Ela me chamou com o dedo e me levantei avançando pra cima dela, fiquei de pé atrás dela e a puxei pelo meus corpo, senti o choque de nossos corpos se batendo e foi gostoso sentir a pele dela colada a minha.

— Eu já estou louco pra entrar em você.

— Porque não faz isso logo então?

Não espero mais nada a virei pra mim, tomei sua boca, colei na minha e demos um beijo gostoso, sua mão veio parar em minhas costas e ela dei uma arranhada forte, mas não reclamei, peguei sua bunda e apertei.

Ela gemia em nosso beijo e eu estava doido pra entrar nela. Desci da cama e ela parou em minha frente, tive acesso a sua barriga e beijei bem de leve, ela arfou e a vi fechar os olhos. Envolvi meus braços em sua cintura e a peguei no meu colo, eu queria ela deitada pra mim, deitei ela na cama e voltei a tomar sua boca, ela dava arfadas em meio nosso beijo. Levei minha mão em sua cintura e puxei sua coxa mais pra mim, apertei com força, nosso beijo ia ficando mais quente e larguei sua boca com uma mordida em seu lábio. Peguei meu pau e coloquei nela, ela gemeu alto e segurou o lençol, jogou sua cabeça pra trás e comecei a colocar nela mais fundo. Conforme eu ia entrando nela ela gemia mais alto, nossos gemidos iam se intensificando, eu colocava mais rápido. Ela pegou meu cabelo é puxou para ela, a beijei e puxei seu lábio com força, ela sorriu em meio nosso e a soquei mais com meu pau.

— fica de quatro vem.

Sai dela e ela se posicionou como eu havia pedido, entrei nela novamente e ela gemeu, eu peguei seu cabelo e fiz um rabo de cavalo, puxei com força e comecei a colocar mais rápido, ela ia gemendo mais alto, ela segurou os lençóis e gemia cada vez mais. Senti ela relaxar seu corpo e presumi que tivesse gozando, foi aí que botei mais rápido e quando senti que eu ia gozar eu sai dela, joguei todo gozo fora e relaxei também logo depois, ela caiu na cama e ficou rindo. Corri no banheiro e me limpei, quando voltei a vi ainda deitada, me deitei em cima dela e beijei suas costas e fui subindo até seu pescoço, ela se virou pra mim sorrindo.

— Te amo muito.(Lu)

— Te amo também.

— Fica comigo até a Jéssica chegar.

— É óbvio acha que vou te deixar sozinha.

— Vamos assistir um filme ou uma série.

— Pode ser série o que acha de Friends?

— Gosto dessa de comédia quero rir.

Eles procuraram na Netflix e colocaram Friends e foram assistindo vários episódios entre beijos e carinhos, e fica quente o clima novamente e eles pausam a série e fazem amor de novo depois voltam a assistir dando muitas risadas, estavam nús apenas enrolados no lençol e a porta se abre e Jéssica entra no quarto os supreendendo.

— É vou estudar é vocês ficam na safadeza no meu quarto.

— Foi mal Jé.

— Tô brincando pode usar nosso quarto para um ninho de amor, também se tivesse namorado usaria.

— É eu tô indo.

— É já está tarde.

— É pode me da licença para eu me vestir.

— Ah é estão nús, claro que eu dou licença.

— Obrigada.

— Mataram aula que bonito para ficarem namorando.

— Teve algo importante hoje?

— Não a mesma coisa de sempre.

— É então não perdemos nada foi melhor ficarmos aqui.

— É mas não podemos fazer isso todo o dia.

— É mas de vez em quando não faz mal.

— Escola todo dia que faz mal.

— Eu gosto de ir pra escola e aprender, afinal quero ser médica pediatra isso exige muito estudo.

— Quero o mas fácil.(disse e sai do quarto)

Rodrigo se veste e Lu também e ela o leva até o portão.

— É tchau bonequinha vou indo.(disse ele se despedindo dela com um beijo demorado, e se separa dela entrando no carro)

— Tchau bebê(disse ela lhe dando tchauzinho e beijinhos no ar e ele parte com o carro, e ela entra para dentro sorridente)

— É vocês duas faltaram hoje me deixaram sozinha naquela sala.

— Sozinha não tem a Livia.

— Ela não é da minha sala, da próxima falte uma de cada vez.

— É hoje tiramos o dia para ficar com os nossos namorados.

— É mesmo eu percebi.

— Foi mal te deixar só.

— Não acontece que bom que se divertiu.

— É muito ele me deu esse anel de compromisso.

— Tava mas do que na hora né todo casal que é de verdade tem um anel.

— É lindo mas acho muito caro.(disse ela lhe mostrando)

— Você merece.

— Não me sinto bem, ele já me deu um iphone, anel de diamante e colar de esmeralda, o que o povo vai achar disso?

— O povo não tem que achar nada, para de se preocupar com o povo e aproveita.

