Love Never Dies

4 Um pouco sobre Renesmee


Notas iniciais
Demorei, mas está outro capítulo! - Leiam as notas final -

O tempo passou rápido, e logo o sinal para o intervalo já estava tocando.

Eu e Mandy saímos de pressa, ou melhor, dizendo, ela saiu me puxando pelos corredores da escola até o refeitório.

Entramos na fila e logo pegamos nossos lanches.Fomos até a mesa de sempre, a mais afastada de todos e nos sentamos.

– E então? — ela perguntou colocando a bandeja com o lanche na mesa.

– E então o que?

– Por que você chegou mais tarde hoje? Você sempre chega uma meia hora antes das aulas começarem, mesmo nas quartas feiras.

– É uma longa história, como eu disse.

– E então me conta! — ela exclamou; Mandy era muito curiosa, mas sabia guarda segredo a pesar de tudo.

– Ok... — comecei a contar tudo para, desde o meu ato como “heroína”, até hoje, quando nos reencontramos.

– CA-RAM-BA! — ela exclamou quase gritando.

Tapei a boca dela com a mãe direita.

– Ta ficando maluca?

– Desculpa. — ela disse tirando minha mão do seu rosto e dando um sorriso torto. É que essa história parece até coisa de filme. — o sinal toca. Tínhamos que encarar mais uma aula. Deve vez era física.

Enquanto íamos andando pelo corredor, de volta até a sala, Mandy ficou me fazendo um monte de perguntas do tipo “ele era bonito?” “como ele era?” “ele tinha um carro?” “teve algum clima entre vocês?”.

Ela sabia que eu achava tudo isso futilidade, e por isso ela fez de propósito. Entramos na sala e nos sentamos.Mandy se virou para mim e começou com o seu questionário mais uma vez.

– Me conta mais sobre ele.

– Mandy, já chega!

– Por quê? O professor ainda não chegou.

– Eu já te contei tudo o que aconteceu, e isso mais de uma vez.

– Ah, é que isso é tão romântico! — ela disse e suspirou.

– Romântico? Ta maluca?

– Eu acho. — ela disse.

O professor entrou na sala.

– Bom dia turma, hoje vamos falar sobre... — o professor ficou falando coisas e mais coisas, mas eu não prestei atenção em nada, fiquei rabiscando a última folha do meu caderno.

“Rabisco” é assim que eu chamo os meus desenhos, não acho que eles sejam bons, mas a Mandy vive insistindo para eu fazer uma exposição ou algo do tipo com eles. Ela diz que são maravilhosos, mas eu não acho nada disso.

O sinal toca mais uma vez. Até que em fim mais um dia naquela escola terminou.

– Vai direto para casa, Nessie? — perguntou Mandy enquanto caminhávamos até a saída.

– E eu tenho outra escolha? — respondi em deboche.

– Ta, te vejo amanha. — ela disse e entrou em seu carro.

Caminhei lentamente até em casa. Eu não tinha pressa nenhuma em voltar para aquele lugar.

Abri a porta de vagar e dei uma breve olhada para os lados. Como de costume ninguém em casa.

Minha mãe trabalha o dia todo e meu pai passa o dia inteiro no bar. Eles só voltam á noite, e assim que se encontram já começam a brigar.

Subi as escadas e deixei meus livros em cima da cama. Fui até o banheiro e me olhei no espelho. Eu estava horrível.

Tomei um banho longo. Isso me ajudou a melhorar um pouco. Fiquei no quarto escutando um pouco de música; e depois desci até a cozinha para preparar alguma coisa para comer.

Fiz ovos mexidos. Sentei-me na cadeira em frente ao balcão e comi. Depois fui até a sala. Abri a janela que ficava do lado da TV.

Fiquei ali por alguns minutos e subi de volta para meu quarto. Fiz alguns desenhos. Era a única coisa que eu realmente gostava de fazer.

Olhei para o relógio, marcava 16h00min. Levantei-me da cama e fui em direção a janela. Puxei as cortinas da mesma para os lados, dando passagem para a luz solar.

Lembrei-me de Matheus... Como ele fazia falta... Algumas lágrimas começaram a cair, mas de repente escuto a campainha tocar e rapidamente enxugo as lagrimas de meu rosto e desço para atender a porta.

