Luz, Câmera E Tesão
20 Assumindo papéis
Notas iniciais
Ok, não é terça, mas só é outro dia quando a gente dorme e acorda, então pra mim ainda é terça sim.
Bem, espero que gostem.
Pov. Bella
Levei um tempo para juntar todas as palavras que tinham saído da boca de Edward. Quando consegui, não acreditei que foi aquela frase que ele tinha dito.
Desencostei as nossas testas e o encarei.
Ele me olhava com aqueles olhos verdes e brilhantes com um meio sorriso perfeito nos lábios. Sua expressão cobrava de mim uma resposta, mas eu não conseguia raciocinar eu fiquei apenas olhando para ele tentando organizar minhas idéias.
Pouco a pouco o sorriso foi se desmanchando, e ele desviou seu olhar do meu. E ele falou baixinho
–Eu entendo que tudo esta indo rápido de mais e...Tudo bem se você não aceitar, mas por favor não se afaste de mim. Eu preciso de você e...
–Shhh — Coloquei o dedo em seus lábios para que ele parasse de dizer as besteiras que estava dizendo – Eu quero namorar com você, quero muito. Eu só... –Antes que eu pudesse completar a minha frase, Edward veio para cima de mim, me beijando carinhosamente.
Infelizmente precisávamos respirar, mas Edward não parou de me beijar, ele desceu beijos pelo meu pescoço e descansou sua cabeça ali, enquanto eu acariciava seus cabelos macios.
–Eu adoro seu cheiro sabia? –Edward falou e se afastou o suficiente para olhar em meus olhos — Eu sempre imaginei que você teria um cheiro bom, por que você é toda boa. –Ele sorriu- Eu sonho com você toda noite, há mais de dois anos, mas a realidade é muito melhor do que qualquer sonho que eu já tive.
–E o que você sonhava?
–Você sabe muito bem. Sonhava em estar no lugar dos atores dos seus filmes, que podiam te comer de todas as formas possíveis, mas eu nunca sonhei em estar no lugar em que eu ocupo agora. –Ele deu um sorriso glorioso – Eu sou o seu namorado. –Pensar nisso me fez rir, e Edward me olhou cheio de duvidas — Por que esta rindo?
–Eu estou pensando no que as garotas da Volturi vão dizer quando souberem disso. Se elas já me odiavam antes, sem motivo nenhum, imagina agora que tem.
–Quem te odeia? –Ele perguntou espantado
–Todas as mulheres que trabalham lá, seja faxineira, secretária, ou atriz. A única que fala comigo civilizadamente é a Jane, mas eu sei que ela não me suporta, na verdade só a Rosalie não me odeia. Ela, Jasper e Caius são os meus únicos amigos lá.
–Por que isso?
–Eu não faço idéia. A Rose acha que é inveja, mas eu não vejo o porquê disso. Será que elas não vêem que a única coisa que eu ganho sendo famosa é mais trabalho?
–Você é tão incrível, como que alguém consegue te odiar?
–Elas conseguem –ri sem humor- e tudo piorou quando começamos a gravar juntos.
–Como assim?
–Você é lindo e é um ótimo ator. É obvio que todas querem gravar com você. E ainda tem o sucesso que nossos filmes fazem, elas não suportam isso.
–Concerteza é inveja. Mas é só porque você é a mais linda, a mais perfeita e a mais gostosa de todas. –Edward me abraçou apertado e depois me beijou carinhosamente e antes que recuperássemos nossos fôlegos ele disse:
–Bella, posso te fazer uma pergunta?
–Claro — respondi ofegante
–É por isso que você não gosta de trabalhar na Volturi?
–Quem disse que eu não gosto de trabalhar lá? –perguntei nervosa
–Ninguém disse, eu percebi. É muito fácil ler você. –Ficamos nos encarando por alguns minutos. Era injusto esconder dele tudo o que aconteceu na minha vida, uma vez que ele me contou a sua –ou parte dela – sem ao menos hesitar, além do que agora ele era meu namorado, apesar de sempre ter sido meu amigo. Eu sei que poderia confiar nele, mas não era algo que eu estava preparada para falar nesse momento.
