Notas iniciais
Olha gente, vim desabafar.
Quem me conhece sabe, que eu largo tudo quando to escrevendo. Deixo os trabalhos da escola de lado só pra escrever. É algo que eu gosto, amo mesmo e me sinto bem quando escrevo pra vocês e vocês dão um retorno. Quem escreve sabe como é bom receber os reviews em seus capítulos.
Aqui andou caindo os reviews e to ficando preocupada. A fic ta chata? Não ta atingindo sua expectativa? Manda review ou mp dizendo o que você acha que pode melhorar, que eu vou fazer de tudo pra agradar a cada uma.
Eu nem ia postar hoje, ia esperar mais uma semana pra ver se ia receber review, mas vou postar. E na boa se nesse capítulo, eu não receber no mínimo oito reviews, eu faço greve. DE VERDADE!
Tenho 36 leitores nessa fic, e nem a metade dos reviews? Sacanagem
Enjoy.

Genevive sentia a pressão cada vez mais alta sobre si. Sabia que tinha que resolver o caso e tinha que ser o mais rápido possível.

Segurou firme o casaco em volta do corpo certificando-se que ninguém estava vendo o que vestia. Tudo tinha que se sair como ela planejara, não poderia dar um passo em falso. Apertou o passo e entrou em um beco, depois mudando de direção. A cada passo que dava mais pro fundo do beco até que já quase não via ninguém a sua volta, ou melhor estava completamente sozinha e sabia que chegava perto. Um frio lhe correu a espinha quando passou por baixo de uma cerca de arame farpado. O que viu a surpreendeu um pouco, não era só uma casa e sim várias. Caminhou decidida até a casa de centro. Bateu com o nó dos dedos, e menos de um minutos depois ela se abriu.

–Quem é você e como chegou até aqui? – Perguntou o homem, não era tão alto, mas seus braços compensavam.

–Genny. Tenho permissão – Falou ela sem se deixar abalar. O cara deu espaço e ela entrou. A porta se bateu as costas dela, o homem a guiou pelo braço até uma porta completamente branca. Genevive entrou, não precisava ser anunciada.


[...]


Brian treinava, junto de Charlotte. Já tinha descarregado mais de cinco cartuchos e ainda se sentia sufocado. Estava se concentrando pra apertar o gatilho quando sentiu um toque em seu braço.

–Vai comigo levar aquelas garotas? – Charlotte perguntou.

–Não. Se vira lá, vou resolver umas paradas – Falou Brian passando o braço pela testa retirando o suor.

–Já distribuiu? – Charlotte perguntou enquanto seguia pra escada.

–Não. Tem como você fazer isso pra mim, posso liberar o Johnny pra ir com você – Falou ele seguindo a ruiva.

–Posso fazer isso sozinha, não preciso de babá. Tive um bom tutor – Falou ela quando passou pela porta saindo na sala de jogos.

–Syn, fiquei sabendo de umas paradas – Falou Johnny chegando na sala. Charlotte se virou assustada, Johnny voltou o olhar pra ela e não pode deixar de reparar no corpo da ruiva. Ela usava um short curto de ginastica, e um top preto, estava descalça e a tatuagem de caveira no pé direito parecia brilhar.

–Fala Johnny – Brian o tirou dos devaneios.

–Andei falando com um pessoal e descobri que o FBI ta investigando. E que a garota andou fazendo uma visita em um das áreas baixas – Falou ele sacudindo uma papelada.

–De novo? Já é o que a quinta pessoa que eles botam no caso? Eles não desistem – Brian riu.

–Pois é, e aí vai querer saber o resto? – Perguntou Johnny.

–Conta, to afim de dar umas risadas desses otários.

–Eu vou indo lá no quarto. Vou me trocar, e Bri me passa o número de Amanda – Pediu ela. Brian pegou o celular e jogou pra ruiva, que aparou ele no ar e saiu da sala deixando os dois homens conversando.

–Pelo visto ela ta chegando no fundo cara – Falou Johnny estendendo uma foto preto e branca de uma garota andando.

–É ela?

–É. Ela ta começando a descobrir sobre o Zacky.- Johnny disse.

–Zacky? OW! Ela ta descobrindo o que aconteceu anos atrás? — Perguntou ele surpreso.

–Ta. E dessa vez to começando a ficar preocupado – Falou Johnny.

–Vamos dar um tempinho, e se ela persistir o que eu tenho certeza que vai. Nós faremos uma visita – Falou o moreno.

–Ta beleza – Disse Johnny Saíram da sala e Brian entrou e seu quarto, enquanto Johnny ia pro lado de fora da casa.


