Love Of Friends

22 Capítulo XXII -Annaughty


Notas iniciais
ATENÇÃO: ESSE CAPÍTULO É UM ESPECIAL PERCABETH (e ficou uma porcaria das grandes) SE NÃO GOSTA DO SHIPP (ou não shippa tanto) BATE AQUI õ/ Beleza, oi gente, ok? Tá, eu não fiz a tarefa de história (SEMPRE HISTÓRIA!) e estou toda fudida, só entrando no Nyah! de madrugada e tals. Juro que não sou mais uma autora vadia que quer ficar sem postar pra fazer drama, ok? Então tá, ok. O capítulo ridículo que ficou ridículo. É. Nem tenho tempo pra notas grandes, desculpe :( OBRIGADA MINHAS LINDAS! Lyn, Prongs, Ambre e Aphrodite! Vocês fizeram a alegria de um ser humano. Lyn, que bom que eu abri novas portas pra você YAY Tipo, sério mesmo, se você shippa Thalico agora (ou não) eu ficou muito feliz :D! Prongs, nossa, você é minha diva T^T fiquei emocionada! Você também é linda diva e gostosa, tá? Ambre, sua fofa! Você também é uma das melhores leitoras do universo, tá? :* Awwwn, Aphrodite, thanks, muito obrigada sua linda! [Excelente trabalho? Hein? Esse capítulo tá um lixo, mas ok :3] EU RESPONDEREI TODOS OS REVIEWS EM BREVE PORQUE A MINHA VIDA TÁ ATOLADA UHUUUL! YEEEAH! O cara que trabalha na minha escola é pedófilo socorro '-' YEEEAAAAH! Eu puxei o cabelo de uma vaca esse dias e tô de castigo (CASTIGO! Ô mãe, se não acha que eu tô meio grandinha?) UUUOOOOU! Vou fazer sacrifícios pra ficar no Nyah! ;.; |Eu preciso falar mais coisa mas não lembro então tchau e orem pra Zeus aí pra ele cuidar da minha vida porque né tá uma bosta. Tchau õ/

Percy estacionou seu carro na entrada da mansão Chase. Mas, como previsto, nenhum de nós dois queria se mexer para uma despedida. Ele estava com os cabelos negros desgrenhados e os olhos verdes com aquele ar de lerdeza que o deixava inocente –o que ele não era! Estava muito, muito sexy. E eu não sou de ferro, pode-se assim dizer.

–Percy.

–Oi? –Ele me olhou de canto, batucando os dedos no volante. Eu bufei internamente. Se fosse 5% mais esperto, já tinha sacado.

–Não quer descer? –Mordi o lábio inferior quando ele voltou toda sua atenção para mim com uma sobrancelha arqueada e uma cara de confuso. Abri o zíper do meu short, ele seguindo minhas mãos com o olhar. Um sorriso malicioso se formou nos seus lábios. –Vai ou não vai descer?

–E você ainda pergunta? –Ele deu um sorriso de lado e aproximou seu rosto do meu, meu roubando um beijo calmo. Seus lábios faziam carinho nos meus suavemente, como uma brisa marítima muito foda que excitava. Esse menino inteiro tem cheiro de mar. Todo mesmo.

Me apoiei na porta enquanto Percy saia cada vez mais do banco do motorista e trazia seu corpo para cima do meu. Senti vontade de sorrir. Minhas mãos deslizaram por suas bochechas fofinhas enquanto ele rodeava meu quadril com as mãos, eu sua língua percorria toda a minha boca agitada. Parecia um espanador limpando os móveis. O empurrei bruscamente.

–Percy, pare de ser apressado. –Bronqueei. Ele me deu de língua ao mesmo tempo que abria sua porta e descia. Eu ri comigo mesma. É claro que ele queria descer agora.

*

–Oi, mãe. Oi, Tio Pôpis. –Eu acenei sorridente. Atena e Poseidon estavam sentados na mesa da cozinha prosseguindo com um tedioso assunto sobre qual o melhor sabor de camisinha. Quando todo mundo sabe que é o de morango.

Eles acenaram de volta parecendo dois bonequinhos de dar corda, onde a corda tinha acabado.

–Oi, pai. Oi, Tia Tênis. –Percy fez o mesmo. Atena o fuzilou.

–Tênis é o que tem no seu pé, meu rapaz. –Argumentou, revirando os olhos e dando um gole e qualquer coisa não alcoólica que estava ao seu alcance.

–Tia Atênis? –Percy sugeriu.

–Não.

–Tia Tênies?

–Não.

–Tia linda, maravilhosa, gostosa, novinha e produzida Atena? –Ele deu um sorriso canalha. Eu bufei, o presenteando com um soquinho no ombro. Atena fez uma cara de “Talvez” e Poseidon fechou a carranca.