–Bom esse é um dos motivos. –Disse vencida.
–Quer me contar quais são os outros?
–Quero –falei sinceramente- mas hoje não. Está tarde e amanha a gente grava cedinho... –Edward semicerrou os olhos e sorriu
–Você esta me mandando embora?
–Estou? Acho que sim. –Ele me olhou com uma falsa expressão de choque
–Que legal, a minha namorada me expulsa da casa dela no dia em que eu a peço em namoro. Pobre de mim se é assim no primeiro dia, imaginem os outros. –Ele fez um biquinho adorável que eu me senti na obrigação de beijar
–Não fica assim querido. Eu estou te mandando embora hoje, por que vamos gravar amanha. Eu não vou fazer isso sempre, eu prometo.
–Se é assim eu vou. A gente se vê de manha não é?
–Pode apostar que sim meu caro Mr. Fuck — Me levantei junto com ele e o levei até a porta e nos despedimos com muitos beijos prolongando a despedida, eu não queria que ele fosse, mas eu não saberia o que fazer se ele insistisse num assunto que eu não estava preparada para falar.
–Agora eu vou. –Edward falou me puxando de repente e colando nossos corpos e me beijou sem delicadeza nenhuma me deixando maluquinha com a sensação. Antes que eu pudesse me recuperar ou firmar as minhas pernas que mais pareciam gelatina, ele sussurrou no meu ouvido com a sua voz rouca, típica de quando estamos gravando, como se ele tivesse invocado o Mr.Fuck – Mal posso esperar pra te ver na sua fantasia, minha Sweet.
Minha pele se arrepiou ao ouvir as suas palavras e meu coração quase saia pela boca enquanto eu via ele se afastar.
Demorou um pouco para que eu me controlasse e por isso eu fiquei um bom tempo parada na soleira da porta sorrindo feito uma idiota. Algumas pessoas que passavam por ali me olhavam como se questionassem a minha sanidade mental, então eu resolvi entrar antes que chamassem alguém do hospício para me levar.
Fui para a cama logo depois já imaginando a longa noite que eu teria sem conseguir pregar os olhos me lembrando de cada detalhe desse dia. Quando eu iria imaginar que um dia que começou sendo horrível, se tornou um dos melhores dias da minha vida.
Edward me queria afinal. Ele não estava brincando comigo, ou me usando como eu achei que estivesse.
Aquela moça era a irmã dele, tudo bem que esse fato me fez sentir uma completa idiota por tê-lo ignorado por tanto tempo, mas isso não tirou a alegria que senti ao ouvir isso.
Ele gostava de mim e estávamos namorando. Namorando.
Eu queria que Aro e minha mãe me vissem agora, como eu queria. Eles disseram que eu nunca teria ninguém, e eu cheguei a acreditar realmente nisso, mas por um milagre do destino, agora eu tenho o Edward, mesmo que ele ainda esteja confuso com seus sentimentos.
...
Não sei dizer em que momento, mas eu acabei dormindo um pouquinho antes de amanhecer e quando abri meus olhos novamente, o dia estava claro. Olhei no relógio assustada e vi que já eram 08h45min e eu tinha que estar na Volturi as nove e concerteza a minha picape não ia me ajudar a chegar de pressa lá.
Vesti a primeira coisa que eu encontrei — um jeans, camiseta e meu inseparável par de vans – prendi meu cabelo num rabo de cavalo e sai correndo em direção a rua.
Como a pressa é inimiga da perfeição, eu estava levando mais tempo que o normal para conseguir abrir a porta. Eu já estava entrando em desespero quando sinto uma mão tocar o meu ombro. E gritei.
–Calma Bella — Me virei e Edward sorria pra mim –Eu não queria assustar você, me desculpe.
