Luz, Câmera E Tesão
3 Teste
Ainda faltavam alguns minutos para o início do teste e eu lia novamente o roteiro pensando em como atuaria. Eu sei que era só sexo, mas não seria a mesma coisa, até porque não era fácil transar com várias pessoas no local me olhando, filmando e analisando cada coisa que eu faço, eu até poderia me concentrar na garota bonita que atuaria comigo, mas não era fácil de ignorar toda aquela gente, sem falar que tinha que prestar atenção nas instruções.
Até hoje eu não tive o que se pode chamar de vida sexual ativa. Perdi minha virgindade aos dezoito anos e posso contar nos dedos às vezes que fiz sexo, não era por falta de opção ou de vontade, sem falsa modéstia, as garotas sempre me importunavam, mais eu não estava a fim de garotas vulgares que ficam se esfregando em qualquer um. Além de que eu sempre estive focado nos meus estudos, e sem esquecer a minha bendita timidez.
E é obvio que eu tinha as minhas necessidades e para supri-las eu agia como um verdadeiro punheteiro, principalmente depois que eu vi a Sweet pela primeira vez, era quase impossível não fazê-lo.
Então eu não era o que se pode chamar em expert em sexo, mas a quantidade de pornôs que eu vi me ensinou alguns truques, o que não vai me deixar fazer feio aqui – assim espero! E o que me resta é esquecer a timidez fingir que não tem ninguém olhando, esquecer que estou aqui, mas não o verdadeiro motivo para estar aqui, sem falar que minha Sweet vai me ajudar nisso.
—Oi. Nervoso? – Uma mulher loira arruivada, linda, me puxou dos meus devaneios – sou a Tanya.
—É a Heidi disse. Eu sou o Edward e ela disse isso também não é? – sorri – Eu acho que estou só um pouco nervoso, afinal é a primeira vez. E você?
—Eu estou também! Que bom que você é lindo assim, eu estava com medo de ser um velhote barrigudo – ela riu e eu a acompanhei – não sei se conseguiria fingir tão bem que estou com tesão, pelo menos não o suficiente para ganhar o emprego, ainda mais nervosa como eu estou. Bem pelo menos agora eu não vou ter que fingir tanto...
—É – pigarreei fingindo que não entendi sua investida – demos sorte, eu estava com medo também.
—Ei, vamos lá? – Heidi nos chamou me livrando temporariamente daquela tarada – vamos, eu tenho algumas instruções para você.
Fomos para frente da cama e só então ela começou a falar:
—Tanya haverá sempre uma câmera filmando seu rosto, suas reações. Olhe para a câmera a maior parte do tempo, solte muitos gemidos, quanto mais, melhor e isso serve para os dois. Edward, fale sujo, e facilite para a câmera pegar bem a penetração, ok? Bem, boa sorte aos dois. Vamos começar.
Eu tirei minha camisa ficando apenas de calça jeans que a figurinista me deu, aguardando atrás das câmeras esperando a minha deixa. Enquanto isso, Tanya sentou-se na cama, abriu as pernas e começou a se tocar por cima da calcinha, passava as mãos nos seios e olhava sensualmente para a câmera. Lentamente tirou toda a sua roupa, se tocando e se exibindo.
Eu olhava pra ela, e imaginava minha Sweet, fingia que era ela ali, me lembrava dê seus gemidos doces e de sua bunda perfeita rebolando, tentei ao máximo me concentrar nessa imagem apertando meu pau por cima da calça. Quando a luz vermelha se acendeu no estúdio, eu já estava pronto para agir.
Ao me ver chegar, Tanya parou de se contorcer na cama e veio se esfregar em mim. Eu apertava seu corpo junto ao meu, me curvei e chupei um de seus seios enquanto massageava o outro e ela gemia cada vez mais alto. Sem aviso a joguei de quatro na cama, dando uma palmada em sua bunda e metendo meus dedos em sua boceta.
A luz se ascendeu no estúdio e Tanya se levantou e ajoelhou na minha frente, sem demora abriu minha calça, liberando meu pau muito duro. Sem se fazer de rogada, ela pegou meu pau e o massageou. Passou a língua por toda a sua extensão, até as minhas bolas e as chupou com gosto. Voltou com a língua pelo mesmo caminho, lambendo e beijando.
—Engole meu pau, sua vadia – ela sorriu para a câmera e abocanhou meu pau até onde conseguia, massageando o que sobrava – isso... engole tudo – forcei um pouquinho sentindo meu pau em sua garganta.
Então a luz se acendeu novamente e Tanya se levantou e deitou na cama enquanto eu me afastava para vestir o preservativo, a câmera se focou nela. Mais depressa que pude, eu voltei e meti fundo enquanto ela rebolava e gemia escandalosamente.
A luz se ascendeu e mudamos de posição. Deitei-me na cama e Tanya sentou no meu pau de frente para mim, eu apertava sua bunda com vontade enquanto ela cavalgava. Eu olhei para os peitos dela subindo e descendo a minha frente e não me fiz de rogado, os beijei e abocanhei segurando firme em sua cintura a ajudando em seus movimentos em cima de mim. Sabia que mais cinco minutos se passaram quando a luz vermelha voltou a brilhar no estúdio e ela se virou de costas para mim, ainda montada no meu pau e continuou a cavalgar com a cabeça deitada no meu ombro toda exposta para a câmera.
Senti meu orgasmo se aproximar, mas eu queria dar uma boa impressão e aguentar firme mais um pouco. Atuando, eu desci minha mão para o seu clitóris e o esfreguei enquanto metia nela com força.
