Loving A Criminal

22 Capítulo 22 - Die Baby


Notas iniciais
hoho!
to bolada com os reviews? SIM!
Pq caiu tanto?

Charlotte se preparava, Brian estava apenas sentado na sala com Johnny vendo a algum jogo de baiseball.

A ruiva rodava pelo quarto tentando escolher a melhor roupa pra usar.

-Tem que ser algo fácil para me movimentar, mas não posso perder o estilo – Falou a ruiva pra si mesma.

Catou um vestido curto preto, bem colado ao corpo que ia até a metade das cochas. Tinha um detalhe nas laterais, rosa, branco e azul. Pegou uma peep toe preta meia pata e calçou.

Já estava quase pronta só faltava a maquiagem e o cabelo. Em frente o espelho da penteadeira fez uma maquiagem leve destacando os olhos azuis cinzentos, nos lábios passou um gloss rosa claro. Penteou os cabelos deixando-os ainda mais lisos, pegou duas mechas da frente, prendendo-as atrás com grampos brilhantes.

-Não gostei – Falou ela se olhando por completo no espelho. Tirou os grampos do cabelo, e prendeu em coque. — Já sei.

Ela se levantou empolgada e foi até o closet, abriu uma portinha com espelhos dentro e pegou uma peruca, com jeitinho colocou-a. Era uma peruca simples, com mechas pretas e encaracoladas que iam até o meio das costas. Escondeu os fios ruivos que escapavam e ajeitou a peruca negra.

-Muito melhor – Disse sorrindo pro seu reflexo. Foi pros fundos do closet e pegou uma caixa que ficava atrás de algumas roupas. Pegou uma das armas que havia ali, um revólver preto pequeno e colocou dentro da bolsa. Passou pelo quarto saindo, e indo pra sala. Brian e Johnny já estavam arrumados..

Brian estava no estilo de sempre, calça jeans escura, blusa gola v preta, jaqueta e chapéu. Johnny estava quase no mesmo estilo, as diferenças era que estava sem chapéu e em vez de jaqueta era um paletó

-Achei que ia demorar mais – Brian resmungou assim que a ruiva (morena) apareceu.

-Aparência é importante ta legal? Acha que ia ser legal sair nos jornais uma ruivaça gostosa? Até parece.

-Concordo com o gostosa – Falou Johnny. Charlotte sorriu e deu uma voltinha, mostrando a tatuagem de cerejeira na panturrilha esquerda.

-Você deveria ter coberto a tatuagem – Falou Brian.

-No carro faço isso. Vamos – A ruiva disse já saindo da casa em direção ao carro do dia. Uma Lamborghini preta com estofado vermelho.

Brian e Johnny passaram parte da noite procurando informações sobre o tal deputado Sean. Como ele ainda era pouco conhecido, acha-lo seria fácil, não teria seguranças o que ajudaria. Seria um crime fácil, extremamente fácil.

A ruiva estacionou o carro em frente um barzinho, tinha poucos veículos estacionados por ali, ela desligou o carro e pegou uma base no porta luvas. Aplicou sobre a tatuagem cobrindo toda a extensão. Já pronta saiu e trancou o carro, atravessando a rua em direção o bar.

Brian e Johnny olhavam Charlotte caminhar rapidamente até o bar.

-Vai – Falou Brian. Johnny saltou do carro e seguiu a mesma direção da ruiva.

Charlotte olhou em volta e viu onde o deputado estava. Por sorte dela, ele não estava em nenhuma mesa, estava em uma banqueta no balcão do bar. Ela caminhou até outra banqueta e se sentou. Não deixou de reparar quando o deputado lhe olhou de cima a baixo.

-Uma dose de Daniel's sem gelo, por favor – Pediu ela. O garçom assentiu. Depois de alguns minutos o copo foi depositado na sua frente. — Obrigada.

Ela se mexeu de modo que ele visse sua cocha e parte da tatuagem da perna esquerda.

