Love Of Friends

23 Capítulo XXIII


Notas iniciais
Olá pessoal! "Blue, porque aqui tão rápido?" É que eu programei essa postagem porque eu ia viajar! Bem, meus Thalíacos, respondi os reviews do capítulo 20 e a primeira página de reviews do capítulo 21, falta mais três páginas de reviews no total, sem contar com esse capítulo, MAS TODOS VOCÊS SERÃO DEVIDAMENTE RESPONDIDOS E LINDAMENTE ADORADOS COM PIADAS ENGRAÇADINHAS NAS REPOSTAS! Falo isso porque eu acho UM SACO quando eu comento e o autor desgraçado não responde! Paro até de comentar na desgraça da fic quando acontece! MAS NÃO É O NOSSO CASO PORQUE EU BRILHO (mas não sou Edward Cullen) E VOU RESPONDER TODO MUNDO! E não parem de mandar reviews porque eu amo responde-los e o próximo capítulo está pronto! ATENÇÃO: Gente, eu recebi mais uma advertência por causa dos N/A, e a fanfic pode ser excluída se eu não remover todos em uma semana. Eu revisei todos os capítulos, mas não tenho certeza se está tudo certo! Já é minha terceira advertência (Shit!) e se alguém quiser dar uma força só repassando os capítulos com os olhos eu ficaria muito agradecida (se não quiser também não tem problema, só é mais fácil Love Of Friends sumir TT.TT) - OKAY! OKAY! Lembra que eu disse que a minha estava um bosta? Pois é, melhorou, e eu voltei à ser aquela Blue que todo está acostumada. Louca e cafeinada demais. Mas tá. Estou lendo Abrahan Linconl - Caçador de Vampiros, é muito interessante e melhor do que o filme! Página 124, longo caminho pela frente :3 Let's Go! Então, como vocês sabem, esse capítulo está sendo PROGRAMADO, e se eu receber alguma recomendação nesse meio tempo, eu agradecerei nas notas do próximo, pessoinhas lindas que recomendaram (ou não ;.; anyway, eu ficarei feliz). Mas envierei uma MP agradecendo porque eu acho que agradecimento é uma forma de reconhecimento e eu adoro agradecer, é legal *-* #MuitoCaféBluePara LÁ LÁ LÁ LÁ LÁ LÁ EU TINHA MAIS COISA PRA FALAR E É LEMBREI. Alguém sabe o paradeiro da Vick (Violet Cristy)? Por favor, se souber, compartilhe comigo, porque eu fiquei muito triste quando ela nos deixou! Só sei que tem algo com o namorado dos EUA com que ela estava (ou não). Não sei detalhes : Faz falta FFY! Mudando o papo NOSSA QUE NOTA ENORME CARA COMO EU ESCREVO cof parei. Boa leitura guys! E Lembre-se da fanfic e se vcs puderem dar uma revisada nos capítulos pra reforçar as minhas correções, tirando o N/A! Grata! p.s.: Se eu receber um 4º advertência, abrirei uma nova conta para não correr riscos, mas daí eu aviso.

A minha casa estava completamente vazia quando pisei nela. Estranho, muito estranho. Jason não estava na cozinha comendo igual a um porco nem em seu quarto jogando qualquer coisa e gritando coisas de nerds (“SEU RETARDO FILHO DA PUTA! NÃO ME MATE, EU SOU DO SEU TIME! VOU COMER VOCÊ E TODA A SUA FAMÍLIA! NÃÃÃÃO! ME MATOU DE NOVO! AAH! JOGO DO CAPETA! CA-PE-TA!”). Hera também não estava xingando o jardineiro nem dormindo. E Zeus... Sei lá o que a criatura faz nessa casa, mas seja lá o que for, não estava fazendo.

Que família mais agradável!

Digo o mesmo.

Subi para o meu quarto e me joguei na cama transpirando preguiça (quase literalmente). Estava tudo muito bom, muito legal, muito bacana*, eu pensando em aventuras sexuais com Nico di Angelo e a casa fazendo o barulhento silêncio.

Até algum infeliz quase estuprar a minha porta de tanto bater nela.

–QUE FOI? –Eu gritei preguiçosamente. Também estava cogitando a ideia de jogar a pessoa atrás daquela porta pela sacada, porque eu estava trepando com o Nico dentro de um frigobar na imaginação (e estava bom).

Um frigobar? FRIGOBAR?! Espera, vou pegar o número da psicóloga, não se mexa!

–Pode abrir a porta, por favor? –Disse uma voz não identificada. Parecia que a pessoa tinha engolido um morcego. Sério, que vozinha de taquara rachada do inferno.

