Love is War...

2 Capítulo 2: Uma pequena viagem ao passado


Notas iniciais
Não quis demorar para postar um capítulo novo. o/ Bem, boa leitura e desculpem qualquer erro. ^^'

Londres, Inglaterra, 1993

Passou dois anos desde que voltei à Inglaterra. Pensei que iria relaxar mais quando chegasse aqui, até que relaxei devido meu familiar ambiente, mas confesso que não tirei o Alfred da cabeça, cada dia que passa piora. E isso por quê? Porque aquele idiota não me ligou, não me mandou recado nem nada, sinto que ele me deixou. Ele conseguiu me abandonar, algo que estou tentando fazer a muito, muito, muito tempo mesmo, mas não consigo. Sinceramente, não me entendo, sou muito estúpido.

Após um longo e exaustivo dia de trabalho, pego meu carro e vou para casa. Estou cansado, quero preparar um delicioso chá, sentar na minha cadeira, ouvir uma música clássica e somente relaxar...Não quero ser estressado mais.

Em minha casa só mora eu, meus empregados, Leon (Hong Kong), a única colônia que ainda tenho, infelizmente, e meu único irmão que ainda vive comigo, Peter. Eu sei, ele deveria estar em Sealand, mas eu o chamei para morar comigo até ele crescer.

_Big brother! Bem vindo!

_Obrigado pela recepção, Peter.

_Hey! Allistor ligou! Ele vai nos visitar hoje!

_Ótimo. Agora estou indo para o meu quarto.

_Aconteceu alguma coisa com você hoje?

_Não, estou bem. – Passo minha mão em seus cabelos, como um carinho.

Bem, eu só quero beber meu chá e dormir. Me jogo na cama, vejo um boneco em cima da mesa do lado da minha cama, ah, é um guarda britânico, um dos que eu fiz para o Alfred quando era criança. Pego-o e o fito. É somente um simples boneco de madeira, mas carrega várias lembranças. Resolvo ir ao meu closet, ainda tenho aquele uniforme...O uniforme que usei naquele dia. O dia que me fez chorar pela eternidade.

1776 – The Revolutionary War

Saratoga, Califórnia, EUA

Está de noite e chovendo, estou na frente do Alfred, apontando um mosquete ao seu rosto, este é o momento em que lasquei sua arma, na qual voou para longe. Sinto uma tremenda vontade de chorar, mas aguento uma expressão séria. Alfred também está em uma expressão séria, aposto que está esperando o tiro, sem falar que atrás dele há um exército de americanos enfurecidos apontando armas para mim. Se eu apertar esse gatilho serei fuzilado imediatamente, mas...Não consigo, caio de joelhos no chão, chorando, simplesmente baixei minha guarda. Alfred se surpreende.

Caí não pelo fato de ter medo de morrer assim que matá-lo, caí pelo fato de não conseguir em hipótese alguma matá-lo...Pois me lembrei daqueles momentos felizes que tivemos juntos...

_Alfred. – Falo enquanto choro. – Por quê?

_Você sabe por que.

_Isso não pode estar acontecendo...

_Por quê não atirou?

_Não posso! Por quê está fazendo isso?!

_Desculpe, estou fazendo o que me é certo.

_O que te é certo? E quanto a mim?!

_Você ficará bem sem mim. Não posso mais viver as suas custas.

_Você...Não entende...Não é?

_Talvez sim, talvez não, mas estou decidido, não vou voltar a trás.

_...- Abaixo a cabeça e continuo chorando. — ...Quais suas condições?

_Apenas...Deixe meu povo ir.

_...-Isso doeu, sim, isso doeu muito no meu coração e dizer o que irei dizer agora doerá ainda mais. -...Então que assim seja...Está libertado do título de colônia...Reconheço minha derrota e sua independência.

_...-Alfred apenas continua em sua postura de vitória e aceita com a cabeça. Eu aposto que no fundo...Ele também está se corroendo.

