Love Of Friends

33 Capítulo XXXIII


Notas iniciais
Olá, pessoas. Vou ser bem breve hoje. Se alguém for no MPN me avise, a fic está acabando, eu estou amando um ser humano do sexo oposto que é muito fdp (MUITO. Pra vocês terem uma noção, ele gosta de falar comigo sobre tudo, INCLUSIVE sobre os peitos de uma menina que tem cara de tortuguita. Eu sou um filhote de cruz-credo SEM PEITOS, gente, eu fico muito puta com isso ;-; ele gosta de me irritar, é um cu, eu odeio essa relação mas eu não consigo odiar o ser humano). E muito obrigada à Srta Godoy (Ou Izzy ou Isa ou Belle, que é como eu lembro de você sua danada ^w^) que está esperando pacientemente meu agradecimento já faz dois capítulos. Desculpa smurf, eu tinha esquecido. MAS EU LEMBREI, OBRIGADA SUA GOSTOSA! 2 bjos sabor (seu-cantor-favorito-nu-em-cima-da-sua-cama-querendo-seu-corpo) pra Isa u-u Passado o meu desabafo (e o meu agradecimento atrasado), tchau, smurfs. Amo vocês. *u* Desculpa o mau-humor, é que hoje é sábado, e eu odeio muito sábado. Desculpa, sábado.

POV Nico di Angelo

Segui Thalia até a escola, e depois a bendita sumiu. Eu estava meio desesperado, tipo, e se ela nunca mais quisesse olhar na minha cara? Então eu poderia me matar.

Desci do meu carro e fui procurar a minha Grace. Avistei sua silhueta quando ela estava entrando na sala, e a barrei. Ela me olhou meio indignada, daquele jeito que eu achava sexy e divertido ao mesmo tempo, mas eu fui mais rápido.

–Me. Deixa. Explicar.

–Não, você não tem que explicar nada, também peguei o Luke. –Me olhou debochada. Ela gostava de me provocar, e eu gostava de ser provocado.

Agarrei seu braço e saí correndo pelo corredor, a arrastando comigo. Thalia nem tentou se debater, ela me conhecia tão bem que já imaginava; seria inútil.

Corri mais um pouco, até encontrar uma porta aberta. Entramos ali, e por uma brincadeira engraçada do meu amigo destino, era a biblioteca.

Fiquei contra a porta para evitar que Thalia fugisse. Essa que me olhava meio irritada.

–Pode começar quando quiser. –Ela cruzou os braços, e eu ri, porque de todo o jeito a Grace queria ficar no comando. Me concentrei e comecei a contar uma das maiores idiotices da minha vida ingrata.

–Tá... Foi tipo, Dionísio ligou pra minha casa de tarde, e disse que iria jantar lá, assim, do nada. Meu pai me obrigou a arrumar a casa, por isso não fui te ver, e de noite Dionísio chegou em casa, levou a mulher e a filha, que por acaso é a Mabel. Eu não podia desagradar a cria do diretor, Thalia. Ela disse que queria conhecer meu quarto, eu levei ela até lá, e ficamos rindo de uma piada interna que eu nem lembro. Foi isso. –Fiz uma pausa pra respira e tomar coragem pra dizer o que estava na minha cabeça. -Não era nada do que você tava pensando, Lia. Eu te amo, nunca mexeria um dedo para ter outra mulher além de você.

Ela ficou me encarando sem expressão. Thalia sempre fazia isso, o que me deixava ansioso por sua reação. Quando ela ia abrir a boca, a porta se abre, me empurrando com tudo pra frente. E que entrou? Sim, Mabel.

Droga. Se alguma coisa der errado, eu juro que mato a Bucetilde.

A loira nos percebeu ali, e logo seu cérebro ligou a linha do tempo.

–Oi Nico. –Acenei pra ela. — Oi, Thalia. Começamos meio mal ontem, então... Eu sou Mabel Bordeaux, filha do diretor, prazer. Acho que eu meio que interrompi as coisas, já estou de saída e... –Mabel ia se virar.

–Fique aqui. –Thalia ordenou. A loira parou qualquer tipo de movimento na hora. Thalia ficou nos analisando por uns cinquenta segundos bem tensos. Eu não tinha ideia do que ela estava fazendo, mexendo os olhos pra lá e pra cá. Meu estômago estava se revirando.

–Tudo bem, Mabel Bordeaux, você é inocente. Desculpe por ontem, eu me exaltei... Um pouco. –Thalia resmungou, seu orgulho tentando sufoca-la. Ela ficava tão fofinha fazendo cara de insatisfeita.

Mabel sorriu. –Tudo bem. Eu realmente passei dos limites. Hm... Até mais. –Ela saiu da sala, me deixando sozinho com minha morena.

Thalia veio correndo até mim, e pulou nos meus braços, me beijando. O beijo dela era doce, o abraço dela era o melhor do mundo... Tudo era perfeito em Thalia Grace.

Nos separamos para respirar, e ela me olhou com aquele sorriso lindo.

–Eu te amo, Niquito.

–Eu também te amo, Thals.

Ela riu. –Sabe o que tem agora?

–Sexo de reconciliação? –Eu ri, mordendo sua bochecha.