Amanda andava se sentindo mal, reconhecia agora que tinha tratado Charlotte de má forma e tudo por ciúmes. Deitada no sofá, coisa que ela raramente fazia, lia um livro. Seus olhos se moviam, mas sua mente nada registrava. Largou o livro e caminhou pela sala.

Para piorar sua situação sua mãe resolveu marcar um encontro dela com Scott.

Suspirou passando as mãos pelo rosto, seu iPhone começou a tocar no sofá. Ela correu até lá pegando o aparelho e vendo o visor. O número que aparecia era restrito.

–Alô – Atendeu desconfiada.

–Amanda? — Uma voz feminina soou do outro lado.

–Quem deseja falar com ela? – Perguntou a morena. Não iria se revelar se não sabia quem era.

–Charlotte – Falou a outra voz.

–Ah, sou eu Charlotte. Desculpa é que apareceu restrito aqui. Ta tudo bem por aí? – Perguntou a morena se sentando no sofá.

–Tá e aí?

–Tudo bem.

–Então to te ligando pra perguntar se topa sair comigo hoje? – Perguntou Charlotte.

–Leilão? — Perguntou Amanda baixo. O riso de Charlotte ecoou do outro lado.

–Não, dessa vez é algo mais light – Respondeu Charlotte.

–Okay, vou me trocar e to indo aí – Falou a morena.

–Não, eu vou te buscar. Sua casa é mais perto do nosso destino – Falou Charlotte.

–Tá, te espero então – Falou Amanda. Charlotte se despediu e desligou. Amanda correu pro quarto entrando direto pro closet, pelo caminho foi tirando a roupa. Vestiu uma calça jeans e um tomara que caia preto. Pegou uma melissa roxa de saltinho e foi em direção a mesinha e passou um lápis preto nos olhos e rímel. Pegou uma bolsa preta e colocou seus documentos, já estava chegando a escada quando encontrou sua mãe subindo.

–Vai onde filha? – Perguntou ela.

–Sair com uma amiga – Respondeu ela e desceu as escadas rapidamente. Na mesma hora uma buzina soou do lado de fora. Amanda caminhou até a porta e encontrou Charlotte encostada ao lado do batente com um cigarro entre os dedos. Amanda rapidamente pegou o cigarro e jogou longe.

–Minha mãe – Falou ela movendo somente os lábios pra ruiva. Ela assentiu e plantou um sorriso.

–Filha – Amélia chamou da sala. Amanda agarrou a mão de Charlotte puxando-a pra dentro da casa.

–Mamãe essa é Charlotte, Charlie essa é minha mãe Amélia – Falou Amanda.

–Olá Sra. Bringstow – Falou a ruiva se adiantando e dando dois beijos no rosto da mãe de Amanda que sorriu. Olhou Charlotte rapidamente de cima a baixo. A ruiva usava uma calça jeans cinza e uma blusa larguinha cor de pele de pano levemente amassado. A sandália de salto alto amarronzada completava.

–Olá, como está? — Amélia perguntou.

–Muito bem, e a senhora? — Charlotte falava delicadamente.

–Muito bem. Fico feliz da minha filha ter uma amiga tão linda.

–Que isso, gentileza sua. Amanda que é linda e eu tenho sorte de tê-la como amiga – Falou Charlotte enlaçando seu braço ao de Amanda.

–Bom temos que ir mãe. Até mais – Falou Amanda puxando levemente Charlotte.

–Até Sra. Bringstow, espero revela – Disse Charlotte seguindo a morena.

–Digo o mesmo – Falou Amélia.

Amanda entrou rapidamente no banco do carona do carro de Charlotte, e a ruiva assumiu o volante.

–Desculpa pelo lance com minha mãe, mas é o único jeito dela me libertar um pouco – Falou Amanda se desculpando.

–Tudo bem, pelo visto ela não sabe da sua segunda vida – Falou Charlotte enquanto dirigia.

–Não tenho uma segunda vida – Falou Amanda incomodada. Charlotte olhou cética pra ela.

–Não estou te julgando. Tipo, deve ser chato ter que ser perfeitinha todo o tempo – Charlotte disse com um sorriso no rosto.

–Realmente, passei dezesseis anos da minha vida, sendo a bonequinha da minha mãe – Contou Amanda.

–Então, agora é hora de se libertar um pouco. Depois que eu fizer minhas entregas de hoje, vamos remodelar.

–Remodelar? Como assim? – Perguntou a morena confusa.

–Você vai ver – Falou a ruiva somente.


Notas finais
Já sabem, ou oito ou fico um mês sem postar.
E ISSO VALE PRA UMA RECOMENDAÇÃO TBM!