Lucy e Seus Um Milhão De Shippers
4 Malditas Perguntas! -LaLu
Notas iniciais

Lucy Pov’s On:
–Poxa Lucy, pensei que fossemos amigos...
–E Nós somos Natsu, mas é que isso...
–É Só perguntar... Ele não fará nada contra você.
–Duvido muito disso... –suspirei e peguei a folha.
Hoje, desde que acordei, Natsu esta me enchendo o saco para ajuda-lo com algo importante. Ele disse que era importante... Não era.
Nosso time estava de folga, meu aluguel estava em dia, Gray queria estudar os livros que encontrou na biblioteca e Erza saíra para comprar uma armadura nova. Tudo em paz. Com isso pensei que seria uma boa ideia ir até a guilda passar o dia conversando com a Mira-chan, ou até mesmo com Levy. Mas assim que abri meus olhos de manhã, dei de cara com Natsu. O Rosado estava segurando uma folha de papel, com inúmeras perguntas ridículas e idiotas que ele queria perguntar á Laxus. Exatamente, ele queria perguntar aquelas imbecialidades ao cara mais antissocial da guilda... Só que Natsu é mais esperto do que aparenta, ele queria que EU fosse perguntar.
–Você vai perguntar? –os olhos dele brilhavam. Por mais que eu quisesse dizer um não imenso e manda-lo ir pastar alguma grama de fogo, não o fiz, ele era meu amigo e sempre me ajudava.
–Tudo bem Natsu... Mas se ele me fritar...
–Ele não vai... –O Rosado sorria lindamente, como se Laxus realmente não fosse me fritar.
Respirei fundo e olhei em volta, Laxus se encontrava no balcão tomando um copo de Uísque, sua bebida favorita, o mesmo brincava com um raio enquanto conversava tranquilo com Mirajane. Marchei até ele com um sorriso forçado estampado na cara.
–Olá Laxus! Como está nesse dia de sol? –perguntei tentando parecer simpática, eu nunca conversei com ele antes.
–Lucy? –ele se virou para mim sério, não sei bem porque, mas o jeito que ele falou meu nome, a voz rouca, me fez corar. –Oque quer?
–Ah, sabe... Nada demais só... Só queria lhe fazer algumas perguntas...
–Sente-se. –mandou e tomou mais um gole de seu Uísque.
–Está bêbado? –perguntei assim que me sentei ao lado dele no balcão.
–Não. –ele se virou para mim, não estava bêbado mesmo. –Faça suas perguntas...
–Ah, claro... –Olhei para o papel e quase cai do banco, respirei fundo e li a pergunta para ele. –Laxus, você já beijou uma garota? –Laxus me encarava incrédulo, como se não acreditasse que eu tinha realmente perguntado aquilo. Para ser mais sincera, nem eu acreditava que tinha feito àquela pergunta.
–Como é? –perguntou querendo ter certeza de que ouvira certo, eu devia estar parecendo uma pimenta de tão envergonhada.
–Por favor, não me faça repetir a pergunta... –implorei, ele respirou fundo.
–Sim, eu já beijei uma garota... Porque quer saber?
–Próxima Pergunta! –falei rapidamente, imagine se eu conseguiria explicar o porquê. –Laxus, você... –travei. Essa pergunta eu não ia conseguir fazer.
–Eu...?
–Você... Tem... Pegada...? –falei baixo, desejando que o chão se abrisse e me engolisse, a boca de Laxus se abriu em um perfeito O.
–Porque diabos você quer saber isso?
–Só responda a pergunta, por favor...
–Façamos assim, deixe-a por ultimo...
–Promete que responde?
–Prometo...
–Ótimo, agora a próxima... –Laxus você é... Por Mavis, eu não posso perguntar isso! –senti uma pedrinha acertando minha cabeça. Natsu. Respirei fundo. –Laxus você é... Virgem...? –escondi o rosto com a folha. A Guilda estava em silencio, atenta ao que acontecia ali.
