido.

–Eu não fazia idéia que entre tudo o que você trouxe estava um rapaz quase dois metros de altura. – eu ri

–É eu o trouxe também. Edward esse é o meu pai Charlie Swan e Pai, esse é o meu namorado Edward Cullen. – Edward deu um passo a frente e esticou a mão para o meu pai que a pegou e apertou forte.

–Muito prazer em conhecê-lo senhor. – falou com a voz firme e segura, meu pai o avaliava com a cara amarrada, o bom humor esvaindo-se dele visivelmente.

–É... Vamos entrar – Eles pegaram as minhas malas e entramos em casa. Estava um silencio constrangedor e meu pai parecia ressentido, olhando de mim para o Edward com cara de mau e de braços cruzados.

–Pai, cadê a Sue? – perguntei para quebrar o clima pesado.

–Ela foi ao super mercado, já deve estar chegando. – Terminou de falar e voltou a olhar feio para o Edward

–Tem uma bela casa Senhor Swan – Meu pai balançou a cabeça sem dizer nada e Edward me olhou – onde é o banheiro?

–Lá em cima, segunda porta a esquerda.

–Eu já volto, com licença. – Ele saiu e meu pai o acompanhou com os olhos. Quando já estava fora de vista o olhar de mau foi dirigido a mim.

–O que foi pai? Por que você esta com essa cara, não gostou que eu vim te visitar? – Ele pareceu amolecer um pouco.

–É claro que eu gostei Bells, eu só não esperava que você trouxesse... Ele.

–Eu sei que foi uma surpresa para você, mas pode ser simpático? Ele é especial para mim.

–Você veio só para apresentá-lo?

–Não eu vim por que sinto muita a sua falta papai. –As minhas mãos tremeram ao me lembrar do verdadeiro motivo para eu estar ali – Eu preciso de você, preciso falar com você.

–O que houve Bella? Do que você precisa minha filha? É só falar.

–Eu tenho muito tempo para isso depois, primeiro eu quero matar a saudades de você. – Ele abriu os braços e eu fui em sua direção, me sentindo segura e protegida, como sempre estive ao seu lado.

Notas finais
E ai? O que voces acharam? Contem para mim!
E não é que a Esme desceu do salto e partiu para cima da Renée?
E o Charlie :) Bem, ele ainda esta meio emburrado com o namorado da filha, mas eles tem um mes para se conhecerem tudo vai dar certo.
Algeum tem alguma ideia do que tem na caixinha de veludo no bolso do Edward? O que sera que ele pretende?
Palpites? contem para mim!
Eu quero muuuito agradecer as novas leitoras que leem com muito entusiamo e chegam junto em um ou dois dias, eu me sinto lisonjeada, uau. Obrigada mesmo :)
Beeem eu volto na semana que vem!
Té terça, Beeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeijos