— Vai me dizer que não vai mas nunca trair a Lu com outra mulher?(pergunta Roger)

— Eu te digo que eu não vou trair ela nunca mas.(disse sincero)

— Ah isso não é possível passar a vida toda com uma única mulher.

— É possível sim se ama de verdade vai saber disso quando se apaixonar.

— Que isso nunca aconteça.(disse Roger batendo na madeira que tinha ali)

— Eu também falava isso mas agora digo que foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida.

— É perdemos um amigo para o casamento.(lamenta Glauco)

— Olha parece que a noiva chegou.(disse Roger)

— Ai meu deus que nervoso(disse Digo que estava bem nervoso)

— Tá chegando a hora de se amarrar desista enquanto e tempo.

— Fica quieto seu besta(disse Digo lhe dando um pedala)

Todos os convidados olharam para a entrada e a orquestra tocou uma suave melodia. os gêmeos atravessaram a entrada segurando uma almofada, andavam em sincronia, Aproximou-se do altar e o padre benzeu as alianças.

Padre: Rodrigo Alcantâra... – encarou ele, que o fitava com atenção. – Você aceita Luciana Almeida como sua legitima esposa? Para ama-la e respeitá-la, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, todos os dias da sua vida, até que a morte os separe?

—É claro que eu aceito... – sorriu e viu duas grossas lagrimas caindo dos olhos de Lu.

Padre: Luciana Almeida... – sorriu para a morena. – Você aceita Rodrigo como seu legitimo esposo? Para ama-lo e respeita-lo, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, para todo o sempre, até que a morte os separe?

—Aceito. – ela sorriu, enxugando as lagrimas.

Padre: Podem trocar as alianças. – apontando a almofadinha na mão da pequena, que olhava os dois com curiosidade.

— Por que você tá chorando mamãe? – perguntou enquanto a morena pegava a aliança.

—De felicidade, príncesa. – mandou um beijinho aos dois pequenos e se voltou para Rodrigo. Estendeu a mão e Digo deslizou a aliança pelo dedo dela. Em seguida ela pôs a aliança nele, que sorria abertamente.

Padre: O que Deus uniu, o homem não separa... Pelo poder a mim consentido, eu vos declaro marido e mulher... – suspirou. – Pode beijar a noiva. – disse por fim fazendo os convidados aplaudirem alvoroçados.

Rodrigo se aproximou dela e lhe deu um beijinho singelo, fazendo-a suspirar. Sentia o rosto dela molhado... Ele mal podia acreditar que por fim estava casado com Luciana!

A morena o abraçou, cheirando o pescoço dele, não conseguia segurar as lagrimas, estava muito feliz, muito apaixonada, e nada podia tirar sua alegria naquela noite.

—Te amo... – ela sussurrou, mordendo o lábio.

— Não mais que eu. – murmurou, enquanto se viravam para os convidados, que continuavam a aplaudi-los. As amigas dela sorriam aplaudindo, os amigos dele assoviavam, a mãe dela chorava como um chafariz, os irmãos sorriam. Foram caminhando para fora da igreja, seguidos pelo resto dos convidados. Todos felicitaram o novo casal, que agradecia pela presença de cada um, pacientemente.

Teve o casamento na igreja logo após no cartório e o festão que eles curtiam bastante, e logo vão para o areoporto embarcarem para os Estados Unidos com os pais que moram lá e voltariam para lá e ficaria com os pequenos lá, a primeira noite eles passariam em um hotel e depois alugaria uma casa, eles vão dormindo durante o voô e acordam quando chegam lá no hotel.

— Ai sempre sonhei em vim aos Estados Unidos.

— É sonho realizado.

— Mas o maior sonho era me casar com você.

— É o meu desde que te vi.

— Te amo Rodrigo.

— Te amo Lu.

— Agora vamos ter a nossa primeira noite como marido e mulher.

— A primeira de muitas vamos ficar até velhinhos juntos.

— É o que eu mas desejo até que a morte nos separe.

Nós sorrimos e engatamos um beijo tão gostoso quanto o anterior. Lu tinha pousado as mãos em minha cintura e eu me arrepiei com o choque entre meu corpo quente e sua mão fria. Assim que nos afastamos de novo eu comecei a beijar seu pescoço e fui até a sua orelha onde surrurei um "eu te amo" que fez ela se arrepiar inteira, tiramos nossas roupas. Ela riu e eu a puxei pra um beijo quente. Me coloquei por cima dela e comecei a descer minha mão pelo seu corpo, parando em seu clitóris e começando a massagear. Parti o beijo e dei um chupão marcado em seu pescoço, descendo pros seios logo em seguida. Lu gemia baixinho, mas isso mudou quando eu botei dois dedos pra dentro dela. Enquanto eu chupava seus peitos colocava e tirava meus dedos rápido. Lu se corticia e por várias vezes mordeu os lábios tamanho o prazer que sentia. Continuei fazendo isso até ela gozar e tirei meus dedos dela, lambendo os mesmos. Depois soltei seus peitos e desci direto pra intimidade. Dei uma chupada forte e a Lu gemeu alto, me fazendo continuar no mesmo ritimo. Era bom ver como ela reagia a isso. Eu conseguia imaginar o prazer percorrendo as veias dela do mesmo jeito que é comigo quando é a vez. Continuei chupando forte vez ou outra fazia alguns movimentos com a língua. Não demorou muito pra ela gozar de novo, dessa vez na minha boca. Depois de sentir o gosto dela, meu pau já tava mais que pronto pra entrar nela. Enquanto ela tentava controlar a respiração, tirei minhas roupas e ne encaixei no meio dela. Ela estava de olhos fechados e eu nem avisei, só penetrei nela forte e rápido, fazendo ela gritar e eu sorrir. Comecei a me movimentar com a mesma força e velocidade que a penetrei. Os gemidos dela ecoavam altos no quarto e eu dava um tom mais grave neles quando ele se misturavam com os meus. Um milhão de vezes que eu transar com ela, um milhão e uma de vezes eu vou dizer: que mulher gostosa do caralho. Depois de mais algumas entradas eu acabei gozando e arranquei outro orgasmo dela. Sai de dentro dela e me joguei na cama. Eu estava ofegante, e feliz. e eu ainda me sinto capaz de transar com ela o resto da vida sem me cansar. Porque antigamente eu diria "pra que comer a mesma comida todo dia se eu posso variar", mas hoje eu digo apenas que tenho o melhor prato do universo todos os dias no meu pau. E não preciso de mais nada. Lu, depois de controlar um pouco sua respiração, ficou por cima de mim e deslizou no meu pau, mas ficou parada.

— Que foi morena?

— Você é gostoso pra caralho.

Eu sorri malicioso e segurei em sua nuca, trazendo ela até mim. Nosso beijo foi quente, e no meio dele ela começou a se movimentar no meu pau, o que fazia nós dois soltar gemidos entre o beijo, mas também foi um beijo que ninguém queria parar. Tava bom demais. Mari se movimentava rápido e por fim fomos obrigados a nos separar pra respirar. Ela começou a quicar mais rápido e eu a dar tapas em sua bunda, arrancando gritos excitantes dela. Ela fica muito gostosa assim, mas eu to com o pau até doendo de tesão. Levantei com meu pau ainda dentro dela e a prensei na parede. Comecei a meter mais rápido e ela gemeu mais. Eu intercalava entre dar um chupão em seu pescoço e fazer alguma besteira no ouvido dela. Vez ou outra xingava também, ela é gostosa pra caralho.Não demorou muito e senti Du relaxando. Ela gozou e eu continuei metendo mais um pouco até gozar também. O engraçado é que sempre depois da transa, a primeira coisa que a gente faz é se olhar e sorrir.

— Hoje...você me cansou.

— Mas já? Poxa.

— Você ainda quer mais?

— Ainda queria um anal la no banheiro.

Eu abri um sorriso malicioso e ela retribuiu, me beijando logo em seguida. Eu tirei ela da parede e fui tentando caminhar da melhor forma possível até o banheiro. Entrei no box e finalmente sai de dentro dela, colcoando ela no chão. Nem perdi muito tempo e já coloquei a Lu virada pra parede e empinada pra mim. Aquela bunda gostosa dela deixa tudo ainda melhor. Abri ela e coloquei meu pau pra dentro. Agora que a Lu já tava mais acostumada a isso, não precisava mais tanta calma, então já comecei a me movimentar mais rápido. Eu dava tapas estalados em sua bunda e ia cada vez mais rápido e mais forte, fazendo Lu gritar gemendo e automaticamente fazendo meu pau pulsar. O tesão que eu sentia parecia não ter fim. Essa mina é gostosa demais, Deus do céu. Comecei a xingar várias coisas e quanto ia mais rápido e mais fundo. Lu não demorou pra gozar e eu tenho que concordar que essa posição é a melhor, ainda mais com essa bunda gostosa empinada pra mim. Meti mais algumas vezes e logo depois gozei. Tirei meu pau dela e a Lu se levantou, virando pra mim devagar e me beijando, voltamos para cama.

— Te amo.

— Te amo mas ainda.

— Ainda aguenta mas?