–Perseu Jackson, mais respeito. –Ele ordenou, com uma voz grossa.

–Relaxa, pai. A tia não liga. Vamos subir, Annie? –Ele não esperou ninguém falar mais nada e sumiu escada acima como se conhecesse a casa.

–Até mais. –Eu abri um sorriso mínimo para os presentes e segui Percy aos pulos para alcança-lo. Como um especialista, ele achou o meu quarto.

Ou talvez porque estivesse escrito “ANNABETH CHASE” na porta, hãn?

Tanto faz, na verdade. Ele achou e isso que importa.

–Aaaah... Paz. –Ele se jogou na minha cama e abraçou o meu Ursinho Pooh. Ri e tranquei a porta, me jogando por cima dele. –Annabeth! Você está esmagando o meu namorado! Não mate ele! –Percy exclamou indignado, dando um beijo no urso.

–Para com isso, Jackson. –Eu disse risonha, arrancando o Pooh das mãos dele e o tacando na parede mais próxima. Sua expressão foi de puro horror, estampada nela estava “Annabeth assassinou meu namorado! Oh!”.

–Sua cruela! Matou meu namorado! Não creio! –Percy exclamou, perdendo a pose. Me circulou com seus braços e me puxou para baixo de si. Sustentou-se nos cotovelos para não me esmagar, claro.

–É, eu matei! Não sou desobediente? –Eu sorri maliciosa.

–Sim, você é muito desobediente. E vai ficar de castigo.

–E qual seria meu castigo, Perseu? –Tirei as mãos do colchão para desabotoar a camiseta de Percy. Ele me ajudou com o ato, e assim a primeira peça de roupa foi jogada no chão.

–Você já vai ver, Annabeth. –Ele passou a chupar meu pescoço e morde-lo, causando arrepios. Desceu com a língua até a barra da minha camiseta e a tirou também. Estremeci com um riso sapeca, e nos coloquei de joelhos, o beijando profundamente, sem pressa, algo mais natural do que o normal.

Percy passou as mãos pela minha bunda, sem bater ou apertar, e depois me puxou para mais perto pela cintura. Talvez ele tivesse medo que eu quebrasse ou algo do tipo, mas era muito carinhoso. Nos separamos com falta de ar, e passei a beijar seus ombros cheios de pintinhas.

Ele sorriu. –Seus beijos fazem cócegas, Annie. –Ele começou a rir cada vez mais alto conforme eu ia abaixando os beijos, e eu acabei rindo junto das tentativas falhas dele de me fazer parar. Percy procurava a todo custo me afastar, mas eu me mantinha firme. Até que eu o mordi e ele gargalhou.

–Você é tão fofinho. –Eu disse rindo, enquanto Percy se contorcia de cócegas. Dei uma última mordida perto do cós da sua calça e ele recuperou o ar aos poucos. –Fofinho e sexy, Jackson.

–E você é complicada e perfeitinha. –Deu um sorriso sem mostrar os dentes e me deitou, voltando a me beijar, mas furiosamente dessa vez. Aos poucos tirou meu sutiã, e meus seios saltaram. Percy parou o beijo e me olhou hesitante. Eu apenas mexi a cabeça em “sim”, e Percy caiu, literalmente, de boca nos meus seios.

Eles os sugava e raspava os dentes delicadamente, e aquilo era muito gostoso. Um gemido escapou dos meus lábios, e o moreno ficava cada vez mais acomodado com a situação. Massageou o seio enquanto sua língua brincava com o meu mamilo, de um lado para o outro. Eu agarrei seus ombros e deixei marcas com minhas unhas neles.

Percy passou para o outro seio [porque ele quis]. O mordeu suavemente, e mais uma série de gemidos e contorções vieram à tona. Sua mão quentinha deslizou por ele, e depois sua língua gelada. Eu ofeguei.

O empurrei antes que ele viesse me beijar, e comecei a tirar apressadamente sua calça, que saiu depois de uma ajuda da parte dele. Sua cueca azul estava volumosa, e não era pouco. Com um olhar, Percy entendeu tudo, e pude ver o volume crescendo ainda mais. Ele se pois de pé escorado na parede, e eu me aproximei dele, beijando seus lábios com gosto de maresia. Tinha ansiedade em seu beijo.

PERCY JACKSON SEU SAFADINHO!

Segurei a risada e fui me abaixando gradualmente, até meus joelhos tocarem o chão. Agora sim, pude rir, e abaixar a cueca dele. Seu membro estava em um estágio depois do duro, tipo, duro mais do que uma pedra. Era bem grande, e só de vê-lo, gemi.