–Não, esta tudo bem. Eu é quem estava distraída, essa porta emperrou só por que eu estou atrasada.
–Não está tão tarde assim...
–Mas é que meu carro é meio lento, eu tenho que sair bem cedo para não chegar atrasada.
–Não seja por isso, quer uma carona comigo hoje? –Era uma boa idéia, por que pelo visto eu não iria conseguir tirar meu carro do lugar mesmo e o sorriso do Edward era tão irresistível, que nem que ele estivesse me convidando para pular de um penhasco eu negaria.
–Claro, vai ser ótimo — Sorri me aproximando dele e seguimos para o seu carro estacionado do outro lado da rua. Fui em direção a porta do carona que Edward gentilmente abriu para mim, mas antes que eu pudesse sentar ele me puxou para fora.
–O que foi? –Perguntei sem entender a sua atitude
–Nada, eu só quero dar um bom dia descente para a minha namorada. Posso?
–Deve. –Edward colou seu corpo no meu me prensando no carro, me beijou. Seu beijo me fez ver o sol, mesmo sob as nuvens constantes de Forks. –Bom dia! –Falei assim que recuperei meu fôlego
–Muito bom dia! –Sorri para ele e entrei no carro. Logo ele assumiu seu lugar e seguimos para a Volturi.
Conversamos coisas banais durante o caminho, Edward tinha mais algumas perguntas pra mim. E mais rápido do que eu achava ser capaz chegamos a Volturi. Como antes Edward abriu a porta para mim e segurou minha mão por todo caminho e ao entrar no prédio.
Ao passar pela recepção, encontramos a Gianna que nos encarava com um olhar venenoso.
–Ora ora, se não é Mr.Fuck e a Sweet chegando juntinhos. –Tentei puxar a minha mão da do Edward, mas ele a segurou mais forte e respondeu
–E o que você tem com isso? –Perguntou ele furioso e sem ao menos olhar em direção a ela, seguiu para o elevador praticamente me arrastando com ele. Quando o elevador se fechou ele me abraçou forte.
–Você esta bem? –Perguntei
–Sim e você.
–Estou já me acostumei com isso. Nem me importo mais, não se preocupe.
–É Claro que eu me preocupo Bella, você faz parte da minha vida agora, não vou deixar que nada nem ninguém machuquem você. Eu prometo — antes que eu pudesse responder Edward me beijou fervorosamente, e eu podia sentir que com aquele beijo ele firmava sua promessa.
De repente o elevador para e a porta se abre e antes que pudéssemos nos afastar Caius entra sorrindo.
–Estão treinando para a gravação é? Pelo visto estão animados com os personagens não é? É assim que eu gosto, todo mundo no clima
–Caius, não é nada disso nós...
–Sem explicações Bells. Não quero ouvir nada –o elevador parou em nosso andar- vamos, vamos, vamos! Vocês estão atrasados e eu preciso começar a gravação aqui. Vão se vestir e não demorem. –Edward sorria em silencio. Foi caminhando em direção ao meu camarim e me deixou lá, sem nada dizer.
Entrei e encontrei a minha fantasia bem em cima do sofá, me apressei em vesti-la, o que não era difícil, afinal todos os figurinos sempre eram curtos e fáceis de ser tirados para o melhor decorrer do filme.
Arrumei meus cabelos em uma “Maria Chiquinha” e ajeitei a minha roupa. Sai do camarim e fui em direção ao cenário. Edward já estava lá, e minhas pernas fraquejaram ao vê-lo. Se ele já era lindo de qualquer forma, de terno então, nem se fala.
Ao mesmo tempo, ele me olhava de cima a baixo, me analisando e estudando, como eu fazia com ele. E então ele caminhou em minha direção de um jeito sedutor, como se ele precisasse me seduzir, e parou em minha frente apertando o volume sob suas calças.
