Notas iniciais
Finalmente eu consigo postar mais um capítulo. Desculpem a demora mas está aí mais um capítulo saindo do forno para vocês.

POV Verônica

Eu tive que sair correndo daquela mesa. Aquele garoto o Edward, era intimidador demais, ele me deixa fascinada, nunca fiquei assim com nenhum garoto. Em direção à aula, fiquei pensando em meus pais. O aniversário de casamento deles estava chegando, 22 anos de casados, isso é muito lindo. Eles são lindos juntos.

Minha próxima aula seria álgebra 2. Eu odeio matemática! Fui para a aula e me sentei no fundo. A professora parecia estar falando grego, eu nem ao menos prestava atenção. Que se dane! Quando o sinal tocou eu só faltei comemorar. Agora eu teria aula de Sociologia.

Quando eu entrei na sala, uma mulher alta e bonita estava escrevendo algo no quadro, devia ser a professora. Avistei o Edward e pensei em ele me beijando e logo apaguei essa imagem da minha cabeça. Sentei o mais longe possível dele, e prestei atenção no que a professora falava.

— Vou começar um novo assunto hoje. Racismo. – falou ela. – Vamos falar como o racismo, abalou, abala e vai continuar abalando a sociedade, e vamos falar também sobre a escravidão. Vamos no geral estudar a vida dos negros. – e continuou falando e ouvindo opiniões de alunos e alunas que falavam “ O racismo é orrivel” ; “ Os negros são tratados como lixo”. Todos expressavam suas opiniões, apenas eu e o Edward permanecemos calados. Eu acabei me irritando com aquela conversa e sem pensar duas vezes eu falei.

— Não concordo. – a sala ficou em silêncio, enquanto todos me olhavam com um misto de surpresa e susto.

— O que disse? – perguntou a professora.

— Eu disse que não concordo com o que vocês estão falando.

— Por que não concorda? – ela perguntou se aproximando de mim.

— Vocês só sabem defender eles. – eu falei. – Não tenho racismo contra eles. Mas hoje em dia são os negros que tem preconceito com os brancos. – a professora me fuzilava com os olhos. – Os negros hoje em dia tem ótimos empregos, porque entram na melhor dificuldade, sem à menos dificuldade, enquanto nós brancos os chamados “racistas”, se matam para entrar na faculdade.

— Me dê um exemplo de que isso aconteceu. – pediu a professora, com um tipo de briguinha infantil, que eu desprezava

— Minha irmã, Jéssica, quase perdeu a bolsa de direito em Harvard.

— Explique. – pediu a professora.

— Ouve um concurso, para uma vaga em Harvard, a seletiva seria feita em três etapas. Um bom currículo escolar, entrevista e por ultimo uma prova de conhecimentos gerais. Minha irmã ficou em primeiro lugar nas três etapas, o que a classificava como a ganhadora, mas, uma garoto negros, quase pegou a vaga da minha irmã.

— E por que ele não pegou?

— Porque simplesmente, nós da família dela e amigos, viajamos até aonde fica a faculdade e fizemos uma manifestação, e ela consegui entrar.

— E o garoto?

— Entrou também. Porque o diretor ficou com peninha dele, por ele ser negro. Mas eu fiz uma pesquisa e descobri que a família dele é muito rica. Ele só usou de sua cor para entrar na faculdade e de graça. – os alunos ficaram comentando, uns continuando a defender os negros e outros começaram a concordar com minha opinião.

— Acho sua opinião errada. – falou a professora.

— Pode achar, não ligo. Mas eu não vou mudar a minha opinião por causa de você. A aula é feita para os alunos se expressarem do modo que querem.

— Não na minha aula.

— A senhora pediu opiniões e eu falei a minha. A senhora é uma defensora dos negros. Ótimo! Eu defendo tanto eles quantos os brancos. A senhora que é branca deveria defender a sua cor.

— Você é uma racista. – falou ela gritando comigo.

— Não eu não sou. – falei me levando. – A senhora nunca perdeu o lugar da fila no mercado ou no banco para um negro? Um negro já falou com a senhora sobre racismo? E ainda por cima falou mal dos brancos? Nem todos são assim, mas alguns são.

— Fora... – falou ela apontando para a porta, mas antes de ela terminar eu a interrompi de falar e disse.

— Não precisa pedir. Eu saio, não vou ficar na mesma sala que uma mulher preconceituosa com sua própria pele. – sai e bati a porta. Fui para o estacionamento e entrei no meu carro. Minha vontade era de sair dali, mas não podia, os portões estavam fechados, eu teria que espera o sinal tocar. Enquanto isso fiquei ouvindo música no carro.

Depois de alguns minutos o sinal tocou dizendo que estava na hora de ir para casa. Eu já estava ligando o meu carro quando o professor chegou e bateu na janela do meu carro, abri a janela para ouvi-lo.

— Oi. – eu falei.

— Olá Veronica. – por isso eu gosto dele, não é nada se ‘senhorita’. – Queria te dar esse formulário.

— Para que? – eu perguntei.

— Para entrar no time de vôlei do colégio. – ele falou e me entregou o envelope. – Você tem talento. Peça a permissão para os seus pais, e se for entrar ou não me entregue o formulário amanhã.