Alfred dá um comando, o povo americano apenas sai, sem comemorar nem nada, talvez queiram me poupar de ouvi-los comemorar por sair de meus braços. Continuo lá, no chão, totalmente abatido. Generais e soldados ingleses vão ao meu encontro, me consolar... Tenho que aceitar que eu perdi. Talvez eu precise só...Esquecê-lo.

Anos depois, em 1783, é assinado o Tratado de Paris, onde o governo inglês reconhece a independência das Treze Colônias. Confesso que esse tratado foi assinado com minhas mãos trêmulas, mas assim se concretizou uma das coisas que Alfred tanto queria...E uma das coisas que eu mais temia. Sempre tive medo que esse dia chegasse, que Alfred quisesse se libertar e se separar de mim...E que fosse de todo modo possível...

1993 – De volta à Inglaterra

Me encontro sentado na cabeceira da cama, chorando após me lembrar desse acontecimento. Aperto o boneco em minhas mãos e abaixo minha cabeça. Resolvo lavar meu rosto no banheiro, mas quando levanto, dou de cara com Allistor na porta, me olhando. Me assusto.

_Allistor...A quanto tempo está aí?

_O tempo suficiente para entender o que está acontecendo.

_Não está acontecendo nada de errado.

_Claro que está, só te vi desse jeito, depressivo, com esse guarda britânico na mão e ainda está chorando...Alfred, certo?

_C-como sabe?

_Juntei os fatos. Sei mais do que ninguém de sua história com ele.

_Enquanto deveria estar na Escócia resolvendo seus deveres, está aqui xeretando minha vida.

_Ah, por favor. – Se senta ao meu lado. – Sou seu irmãozão, pode contar comigo, sabe disso. Tem algo que queria desabafar?

_Bem... – Conto tudo para ele, tudo o que penso e sinto a respeito do Alfred, toda a história até chegar ao ponto de estar sozinho chorando por causa dele. Realmente não escondo nada de Allistor.

_É óbvio que você gosta dele.

_O que?

_Está na cara! Não minta para você mesmo! Uma prova disso tudo é justamente essa de agora, sozinho chorando por causa dele, isso é amor, claro que é, além de que tenho a maior certeza de que ele também gosta de você.

_Você acha mesmo?

_Claro! Se eu fosse você eu não perderia mais tempo e lágrimas, falaria tudo para ele, resolveria minha vida por completo.

_Preciso pensar.

_Vamos sair, que tal pensar enquanto olha o Big Ben, como sempre faz?

_Me parece ótimo.

E assim vamos, o Big Ben não é longe daqui, dá para irmos a pé. Ao chegar lá, encosto-me a uma grade e olho para aquele imenso relógio, toda vez que quero pensar fito o monumento por completo, aqueles ponteiros me deixam realmente calmo. Eis que chego a uma conclusão. Allistor sempre está certo no que quis e ele tem razão sobre tudo o que me falou. Eu realmente sinto algo pelo Alfred, mas não quero admitir, parece que algo me trava, talvez seja o medo. A conclusão é que: gosto dele e quero me confessar. Quero estar ao seu lado para sempre. Não vou recuar, não mais. Estou muito grato ao Allistor.

_Allistor! Você está certo! Vou falar com ele.

_Finalmente! Quando pretende fazer isso?

_Ainda não sei, bem, amanhã tenho uma reunião com uma filial minha na Alemanha, preciso ir lá conversar com esse pessoal e depois disso te juro que arrumo um jeito de falar com o Alfred e tem que ser pessoalmente.

_Você está decidido, hein.

_Sim, pela primeira fez na vida estou decidido pelos meus sentimentos.

_Demorou, mas valeu a pena.

Berlim, Alemanha

Mais tarde, embarco para a Alemanha. Chego na manhã do dia seguinte, que passo enfurnado na empresa, e ainda junta a tarde. Já que só vou ficar no máximo dois dias, levo poucas coisas na bagagem. Mais ou menos 18:30, saio da sala e vou até a cafeteria tomar um chá e é quando ouço três mulheres conversando...

_Soube do senhor Alfred Jones? Ele está muito próximo de Kiku Honda.

_Sim, estão muito próximos, é impressionante. Nunca vi nada igual.

