Love Of Friends

10 Capítulo X


Notas iniciais
Sem tempo para notas :X quero mais reviews, hein? Desculpa se eu ofendi alguém no cap anterior, mas eu sou paralover e gosto (ou gostava) de tudo aquilo que eu coloquei em má posição, viu? (menos o Justin, desculpem, não dá) Enfim, desculpem. Olha cap lindoooo aí (nooooooooooooooooooooooooooooooot) Bjos quero muito reviews ´pra fazer o sacrifício de postar (tô escrendo td errado aki no cel da minha prima) Xauu :3

Senti uma vontade enorme de sair do carro com uma metralhadora matando todo mundo, mas meu bom senso não permitiu. A pergunta era: Como ele pegou a Calipso se eu não desgrudo dele?

Porque, tipo, eu sou o cãozinho de guarda do Nico. Como aquela puta passou pelo meu sistema avançadíssimo de segurança? Vaca, idiota, vadia, quenga, eu vou mata-la, jogar seu corpo em uma fossa, seu sangue eu vou dar de doação pra morceguinhos e vou fugir com o Nico para o México.

Não viaja. Seu objetivo ainda é só mata-la.

Shh, cala a boca parte do cérebro que raciocina normalmente!

-Thalia? Thalia, você tá aí? –Nico sacudiu as mãos em minha frente.

-Ela saiu, talvez a Calipso saiba onde ele esteja. Ah, não, espera, você não pode ver a Calipso porque vai sair por aí comendo ela. –Respondi cínica. Ele me olhou com as sobrancelhas franzidas e a cabeça virada estilo cachorrinho confuso.

Não, ele não vai te convencer com fofura, Thalia! Seja forte. Você consegue não encarar esses olhinhos fofos e... Já era.

-Lia, eu só... Só estava brincando. –Ele disse como se estivesse se desculpando.

Agora pronto.

-BRINCANDO? COMO ASSIM, BRINCANDO? EU AQUI TODA PREOCUPADA EM ACHAR MANEIRAS DE MATAR AQUELA BISCATI DA CALIPSO E VOCÊ SÓ BRINCANDO? Nico di Angelo, eu passei a minha vida quase toda cuidando do que é meu pra uma vagabunda qualquer chegar e roubar? NÃO! Então nunca mais brinque assim, ouviu? N-U-N-C-A M-A-I-S!

Será que eu exagerei?

-Calma, Thals. Não é uma garota que vai me tirar de você, tá? –Eu relaxei bastante com isso. – Espera, você disse “Cuidando do que é meu”? Como assim, Grace?

-Hã... Então... Ãnh... A gente não ia estudar? Vamos! –Não esperei resposta e sai desenfreada do carro para a biblioteca na minha frente.

Escapou mais uma vez de admitir uma coisa, né?

Quieta, desgraçada. Eu não escapei de nada.

Você mentiu.

Omiti! Agora fica na sua.

Nico me seguiu com um sorrisinho (que eu desaprovava totalmente) debochado pra dentro de um prédio enorme com um estilo macabro de castelo e tinha uma placa enorme na fachada.

-Blibi... Biobli... O que é aquilo? –Apontei para a grande placa. Nico revirou os olhos.

-Se chama biblioteca, é onde nerds ficam o sábado inteiro.

-Credo!

Ele riu com meu nariz torcido e o tocou levemente na ponta. Eu ri junto.

-Vem, Thals. Você tem que aprender quem é Van Gogh!

-Bleargh!

Divertido, Nico pegou minha mão e puxou-me agitadamente para a bibli-sei-lá-o-quê. Ele parecia uma criancinha fofa examinando cada detalhe da construção gigante. Era tão lindo seus olhos negros brilhando em expectativa, sua boca aberta em um sorriso branco com caninos pontudos sexys, seu perfume masculinamente perfeito/ perfeitamente masculino exalava e se concentrava em mim. Não que eu reclamasse de ficar cheirando à Nico...

Enfim, chegamos lá dentro. Graças à Deus, que escadaria enorme, meu Deus! Eu achei que ia chegar na lua.

Meu di Angelo (oooops) trocou duas palavras com uma velha feia na recepção, entregou um cartãozinho e seguiu, ainda com a mão sobre a minha.

Pegou um livro que eu não prestei atenção (quem presta?) sobre artes e alguma coisa e se sentou.

-Muito bem, Grace, lê. –Ordenou, praticamente tacando o livro na minha face.

-O QUÊ?

-O que você ouviu. Anda, anda, lendo!

Bufei e comecei à ler aquela coisa enorme com letras minúsculas e sem nenhum desenho. E com muitas páginas.

*

-Terminei. –Joguei o livro praticamente no chão de tanto stress e afundei a cabeça na mesa. –Ãhnn...

-Não acabou, Thals. –Nico fechou o livro que estava lendo (Todo mundo faz caquinha) – Agora vou testar seus conhecimentos.

–Ãhnn...

-Toda pergunta que eu fizer e você acertar, ganha um beijo onde escolher.

-Tô dentro! –Levantei rapidamente a cabeça, energética. Depois eu até que tentei concertar. – Quer dizer, pode ser...

Não adiantou.

Aff, cala a boca.

-Tá bom. Qual é o nome inteiro de Van Gogh? –Perguntou, com os olhos no livro. Mordi o lábio inferior, lançando longe o olhar, tentando lembrar.

-Vincent Willem van Gogh?

-Muito bem, Thals! Um beijo aonde?

-N-na testa. –Pedi e ganhei. É melhor começar devagar, né?

-Ok. Van Gogh viveu uma vida plena e agrádavel: Verdadeiro ou falso?

-Falso?

-É. Por que, Lia?

-Hum... –Não lembrei de primeira, mas consegui dar uma espiada no livro bem discretamente. — Sua vida foi marcada por fracassos. Ele falhou em todos os aspectos importantes para o seu mundo, em sua época. Foi incapaz de constituir família, custear a própria subsistência ou até mesmo manter contactos sociais. Aos 37 anos, sucumbiu a uma doença mental, cometendo suicídio.

-Uau. Tudo isso é por um beijo, Thals?

Com certeza.

-Claro que não, eu só lembrei. –Menti na cara de pau.

-Beijo aonde agora?

-Na bochecha. –Ele me deu com um sorrisinho de canto. Minhas bochechas queimaram.

-Agora, a última e mais difícil: Quando ele faleceu? –Agora eu me ferrei.

-Aaah...

Ele me estimulou arqueando as sobrancelhas. Pensei rapidamente, vasculhando toda minha memória.

22 de abril? Não! 7 de setembro? Não, com certeza! 1 de janeiro? CLARO QUE NÃO!

-Faleceu em 29 de julho de 1890. Encontra-se sepultado em no cemitério municipal de Auvers-sur-Oise na França.

Ele me olhou boquiaberto. Tipo, Como assim ela conseguiu?

-B-beijo aonde?

Eu corei, tipo, MUITO. Nico me olhou curioso e em expectativa.

-E-eu quero u-um... Selinho. –Minha voz sumiu e eu não sabia onde enfiava a merda da cara.

Notas finais
DROGA DROGA DROGA!
Chamei sua atenção?

Então deixa review! :)