Love Of Friends

29 Capítulo IXXX


Notas iniciais
OIIIII MINHA NEGADA LINDA PERFEITA, TUDO BEM? Nossa, como eu estou com saudades dessas pessoas! Sério, tem gente aqui que eu precso REALMENTE abraçar nesse momento. Que pena, não dá :( Mas abracem agora o monitor do PC e finjam que sou eu :D LOL o show do CI é SEXTA AI MEU DEUS EU VOU TER UM TRECO ZEUS! Nhé. Só eu que estou assistindo todos os jogos da Copa? Pois é, eu sou meio fanática. Tipo assim, se o Brasil perder, eu vou torcer pra França, só porque o Antoine Griezmann é MUITO GATO. AGORA UM AVISO IMPORTANTE: Comunico que Dama do Poente tem um comunicado para fazer a quem ama Thalico: Não sei se você já sabe, mas tem um grupo para os Thalico Shippers! Se quiser entrar e chamar os seus leitores para entrar também, aqui vai o linkhttps://www.facebook.com/groups/semidiosgreosouromanos/ ENTREM LÁ, AZUIS! É LEGAL! Mas provavelmente eu não poderei entrar porque o Facebook está desativado :) LOLOLOLOLOLOLOLOL é 02:48 da manhã e eu tô tão feliz! Bye >.

Ele me prensou na parede e eu sorri. Estava bêbada, louca, e a última coisa que eu conseguia sentir era vergonha.

O que é uma merda, veja bem.

Me beijando rapidamente, Nico embaraçava os meus cabelos e acariciava minhas costas, me dando calafrios. O raio de tudo é que a parede atrás de mim tinha textura, e estava ardendo as minhas costas. Culpa da filha da puta que é a Silena, por ter essa casa inútil cheia de coisas inúteis.

Faltando o ar, ele beijou e mordeu me maxilar, as mãos descendo pelo meu short. Tirei sua camiseta irritante, deixando rastros vermelhos-da-cor-do-Katchup-do-Mc-Donald’s com minhas unhas por seus ombros, e ele mordeu meu pescoço. Eu inverti as posições, jogando ele contra a parede.

Chupei seu pescoço pra marcar, porque assim, quem sabe, algumas vadias se toquem que ele é meu. Nico riu roco. Bobo ele não era.

Mas gostoso ele era.

–Ai. Que bosta de parede é essa? –Ele fez uma careta fofa ao sentir o grafitado perfurando suas costas.

Eu ri pelo nariz, e sai andando pelo quarto, pra me jogar na cama. Nico deu um sorriso malicioso.

–Boa escolha.

Ele veio até a cama, e engatinhou sobre mim. Meu de um selinho, e desceu a mão por todo o meu corpo, seus olhos fixos nos meus, me fazendo tremer internamente. Nico desceu meu short devagar, suas mãos pressionando minhas coxas, me excitando. Olhando pra mim intensamente.

Puta que pariu, daí é tortura. Eu vou ter que gemer.

Não, não vai. Não dê esse gostinho pra ele.

Por que não?

Porque... Porque... Ah, sei lá, foda-se. Agora vai, agarra ele.

Nico jogou me short no chão, e deixou um selinho no meu joelho. Claro que esses selinhos lindos e inocentes foram subindo, e se tornaram lindos e não-tão-inocentes.

–O que você pretende, di Angelo? –Eu perguntei, pra depois morder os lábios, porque ele me mandou um olhar muito sexy.

–Você vai gemer pra mim, Grace. –Sorriu de lado, os caninos afiados dando o charme, e os cabelos caindo sobre os olhos escuros.

OMFG ELE É TÃO PERFEITO, VOU CHORAR.

Quem vai te fazer chorar aqui sou eu se você não calar a boca e trepar com ele.

Tá bom, não tá mais aqui quem falou.

–Eu duvidaria disso, di Angelo.

Seu olhar ficou malicioso. Deus do céu, o que eu fiz?

–Tudo bem, então. Se eu te fizer gemer, além do presentinho que você já me deve, eu vou cobrar outra coisa. –Ele sorriu, arqueando as sobrancelhas do jeito mais perfeito que alguém pode fazer. Mal, sexy e perfeito. Esse era o di Angelo do momento.

Eu não me preocupei em perguntar o que. Estava bêbada, eu faria o que ele quisesse. Por mais loucura que parecesse.

–Feito.

Ele deu um risinho e passou as mãos pelas minhas pernas sem pudor. Se abaixou e encheu minha coxa de selinhos. Droga, a boca dele é quente.

Que tipo de frase foi essa?! Jesus!

Mas eu não gemi. O que foi uma conquista e tanto. Mas Nico ainda tinha muitas cartas na manga. Na verdade, o baralho estava com ele.

