Love VS Hate
17 Capítulo 17
Notas iniciais
Os organizadores correram para socorrer Lia. Chamaram uma ambulância que chegou em questão de segundos. Juliana pediu para ir na ambulância com Lia até o hospital e os médicos autorizaram.
– Lia amiga, fala comigo. – Tentou Juliana deixando as lágrimas cair dobre sua face.
– Ju.. T-á-a-a d-d-d-o-e – E antes que ela pudesse terminar de falar Juliana interrompeu. – Shhh.. Não fala. – Disse limpando as lágrimas. – Segura a minha mão. – Suspirou pegando a mão de Lia e segurando.
Chegando ao hospital Lia foi para o quarto e a família dela para a sala de espera.
– Méedico. – Gritou Ju ao avistar o médico entrando na sala de visita. – O que ela tem? – Perguntou.
– What? – Perguntou o médico. — WHAT SHE HAS? – Tentou Ju. –
– Ela vai precisar ficar uma semana de repouso, pois bateu a cabeça muito forte com o impulso e... – Falou uma médica alta entrando no local que por coincidência era Brasileira. — Ela quebrou o braço. – Suspirou
– Mas, ela vai ficar bem? – Perguntou Lorenzo.
– Dentro do possível. – Respondeu a médica sorrindo.
– Podemos vê-la? – Perguntou Paulina aproximando-se da médica. – Claro. – Respondeu.
– Mãe, pai – Falou Lia avistando Raquel e Lorenzo.
– Filha. – Disse indo até ela. – Como você está? – Perguntou. – Tá doendo muito meu braço, mas, eu estou bem. – Respondeu.
– Filha você vai ter que ficar uma semana aqui. – Falou Lorenzo passando a mão no cabelo de Lia. – Uma semana? – Ela perguntou franzindo a testa. – É. – Respondeu sentando-se.
– Vocês vão ficar aqui? – Ela perguntou. – Filha nós temos que... – Respondeu Raquel. – Sim. Se você quiser. – Interrompeu Lorenzo.
– Não precisa. – Respondeu. – Como assim, não? – Ergueu a sobrancelha. – Vocês têm que trabalhar e eu não sou mais uma criança. – Ela riu.
Em seguida Paulina e Tatá entraram no quarto. Tatá estava chorando, mas logo se acalmou quando viu que Lia estava bem.
– Minha pirralha. – Falou Lia tentando se sentar na cama.
– Chata! — Gritou Tatá limpando as lágrimas e forçando um sorriso.
– Como você está Lia? – Perguntou Paulina ajudando Lia a se sentar. – Bem. – Respondeu.
– Nós vamos ficar mais tempo aqui? – Perguntou Tatá sorrindo. – O papai disse que vocês vão para casa. – Ela respondeu e Tatá abaixou a cabeça. – Mas pensando bem, se você quiser ficar comigo e com a Ju. – Tentou. – Nós vamos pra casa daqui uma semana. – Complementou.
– QUERO. – Gritou Tatá. – Mas, eu posso? – Perguntou virando para Paulina e fazendo uma carinha fofa. – Tem que ver com seus pais. – Ela respondeu.
Depois elas saíram do quarto e Ju entrou com Bruno nervosa de mais.
– Calma Ju. – Falou. – Eu estou bem. – Ela riu.
– Certeza? – Perguntou. – Absoluta. – Respondeu.
– Vish Lia a sua última semana de férias vai ser em um hospital. – Falou Bruno. – Que sorte. – Riu.
– Lia... Eu estava pensando e, nós vamos estudar no quadrante né? – Ela ergueu a sobrancelha. – Claro. – Respondeu.
– Você vai continuar no tênis? – Perguntou. – Com o braço quebrado? – Ela deixou uma lágrima cair.
Dois dias haviam se passado Bruno seus pais, Gil, Lorenzo, Raquel, Paulina e Tatá voltaram para o Brasil. Não deixaram Tatá ficar, pois, suas aulas começariam essa semana. Chegando no Brasil se depararam com Adriano e Orelha na pracinha.
– Mãe. – Falou Tatá. – Posso ir na pracinha? – Perguntou.
– Claro filha. – Respondeu.
Tatá foi até a pracinha e sentou-se em um balanço. Dinho sorriu ao ver a garota.
– Tatá. – Ele a chamou.
– Que foi Dinho? – Ela perguntou. – Ainda lembra de mim? – Ele riu e ela gargalhou. – Claro né.
– Bom... e.. a... – Enrolou.
– Ele quer saber da Lia. – Falou Orelha rindo.
– Cala boca. – Bufou.
– Ah, ela tá bem volta semana que vem. – Respondeu.
– Semana que vêm? – Entristeceu.
– É. Ela quer passar mais tempo com o seu namorado. – Riu.
– Ah, melhor assim né. Porque ela não vai morar lá? – Forçou um sorriso. – Porque você iria morrer de saudade. – Responde Orelha rindo ironicamente.
– Acho que eu perguntei pra ela né? – Bufou. Tatá foi brincar e deixou os dois lá.
– Londres. –
– Até aqui Ju? – Bufou. – Eu estou doente tenho o direito de dormir fecha isso. – Ela riu.
– Não. – Sorriu. – Já vai se acostumando porque você vai ter que acordar cedo. – Respondeu.
– Ah, sério? – Forçou um sorriso. – Já tinha até esquecido. – Fez cara de irônica.
– Só você né dona Lia? – Mexeu a cabeça indignada.
Os últimos cinco dias em Londres foram dias horríveis naquele hospital elas conversavam e comiam o dia todo. Ana queria ir para o Brasil com as meninas, mas não podia abandonar sua revista então às convidou para nas próximas férias ficarem lá. E agradeceu a visita delas.
– Tchau tia. Nós vamos sentir muito sua falta. – Falou Lia abraçando-a. — É. – Concordou Ju.
– Eu também meninas. – E saibam que vocês vão poder vir quando quiserem para cá. Sempre vão ser bem vindas. – Sorriu. Ju a abraçou e elas entraram no avião.
– TCHAU LONDRES! – Gritou Ju sorrindo.
Lia a fuzilou com os olhos.
– Que isso Juliana. – Riu. – Vai dizer que você também não vai sentir saudade daqui? – Perguntou. – É... Vou. – Respondeu com um olhar triste ao se lembrar de que ia ter que aturar Adriano por mais hm... Um ano.
– Ju vamos fazer intercambio? – Perguntou. – Intercambio? – Franziu a testa. – Ou não. Sei lá. Porque a gente não ficou estudando em Londres? – Ela forçou um sorriso.
– Ah, entendi. – Riu. – O ADRIANO, NÉ? – Gargalhou. – Não. – Enrolou. – Ah, Lia para com isso eu sei que você odeia ele, vai fala. – Tentou. – Tá bom. Só de saber que vou ter que aturar aquela criatura por mais um ano. Ah. – Ela abaixou a cabeça.
– Você vai sobreviver. – Riu. – Vocês estão juntos desde a creche um ano a mais um ano a menos. – Abraçou Lia que em questão de minutos dormiu. Ju também dormiu
Chegando no Brasil Bruno, Lorenzo, Paulina, Gil e Tatá. Estavam no aeroporto esperando eles.
Fale com o autor