— Para mim ele não precisava nada disso, um anel de dois reais para mim já estava bom o importante é o que significa.

— Eu sei mas ele está dando deixa amiga.

Ele vai para casa mas antes busca Nanda na casa de Felipe.

— Que caras são essas?(pergunta Digo ao entrarem na casa)

— As caras quando eu soube que meus dois filhos estão namorando dois pobretões escondidos.(disse Miguel)

— Quem falou isso?(pergunta Nanda)

— Não interessa mas é verdade não é?(pergunta Ana)

— Não.(mente Nanda)

— Não adianta negar Nanda eles já sabem.(Digo)

— Namoram o Felipe e a Luciana aquela garota que agente abrigou aqui.(Ana)

— É mãe eu namoro ela.(assume Digo)

— É eu namoro ele a um ano.(disse Nanda)

— Pois namoravam porque não namoram mas.(disse Ana)

— É quem vai impedir?(pergunta Digo a enfrentando)

— Nós porque somos seus pais.(disse MIguel)

— Mas não mandam mas nos nossos sentimentos(Nanda)

— Sentimentos nessa idade não existe.

— Existe sim é somos a prova disso, eu mudei muito mãe graças a Lu.

— É isso é verdade não tem reparado que ele não anda mas nas farras, não bebe parou a galinhagem e tudo, ela fez muito bem para ele que agora está até estudando, coisa que ele nunca fazia deveria agradece-la.

— Não quero vocês com esses dois.

— Mãe esqueça eu não vou ficar com a Alina.

— É nem eu com o Roger aquele galinha que vocês querem que eu fique, o Felipe não é igual a ele é um menino estudioso e com juizo é já ele é um galinha irresponsável igual o Digo era.

— Esse menino é um aproveitador igual essa tal Luciana.

— Falou que tinha gostado dela.

— Até saber que meu filho namora ela.

— O problema dele é o dinheiro é ser orfã não é?

— É isso mesmo.

— Eu não vou largar dela por isso.

— Vai sim se não vão ficar sem nada.

— Podem cortarem tudo.

— Então vou cortar mesada, carro, viagens e tudo, vai ficar sem nenhum tustão nem para o lanche se quiserem vão para o colégio de ônibus.

— Eu vim da pobreza sei ficar nela de novo.

— É mas o Digo nunca foi criado na pobreza não sabe o que é isso.

— É você dúvido que se acostume sem a boa vida.

— Ainda bem que eu estou fora dessa mas apoio os dois casais Nanlipe e Ludrigo, e discordo dos meus pais.

— Só falta agora você ficar com um pobretão.

— Se eu me apaixonasse porque não?

— Não me desafie menina.

— O nosso amor é mas forte do que tudo.

— Dúvido que haja amor sem dinheiro, quanto tempo vão aguentar sem luxo, e os seus amores vão querer vocês sem grana.

— Eles nunca quiserem nossa grana.

— Nunca mesmo o Felipe nunca me deixou pagar nada para ele, agente sempre divide.

— É a Lu não quer nada meu, ela recusa as coisas que eu quero dá mas eu que insisto, ela nunca me pediu nada.

— Tá usando até aliança de compromisso?(disse Miguel que vê)

— Tô sim.

— Nem tinha reparado.

— É eu também uso a que ele me deu.

— É o fim(lamenta Ana)

Eles saem de lá depois de muita discussão e vão para seus quartos.

— Ai que saco.(disse Digo)

— Tô com medo deles tentarem nos separar deles(Nanda)

— Isso não vai acontecer agente ama eles de verdade.

— É nada vai nos separar.

— Nem que agente tenha que ficar sem nada.

— Nunca te imaginei falando isso.

— Eu também não mas se for preciso eu trabalho.

— É eu também igual as meninas tem a minha idade e trabalham.

— Por falar em trabalho será que eles podem demiti-las da empresa?

— Não sei mas tomara que não.

— Se for elas arranjam trabalho em outro lugar não tem só essa empresa aqui no Rio.

— É verdade.

Ana no dia seguinte segue Rodrigo que foi na casa de Luciana busca-la para irem ao colégio ainda de carro eles ainda não tiraram o carro dele porque ela queria segui-lo para vê onde ela mora, e conseguiu marcou o endereço e foi embora.

— Digo que carinha é essa?(pergunta Lu quando eles chegam no colégio)

— A cara de quem vai ficar sem nada.(disse Digo)

— Como assim?

— Meus pais descobriram vai tirar tudo de mim é da Nanda.

— Sinto muito.

— Não sei quem contou.

— É mas um dia ela saberia.

— Não sei como ainda não me tiraram o carro, mas se tirarem os meninos vão lá me buscar de carro é agente passa aqui.

— Eu mas a Jéssica nos arranjamos indo de bicicleta como vamos para o trabalho.

— Duas meninas andando de bike onze horas da noite em pleno Rio é muito perigoso.

— É mas muita gente faz isso.

— Mas eu tenho meus amigos não custa nada isso.