Me levantei contragosto e abri a porta do meu quarto. Eu esperava uma menininha bandeirante que seria processada por invasão de privacidade em breve, mas, em vez disso, era uma coisa muito pior.

–Oi! –Disse a menina que segurava um chiua-sei-lá-o-que e uma grande montanha de malas. Eu arqueei as sobrancelhas. –Eu sou Eva Wednes e precis...

–O orfanato é à direita. –Informei. Ela se desconcertou.

–Na verdade, estou procurando a residência Grace.

Ah, que ótimo! De onde surgiu essa coisa? E esse cachorro com cara de aberração? Só pode ser coisa da Hera, só pode...

Pensa rápido, Thalia, pensa rápido!

Exorciza esse ser e manda embora logo.

–Desculpa, aqui na vizinhança não tem nenhuma família Grace. Eu sou Thalia... Hã... James, prazer e coisa e tal, agora tchau. –A empurrei escada abaixo, e estava quase chegando na porta quando Hera aparece. Vestida como um palhaço colorido no verão. Parecia mais um carro alegórico.

–EVA! AMORZINHOO! Oiiii querida, tudo bem? Como você cresceu! –Ela espremeu a pobre Eva em um abraço e ficou sorrindo como uma idiota.

–Tia Hera! –Ai que droga. Porra! “Tia Hera”? Isso não pode ser bom DE JEITO NENHUM. –Vou bem! Obrigada. Mas o que a senhora está fazendo aqui na casa dos James?

–Hã? –Hera com cara de “loading”. Tentei sair de fininho, mas realmente não deu certo.

–A Thalia James ali, olha. Ela me disse que não tem nenhuma família Grace na vizinhança.

–Ah, Thalia James, é? Volte aqui, Thalia. –Hera ralhou, e eu dei meia volta com cara de arrependimento total.

–Desculpa! Eu achei que ela fosse uma louca psicótica contratada para me assassinar brutalmente à sangue frio, com direito a musiquinha sinistra e tudo mais! –Eu disse em minha defesa, e Hera bufou.

–Thalia, essa é Eva Wednes, minha sobrinha. Ela vai morar com a gente por um tempo, você tem que dividir o quarto com ela. Venha, Eva, vamos acomoda-la.

–Espera, eu tenho que dividir meu quarto? Porque eu, e não o Jason?! –Eu perguntei indignada. Eva seguiu Hera e eu fiquei sem resposta.

Eu juro, juro, que se essa menina roncar ou ter problemas digestivos, eu me mudo para a casa dos di Angelo.

O que não seria muito esforço.

Tentei ligar para Annabeth ou qualquer coisa do tipo, porque não queria sujar as mãos ajudando Hera com as malas da nova inquilina, mas ela não atendia de jeito nenhum. Vadia loira retardada! Aposto que está dando pro Percy!

Me sentei no sofá, e a empregada que me ama muito colocou um country macumbeiro pra tocar.

–Desliga essa porra. –Eu gritei. A empregada, Wlicchadde, que além de ter um nome de origem interessante, também era feia e estava de mau humor.

Ela aumentou mais a música. Eu revirei os olhos e fique mapeando a TV. Até achar um filme muito foda, foda demais, foda até o extremo!

Que acabou cinco segundos depois.

Planeta, vá se fuder.

*

Já era de noite quando eu acordei. Quer dizer, bem de noite mesmo. Era 01:30 da manhã.

Droga de sono que vem na hora errada.

Me levantei sem ter o que fazer e fiquei perambulando pela casa como um zumbi. Eu poderia ir até a sala de jogos! Porém minha casa não tem uma casa de jogos. Triste realidade de pai filho da puta.

Quem estaria acordado um horário desses para conversar comigo?

Di Angelo!

Sim, o Nico! Yay! Ebaaa!

Corri para o meu celular velocidade máxima. Só que a droga do celular estava descarregado. Bufei e o taquei no sofá, até porque, se eu tacasse na parede, só teria um celular de novo quando o Barack Obama me doasse.

Olhei para a janela sugestivamente. Estava escuro lá fora...

AH, NÃO, TÁ DE BRINCADEIRA, NÉ? Achei que estivesse o maior sol!

...MAS O POSTE ILUMINAVA A RUA. Hãn. Toma essa, consciência.

Late mais auto que não te escuto. Mentira, nem late! Muge de uma vez!

Caminhei até a janela com uma ideia típica de Thalia Grace e silenciosamente a abri. O ar seco e poluído de NY poluiu a casa. Bem, foda-se, não vou ficar aqui mesmo.

Pulei a janela sem problemas. Meus pés tocarem o chão facilmente, e eu estava no quintal. Sorri animada. Saí correndo dali e abri o portão bem rápido, saindo definitivamente da minha casa.