_Ouvi até rumores de que estão tendo um caso ou algo do tipo. Que sortudo. – Todas começam a rir juntas.

_Mas e o senhor Kirkland? Ele não era bem próximo do senhor Jones?

_Sim, mas pelos rumores, eles se afastaram bastante, nunca mais se falaram e parece que o senhor Jones o trocou pelo senhor Honda. Trágico.

Mas que tipo de situação é essa e que tipo de rumor é esse?? Então é assim?? Alfred me deixou mesmo! Me trocou pelo Kiku! Então é isso o que ele fez esses dois anos? Ele realmente me esqueceu! Quero saber que tipo de feitiço ele usou para isso. Preciso de um!

Não posso tolerar. Ainda não posso falar tudo aquilo para ele! Quero primeiro saber se esse rumor é mesmo verdade. Saio da filial, já de noite, e ando pensativo pelas ruas, mal posso esperar para chegar amanhã e ir logo para minha casa encarar o Big Ben e pensar novamente.

Em meio aos meus pensamentos, avisto alguém conhecido no lado de fora de uma floricultura...Ah sim, era só o que me faltava: Francis! Tento passar despercebido, por enquanto tudo bem, até que esta criatura repugnante nota minha presença.

_Arthur, você por aqui!

_Só faltava você para o meu dia ficar mais belo. – Falo ironicamente.

_Vejo que anda irônico como sempre, você é realmente um típico inglês.

_A final, o que você faz por aqui?

_Tenho negócios a ser tratados aqui na Alemanha. E você?

_Assuntos em uma filial. Enfim, preciso ir.

_Ei, espera, você não já acabou com seus deveres? Que tal sair para beber um pouco? Por minha conta. Ainda não provei a cerveja alemã.

Estranho seu convite, mas senti vontade de provar um pouco da cerveja alemã que Ludwig tanto fala, então aceito. Não sabemos andar por aqui, então vamos para o bar mais próximo. Disseram-me uma vez que todos os bares alemães são chiques, de um jeito rústico. No que estou agora é exatamente assim, gostei muito do lugar. Para nossa surpresa, encontramos Ludwig e Gilbert sentados no balcão, bebendo.

_Ora se não são Arthur e Francis! Sentem aqui! – Diz Gilbert indicando dois lugares vazios ao seu lado.

_Que bom que estão nos visitando. – Diz Ludwig. – Então, vão querer uma bebida?

_Sim, queremos provar sua cerveja.

_Jura? Ótimo, mas recomendo não exagerar, a cerveja alemã é um perigo para novatos.

_Ah Ludwig, bebo vinho quase de segundo em segundo, aprendi a não ficar bêbado. – Fala Francis dando uma risada e depois fazendo um gesto para chamar o barman, que na verdade é uma mulher. – Mon’amour, traga-me duas da melhor cerveja da casa, sim?

_Eu só vou beber um pouco. – Fiquei com medo depois do que Ludwig me disse, eu sou fraco para bebidas alcoólicas.

_Arthur, não faça cerimônia. – A cerveja chega e ele empurra uma para mim. – Quando quiser.

Bebo um gole, daí Gilbert me empurra outro, Francis me empurra mais um então começo a beber mais rápido. Estavam certos, essa cerveja é realmente muito boa! Não consigo parar de beber.

_Arthur, vai com calma. – Ludwig é o único com bom senso me dizendo para parar, mas não consigo.

Sinto como se estivesse afogando minhas mágoas em cada gole, daí explica o porquê de eu estar bebendo rápido. Quero esquecer o Alfred, talvez a cerveja ajude, é isso o que não para de passar na minha mente. Passa um tempo, daí nem sei mais quantos copos já bebi. Me sinto totalmente leve e com a cabeça rodando.

_Quero mais uma! – Praticamente grito no bar.

_Você já bebeu 10 copos! Já está bêbado! Falei para não encherem a cara dele, seus idiotas, sou mais idiota por não ter evitado.

_Não é possível que ele nunca tenha ficado bêbado na vida.

_Ele nunca ficou, só vive a base de chá mesmo.

_Quando vão me dar mais um copo?! To esperando aqui!