-Onde é o banheiro? – Perguntou ela ao garçom que apontou pros fundos do bar. Ela deixou no balcão uma nota de cinquenta dólares =e se levantou à caminho do banheiro.

Quando passou por trás da banqueta do deputado esbarrou levemente como se tivesse tropeçado e usado ele de apoio.

-Me desculpa – Falou. — Salto novo sempre me dá problema. — Sorriu acanhada.

-Sem problemas – Falou ele voltando a atenção pra bebida. Charlotte bufou silenciosamente. Teria que partir pro ataque. Foi ao banheiro e trocou o gloss por um batom vermelho fosco, dando volume aos lábios. Saiu do banheiro e voltou a banqueta. O deputado continuava no mesmo drinque.

-Posso te pagar outra bebida ou você me paga uma? — Ela perguntou

-Te pago uma – Piscou ele. Charlotte sorriu.

-Chealse – Se apresentou ela. Depois de dois Martinis pagos pelo deputado, Charlotte resolveu que era hora de parar de enrolar. — Estou indo, seguir sozinha até quase a saída da cidade.

A ruiva (morena) se levantou e seguiu pro lado de fora, encostou-se à porta do carro e acendeu um cigarro. Ouviu passos, levantou o olhar e viu o deputado.

-Bom que não demorou – Falou ela e entrou no carro, abrindo a outra porta. Logo o carro deu partida. Pelo retrovisor, Charlotte notou o carro de Brian lhe seguindo, Pelo retrovisor a lanterna dele piscou, ela piscou a traseira de volta. Notou que já estavam em uma parte mais calma da cidade. Charlotte avistou um beco, sorriu.

-Onde estamos indo? – Perguntou o deputado colocando a mão na cocha da ruiva (morena) e apertando com um pouco de força.

-Um lugar que você vai gostar – Disse ela sorrindo.

Pov Charlotte.

Eu já sentia meu coração bombeando forte dentro do peito, deixando minha nuca arrepiada. Era tão excitante. Sabe aquela sensação quando vimos o cara que amamos, como se tivéssemos borboletas no estômago? Era exatamente assim que eu me sentia, ou até mais. As ruas estavam em silêncio, tudo tranquilo, como uma plateia que espera o momento derradeiro do começo de uma orquestra. Hoje, eu era o maestro.

Entrei com o carro em um beco largo, pisquei pro senador e saí. Ele me seguiu logo me enlaçando pela cintura. O empurrei, ele se recostou a parede.

-O que? — Perguntou confuso. Ouvi o carro de Brian estacionando, apenas uma porta batendo.

-Vamos ao show – Falou a voz risonha de Brian.

-Deputado Sean Johnn, o queridinho das populações mais ricas apenas por prometer implantar mais seguranças e toda aquela merda. Inclusive prometer pegar os traficantes, mas foi esperto ou nem tanto. Querendo vender Marcus aos federais para garantir sua candidatura.

-O que foi um erro. Todos os traficantes, bandidos, todos ajudam uns aos outros. Sou convocado na maioria das vezes, mas hoje minha “aluna” vai brincar – Falou Brian saindo da sombra.

-Voc-Você é...

-Synyster! Prazer – Brian sorria. Eu não sabia se ria da cara de medo de Sean ou da de Brian, que fazia uma carinha bem fofa. — Charlie, prossiga.

Assenti.

-Normalmente eu iria querer brincar, ser teatral, mas quero mesmo curtir meu resto de noite – Falei. Peguei o revólver já carregado apontando para Sean. — Manda um adeusinho pro capeta – Falei e atirei. Mirei exatamente em cima do coração. O disparo foi alto, um grito baixo quando a bala atingiu o alvo. Não pude me controlar, comecei a gargalhar.

-Vamos louca – Chamou Brian. Voltei-me pra ele ainda sorrindo, saltitei em direção o meu carro.

-Não me espera – Falei quando já saia com o carro. Ainda consegui ouvir o carro de Brian saindo junto e logo o som de sirenes ao fundo.

Notas finais
Reviews hein ou é greve