Love Story
10 Romantismo
Notas iniciais
POV STEVE
Saímos porta a fora, mas eu mal conseguia desviar meus olhos de Natasha que estava tão linda, quer dizer ela é linda, mas agora estava ainda mais, ela tinha um lindo sorriso enquanto eu a guiava para seu carro, cujo eu havia pegado a chave.
Nossas mãos estavam unidas, eu jamais teria imaginado que minhas mãos tocariam a pele macia, e quente de um anjo que era todo errado, mas que para mim era o certo.
Tão irônico, há algumas horas eu me sentia tão só e agora tão completo, mas não tão completo quanto eu estaria se ela fosse somente minha!
Sei que Peggy entenderia.
Sei que nos conhecemos há tão pouco tempo, muito pouco tempo, mas eu sempre fui uma pessoa sensitiva e tenho certeza de que meu coração ao se enganaria assim, ela devia ser minha pessoa certa, pois o que levou semanas ou talvez meses para sentir por Peggy por ela isso já havia trans passado em menos de vinte quatro horas.
Abro a porta do carona para ela que sorri sem graça, mas logo se acomoda agradecendo tentando esconder as bochechas coradas.
Fecho sua porta e dou a volta no carro indo ate ao lado do motorista onde me acomodo e dou partida no carro, mas não antes de lançar um sutil olhar para a bela ruiva ao meu lado.
Seus olhos verdes se encontraram com os meus fazendo meu corpo todo se arrepiar, ela fazia em alguns segundos, o que mulher alguma conseguiu nesses mais de noventa anos.
–aonde vamos?-sua voz rouca e delicada me tira de meus pensamentos enquanto fitava vagamente a rodovia a minha frente.
Dou um sorriso a ela que sorri mesmo sem entender.
–é surpresa frasquinho!-digo rindo ao ver sua careta ao ouvir seu novo apelido.
–você vai mesmo continuar me chamando assim?-ela franze as sobrancelhas enquanto pergunta.
–claro que vou, por que não gosta?-finjo magoa, mas pela primeira vez uma mentira minha prestou.
Ela me olha se sentindo culpada, e nesse momento quem se sente culpado sou eu.
–não foi isso que eu quis dizer, é que. -seus olhos brilham com as lagrimas, a ponta de seu narizinho fica todo vermelho, e pra contrariar um sorriso doce se forma em seus lábios, tão lindos, mas me parecia tão intocáveis inalcançáveis. Sorrio também,agora estávamos estacionados no amplo estacionamento do enorme restaurante que tinha uma bela vista,para uma linda lagoa que era tão cristalina como os verdes de seus olhos.-ninguém nuca havia e dado um apelido tão carinho ou me tratado co tanto respeito,quanto você,que queira eu ou não ainda é um estranho,mas que parece me conhecer mais do que aqueles que se dizem meus melhores amigos.
–olha frasquinho de pimenta... -eu começo a gargalhar e ela cruza os braços fingindo estar zangada, mas acabou deixando uma deliciosa risada escapar. Dou uma limpada antes de recomeçar minha fala, para a ruiva ao meu lado que olhava com as sobrancelhas arqueadas os braços cruzados e um lindo biquinho nos lábios carnudos. -pra você ficar bem feliz eu irei permitir que você coloque um apelido em mim. -ela abre um lindo sorriso, quer dizer todos os sorrisos dela eram lindos.
–hã... Deixa-me pensar... -ela coloca a mão no rosto e fica batendo o dedo indicador ao lado de seus lábios, enquanto pensava. -acho que quando eu tiver um eu te falo ok?-ela me olha apreensiva esperando minha resposta.
–ok por enquanto...-ela dá um sorriso aliviado.
–então vamos?eu estou com fome.-ela faz uma voz manhosa e um biquinho,eu estou quase tendo a certeza de que ela sabe o efeito que causa em mim.
–vamos lá.saio do carro dando a volta rapidamente antes que ela pudesse sair sem a minha ajuda.
Abro a porta para ela que agradece,ativo o sistema de segurança do luxuoso carro e estendo meu braço para Natasha que entrelaça seu braço entre o meu.
Caminhamos letamente ate a entrada do luxuoso ambiente,onde pude ver que éramos o centro das atenções,uns sorriam para a gente outros se perguntavam quem éramos,algumas moças sorria,rapazes arrumavam a postura,mas eu mau me concentrava nisso,meus pensamentos se resumiam a ruiva que estava ao meu lado analisando o local e as pessoas.
–nossa capitão aqui é tão lindo e agradável.-ela diz sorrindo para mim.
–isso é só o começo frasquinho, depois quero te mostrar uma coisa.
Nossa desse jeito vou ficar muito curiosa e não vou conseguir comer.
–ah, mas tenho um motivo para você se alimentar corretamente.
–ai você está muito malvado Steve!
–a é? Você ainda não viu nada. -digo me divertindo com sua expressão co a minha voz soando em seu ouvido.
Fomos recepcionados por uma moça bem simpática que nos levou ate um local mais reservado,onde Havaí uma mesa para dois.
Pedimos nosso jantar, e sempre nossos olhares se encontravam, comum misto de curiosidade e admiração,fazendo meu corpo mais uma vez ter a reação de se arrepiar e estremecer perante o poder daquela ruiva.
...
–nossa está tudo tão maravilhoso,obrigado Steve,você é o melhor!-ela para de caminhar e fica de frente para mim,me fazendo ficar sem reação ao sentir seu pequeno corpo se chocar contra o meu em uma abraço apertado.
–não frasquinho, você que é incrível,mudou minha vida em menos de vinte quatro horas.-ela sorri corando,toco sua bochechas,mas continuo minha fala.-agora vem que eu quero te mostrar algo.
–então vamos Steve não me agüento de curiosidade.
–então tudo bem, vamos!-pego em sua pego em sua pequena mão e caminhamos para fora do restaurante.
–aonde vamos?
–é surpresa, e não adianta fazer esse biquinho.
Caminhamos ate o carro ,eu mais uma vez vou ao volante o que deixava Natasha ainda mais nervosa.
Chegamos após muitos minutos ao destino.
Eu praticamente a arrasto entre as pessoas que circulavam na Ru,entramos no imenso prédio,sendo observados por pessoas que olhavam como se fossemos dois loucos.
Chegamos ao terraço do prédio mais alto da cidade onde se podia ver tudo,ate a maldita torre do Tony.
–é tão lindo Steve!
–eu gosto de ficar aqui sozinho para pensar,mas não me importo de dividi esse cantinho com você.-digo ficando de frente para ela e pegando suas mãos entre as minhas.
–oh Steve obrigada!
Não respondo apenas me aproximo lentamente dela,a vejo fechando os olhos e quando faltavam centímetros eu a imito,mas quando sinto seu hálito em minha boca,ouço meu telefone toca e me irrito ainda mais ao ver que era o Tony ligando.
Nat sorri tentando me acalmar,mas no fundo ela também queria matar aquela lata velha.
–o que foi Tony?
–nossa que mal-humos,mas enfim...você e a ruivinha vão voltar quando?
–pra que quer saber?
–ui!Porque o sistema de segurança é ativado a partir da onze da noite,e pra resolver só aqui dentro e eu vou estar muito ocupado se é que me entende.-ele diz em um tom malicioso.
–já estamos indo.-desligo o deixando falar sozinho.
–temos que ir?
–Sim, desculpe... -ela coloca o dedo indicador sobre meus lábios
–foi tudo perfeito,agora vamos,se não dormiremos na rua.
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