— Ok! Até amanhã. – eu disse.

— Até. – e saiu dali. Liguei o carro, e enquanto saía avistei Alice, Jasper e Edward no lindo Porsche amarelo.

Alice quando me viu acenou com um belo sorriso e eu devolvi o aceno, e ela entrou no carro junto com Jasper. Olhe para Edward que sorriu para mim mostrando todos os seus lindo dentes brancos, e eu retribui o sorriso, só que com um pouco de timidez.

Cheguei em casa e vi minha mãe e meu pai no sofá abraçadinhos e assistindo TV, era uma imagem encantadora. Entrei em casa e eles continuaram abraçadinhos. Que lindo é o amor!

— Boa tarde! – eu falei e fui até eles e dei um beijo na testa de cada um.

— Como foi a aula? – perguntou minha mãe enquanto eu me sentava no outro sofá e vi que eles assistiam o filme “Uma linda mulher”.

— Legal! O professor de educação física me entregou isso. – eu disse e peguei o envelope dentro da mochila. – É um formulário para eu entrar no time de vôlei do colégio. Vocês deixam?

— Claro. – falou meu pai e pegou o envelope.

— Sim. – disse minha mãe. Ambos leram e assinaram o formulário.

Depois fui na cozinha de algo para comer e acabei optando por sorvete de chocolate – quem comprava os sorvetes e doces da casa era meu pai (agradecer ele por isso). – quando acabei fui para o quarto tomar banho, e tomei banho pensando no Edward. Será que ele ficou afim de mim? Afinal ele é gato e eu sou gata ( sem querer me gabar). Ele não parecia ter namorada. Eu tive a impressão de que Alice namora o Jasper. Deve ter sido só impressão. Fiquei pensando todo momento em Edward, não consegui tirar ele da minha cabeça. E amanhã eu faria de tudo para não evita-lo, afinal esse grande peixe seria fisgado pelo meu anzol.

POV Edward

Entrei na ultima aula de Sociologia. Depois de algum tempo Veronica entrou na sala e no momento em que me olhou pensou em eu beijando ela, me segurei para não rir e depois ela foi se sentar o mais longe possível de mim. A aula começou e a professora falava de racismo. Até que Veronica se irritou e falou que não concordava com o que a professora falava. Ela estava dizendo que hoje em dia são os negros que são preconceituosos e usou sua irmã como exemplo de que os negros se aproveitam de sua cor para consegui o que querem – eu acabei concordando com a opinião dela. Veronica saiu da sala pensando em sua irmã Jessica.

Jessica se parecia bastante com Bella, o cabelo de mesmo tom, e os olhos também. Depois de alguns minutos a aula acabou e fui até o estacionamento e Jasper e Alice já estavam no carro. Vi Veronica passando em seu carro e Alice acenou para ela e entrou no carro. Logo depois sorri para ela, que ficou estranha, mas deu um sorriso tímido e partiu. Entrei no carro e Alice despejou para cima de mim.

— Eu falei que você ia adorar ela. – falou Alice e começou a dirigir. – Ela é linda, simpática, inteligente e se veste super bem, eu adorei aquela sapatilha dela.

— Entendi Alice. – eu falei e logo pedi à ela. – Me deixe por aqui. – ela parou o carro e me despedi com um simples. – Tchau. – e saí correndo por entre as árvores.

Corri por uns 10 minutos e cheguei ao local onde queria. A campina. A minha campina e de Bella. O lugar estava diferente, não haviam mais flores azuis e sim flores vermelhas. Sempre imaginei que quando voltasse ali, a dor de ter abandonado Bella seria pior e mais intensa, mas não foi. Eu não senti ela como “ A nossa campina”, naquele momento era apenas uma campina qualquer. Fiquei pensando no dia em que fui embora e lhe falei “Será como se nunca tivesse existido”, essas palavras me torturam até hoje. Principalmente agora que eu provavelmente quebraria minha promessa. E amanhã seria melhor, pois eu não sabia como, mas eu conseguia me sentir feliz ao lado de Veronica.

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Autora: Pessoal queria dizer que eu estou atráz de uma famosa para ser a melhor amiga de Veronica, além de Alice é obvio, essa personagem já tem nome e ela aparece no capítulo 9 da fanfic, estou aqui para poder dizer que tenho três opções de famosas e aí vai elas:

1. Hayley Williams.

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2. Avril Lavigne.

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3. Taylor Momsen.

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Essas são as minhas três opções. Todas elas tem um estilo mais rock. É uma garota famosa assim que eu pensei como a minha personagem. Se vocês conhecerem mais alguma famosa bonita, jovem e com um estilo de rock mande um e-mail para maluf9@hotmail.com.

Notas finais
Espero que tenham gostado do capítulo e das opções da minha personagem. Nos reviews escolham a sua preferida e a mais votada vai ser a melhor amiga de Veronica. Por favor mandem reviews estou carente. E eu preciso dessa escolha de vocês para que eu poça fazer capas e tudo mais, um grande beijo. (Não esqueçam dos reviews, HOHO.) ;D