Gemi alto querendo me segurar um pouco e passei meus olhos pelo quarto tentando me concentrar em outra coisa que não fosse a linda mulher cavalgando no meu pau. Foi quando eu vi no cantinho do quarto uma poltrona, a mesma poltrona em que a Sweet se masturbava em seu primeiro filme. Aquela imagem encheu minha cabeça e mesmo fechando tentando pensar em outra coisa, a garota quicando em meu colo me fez gozar praticamente gritando no set.
—E... corta! – gritou Heidi enquanto eu tremia de tesão.
Assim que Tanya saiu de cima de mim, os contra regras nos trouxeram toalhas úmidas para que pudéssemos nos limpar. Eu me livrei do preservativo e passei a me limpar imaginando como eu tinha me saído.
—Ok pessoal, vocês estão indo muito bem. Acha que em 15 minutos podemos continuar? – perguntou Heidi olhando para o meu corpo e eu assenti.
—Claro.
—Essa é a vantagem de se trabalhar com um homem tão viril – disse Tanya se esfregando em mim com um sorriso safado e apertou meu pau – se você quiser eu posso te ajudar a ficar pronto... assim voltamos mais rápido.
—Obrigado, mas não precisa – sorri para ela e me afastei logo em seguida. Mulher oferecida.
Sem que eu percebesse estava indo em direção aquela poltrona, atraído por ela como um imã por um metal.
Cheguei nela e toquei emocionado, senti meus olhos arderem com as lagrimas. Era tão surreal estar no quarto onde ela esteve, bem ali naquela poltrona, naquela primeira cena que eu vi dela, no lugar onde ela me fez gozar, por ela, pela primeira vez.
Ali, era impossível não acreditar que eu estava perto dela que eu ia encontrá-la. Eu sentia que meu sonho estava cada dia mais perto de se tornar realidade.
—Eu vou te encontrar – jurei baixinho.
—Tudo bem Edward? – uma contra regra me trouxe de volta a realidade – podemos recomeçar? – perguntou olhando para a minha ereção e eu segui seu olhar. Era loucura, mas apenas pensar nela meu corpo reagia.
—Com certeza, vamos lá – voltamos para perto da cama onde Tanya e Heidi me esperavam para recomeçar.
—Bem, a cena anterior já deu o tempo necessário, mas precisamos da sequência, então voltem para a cena anterior e assim que voltarmos a gravar mudem a posição, ok? – assentimos para ela e enquanto Tanya se dirigia para a cama eu coloquei a camisinha. Não demorou nada para ela vir para cima de mim e voltou a cavalgar em meu pau – gravando!
Eu recomecei meus gemidos, assim como a minha companheira e sem aviso, eu a tirei de cima de mim e a coloquei de quatro, voltando a meter sem dó.
—Rebola vadia, rebola no meu pau – eu dizia enquanto batia e apertava a bunda dela que berrava cada vez mais alto. Levei meu dedo médio ao seu cu rodeando a entrada – Vai dar seu cuzinho pra mim vadia, vai?
—Fode.... meu cu, fode! – Berrava a Tanya.
Nesse instante a luz acendeu e eu comecei a meter forte no cu dela. Como era a última posição não era necessário os cinco minutos e ficaríamos assim até gozar. Quando eu estava perto, tirei o preservativo e gozei na bunda dela, batendo nela com meu pau no processo, exatamente como eu via nos filmes.
—E... Corta! Muito bem pessoal, é isso ai – Heidi Finalizou – Bem ali há alguns banheiros, tomem banho, vistam-se e voltem.
Seguimos para onde ela indicou ainda nus, não havia necessidade de esconder o que todos ali já tinham visto. A caminho do banheiro eu pensei na loucura que eu estava fazendo, me expondo assim, largando tudo pela possibilidade de um dia encontrar com a mulher que tira o meu juízo.
Eu me sentia envergonhado por tudo o que eu fiz, mas não arrependido. Apesar de estar agindo insanamente eu estou correndo atrás do meu sonho, porra! É com ela que eu sonho, é dela que eu preciso e é ela que eu quero pelo menos por uma vez.
—Eu aposto que você já ganhou o emprego –Tanya chegou me abraçando por traz – Você foi muito bem, fode gostoso e seu pau é enorme. Vai fazer o maior sucesso entre a mulherada.
—Você foi muito bem também – a afastei educadamente – mas vamos tomar banho logo, estou ansioso pra saber a decisão dela – sem esperar que ela respondesse eu entrei em um dos banheiros e fechei a porta.
Tomei um banho rápido, coloquei um roupão que encontrei e fui procurar por minha roupa. Eu a encontrei dobrada em uma cadeira perto do banheiro deve ter sido colocada por uma contra regra eficiente então me vesti rapidamente antes de voltar para o cenário. Fiquei olhando para a mobília ali, pensando na minha deusa tentando manter a distância um pouco. Cinco minutos depois, quando ela voltou Heidi iniciou uma pequena reunião conosco.
—Bem, é assim como vocês viram e fizeram aqui, não tem segredo. A estrutura dos filmes é sempre essa. O teste foi muito bom e em dois dias o resultado dos exames ficará pronto é quando entraremos em contato com vocês. Por hoje então é só. Muito obrigada.
Sai de lá bastante confiante. Eu sei que vou conseguir. Eu preciso conseguir. E sinto que em dois dias a minha vida vai mudar.
Em dois dias...
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