Luiz no Mundo Estranho

6 O Caminhar até Emeraldo


Notas iniciais
Este é um capítulo Filler, se estiver com preguiça de ler, pode pular!!

Após a pausa do descanso, eles decidem andar, Mara vai na frente. O vento balança a grama alta ao redor, e o silêncio do lugar contrasta com a tensão da fuga recente.


Luiz: Você sabe exatamente onde fica Emeraldo?

Mara: Sei sim. É só me seguir. Não tem erro.


O castelo de Diamantina logo se torna apenas um ponto distante atrás deles, enquanto o caminho à frente se abre em colinas suaves, trilhas de terra e campos abertos banhados pela luz do dia.

Durante a caminhada, eles cruzam uma pequena ponte de madeira sobre um riacho cristalino. Ao se aproximarem, percebem um grupo de viajantes tentando empurrar uma carroça presa na lama da margem.

Sem dizer nada, Luiz se aproxima e ajuda a empurrar a carroça com facilidade surpreendente. Em poucos instantes, o veículo se solta. Os viajantes agradecem, impressionados, Luiz apenas sorri de forma discreta e retorna ao lado de Mara.


Mara: Você não percebe, né?

Luiz: Perceber o quê?

Mara: O quanto você já é diferente.


Eles seguem em silêncio por um tempo, cada um perdido em seus próprios pensamentos. Emeraldo ainda está longe, mas agora o destino parece mais concreto — e inevitável.

À frente, no horizonte, surgem as primeiras torres distantes da cidade, anunciando o próximo passo da jornada.