Pulo os últimos 3 degraus da escada e logo abro a porta.

– Ah... Oi Mandy.

– Oi Ness. Tenho uma super novidade! — disse ela entrando e se sentando no sofá da sala.

– Qual? — perguntei fechando a porta da sala.

– Vai ter uma SUPER festa na casa da Glória hoje... E ela nos convidou! – ela exclamou soltando um gritinho fino.

– Ta maluca? Quer me deixar surda? — brinquei.

– E então? Vamos?

– Não da...

– Ah Ness, você quase nunca sai de casa, poxa... — ela fez uma carinha de cachorro sem dono. Revirei os olhos e fiquei alguns segundos sem falar.

– Ok... Eu vou. — falei e ela correu para em abraçar.

– Ótimo, eu venho aqui ás sete pra nos irmos, ok? — Ta — falei com um sorriso amarelo. Eu não queria ir, mas a Mandy não ia descansar enquanto não me convencesse mesmo...- Mas... Pera ai mocinha, o que você vai vestir?

– Ah... Qualquer coisa, uma calça jeans e um all star talvez?

– Não vai. — ela disse me puxando para fora de casa.

– Pra onde você está me levando?

– Compras!!!! – ela exclamou alto. Ela tinha mesmo pegado a doença da minha tia Alice que mora em paris. A última vez que ela veio aqui; eu ela e Mandy passamos o dia inteiro no shopping. Foi tediante!

Mandy quase me empurrou para dentro do carro dela e fomos para o shooping.

Chegando lá ela foi praticamente me arrastando até as lojas.

Ela comprou um monte de coisas, e eu somente a roupa que iria usar que ainda foi forçada por ela. Se fosse por mim, eu nunca usaria aquilo, iria com uma calça jens e um all star velho..

Voltamos para a minha casa.

– Tem certeza que eu preciso mesmo usar isso? — perguntei apontando para as sacolas de roupas.

– Claro que sim! — ela respondeu.

– Ok... Eu visto isso.

– Ótimo, vou para casa, preciso ainda decidir o que vou fazer no cabelo. – nesse momento eu me perguntei: “Como eu consigo ser amiga dessa maluca?”. Ri com meu próprio pensamento.

Mandy saiu saltitante e eu voltei para o quarto. Tirei as roupas das sacolas, e as olhei bem. Talvez elas não fossem tão ruins assim... O que? Pera ai? O que eu estou falando? É claro que elas não eram nada haver comigo.

[ ... ]

Depois de algumas horas minha mãe chegou em casa.

Ela não iria me deixar ir para lugar nenhum, mesmo não estando nem ai para a filha, ela insistia em não me deixar ir para qualquer lugar que fosse.

– Oi mãe... Será que eu posso dormir na casa de uma amiga hoje?

– Não. — ela respondeu como se não tivesse nem ao menos escutado a pergunta... Mas claro que ela iria dizer não para qualquer coisa que eu pedisse.

– Por favor... — ela suspirou, olhou para mim e finalmente falou.

– Ok. Você pode ir.

– Obrigada. — falei e subi para o quarto com um sorriso. Estranhei sua atitude, mas o importante é que ela deixou.

Tomei um banho demorado e fui ao meu quarto por a roupa.

A coloquei e desci.

Passei pela sala devagar para minha mãe não ver que eu estava com uma roupa nova. Só quando já estava fora da casa gritei para ela:

– Mãe, já estou indo. – para a minha sorte, no mesmo momento que disse isso a ela, Mandy chegou de carro. Ela fez um sinal com a mão para eu ir até lá e entrei no mesmo.

– Você está incrível. — ela disse com um sorriso no rosto e se olhando no espelho do carro.

– Obrigada, você também está.

– E então, pronta para a festa? — ela perguntou com olhar malicioso.

– Sim. — respondi e ela deu partida no carro.

( Roupa das meninas — >

http://www.polyvore.com/cgi/set?id=111604975&.locale=pt-br )

Notas finais
O que achou do capítulo? Comente! ... Bom gente, eu peço a vocês que comentem, por que estou super triste, a fc tem poucos coments, e assim não da para saber se vocês estão gostando, e se a situação não melhorar, acho que vou excluir a fic... :( ...
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.