_Acho melhor eu o levar para meu hotel.

_Melhor mesmo. Se não tiver carro posso levar vocês.

_Seria perfeito.

Os três me levam no carro de Ludwig, enquanto berro por mais cervejas. Partimos para o hotel onde Francis está hospedado. Chegando lá, nos despedimos dos irmãos e entramos no hotel. Após chegar no quarto, Francis me deita na cama e depois se senta numa cadeira próxima.

_Quero beber mais!

_Você está totalmente bêbado, se morrer bebendo a culpa não vai ser minha.

_Claro que vai! Idiota! E já pode ir embora!

_Eu que estou hospedado aqui, gênio.

_Então me deixa no meu hotel!

_Não vou te deixar sozinho nesse estado.

Xingo ele, mas aceito ficar aqui, acho que realmente não consigo me cuidar sozinho assim. É minha primeira vez bêbado, é tão estranho porque não me sinto eu mesmo.

_Francis, sabe alguma coisa do Alfred?

_Alfred?

_O que ele andou fazendo esses dois anos? – Não queria ter perguntado isso!

_Aaah então você ouviu os rumores? Posso confirmá-los, Alfred me disse. Ele e Kiku estão saindo bastante, inclusive perguntei sobre você, ele disse que nem se lembrava mais da sua existência. – Ri um pouco. – Está indo muito bem com aquele japonês.

_E...Tem mais alguma coisa entre eles?

_Parece que ele está tendo alguma coisa de especial com ele, até os vi uns dias atrás em Paris, tomando café juntos, visitando a Torre Eiffel...

_...- Me sinto horrível agora. — ...Então é assim. – Me sento na cabeceira da cama. – Ele não quer mais saber de mim. – Abaixo a cabeça e começo a chorar, droga, não queria fazer isso, muito menos na frente do Francis.

_Ei ei, por que o choro?...Não vai me dizer que você gosta do Alfred?!

Não respondo nada, somente fico lá chorando.

_Diga logo! Você gosta, não é?! Não há ninguém mais experiente nesse assunto do que moi.

_Sim! Eu gosto dele! Agora me deixa em paz!

Me enfureço. Minha cabeça dói muito e ainda a sinto rodando. Não teve jeito, acabei falando. Daí em um piscar de olhos, Francis me empurra para cama e fica por cima de mim.

_Que porra é essa?!

_Você fica muito fofo quando está bêbado.

_Me larga!

_Vi que você estava passando por um momento de tristeza, que tal eu te consolar um pouco? – Ele dá mordidas e chupões no meu pescoço, continuo gritando para ele parar e sair de cima de mim. – Não resista, Iggy.

Me sinto corando, já estava por causa da bebida, agora devo estar ainda mais por causa disso! O que deu nesse idiota?! Eu sei que ele está perfeitamente sóbrio!

_Já que Alfred não quer aproveitar deste corpo frágil, é melhor eu aproveitar.

_Mas o qu- Ele não me deixa terminar a frase e logo me beija.

Quero saber o motivo disso! O pior é que quero lutar, mas não dá! Francis é forte e não consigo escapar. Ainda estou bêbado, minha cabeça ainda gira, continuo não me sentindo eu mesmo. Acabo que deixo ele fazer o que quer comigo, a final, o que mais tenho a perder? Melhor, como posso perder algo que já não tenho? Prefiro realmente deixar tudo para trás e me entregar nesta noite, justo para esse cara, meu pior inimigo...Essa é minha punição. Bônus se eu esquecer do Alfred.

Ele tira minha camisa e beija todas as partes do meu corpo, já está me deixando louco, então pega na minha parte lá de baixo, fazendo movimentos, começo gemendo mais alto. Aposto que essa noite será longa...

No dia seguinte, acordo meio estranho, minha cabeça dói e o engraçado é que não lembro de nada do meu dia anterior. Outra coisa estranha é que percebo que o quarto que estou é diferente do quarto do hotel que estava. Bem, talvez não tenha dado muita importância para a decoração. Resolvo voltar a dormir, me viro para o outro lado da cama. Me aconchego em algo macio, não sei o que é, mas fico agarrado a essa coisa.