Voltou engatinhando sobre mim, e me roubou um beijo cheio de segundas intenções. Suas mãos se enfiaram contra o colchão para alcançar minhas costas, e eu senti o sutiã frouxo.

Filho. Da. Mãe.

Nico passou uma perna de cada lado do meu corpo, se sustentando pelos joelhos, e com um puxão, deixou meus seios à mostra. Sua língua passou pelos lábios em câmera lenta pra mim.

Oh, Deus, por que tão irresistível?

Ele se abaixou para ficar a altura de fazer o necessário, e abriu um sorriso de dentes branquinhos, cara a cara comigo.

–Fique à vontade para gemer, Grace.

–Estou determinada, di Angelo. Não vou gemer pra você.

–Veremos.

Ele começou pelo seio eu-não-lembro-qual-é-então-foda-se, o lambendo. Caralho, a língua dele também é quente. Muito quente.

Depois ele subiu com a língua pelo meu ombro, e começou a sugar de leve meu pescoço, às vezes mordendo minha orelha. A mão que não estava o apoiando ficou sobre um dos meus seios, o acariciando.

–Geme pra mim, Thals. Por favor. –Ele sussurrou no meu ouvido, com uma voz rouca. Pro inferno com isso! Não é justo! Quem consegue desse jeito? Ele apelou! Tô revoltada agora!

Se passaram cinco segundos e eu gemi. Nico abriu um enorme sorriso de satisfação, tirando a mão do meu seio e parando de chupar o meu pescoço, voltando a ficar de frente pra mim.

–Win! –Cantarolou. Eu lhe mostrei o dedo bonito, mas ele estava muito fofo com aquela carinha de superioridade.

–Você apelou. –Eu justifiquei.

–Não apelei nada. Você que não resiste a mim.

–Nico, ninguém resiste a você. –Eu disse, com uma sinceridade de bêbada comovente.

–Eu sei. –Ele colocou um dedo na boca e olhou pra cima, naquela pose de prostituta clássica. Eu ri. –Ui, como sou sexy!

Ele saiu de cima de mim e deitou ao meu lado, me puxando para seus braços.

Ah, não! Nada de dormir! Os leitores vão enforcar a pobre Blue em praça pública se você fizer isso!

Foda-se! Eu não ligo.

–Olhar matador número 3766024289203-

Ok. #Medo.

–Nico. –Chamei.

–Hm?

–Você não quer seu presentinho agora?

Não demorou meio segundo para ele estar de pé, ao lado da cama.

–Que pressa, hein, di Angelo? –Eu me levantei também. Ele deu um sorriso envergonhado. Ai, meu Deus, que fofo. –Para com essa cara, porque tá me dando vontade de apertar suas bochechas.

Nico riu, meio sem jeito. Quem deveria estar sem jeito sou eu, mas olha só. Estou bêbeda e sem pudor.

Eu o encostei em uma parede sem grafitado e lhe tomei um beijo, descendo devagar pro seu pescoço, depois pro seu peito, barriga, barra da sunga. Nesse momento eu já estava ajoelhada. Nico tremia ansioso, suas mãos agarrando a cortina ao lado.

Abaixei a sunga, dando de cara com um MegaNico muito animado. Eu fiz contato visual com o di Angelo, e sorri maliciosamente, envolvendo o membro dele com as mãos. E depois eu estendi a língua, lambendo todo o amiguinho. Não é tão ruim, veja bem. O gosto até que é bom.

Nico urrou, seu corpo ficando tenso. Nossa, como ele fica lindo excitado. Então, eu repeti o movimento. De novo e de novo. Até Nico estar basicamente fodendo a minha boca.

Joguei meus cabelos para o lado em uma pausa e arranhei a virilha dele. Nico olhava pra cima, com a cabeça encostada na parede, e as mãos segurando fortemente a cortina.

Eu estava com medo de ele rasgar aquelas coisinhas frágeis de seda.

Mordi o membro dele de uma forma razoavelmente dolorida, e Nico socou a pareda.

–Porra... Thalia... V-vai.

Eu obedeci, e logo ele chegou ao ápice. LOL, gosto de batata frita. Eu engoli, qual é, nem tenho mais dignidade mesmo.

Nico caiu na cama exausto e me deitei ao seu lado.

–Caramba, você sabe fazer isso muito bem. Quer ir de novo? –Ele perguntou, olhando pra mim, lindo como nunca.

Sim, sim, sim, sim, sim, sim, sim, sim, s...

–Não. –Eu ri. –Já paguei a minha dívida, agora só quando você fizer por merecer.

Ele fez um biquinho. – Thals, sua má! Regulando um boquete pra mim, que sou seu amigo desde os 6 anos de idade?

–Cala a boca.

Ele riu e passou os braços sobre mim. Estávamos cansados.

Quinze segundo pra mim desmaiar de sono nos braços do di Angelo mais uma vez.