Lua de Sangue
32 Capítulo 3
Notas iniciais
PDV Rosalie
3 meses depois...
Hoje eu precisava ir ao banco, eu tenho que verificar a quantia que tenho, se estiver pouco terei que arrumar um emprego para custear a faculdade, e pensando nela e dia de pagar mensalidade, então vou sacar uma quantia extra pro meu fim de semana. Me levantei rapidamente, tomei um banho e me vesti, tomei café em cada não queria encontrar Emmett, estava sem paciencia.
Fui para a faculdade, e saí de lá estressada, para variar. Ainda emcontrei o policial chato, não aguentei e disse umas poucas e boas pra ele, almoçei, me troquei e peguei meu carro. Eu não achei vaga para meu carro próximo a agência,e o banco tirou 4 horas da minha sexta-feira, saí de lá com mais raiva ainda. Já estava tarde, as ruas já estavam escuras.
Fui andamdo em direção ao meu carro, de repente percebi uma movimentação estranha atrás de mim, olhei por sobre o ombro discretamente e tinha três homens me seguindo de perto, a rua di meu carro era sem iluminação, desviei o caminho para uma rua mais movimentada, mas parei ao ver mais dois homens vindo, olhei em volta, analisando minhas chances de escapar deles. Não daria certo, eu estava sendo guiada, comecei a ouvir eles gritando "Gracinha, espere aí" e também " Fique aqui com agente, vai ser legal" estremeci, o que eu faria? Eles chegaram muito perto e um deles passou a mão em minha coxa
– Não encosta em mim- Gritei a plenos pumões, esperava que alguém me ouvisse, eles apenas riram, então colabore delícia- Já estava ofegante, desesperada. Dois deles cada um segurou um braço meu, bom nenhum deles está armado, vou apelar para a tática que eles julgaram não dar certo, havia carros passando no meu campo de visão mas estavam longe. Eles começaram a me acariciar
– Para...Para .. Me solta.. Eu já disse pra parar.. Me larga- Quanto mais eu gritava, mais eles riam, um deles desferiu um tapa em meu rosto.Então não pude evitar que algumas lágrimas caíssem.
– Shhh... Ninguém vai te ouvir- O mais alto deles agarrou meu decote, rasgando minha blusa.
Nesse momento ouvi a voz que eu detestava, mas a que eu mais queria ouvir agora.
– Soltem ela, estou armado e não me importarei de puxar o gatilho- Eles se viraram, me largaram e eu suspirei aliviada...
PDV Emmett
Estava voltando de uma ocorrência e passa do próximo a agência bancária, parei para sacar maiis dinheiro par o fim de semana, saí e estava entrando na viatura, quando ouvi uma voz familiar gritar " Não encosta em mim"
– Estão ouvindo isso? — Perguntei olhando os idiotas dos meu colegas de trabalho.
– Não estou ouvindo nada Emmett, deve ser coisa da sua cabeça- Me repondeu Paul, estreitei os olhos pra ele
" Para...Para .. Me solta.. Eu já disse pra parar.. Me larga"
– Não é coisa da cabeça dele não eu também to ouvindo- Jacob me olhou como se perguntasse o que fariamos.
Não pensei duas vezes e segui a voz, meus colegas me acompanharam. Meu sangue subiu queimando para cabeça quando vi a cena, vários homens, acariciando e batendo em Rosalie, pensei em atirar mais eu poderia acerta-la.
– Soltem ela, estou armado e não me importarei de puxar o gatilho- gritei, Jared, Paul , Embry e Jacob também ergueram as armas. Eles se viraram ergueram as mãos nos aproximamos, Jacob deu voz de prisão e os outros os algemaram, abaixei a arma e fui até Rosalie que estava sentada no chão, soluçando, e com as mãos no rosto.
– Rosalie, levante-se, está tudo bem eles já estam algemados- Ela me olhou, ofereci a mão, ela segurou e eu a puxei pra cima, assim que ela estava de pé, se jogou em mim, me abraçando forte e chorando mais, levei um segundo pra recuperar os sentidos, a abracei de volta.
– Eles.. Iam.. Estou com muito medo- Ela soluçava e gaguejava
– Ta tudo bem, não precisa mais choras eles já estam na viatura...- Tentei tranquiliza-la, olhei e vi a chave do carro dela presa a sua calça um pouco rasgada
– Shh, pare chorar... Quer que eu te leve pra casa?- Perguntei limpando as lágrimas que ainda escorriam em seu rosto. Ela me olhou e assentiu, me entregou a chave do carro, percebi que ela tremia muito e estava sem a blusa, tirei minha jaqueta e entreguei-lhe e ela vestiu, disse pros outros irem e segui até seu carro. O caminho foi silencioso, decidi não falar nada, pois do jeito que eu falo demais, diria algo que devia guardar pra mim.... Ela abriu portão eletrônico, guardei o carro na garagem e fui para dentro da casa com ela.
– Espere aqui vou colocar uma blusa e te devolvo sua jaqueta
– Não precisa depois eu pego... Vou indo, tchau- Me virei para a porta, mas ela segurou meu braço, me puxou para o sofá e me empurrou para que eu sentasse
– É pra esperar aqui
– Mandona você ehin?
– Acostume-se- Ela riu e subiu as escadas, pensei em aproveitar a chance, mas eu não queria ir mesmo. Minutos depois ela desceu com um short jeans e uma blusa branca. Me entregou a jaqueta e se sentou ao meu lado
– Obrigada Emmett, achei que eles iam me matar depois... Me deixaram toda roxa- Falou fazendo um carta ao apertar um hematoma em sua perna, toquei levemente outro em seu ombro
– Ah, não precisa agradecer, afinal meu trabalho é esse
– De qualquer forma, Obrigada- Me dirigiu um sorriso lindo, retribuí
nós ficamos conversando um tempo...
Olhei no relógio que estava marcando 8:23, suspirei e me levantei e ela também
– Bom, hora de eu ir, tchau Rose... Posso te chamar assim?
– Claro, tchau- Dei um beijo em sua testa e fui para a porta
– Você tem algum familiar por aqui? Seria bom se você não dormisse sozinha..
– Não, eu não tenho ninguém...
– Ah então chame uma amiga..
– Não me dou bem socialmente..
– Que pena então... Tachau
– Emmett?
– Sim?
– Como você vai embora?
– A delegacia não é muito longe daqui, lá eu pego uma viatura.
– Não, calma aí- Ela saiu correndo até o quarto e voltou com uma sapatilha na mão, jogou no chão e calçou, desligou a tv e pegou as chaves
– Eu te levo, já estou mais calma posso dirigir agora- Falou vindo em direção a mim, que estava parado na porta.
– Não precisa eu vou... Rose? Está me ouvindo?- Ela continuou apagando as luzes como se eu não estivesse falando, parou em minha frente e abriu a porta atrás de mim. Coloquei as mãos em sua sintura para para-la, ela enrijeceu,desviou os olhos e deu um passo para trás, parecia com medo
– Desculpe, mas você não me ouvia...olha não precisa ter medo de mim, eu jamais te machucaria...
– Eu sei, pelo contrário, me sinto segura com você... Acho que estou traumatizada, mas isso passa... Agora vamos- Rose não mudaria de ideia então deixei que me levasse para casa...
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