–Gostou? –perguntei dando uma voltinha, fazendo com que a minha saia de pregas, tão minúscula levantasse deixando meu bumbum a mostra. Eu o ouvi gemer nesse momento o que me deu muita satisfação.
–Você esta muito gostosa. Me da até vontade de voltar pra escola.
–Pessoal, pessoal em cinco minutos –Caius veio gritando- Wooow Bells, você está incrível.
–Obrigada. –Edward continuava a acariciar o seu membro sobre a calça e sorrindo para mim. Ele já estava entrando no clima de gravação, e eu comecei a me preparar também, precisava entrar no personagem.
–Ok vamos dar inicio aqui certo? Mr. Fuck? Sweet? Tudo pronto –assentimos Então vamos começar –Nos posicionamos e Caius deu a ordem de gravando entusiasmado.
Então eu saio por uma porta que dava para um pequeno corredor, abraçada aos meus livros e parei em frente a um elevador. Apertei o botão e aguardei. Quando o elevador chegou eu entrei e fiquei olhando no espelho.
Antes que a porta fechasse, Mr. Fuck entra e se posiciona, de costas, como se nem percebesse a minha presença ali. Eu por outro lado, olho em cada parte do corpo que consigo. Mordo meus lábios e esfrego uma perna na outra, enquanto me abano com a mão.
Mr.Fuck fica o tempo todo lendo algo em seu tablet, sem nem me notar. Então o elevador chega ao seu destino final e nós dois descemos e cada um vai para um lado.
–Corta. Ok pessoal até aqui tudo bem, próxima cena ok? Em suas marcas, vamos lá!
Voltei pela mesma porta em que havia saído antes, e percebendo o elevador aberto corro para poder entrar nele. Mr.Fuck estava la, do mesmo jeito que de antes, com uma mão dentro do bolso da calça e os olhos no tablet. Pareço ser invisível para ele que nem levanta a cabeça quando eu entro.
O elevador começa a subir e chega ao seu destino, Mr. Fuck sai muito apressado e eu o sigo bem de vagar, segurando meus livros, vendo ele entrar em seu apartamento. Suspiro entro. Vou direto para a cama sem ao menos tirar o uniforme.
–Coorta! –Caius cantarolou- Bella, eu não me canso de dizer como você é doce, mesmo para uma atriz pornô. Perfeito. Mr. Fuck precisa de um aquecimento ou podemos seguir?
–Vamos logo com isso Caius, eu não vejo a hora de filmarmos.
–Mr.Fuck safadinho querendo pegar a menininha né? –Caius riu sozinho. Ele não poderia imaginar a tensão que estávamos sentindo naquele momento. Colocamos-nos na posição inicial novamente aguardamos a ordem – Chegou a hora hein pessoal. Com Tesão, muiito tesão. Gravando!
Sai dinovo pela porta e fui para o elevador, novamente entrei e em seguida o Mr. Fuck me seguiu. Como sempre ele tinha atenção apenas para o seu tablet. Ele nem ao menos levantava os olhos para me ver.
E então, de repente o elevador para.
–O que foi isso?- Perguntei “assustada”
–Essa porra de elevador parou. –Ele respondeu apertando o botão freneticamente- Espero que concertem logo.
–E se não arrumarem? O que vai acontecer? –perguntei desesperada e então ele me sacudiu pelos ombros
–Acalme-se garotinha. Tudo vai dar certo, logo eles vão nos tirar daqui, não se preocupe.
–Tudo bem. –Ele afrouxou o nó da gravata e deu uma boa olhada em meu corpo reparando no meu uniforme. Eu usava uma camisa branca, mas os botões estavam abertos, a camisa se unia apenas por um nó bem abaixo dos meus seios, que era possível ser visto por cima do tecido fino. Minha saia de pregas era xadrez, em preto e vermelho que mal chegava a minha coxa, meias brancas ¾ e um sapato tipo boneca preto.
