Loving A Criminal

8 8. I'm wrong, I have to be


Tenho certeza que amanhã, eu não iria me arrepender.

Mas ainda estava curiosa, quem era Vengeance?

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Pov Narrador!


O dia amanheceu, a luz entrava pelas frestas da cortina iluminando suavemente o quarto. Amanda se remexeu e abriu os olhos lentamentes, logo reconhceu o quarto de Brian. Tentou relaxar o corpo quando sentiu um braço por cima da sua cintura abraçando-a, deixando-a acomodada. Girou o rosto e encontrou um relógio pendurado em cima da porta, arregalou os olhos. Piscou diversas vezes e o horário continuava o mesmo. 8:30am.

–Merda — Falou baixo e tirou o braço de Brian de cima de si, levantando-se da cama. Correu pro closet pegando a roupa onde tinha deixado, logo que saiu vestida deu de cara com Brian sentado na cama comçando os olhos.

–Vai pra onde? — Perguntou ele coma voz rouca.

–Pra casa, minha mãe vai querer me matar — Falou ela desviando o olhar de Brian que ainda estava nú.

–Ainda ta cedo, fica mais um pouco — Pediu o moreno.

–Sério, minha mãe deve ter passado a noite acordada e vai querer mesmo me matar — Falou Amanda dando um sorriso triste.

–Tudo bem então, espera rapidinho eu trocar de roupa e te levo — Brian já se levantava.

–Nada disso, você vai ficar aqui e dormir. Eu posso pedir ao Johnny pra me levar — Falou Amanda. Brian ainda tentou descutir, mas moreninha já havia tomado sua decisão.

Amanda se despediu de Brian e seguiu pro lado de fora encontarndo Johnny lustrando uma Harley Davidson prata.

–Johnny, será que você poderia me dar uma carona pra casa? — Perguntou timidamente.

–Claro, só espera rapidinho que eu vou pegar os capacetes — Falou Johnny.

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Depois de mais hora, a moto parava em frente a casa de Amanda. A morena saltou assim que ela parou, tirou o capacete e ajeitou a roupa em seguida o cabelo.

–Obrigada Johnny — Falou Amanda entregando o capacete pra ele.

–De nada. Está entregue — Falou ele e acenou dando partida na moto.


Pov Amanda.


Peguei a minha chave na bolsa e abri a porta devagar. Antes de entrar tirei os sapatos para não fazer barulho, entrei em casa e fechei a porta. Já estava quase na escada quando escuto a voz da minha mãe.

–Eu não falei pra você voltar cedo? — Perguntou.

–Tecnicamente são 8 da manhã e é cedo — Dei um sorriso amarelo ela fechou a cara.

–Você vai me explicar direitinho essa história moça — Falou.

–Ok. depois que eu dormir — Falei e corri escada acima me trancando no quarto. Assim que tranquei e olhei pra minha cama um sorriso bobo surgiu nos meus lábios.

Nossa noite havia sido perfeita, mas que isso...Acho que estou apaixonada.

Caminhei até o banheiro e retirei a roupa. Meu pescoço, tinha algumas marcas roxas e o cheiro de Brian ainda estava na minha pele. Liguei o chuveiro e tomei um banho rápido, me seguei e fui pro quarto pegando a camisola que deixava pendurada atrás da porta. Era azul e de seda, batia no meio da cocha. Deitei na cama e logo estava em sono profundo.

[....]


Esatava em um sono tão gostoso, que acordei assustada quando ouvi batidas na porta.

–Amanda levante agora — Era minha mãe.

–Já levantei — Falei alto. Virei na cama e olhei o relógio e já marcava quatro da tarde. — GOSH!

Pulei da cama correndo pro banheiro. Fiz minha higiene e coloquei um robe também de seda azul, prendi o cabelo em um coque frouxo e calcei as pantufas. Desci as escadas e minha mãe estava na sala.

–Isso é hora de levantar menina? Vai ficar cheia de olheiras — Minha mãe ralhou comigo. Murmurei uma desculpa e segui pra cozinha. Logo que entrei encontrei Marta, nossa cozinheira.

–Martinha, tem aquele bolo? — Perguntei sorrindo. Ela sorriu de volta.

–Para você sempre tem — Falou ela. -Seus olhos estão brilhando, aconteceu algo? — Perguntou quando colocou o prato com uma fatia de bolo de chocolate, recheio de coco e cobertura de brigadeiro na minha frente com um garfo. Dei uma garfada provando o bolo.