–Não... –Ele parecia mais descontraído para responder. –Qual a próxima?
–Laxus, você tem uma namorada? –Céus, Natsu só pode estar de brincadeira comigo! Porque diabos ele quer saber de tudo isso? E Porque me mandou vir perguntar?!
–Não tenho... –ele bebeu mais um gole de seu Uísque.
–Laxus, é verdade que você... –empalideci com essa pergunta. –Queria se casar com a Lucy... Digo, comigo quando a Phantom Lord atacou? –senti meu rosto quente, Laxus engasgou. Eu nem sonhava que isso havia acontecido, levantei meus olhos para o loiro e percebi que o mesmo se encontrava tão surpreso e envergonhado quanto eu. Na guilda ouviam-se apenas risadinhas e murmúrios.
–Eu falei brincando...
–Não falou não... –Mira interveio. –Você disse que a salvaria se ela aceitasse se tornar sua esposa...
–Mirajane! –ele resmungou, a albina ignorou e saiu rindo.
–V-Vou considerar Co-Como um sim... –voltei meus olhos para a folha e quase chorei de alegria ao ver que não restava nenhuma pergunta. –Acho que acabou... O-Obrigada por responder á todas as perguntas... E... Boa Tarde... –estava me preparando para sair correndo quando o loiro segurou meu pulso. Olhei para ele surpresa e quase morri de vergonha ao ver que o mesmo me encarava intensamente.
–Falta uma...
–Falta? –perguntei confusa e voltei a olhar a folha, reli as perguntas e vi que não faltava nenhuma. –Não falta não...
–Falta sim... –Laxus se levantou. –Você queria saber se eu tinha pegada não é? –corei com isso, e antes que eu pudesse sequer responder, um raio caiu sobre nós e de repente, não estávamos mais na guilda. Eu estava deitada, em uma superfície macia que eu julguei ser uma cama, sobre mim estava Laxus, ele me encarava daquela mesma forma intensa de antes.
–O-Onde estamos? –me atrevi a perguntar.
–Na minha casa... –ele se aproximou. –No meu quarto...
–O-Oque estamos fazendo aqui? –eu tremia, meu coração batia descompassado dentro do meu peito.
–Você queria saber se eu tinha pegada Lucy... Eu lhe trouxe aqui, para mostrar... –Laxus se aproximou do meu pescoço depositando um beijo no mesmo, senti todos os pelos do meu corpo se eriçarem. –Não ia fazer isso na frente da guilda inteira.
–Laxus... –Eu estava tão surpresa e confusa, que essa foi à única palavra que saiu de meus lábios.
Por sorte ou azar, eu não precisei dizer mais nada, porque o loiro me beijou de forma tão intensa e feroz que nem ao menos tive tempo de respirar. Tudo oque fiz, foi retribuir o beijo fechando os olhos e segurando a nuca do mesmo. Meu corpo começou a agir sozinho no momento em que Laxus invadiu a minha boca com sua língua, fazendo um choque percorrer o meu corpo quando nossas línguas se tocaram. As mãos do loiro desceram pelo meu corpo indo até as minhas coxas onde ele apertou forte, não machucou, mas me fez soltar um gemido involuntário. O Ar nos faltou, Laxus abandonou meus lábios para beijar o meu pescoço, fechei os olhos fortemente quando o mesmo mordeu levemente a área sensível. Mais um gemido escapou, levei as mãos á boca para contê-los, o loiro me impediu.
–Não se segure Lucy. –mandou com aquela voz rouca que ele possui, os olhos de Laxus estava mais selvagens que o normal.
Encarei-o por uns segundos antes de puxá-lo para mais um beijo selvagem, eu entendi naquele momento que eu queria os toques dele, queria senti-lo cada vez mais. Enrolei as penas na cintura de Laxus e o puxei para mim enquanto com pressa tirava-lhe a camisa. Quando finalmente me livrei da peça tive uma visão que me fez morder o lábio inferior. Laxus, com o seu peitoral e abdômen definido á mostra, em cima de mim, pingando desejo do olhar.
