Lumpus e Rapus
16 Epilogo: Confição finalmente feita!
Notas iniciais
LUMPUS E RAPUS
Epilogo: Confissão finalmente feita!
SOUL POV.
Já se haviam passado uma semana desde que tudo aconteceu. E juro que estava morrendo de ódio de mim mesmo por não dizer a Maka o que sentia.
Mas era hoje que isso ia mudar. Ia dizer a ela o que sentia custe o que custar. E neste mesmo momento a estava procurando pela floresta. Mas não a achava de jeito nenhum.
Foi só quando estava chegando a um ponto da floresta perto da cidade que ouvi uma pequena canção cantada por uma voz muito familiar.
How can you see into my eyes
like open doors
leading you down into my core
where I've become so numb?
Without a soul;
my spirit's sleeping somewhere cold,
until you find it there and lead it back home.
(Wake me up.)
Wake me up inside.
(I can't wake up.)
Wake me up inside.
(Save me. )
Call my name and save me from the dark.
(Wake me up. )
Bid my blood to run.
(I can't wake up. )
Before I come undone.
(Save me. )
Save me from the nothing I've become.
Now that I know what I'm without
you can't just leave me.
Breathe into me and make me real.
Bring me to life.
Comecei a seguir essa voz que tanto admiro e quero. Hipnotizando-me com essa voz de anjo tão linda e melodiosa.
Corri ate o local com um sorriso no rosto e a cada passo que dava ela ficava mais forte e emotiva.
(Wake me up.)
Wake me up inside.
(I can't wake up.)
Wake me up inside.
(Save me. )
Call my name and save me from the dark.
(Wake me up. )
Bid my blood to run.
(I can't wake up. )
Before I come undone.
(Save me. )
Save me from the nothing I've become
Bring me to life.
(I've been living a lie/There's nothing inside.)
Bring me to life.
Frozen inside without your touch,
without your love, darling.
Only you are the life among the dead.
Acabei chegando em uma área aberta, com a grama de um verde claro e o que parecia ser uma cratera.
Sorri ao ver o lugar em que ela estava. Tinha que ser ela para vir para um lugar tão querido como esse.
Continuei a andar indo em direção a cratera que era da onde estava vindo a voz.
All of this time
I can't believe I couldn't see
Kept in the dark
but you were there in front of me
I've been sleeping a one thousand years it seems.
I've got to open my eyes to everything.
Without a thought
Without a voice
Without a soul
(Don't let me die here/There must be something more.)
Bring me to life.
(Wake me up.)
Wake me up inside.
(I can't wake up.)
Wake me up inside.
(Save me. )
Call my name and save me from the dark.
(Wake me up. )
Bid my blood to run.
(I can't wake up. )
Before I come undone.
(Save me. )
Save me from the nothing I've become.
Bring me to life.
(I've been living a lie/There's nothing inside.)
Bring me to life.
Pulei para dentro daquela cratera que tinha pedras nas paredes que brilhavam por causa da água nelas. A cachoeira que caia do rio que passava em cima fazia um barulho estrondoso, mas não incomodo.
Pude ver Maka ajoelhada perto do lago que desaguava. Ela havia terminado de cantar e estava penteando os cabelos com os dedos. Parecia ter acabado de tomar um banho.
Aproximei-me lentamente dela ate me ajoelhar atrás dela e a abraçá-la por trás. Ela deu um pequeno pulo pelo susto e eu ri pela ação.
- Soul! Que susto. – falou para logo tentar se virar, mas ao fazer isso eu a empurrei de leve.
Ela ficou deitada na grama com eu em cima dela. Ela me mirava com os olhos arregalados cheios de duvida.
- S-soul. – gaguejou com o rosto corado. – O-o q-que esta f-fazendo?
- Já não agüento mais Maka. – falei fechando os olhos com força. – Já não suporto mais sempre que vou te falar o que sinto alguém interrompe.
- Soul... – não a deixei continuar.
- Te amo Maka. Desde que te vi lá na prisão. – confessei, e juro que nunca me senti tão bem ao falar. – Quando você me perguntou porque eu havia te beijado, bem aqui onde estamos, eu não sabia o que te responder, mas agora eu sei. Eu te amo, amo tudo seu, seu sorriso, seus olhos, seu jeito, tudo. Não sei o que faria sem você.
Maka ficou em silencio. Não quis abrir os olhos e ver que ela não sentia o mesmo.
Surpreende-me ao sentir sua mão quente em meu rosto. Abri os olhos surpreso e vi o sorriso terno de Maka que tinha o rosto iluminado. Seus olhos brilhavam de alegria.
Ele levou a mão ate atrás da minha cabeça e me puxou para baixo fazendo com que nossos lábios de juntasse.
Fiquei surpreendido, mas mesmo assim corresponde ao beijo. Depois que nos separamos a mirei totalmente confuso.
- Também te amo. – falou com um extenso sorriso no rosto.
Voltei a beijá-la, co que dessa vez foi um beijo intenso em que os dois aproveitaram. Não fizemos nada nesse dia. Apenas aproveitamos da presença um do outro para logo depois vermos o por do sol.
Claro que depois que voltamos quase que Spirit me mata.
Fim?
Notas finais
Bjsss
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