Mr. Fuck olhava cada detalhe do meu corpo, e quando percebeu que eu o olhava também ele pigarreou e voltou o olhar para o que quer que estivesse lendo em seu computador. Suspirei alto e falei
–Quando vão nos tirar daqui? Já faz mais de meia hora que estamos presos.
–Logo, logo. Não é possível que ainda não tenham reparado que o elevador esta parado. Vamos sair logo daqui, não se preocupe. –Bufei
–Mas está muito chato aqui, não tem nada para fazer. –Mr. Fuck me olhou de cima a baixo novamente, dessa vez acariciando seu membro por cima da calça
–Eu posso pensar em algo bem interessante para fazermos. –Mordi meus lábios e perguntei
–O que?
–Podemos nos divertir — ele falou colando nossos corpos e pressionando sua ereção em mim. Eu fugi dele me encostando do outro lado.
–Nos divertir como — perguntei inocente. Ele me deu um sorriso torto que fez minhas pernas ficarem bambas — Por acaso é algum tipo de jogo?
–É. Na verdade é o meu jogo favorito — Ele se aproximou e infiltrou sua mão por dentro da minha camisa, apertando meus mamilos entre seus dedos e eu gemi.
–O que esta fazendo Mr. Fuck?
–Começando nosso joguinho. –Me afastei dele novamente me encostando na outra parede, de costas para ele, que não perdeu tempo e me abraçou por trás pressionando sua ereção na minha bunda e eu rebolei.
–Isso não é certo, eu sou uma moça de família...
–Isso é muito certo –ele disse levantando minha saia e dando um tapa em meu bumbum –e caso não saiba, é assim que se fazem as famílias – Mr.Fuck puxou minha calcinha de uma única vez e me fez gritar, só não sabia se era de nervosismo ou excitação.
Ele então se ajoelhou na minha frente, me fazendo abrir as pernas e se colocando no meio delas, chupando meu clitóris inchado. Sem conseguir me conter, rebolei em sua boca, apreciando a sensação. Agarrei seus cabelos e gemi alto.
Sua língua passeava por toda a minha boceta, me deixando mais encharcada do que eu já estava. Mr.Fuck começou a meter seus dedos em mim, sem deixar de trabalhar com a sua língua. A luz se ascendeu o estúdio e Mr. Fuck se levantou e me olhou nos olhos.
–Eu já joguei, agora é a sua vez. –Bem devagar ele desceu a calça e seu pau muito duro ficou livre. Mordi meu lábio
–Mas eu não sei jogar. O que eu devo fazer?
–Ajoelhe-se –obedeci prontamente- Abra a boca. Boa menina, agora deixa comigo –Mr. Fuck começou a estocar em minha boca, com força, relaxei a minha garganta para que ele pudesse ir mais fundo. Olhei para ele, que me olhava fixamente. Acariciei suas bolas sem quebrar o nosso olhar.
Ele gemia e jogava a cabeça para trás, bombeando cada vez mais forte, cada vez mais rápido, cada vez mais. A luz se ascendeu e então ele me pegou no colo, assim que acomodei minhas pernas em volta da sua cintura, seu membro me penetrou.
Gemi e rebolei em seu colo, pedindo desesperadamente por mais, muito mais e ele me dava. Suas estocadas ficavam cada vez mais fortes e eu sentia que estava perto, e a julgar pelo latejar do membro do Mr.Fuck, ele também estava. A luz se ascendeu no estúdio, mas não conseguíamos parar e então continuamos ali até que o nosso prazer nos arrebatasse.
Notas finais
Muita raiva de mim? aah nao fiquem.
Aah que queria dedicar o capitulo ao meu amado Dudu, que beatou o capitulo e me ajudou no titulo, alem de ter feito a capa pra mim *--* Brigada dudu, voce é demais!
Beem, me perdoem pelas horinhas de atraso, nao vai mais acontecer:)
Bem vindas novas leitoras!
Beeijos e até terça!
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