Era incrível como tudo era mais lindo a noite. Ao longe, as luzes vermelhas e amarelas piscavam, formando ‘constelações’ humanas. O vento arrastava algumas folhas aos meus pés.

Corri divertida, desviando das árvores e caixas de correio. Uma, duas, três quadras e a mansão di Angelo estava toda exuberante em suas paredes negras em minha frente. Mas estava tudo trancado.

Pelo menos alguém tem juízo de trancar a casa!

Sem problemas. Contornei a casa por uma passagem estreita entre um muro em as grades e encontrei o grande buraco que eu mesma abrira com uma faca de cozinha há seis anos. Era de frente para o quarto de Nico.

Passei por ele e corri graciosamente na grama do jardim. Eu era muito vida loka, fala sério. E estava me sentido foda até cair de cara na grama.

–Aaai! Cacete! Que droga de galho. –Praguejei, me levantando. Toda suja de terra. Bosta. Isso só acontece comigo.

Cheguei na reta da janela de Nico, mas ela era no segundo andar, então eu ia dar uma de clichê e subir as coisinhas de madeira onde crescem flores.

Mas não tinha nenhuma daquelas drogas!

Como solução rápida, eu taquei uma pedra na porta de vidro da sacada dele, mas talvez, SÓ TALVEZ, tenha sido forte demais.

O vidro se estilhaçou e um alto “AI!” ecoou. Depois um barulho de cobertores jogados no chão e passos rápidos. Nico estava de pé me encarando cético na sacada.

–Você sabe que horas são? –Ele sussugritou.

–Não. –Eu sussugritei de volta. Revirou os olhos, mas abriu um sorrisinho.

–O que você quer?

–Dormir com um di Angelo! Você pode escolher qual. –Eu pisquei pra Nico, mas não sei se ele viu, já que estava uns dez metros acima de mim. Ele fez uma cara de “Ah, Deus, dá paciência, porque se der força eu vou foder com essa menina até não aguentar mais”. Eu ri baixinho.

–Vem logo, Grace. –Ele se rendeu, e sumiu casa a dentro, enquanto eu corria para a porta da frente. Era uma porta grande em forma de caixão, o que deixava ela bem sinistra, mas ninguém comentava com medo de morrer. Nico a abriu.

Ele estava fofo. Seu pijama era listrado preto e branco, versão punk dos Bananas de Pijamas. Nico segurou minha mão e me puxou para dentro de uma vez, trancou a porta e nós dois corremos para o quarto dele em silêncio. Nico trancou também trancou a porta do mesmo, e ascendeu a luz.

–Ei, o que aconteceu com a sua roupa? –Ele perguntou, observando o barro que antes não estava visível por estar escuro.

–Ah, eu caí. –Respondi, tirando a camiseta suja, exibindo o meu sutiã verde. Nico assentiu meio abobalhado, mas sorriu. Me ajudou a tirar a calça, que também estava suja. Seu toque me matando.

–Grace, sobre hoje de manhã... –Ele começou, vestindo em mim uma das suas camisetas de pijama. Arqueei as sobrancelhas, curiosa. –Será que poderíamos repetir qualquer dia desses? –Nico fez a cara mais fofa que eu já tinha visto na minha vida, com um biquinho. Eu ri e beijei aquele biquinho.

Talvez ele tenha entendido o selinho como um “sim, agora pode ser, por exemplo”, porque aprofundou o beijo. Era difícil entender o que estava acontecendo, mas eu sentia mais do que vontade de beija-lo. Eu sentia uma necessidade apaixonada.

Amor. Ah, amor, você só fode com as pessoas.

Amor: Sim, esse é meu papel. Me use e abuse pra se fuder bastante! Haha, idiota.

Nico se mexia lentamente, suas mãos nas minhas costas fazendo cócegas, passeando pelo meu corpo, me fazendo ser explorada. Eu mantinhas as mãos no rosto dele, o puxando, acariciando suas bochechas. Ele era tão fofo e tão meu. Todos os tipos de sensações boas que eu já experimentará se fundiam e apareciam quando eu beijava Nico. Era perfeito.

Ele me puxou para seu colo, e se separou de mim para respirar. Ainda não estava ofegante, só corado. Ele sorriu. Sorriu para mim. Sorriu pelo beijo. Seu nariz tocava o meu, e sua testa também. Sentia meu coração dançando hip hop enquanto eu não conseguia encarar outra coisa que não fosse um par de orbes negras lindas e brilhantes, como pérolas negras –as mais valiosas.

–Thalia... Eu... -Nico começou, envergonhado.

Notas finais
ESSE CAPÍTULO FOI PROGRAMADO!