Loving A Criminal
27 Capítulo 27 - Indecisão.
Notas iniciais
Hey, voltei bem antes néh. Então eu anotei todas as cíticas, sugestões e tal. E vou fazer de tudo para atender as expectativas de todas. Esse cap é especial pra mim, sim.
Não que aconteça algo muuuito sério nele. Nem é, é que amanhã é meu niver. T ficando velha 1.8
quero como presente muitos reviews e recomendações.
pq só vou postar daqui duas semanas, pq vou viajar.
beeijos.
Não que aconteça algo muuuito sério nele. Nem é, é que amanhã é meu niver. T ficando velha 1.8
quero como presente muitos reviews e recomendações.
pq só vou postar daqui duas semanas, pq vou viajar.
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Charlotte olhou o mar, um vento frio começara a cair e o mar começava a ficar revoltado.
Ela abriu um sorriso enorme, nunca imaginara que sair do inferno daquele internato seria tão gratificante. Como não imaginava que causar a morte dos pais, poderia ser tão gratificante.Pov Amanda.Forçadamente me vesti, não queria fazer isso. Não sabia o que esperar de Scott, para mim ele era mais misterioso do que Brian. Coloquei um vestido preto tomara que caia com uma faixa vermelha abaixo do busto, na altura do busto ele era rendado com preto e vermelho, batia um pouco acima dos joelhos. Peguei um sapato de salto alto vermelho forte e uma bolsa preta. Larguei a bolsa na cama e fiz uma maquiagem destacando meus olhos com os lábios nude.Estava pronta pra descer quando meu celular vibrou, peguei e vi que era Brian que me ligava. Frustrada rejeitei a ligação, desliguei o celular e desci as escadas. Encontrei minha mãe na sala, dessa vez estava sozinha.-Filha... — Falou se virando, quando me viu sua expressão mudou completamente. — Que roupa é essa? — Perguntou.-Oras um vestido. Ou você quer que eu vá de calça – Falei irônica.-Suba já e se troque esse vestido não é apropriado pro horário – Falou séria. -Olha só, já estou fazendo muito indo nesse almoço arranjado – Falei e dei as costas indo pra rua. Scott me esperava encostado no seu Land Rover prata, com um sorrisinho metido.-Está muito bonita Amanda – Falou ele. Ignorei seu comentário entrando no carro. Scott me seguiu entrando pelo lado do motorista. O caminho foi silencioso, forcei-me a pensar que isso era o melhor, que não era uma traição a Brian. Talvez pudesse ser, mas eu poderia correr perigo se Scott falasse algo assim pros meus pais.Parte do almoço foi silencioso, sinceramente eu preferia estar em qualquer outro lugar do que ali.-Já vi que eu vou ter que puxar conversa – Falou Scott me despertando. Olhei seriamente pra ele.-Sinceramente não imagino o que você quer de mim, pra que esse teatrinho todo – Falei movendo as mãos em nervosismo.-Bom, eu nunca fui recusado por mulher nenhuma, e você meio que é um desafio pra mim.-Só faz isso por causa do seu orgulho? — Perguntei séria. Ele esboçou um sorriso.-É. Sua mãe me disse que você era tímida e tal e que eu ia ter que batalhar muito para conseguir você. Fiz de tudo, mas você não me dava brecha, então fui obrigado a te seguir e fazer essa ameaça – Falou. Que desgraçado, eu estava sendo somente seu brinquedinho. Ele só queria se sentir fodão.Terminei de comer em silêncio e me levantei pegando minha bolsa.-Aonde vai? — Perguntou jogando algumas notas na mesa.-Embora – Falei saindo do restaurante. Scott me puxou pelo braço.-Não adianta se fazer de difícil, ou você quer que eu conte pros seus pais quem a filhinha deles é? — Perguntou com um sorriso nojento no rosto.-Pode ir lá e contar, to pouco ligando pra isso – Falei me soltando de suas mãos. Eu tinha certeza que ele iria, mas eu me resolveria com meus pais depois.-Olha aqui garota, ou você faz exatamente o que quero ou faço da sua vida um inferno – Falou voltando a apertar meu braço e me levando pro carro. Abriu a porta me empurrando pra dentro do veículo. Passei a mão pelo braço, onde um roxo já aparecia.-Vamos parar dessa brincadeirinha de gato e rato – Falou ele já dirigindo. Fixei meus olhos na estrada, um bolo se formava em minha garganta, mas eu não iria me permitir chorar na frente dele, nunca. Pela minha mente só se passava a imagem de Brian. Se ele descobrisse, como que a gente iria ficar?-Chegamos – Falou. Olhei pra fora da janela observando minha casa. Estava pronta pra sair quando ele me puxou novamente deixando nossos rostos a centímetros de distância.-Eu sei que você tem alguém, eu te dou exatamente dois dias para você largar ele e anunciar pra sua família que estamos namorando – Falou segurando meu rosto, impedindo que eu me afastasse. Aproximou seu rosto fazendo nossos lábios se roçarem.-Dois Dias – Falou lentamente e me soltou. Ainda atordoada saltei do carro.Entrei em casa, o silêncio era quase palpável. Subi as escadas me trancando no quarto.O que fazer? Tomar a dianteira e contar pros meus pais o que eu fazia ou continuar com esse segredo e me submeter às chantagens de Scott? Minha cabeça estava uma confusão, não sabia o que fazer, que direção tomar.Sabe quando você tem várias oportunidades na vida e não sabe qual escolher? Ai acaba escolhendo a mais errada e sofrendo depois? Era assim que eu me sentia. Não tinha certeza do que fazer e o que isso poderia acarretar.Fiquei deitada na minha cama, em um estado quase vegetativo por não sei quantas horas. Peguei meu celular ligando-o e vendo várias chamadas de voz com o número do Brian. Escutei a primeira sentindo meu coração doer.“Amor o que você ta fazendo que não me atende? Ainda ta com raiva de mim? Me liga” Controlei as lágrimas que já formavam poças em meus olhos. Sabia que Brian estava aflito, afinal, eu sempre atendia suas ligações, não importando o momento e agora as rejeito e ainda desligo o celular.