_Bon jour, Angleterre.

_O que? — Abro os olhos e dou de cara com o Francis. Dou um grito tão forte que caio da cama. — Mas o que você está fazendo aqui????

_Ora, esse é meu quarto de hotel.

_Então o que eu estou fazendo aqui??? E...Por que está néú??? — Me percebo nú também. — Por que eu estou nú????

_Ah, mon'amour, não me diga que esqueceu nossa linda noite romântica?

_Mas que linda noite romântica?!

_ ...- Ele se aproxima de mim e sussurra em meu ouvido. — Aquela em que você gemeu meu nomes várias vezes equanto eu te penetrava e ainda pedia por mais.

_O que???? — Começo a corar. — Isso não aconteceu!!! Que absurdo, pare de mentir!!! Vou embora! — Tento me levantar, mas não consigo, tem alguma coisa aqui atrás que dói muito.

_Ora, não consegue se levantar? Me desculpe pelas estocadas fortes. Hehe.

_A-Ainda não acredito nisso!

_Olhe naquele espelho, veja as marcas no seu corpo e me diga o que acha.

_...- Olho para o enorme espelho na parede, realmente estou cheio de marcas esquisitas! Será que ele disse a verdade??

_Não se lembra porque estava bêbado.

Estou furioso, assustado e perplexo ao mesmo tempo. Eu fiz sexo com o Francis!!! O que deu em mim?? De repente, flashes passam em minha cabeça, de coisas que pensei ontem, como por exemplo do que falei sobre minha punição, infelizmente lembrei até de algumas cenas, coro ainda mais. Xingo bastante o Francis e saio catando minhas roupas para vestir. Já estando pronto...

_Vou embora!

_Já consegue ficar de pé?

_Não é da sua conta! Vou embora agora! Idiota! — Abro a porta do quarto, mas antes de sair, me viro para ele. — Não ouse me procurar nem me tocar, nunca mais! — Saio.

_Heh, tolo. ''Mas foi uma noite e tanto, uhlala.'' — O telefone toca. — Bon jour, Francis falando.

_Hey France! É o Alfred!

_Amérique! Mon compadre! O que deseja?

_Sabe, estou aqui na Inglaterra, mas fui na casa do Arthur e ele não está aqui, soube que vocês dois estão na Alemanha, então fala para o Arthur que preciso falar com ele aqui? Estou o esperando.

_Ah, meu querido Alfred, aposto que Arthur não vai querer falar com você.

_Mas por que?

_Bem, ele se sentiu muito frustrado quando soube de você e Kiku, disse que não queria mais saber de você e que cortou toda a amizade. Deveria ter pego seu amigo quando tinha oportunidade, antes que eu pegasse, se é que me entende. Heheh

_O que isso quer dizer?

_Que eu e Arthur tivemos uma noite parfait. (perfeita) Já o ouviu gemendo? Garanto-lhe que é esplêndido.

_Vocês...Fizeram...

_Sexo? Oh sim! Était magnifique! (foi magnífico) Deveria ter experimentado com ele antes, aposto que iria adorar.

_Mas...

_Ele pedia por mais, gemia meu nome, deveria ter visto.

_...V-você e ele não são inimigos, como que...

_Oh, ele se sentia muito triste por sua causa, bem, posso até dizer que a culpa foi sua, então chegou até a mim e quis um pouco de carinho, o carinho que ele não recebeu de você. Arthur está quase saindo do banheiro, parece que anseia por mais, falo para ele da sua ligação, mas duvido que ele queira falar com você. Heheh Só me diga uma coisa, Alfred.

_...O-O que?

_Como se sente ao saber que decepcionou tanto o Arthur ao pondo de ele vir rastejando aos meus pés? Au revoir! (Adeus)

_...- Alfred fica perplexo olhando para um ponto fixo, sem conseguir responder.

Continua...

Notas finais
Para a alegria de uns e tristeza de outros, não quis detalhar a noite romântica de FRUK. n.n' Sabem, queria entrar detalhadamente depois...hehehe Reviews? :) See ya!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.