— Depois você vê isso.

— Eles não me querem com você, é nem a Nanda com Felipe, querem que eu fique com a Alina.

— A sua ex-ficante.

— É agente ficou durante anos mas nunca senti nada por ela.

— Nadinha mesmo?

— Só desejo e atração tinha carinho por ela é tudo, mas amor mesmo só com você.

— Que bom saber disso você foi o primeiro menino que eu vi na vida e me apaixonei.

— Vamos entrar para a sala né?(disse Nanda os interrompendo o sinal já tinha batido a minutos)

— É já faltamos ontem.(disse Lu)

Eles se despedem se beijando e cada um vai para a sua sala.

— Eles estão juntos ainda pensei que Miguel e Ana já tinham dado um jeito.(Alina)

— É ainda leva tempo calma amiga.(Flávia)

— Não aguento mas vê os dois juntos já é tempo demais, deveria ter falado antes, mas eu pensei que não era nada demais e logo terminariam.

— Ela usa colar de esmeraldas, anel de diamantes e iphone tudo presente dele aposto.

— De quem será se ela é uma pobretona.

— É uma aproveitadora daqui a pouco ele da uma casa é um carro para ela.

— Para mim ele nunca deu nada, não que eu precisasse mas eu queria que pelo o menos ele desse né presentes para mim, um anel de compromisso, colar.

— É mas você nunca foi namorada dele.

— Tô com muitas saudades de fazer amor com ele faz tanto tempo que não transamos.

— Transa com outro porque ele tá difícil em.

— Eu era a melhor na cama para ele, dúvido que ela seja mas boa de cama do que eu, agente perdemos a virgindade juntos, temos uma história de anos, aprendemos muitas coisas de sexo junto.

— Sério que ele foi o único que você transou?

— Sim é verdade.

— Não sabe o que está perdendo em ficar se guardando para ele é não curtir os outros gatos.

— Ele é o mas gato.

— Mas não é o único.

— Para mim é.

— É ele é o melhor de cama e beija bem mas não é o único, se não tem ele se conforma.

— Ele não vai ficar com ela meus sogros não vão deixar.

— Eu sei espero que seja logo.

No dia seguinte Ana vai na casa da Lu a tarde quase na hora do colégio, ela bate no portão e ela vem surpresa com a visita dela.

— Oi dona Ana.(disse Lu sorrindo tentando ser simpática)

— Oi Luciana golpista.(disse debochada)

— Venho na minha casa me ofender?(disse abrindo o portão)

— Quero ter uma conversa com você.

— Entre.(disse dando passagem para ela entrar)

— Não será preciso o que eu tenho que falar é rápido.

— Então fale.

— Eu quero que se separe do meu filho.

— Nunca eu o amo.

— Menina não seja tola não vai ter nada dele, nós não vamos deixar você da o golpe do baú dele.

— Eu não quero nada dele.

— É esse colar que está usando caro é esse anel.(disse lhe apontando)

— Ele me deu mas eu não queria aceitar.

— É mas aceitou.

— Se quiser eu devolvo tudo.

— Não precisa vim aqui te oferecer mas.

— Não entendi?

— Não se faça de boba, quanto quer para deixar o Rodrigo?

— Eu não quero nada eu amo ele.

— Menina aceite com esse dinheiro você vai se dá bem, mas você é muito gananciosa não quer só isso né, quer ser mulher dele para ter mas coisas mas saiba que não terá, porque ele não é dono de nada ainda, é se por um acaso inventar de se casar com você fica sem nada.

— Com ele eu casaria e moraria até na favela em qualquer lugar eu o amo.

— Para de ser mentirosa você sabe muito bem se fingir a menina do interior de Minas que venho para o Rio se da bem se casando com um milionário conheço essa sua história mas saiba que a sua não terminará bem, é melhor aceitar essa grana eu vou ser bem generosa com esse dinheiro pode deixar o Rio para ele não te procurar mas comprar uma casa é um carro bom.(disse ela lhe entregando o cheque)

— Olha o que eu faço com o seu cheque.(disse rasgando o cheque e jogando na cara dela)

— Vai se arrepender, se isso acontecer me liga.(disse lhe entregando o cartão com o seu número)

— Eu não vou me separar dele nem pelo dinheiro do mundo todo.(disse decidida)

— Não conte isso a ele, ou se contar quer ele mal com os pais.(disse e sai)

Lu entra para dentro e começa a chorar e Jéssica pergunta e ela conta.

— É ela venho me subornar para eu me separar do Digo.

— É o que fez?

— Rasguei o cheque e joguei na cara dela.

— Deve contar a ele.

— Não eu não vou fazer isso não quero mas confusão é melhor deixar para lá.

— Você que sabe se eu fosse você eu contaria para saber que mãe que ele tem.

— Não quero ele mas mal ainda, eu não aceitei então está bem.

— É mas ela não vai se contentar só com isso.

— Eu sei que não.