–Chase, acelera aí, querida. –Percy rosnou. Eu mandei um beijo no ar para ele e rodeei seu membro com uma das mãos.

O masturbei lentamente, sentindo cada vibração de seu corpo, e escutando cada palavrão pedindo por mais. Eu queria dar mais. Eu queria obedecer.

Mas eu sou uma menina desobediente.

Percy socou a minha escrivaninha, que tremeu como se fosse desabar. Eu sorri provocadora e abocanhei seu membro. O moreno urrou no mesmo momento, apanhando um travesseiro da cama e o apertando com força. Eu movimentei a língua em torno da masculinidade de Percy, observando sua reações. Elas eram bem diferenciadas.

E depois aquela mesma história do vai-e-vem. Percy agarrou meus cabelos (esquecendo a história de ser gentil) e aumentou ainda mais a “potência”. Ele estremeceu violentamente e eu soube que seu orgasmo estava por vir.

E ele veio, lógico, eu sempre estou certa.

Percy desabou no chão sentado, ofegando e suado. Eu lambi os lábios, tirando o gosto dele da minha boca, e ele me puxou para si, desabotoando meu short e me jogando na cama de novo. Junto com o short ele tirou a minha calcinha fininha, e me deixou nua em instantes.

Eu imaginei que ele fosse retribuir o favor que eu fiz a ele, mas não, ele inseriu dois dedos na minha entrada e eu gritei. Percy Jackson quer me matar, não é?

Movimentou os dedos com vontade e violentamente, me fazendo ver estrelas. Eles escorregavam facilmente, eu estava toda melada. Procurei pelo ar e adivinha: Ele não estava lá. Grande novidade.

–Peeercyy... –Eu gemi como uma submissa. Percy sorriu satisfeito, e antes que eu chegasse ao meu orgasmo, seus dedos estavam fora de mim. Ele os lambeu pornograficamente e deu um tapa na minha coxa quando eu fechei as pernas.

–Abre agora, Chase. –Ordenou. Eu fiz que não revoltada.

–Eu sou uma menina desobediente.

–Annabeth Chase.

–Não.

Ele bufou e, com um movimento rápido, me virou. Eu mordi os lábios. Minha bunda estava empinada e perfeitamente indefesa. Percy de um tapa estalado nela, deitando-se sobre mim. Seu membro roçou na minha cintura, me dando calafrios.

–Você vai sofrer as consequências agora, Chase. Pronta? –Ele sussurrou. Cadê o carinho mesmo? Ah, sim. Mandamos ele ir se fuder.

–Vai com tudo. –Eu sussurrei em resposta.

E aquele animal foi mesmo com tudo.

Percy estocava rapidamente, enquanto eu apenas gemia em meio a dor e prazer. Ele abraçou minha cintura, assim eu sentia seu corpo bater contra o meu. Não conseguia decidir se queria que acabasse ou que durasse mais.

–Uuu-uhg... A-Annie... –Ele chegou ao ápice, caindo ao meu lado. Eu respirei fundo, só pra ter certeza que meus pulmões não haviam sido perfurados também.

–Jackson, seu cretino. –Briguei. Ele riu como um garoto travesso.

–Quem mandou ser desobediente?

–Ah, cala a boca. E eu ainda não tive um orgasmo hoje, você não vai fazer nada a respeito? –Lambi seu pescoço e apertei seu membro, me virando. Ele assentiu se recuperando.

–Claro que eu vou. Abra as pernas. –Dessa vez eu obedeci, e Percy foi de quatro até minha intimidade. Seu membro já pulsava outra vez, um novo recorde. Ele me penetrou profundamente, e eu segurei os gemidos. Aumentava o ritmo constantemente, e brincava com meu ponto G.

Eu cheguei ao meu ápice instantes depois, mas Percy é um filho da puta, e não parou até chegarmos ao quarto orgasmo juntos.

E foi muito bom.

Nós caímos no chão ofegando, sem conseguir respirar. Era maravilhosa aquela sensação de ser correspondida.

–Escuta... Por que não fazemos isso mais vezes? –Percy franziu as sobrancelhas.

–Porque... Ah, sei lá. Acho que podemos fazer isso mais vezes sim.

Ele se virou sorrindo e me beijou.

–Agora a Srta. Desobediente precisa de um banho, não é?

Eu assenti com um sorriso infantil.

Notas finais
EXPLICANDO O TÍTULO: Eu queria por um título engraçado, mas Annabith seria plágio a uma autora chamada Percabitch que eu já vi por aí, então naughty é desobediente, travessa, safada, enfim, eu só misturei Annabeth com Naughty e ficou Annaughty.