–Acho que eu to apaixonada — Falei baixo e Marta abriu um sorriso enorme. -Segredo.

–Sim, como vocês se conheceram? — Perguntou empolgada. As vezes ela parecia mais minha mãe e amiga do que minha própria mãe.

–Foi naquela semana que você tirou folga, sofri um acidente e ele me ajudou desde então temos nos encontrado — Falei sorrindo boba.

–Minha menina ta crescendo — Marta falou passando a mão pelos olhos. Sorri. Continuei comendo e minha mãe entrou na cozinha.

–Amanda pode me falar onde passou a noite? — Perguntou direta.

–Na casa de um amigo — Falei.

–Amigo? Mandy não mente, foi com o tal Brian? — Perguntou.

–Foi mãe, dormimos em quartos separados e os pais dele estavam em casa — Falei.

–Temos que marcar um jantar parar conhecer esse rapaz e saber se ele é bom para você — Falou ela, me desliguei totalmente.

–Vou para o quarto. Licença — Falei e já ia dando as costas quando minha mãe disse.

–Querida, hoje vamos sair com a Deyse e o filho dela — Falou mamãe.

–Vamos? — Perguntei confusa.

–Sim, se arrume rapidinho que vamos ao clube ver seu pai jogar — Falou ela. Suspirei e subi as escadas.

Entrei no quarto e caminhei até o closet. Entrei e peguei uma blusa branca e uma saia preta de cintura alta. Me vesti e coloquei uma melissa azul de camurça. Coloquei um colar dourado e uma pulseira também dourada. Peguei minha bolsinha azul e voltei ao quarto. Soltei o cabelo prendendo em um rabo de cavalo baixo de lado, passei um pouco de blush e saí do quarto.

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–Vamos — Falei logo que desci as escadas. Minha mãe já estava lá.

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Chegamos ao clube e entramos logo. Fomos direto pegar um carrinho. Minha mãe e a preguiça de andar. Pegamos aqueles carrinhos de golfe e fomos em direção ao campo, assim que o carrinho parou avistei Deyse sentada tomando Martini. Seu filho Scott e meu pai jogavam golfe.

–Querida desculpa o atraso — Minha mãe disse.

–Sem problemas, como está Celine? — Deyse perguntou.

–Estou bem e você? — Vou Vomitar.

–Ótima e você Amanda?

–Muito bem, obrigada — Falei sorrindo. Sentei ao lado delas e coloquei os óculos, deixei minha mente vagar.

–Ora veja, se não é minha princesinha — Ouvi a voz do meu pai, sorri, tirei os óculos e lhe dei um abraço.

– Como está papai? — Perguntei.

–Muito bem e você?

–Ótima, acertou todas as jogadas? — Perguntei. Comecei a caminhar com meu pai de volta pro jogo que ele travava com Scoot.

–Quase todas, falta a última — Falou ele sorrindo.

–Seu August ficou sabendo? — Scoot Perguntava.

–O que meu jovem?

–O Banco Central de HB acaba de ser assaltado — Falou Scoot, me liguei na conversa.

–Aquele perto da praia? — Perguntei.

–É, acabou de passar no notíciario. — Falou ele.

–Esse mundo está perdido, já tem um suspeito? — Papai perguntou.

–Aquele tal da Synyster — Falou Scoot. Meus olhos se arregalaram e minha mente começou a trabalhar.

–Papai, vou ficar ali com minha mãe — Falei e saí andando, no caminho peguei meu celular na bolsa e disquei o número de Brian. Chamou até cair, tentei de novo e deu caixa postal. — Mãe não estou me sentindo muito bem, posso ir para casa?

–Claro, qualquer coisa me ligue — Falou ela.

Saí do clube e peguei um táxi que me deixou na porta de casa. Entrei em casa e fui direto pro quarto. Peguei o celular discando novamente o número de Brian.

–Alô — A voz era de Johnny.

–Johnny é Amanda, cadê o Brian? — Perguntei logo,

–Ele ta meio ocupado — Falou Johnny.

–Pede pra ele vir me buscar, tenho algo sério pra falar com ele — Falei e desliguei.

Eu tentava dizer que não, que estava enganada, mas tudo dizia que eu estava certa. E eu não gostava nem um pouco disso.


Notas finais
Oi gente aqui é a Thay e a Quel me pediu para postar para ela. E o que acharam do capitulo? Espero que tenham gostado... porque eu gostei.
Beijos e não se esqueçam dos reviews.