–É uma boa ideia, mas não. Agora tem prova de Artes, e adivinhe quem precisa de cola? –Ela piscou fofamente.

Eu ri. –Então vamos logo, senão você vai perder a prova.

Nós voltamos pra sala, e ainda deu tempo de fazer a prova. Thalia ficava praguejando todo o momento, coisas como “Vou enfiar uma vassoura no cu dessa professora” e “Porque raios eu preciso saber dessa porra?”, e era muito engraçado.

Luke Castellan não tirava os olhos dela, o que me deixava muito puto. Sabe, eu realmente amo Thalia, e a única coisa que me impede de tê-la pra mim é nossos progenitores, os filhos da puta. Tipo, nunca aceitariam um romance entre nós. Talvez, se eu drogasse Zeus e Hades, eles ficariam até felizes, mas caso contrário, não.

Como eu já tinha terminado a prova, e sabia que estava tudo certo, fiquei lá brisando.

–Nico. Ei. Pss. –Thalia sussurrou, e eu olhei pra ela com uma interrogação. – A da 3. A da 3.

–Nuenen, Holanda. –Sussurrei de volta. (NO ENEM HUAHAUHAUAHA)

–Valeu. Por acaso sabe a B da 3, também? –Ela mordeu a caneta.

–ALGUM PROBLEMA, SRTA. GRACE? –Gritou a Sra. Dodds, e eu me voltei à prova rapidamente.

–Não, Sra. Dodds, nenhum problema. Além da sua cara de puta.

–O que disse?!

–Eu disse NENHUM PROBLEMA, SRA DODDS.

–ENTÃO FAÇA SUA PROVA. –A Sra. Dodds cruzou os braços e ficou perambulando pela sala. Thalia estava mandando maldições pra ela.

Rapidamente, puxei a prova de Thalia pra minha carteira, e joguei a minha prova na dela. A Grace olhou pra mim sorrindo agradecida, e eu lhe mandei um beijo.

–Agora você vai tirar um fucking dez. –Sussurrei.

Nós arrumamos os nomes, e Thalia foi lá entregar a prova dela, enquanto eu respondia as questões que ela tinha deixado em branco, pra entregar logo depois.

Depois eu acabei dormindo na carteira, e sonhei com cangurus.

***

A aula tinha acabado, e a Lia voltaria pra casa comigo. Ela se despediu das amigas, e veio correndo até meu carro. Claro que eu tinha segundas intenções com essa viagem, e claro que nós demoraríamos mais do que o normal para chegar até a casa dela.

Ela entrou e fechou a porta.

–Pronta? –Perguntei.

–Pronta.

Acelerei, e Thalia se jogou contra o banco. Eu ri. –Ei, calma. Nem comecei a correr.

–Nico, por favor, quero chegar em casa viva.

–Você vai. Não se preocupe.

Ficamos um tempo em silêncio, eu pensando na questão dos nossos pais, ela brisando.

Entrei em umas ruas vazias, e Thalia franziu as sobrancelhas.

–Pra onde estamos indo? –Ela me olhou, ligando o rádio, e estava tocando Helena, do Misfits.

–Você sabe. –Eu disse, dando meu sorriso mais pervertido. Thalia mordeu os lábios e ficou me olhando por um tempo. Ah, ela tá fazendo de novo! –O que foi?

–Nada.

Parei o carro em uma esquina totalmente vazia. Thals não perdeu tempo, pulou no meu colo e começou a me beijar. O beijo dela estava diferente, melhor do que era. Eu abracei sua cintura, a trazendo mais pra mim, e por um momento meu coração bateu junto com o dela. Ela parou o beijo e ficou me olhando de perto, seus olhos azuis me arrepiando.

Você está muito gay hoje, Nico.

–Nicholas di Angelo. –Thalia sorriu, e voltou a me beijar. Eu tirei sua blusa, exibindo seu sutiã preto. O corpo dela estava quente.

Logo passamos para o banco de trás, e Thalia continuava boa com essas coisas. Fizemos o que precisávamos fazer, ela mordeu meu ombro, e caímos cansados no banco. Eu suspirei ofegante, a abraçando.

–Nico... Eu... Eu te amo. –Ela sussurrou, e parecia que cada vez que ela falava aquilo, era mais real.

–Eu também te amo.

–Não, Nico, eu te amo daquele outro jeito. Sabe? Tipo, quero que você seja o pai dos meus filhos. –Thalia disse baixinho, emocionada.

Eu a apertei mais forte. –Eu também te amo assim, Thalia Grace. Só você que não tinha percebido.

Ela começou a chorar. –Nico...

–Ai meu Deus, você tá chorando? Que bonitinho, amor! –Beijei sua testa, rindo.

–E-eu não tô chorando, para de viadagem. –Ela disse chorando mais. Eu gargalhei. –Nico di Angelo, cala a boca ou eu vou te castrar!

–Ui, tá bom. Quer um beijo?

–Não.

–Para de ser marrenta, Grace Chorona. –Ela me acertou com um tapa no peito. –Puta que pariu, isso dói.

Thalia me beijou, e ficamos ali mais alguns minutos.

Finalmente alguma coisa está dando certo.

Notas finais
Tchau. Deixe seu review aí ^w^