Pov Genevive.Como era domingo levantei um pouco mais tarde que o habitual, fiz um café a manhã e fui checar meus emails enquanto o café ficava pronto. Não tinha nenhuma novidade no Caso Synyster. Sinceramente estava desapontada, estava dando meu máximo para resolver a porra do enigma que era esse cara, mas parecia que eu estava lutando contra algo quinze vezes maior que eu. A cada passo que eu dava numa descoberta, era dois que dava pra trás vendo que não ajudava em nada. Depois de tomar meu café e um banho bem relaxante, coloquei um short curto preto, um topp preto e um casaco por cima. Calcei um par de tênis fui pra sala. Peguei Max colocando-o na coleira e saindo de casa. Minha arma estava na cintura, mas resolvi que não ia levar. O que poderia acontecer na corrida a ponto de eu ter que levar ela? Escondi-a atrás da caixa da mangueira de bombeiros e caminhei pra rua. Com Max ao meu lado comecei uma corrida.Quase duas horas depois voltei pra casa. Max já tava com dois palmos de língua pra fora. Sorri e entrei em casa, abri a porta soltando Max que correu direto pro pote d'água. Peguei minha arma levando-a pra dentro de casa e colocando atrás do vaso de planta que eu tinha na janela. Tomei um banho retirando o suor e caminhei pra cozinha, estava com muita fome. Peguei umas maças, bananas e um pedaço de mamão e fiz uma vitamina. Voltei pra sala com meu pequeno copo (ô ironia) e sentei no sofá vendo algum canal de filmes de terror. Estava tão distraída com o filme, que quase não ouvi a campainha tocar, caminhei até a porta olhando pelo olho mágico e vendo uma morena parada do lado de fora. Eu não a conhecia, dei de ombros e abri a porta.-Sim?-Genevive Bardot? — Perguntou numa voz melodiosa. Franzi o cenho.-Sou eu e você quem é? — Perguntei parada na soleira.-Me chame de Charlie. Não vai me convidar pra entrar? – Perguntou empurrando meu braço e entrando na casa. Bati a porta atrás de mim e olhei pra ela que tinha um sorriso estranho nos lábios.-Desculpe, mas não te conheço. O que quer aqui? — Perguntei direta. Encostei como quem não quer nada perto da janela e ao alcance da arma.-Educada você não? — Perguntou com sarcasmo. – Ok, vamos ao assunto principal.-Ta demorando demais até – Falei. A morena se sentou na cadeira da mesa me olhando longamente.-Ok vai parar de joguinhos. Só vim te dar um recado – Falou ela. Continuei quieta esperando-a falar. — É melhor você parar de investigar Vengeance. Sei que seu negócio é com Synyster então para de mexer no passado que faz parte da vida de Z.V – Falou séria. Disfarcei minha surpresa com a melhor cara de ingênua. Quem era ela e como sabia dessas coisas?-Se você sabe o que eu faço, então é porque também me investigou – Falei astutamente.-É meu trabalho. Agora quero a sua palavra que vai deixar certas coisas no passado – Disse me olhando nos olhos.-Olha só garota, vê se entende uma coisa. Quando eu começo um trabalho vou até o fim, e não é por que você veio aqui me ameaçar que vou deixar de fazer meu trabalho. Agora se me der licença – Falei caminhando pra porta e abrindo-a.-Vamos fazer assim. Você para de investigar sobre o Z.V e eu te dou tudo que quiser saber sobre o Syn. Que tal? — Perguntou. Confesso na hora fiquei tentada a dizer que sim, mas meu orgulho de detetive e agente do FBI não permitiu.-Dispenso – Falei ainda com a porta aberta. A tal Charlie mexeu na bolsa e tirou um pedaço de papel e rabiscou um numero nele.-Espero que mude de ideia. E quando fizer isso, pode me ligar. Mas o aviso permanece, não mexa onde não deve. — Falou saindo da minha casa. Bati a porta, se eu quisesse saber o que ia acontecer, continuaria investigando. E isso que vou fazer.Pov Narrador.Os dias se passaram, a praticamente duas semanas Brian não via Amanda. E não era por que ele não tentava, já havia ido a casa dela, escalado sua janela mais passou a encontrar ela trancada. Havia ligado diversas vezes, mas ela não atendia. Charlotte havia dito que também não conseguia falar com ela.Amanda passou a quase não sair do quarto, diversas vezes viu a silhueta de Brian por detrás da porta, mas não abriu. Não saberia como agir, e raramente conseguia mentir pra ele.Por enquanto era melhor assim...
Notas finais
reviews? recomendação? amanhã é meu niver u_u
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