–Você me quer? –ele perguntou sedutor, não respondi, minha cara de desejo respondia por mim. –Bom saber... –ele voltou a me beijar enquanto mandava para longe a minha blusa, deixando-me de sutiã. Laxus beijou e mordeu toda a extensão do meu busto e até mesmo os meus seios por cima da peça fina, tudo oque fiz foi arranhá-lo e fechar os olhos sentindo cada toque do loiro. Ele sorriu sedutor antes de tocar o feixe do meu sutiã, eu me levantei para ajuda-lo a tirar, quando ouvimos algo.
–Laxus, o mestre está te chamando para um trabalho... –Laxus suspirou irritado, não acreditando naquilo. Nem mesmo eu acreditava.
–Frieed você só pode estar brincando! –o loiro rosnou de dentro do quarto.
–Estou falando sério. –A Voz do mago do lado de fora realmente me parecia séria. –Porque a porta está trancada?
–Já estou indo! Só mais cinco minutos! –Laxus praguejou uns minutos antes de se virar para mim. –Lucy...
–Tudo bem... –Eu estava estirada na cama, parecendo um tomate maduro.
–Volto amanhã de tarde... –ele me assegurou, eu evitava olhá-lo, estava com vergonha demais para isso. –Ei, Olhe para mim... –mandou e mesmo que eu não quisesse, eu olhei. –Não faça essa cara, está arrependida de retribuir o meu beijo? –perguntou sério.
–Não é isso... Eu só... Não sei oque está acontecendo... –ele sorriu, coisa rara de se ver.
–Vou lhe explicar... –ele segurou meu queixo. –Eu, estou realmente disposto a tentar algo sério com você... E Você senhorita maga celestial? Está disposta a tentar algo sério comigo?
–S-Sim... –ele me beijou novamente, um pouco mais carinhoso, embora ainda houvesse ferocidade no beijo de Laxus, eu não esperava menos do Dragon Slayer do trovão. Quando senti que o clima estava ficando quente novamente, tentei afastá-lo. –O... O Mestre... –falei entre gemidos quando o mesmo apertou meu seio.
–Ele pode esperar...
–Laxus! –Frieed chamou novamente. Laxus se afastou praguejando novamente. –Quem está ai? –perguntou sério. –Essa voz é da Lucy? –corei e me encolhi, Laxus riu com isso.
–É Sua mãe que está aqui Frieed... –ele se levantou e colocou a camisa. –Venha, eu te levo de volta para a guilda... –Coloquei a minha blusa de volta e Laxus pegou a minha mão, levando-me de volta a guilda usando seus raios como teletransporte. Assim que chegamos ao local, nos deparamos com os olhares maliciosos de todo mundo, foi quando percebi que o loiro havia deixando uma linda marca roxa no meu pescoço em forma de raio, enquanto ele possuía alguns arranhões nos braços. Laxus me deu um selinho demorado antes de ir á sala do mestre, eu tentei desviar de todos os olhares maliciosos enquanto ia para o balcão, onde estavam Natsu e Mirajane.
–Olá Lucy... –Ela sorriu.
–Mira-san... –Olhei para o rosado que comia despreocupadamente ao meu lado. –Seu idiota! –soquei a cabeça dele. –Que idéia foi essa de me fazer perguntar aquelas coisas vergonhosas para o Laxus?!
–Ei, não me culpe, a idéia foi da Mira-chan... –ele acusou, olhei para a albina que sorria culpada.
–Mira...
–Ah, vocês fazem um casal Blondie tão lindo... –ela estendeu uma folha á Natsu. –Aqui Natsu...
–Oque é isso?
–As perguntas que é pra você mandar o Jellal fazer á Erza.
–Mira... –chamei. –Cuidado com essas Malditas perguntas.
Fim.
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