Love Never Dies

2 Dor e angustia


Notas iniciais
Consegui um tempinho para postar um novo capítulo para vocês amores

Fiquei ali sentado por uma hora. Quando finalmente meu celular tocou. Meu coração disparou, eu tinha certeza que eram os policias, eu tinha esperança que eles iam me trazer boas noticias.

– Alô — tratei de atender logo o telefone.

– Jacob Black? — perguntou uma voz masculina do outro lado da linha.

– Sim, sou eu. — respondi.

– Temos notícias sobre o caso de Katharine.

– Quais? Encontraram o corpo dela?

– Sinto muito, mas não encontramos. Os bombeiros desistiram de procurar, é melhor não prolongarmos mais as buscas. Sinto muito senhor Black. — mais lagrimas começaram a rolar pelo meu rosto. Por que isso tinha que ter acontecido? Eu fui um idiota. Deveria ter aproveitado cada minuto daquela noite com ela, mas eu não fiz isso, fui egoísta, só pensei em mim. Passei a noite inteira bebendo com meus amigos, enquanto isso Kath ficou num canto qualquer. Sou mesmo um imbecil. Agora ela se foi. E o pior é que não pude fazer nada para salva-la.

– [ Duas semanas depois ... ] -

Já faz duas semanas e três dias. Não sei de onde me vem forças para conseguir levantar da cama a cada dia que passa.

Estou tomando remédio para depressão, mas isso não diminui minha dor e minha angustia.

São 22h00minhrs, e eu ainda não consegui dormir. A imagem da Katharine não sai da minha cabeça.

Levantei-me e abri a gaveta de remédios, peguei comprimidos para depressão e para dormir. Tomei mais do que o médico me recomendou, muito mais comprimidos. Depois de alguns minutos comecei a ficar tono, tudo estava girando, comecei a sentir uma imensa dor de cabeça e uma dor enorme no pulmão.

Desmaiei e acordei novamente em um hospital. Abri meus olhos de vagar. A primeira coisa que eu vi foi a imagem de uma mulher, ela estava de costas, mas ao perceber que eu acordei, ela logo se virou.Ela tinha cabelos ruivos natural, olhos verde escuro e usava um uniforme do hospital.

– Que bom que já acordou. — ela falou. Siga a luz. — pediu ela apontando algum tipo de lanterna nos meus olhos, segui a luz de acordo com que ela ia mexendo-a. Sua visão está boa.

– Como eu vim parar aqui? — perguntei me sentando na cama do hospital.

– Parece que você tomou remédios de mais senhor Black. — ela respondeu.

– Quem me trouxe até aqui?

– Não sei informar, sinto muito,mas parece que a pessoa que lhe trouxe, foi até a sua casa e te viu caído no chão. Bom, sem mais perguntas, agora você vai ser examinado pelo Doutor Collins.

– Espera ai, aonde você vai? — perguntei.

– Preciso atender outro paciente. — ela respondeu sorrindo e deixou a sala.

Dentro de 2 minutos o outro médico estava na sala. Ele fez alguns exames básicos.

– Bom, parece que está tudo bem com você, você vai ficar em observação, amanhã você vai ser liberado, mas não quero que você faça isso de novo. Caso contrario terá sérios problemas de saúde, e que pode até levar a dependência química. — não respondi nada.

– É devido á sua perda, você não está conseguindo lidar muito bem com isso. Ela era bem importante para você não é?

– Sim... — soltei um longo suspiro e me veio em mente a imagem da Katharine, e com ela vieram as lembranças de nossos momentos juntos. Nós íamos nos casar. — completei.

– Sinto muito por você. — o médico disse saindo da sala. Levantei-me de vagar e peguei meu casaco que estava sobre uma cadeira ao lado da cama. Pego uma foto no bolso, era uma foto de mim e da Kath. Fiquei olhando para ela por alguns minutos, eu não tinha forças mais nem para chorar. Depois fui dormir ali no hospital mesmo já que estava de observação.

À noite, comecei a ter o mesmo pesadelo de sempre. O acidente.

Acordei assustado e suando. Eu já ao agüentava mais, viver sem ela era impossível. Sai correndo pelo hospital, ninguém conseguiu me parar. Corri até a rua, e logo vi um caminhão no começo da rua, quando ele ia passar tentei correr até lá, eu já não agüentava mais viver. Mas antes que eu conseguisse fazer isso, alguém me segurou braço com força e

. Olhei para trás para ver quem era. Era uma mulher. Ela tinha cabelos loiros, pele branca e olhos verdes como esmeralda diferente da minha Kath que tinha olhos achocolatados.

– O que você acha que ia fazer? — perguntou ela soltando meu braço.

– O que você acha? — perguntei irônico.

– Sorte sua que eu estava aqui. — ela respondeu.

– Sorte a minha? Quem disse que eu realmente não queria fazer isso? — ela me olhou surpresa.

– Mas... — ela pausou e começou a encarar o chão. Por que você ia fazer isso?

– Como se você realmente quisesse saber... — respondi voltando para dentro do hospital, onde todos me olhavam pelo vidro da porta. Ela me seguiu.

– Eu quero saber. — me virei para ela, revirei os olhos e voltei a andar.

Entrei no hospital. Tive que passar mais alguns dias ali... E vou começar a fazer terapia. Agora tenho que ir a uma psicóloga uma vez por semana.

Neste momento eu estava no meu quarto colocando uma roupa para ir até aquela maldita terapia. Não sei por que tenho que fazer isso. Aquilo foi só um surto. Eu estava ainda muito abalado, e ainda estou, mas... Como a Kath sempre dizia “Nunca desista da vida, ela ainda vai te trazer muitas surpresas”.

Ela me disse isso quando meu pai faleceu, tentei fazer algo do tipo, ele cuidou de mim a vida inteira. Mas isso já faz talvez uns 5 anos.

Terminei de me vestir e entrei em meu carro. Cheguei até lá.

[...]

– Sabe doutora, hoje de manhã eu me lembrei do dia que nós nos conhecemos, foi um dos melhores dias da minha vida. Eu estava andando pelo corredor do colégio, era começo de ano e me falaram que tinha uma garota nova na escola. Mas foi na aula de química que nós nos falamos pela primeira vez, o professor passou atividade em dupla. Eu ainda me lembro das primeiras palavras que eu ouvi sair de sua boca. “Oi... Meu nome é Katharine, e o seu?”. Sua, voz, seu sorriso, seus cabelos, tudo nela me atraiu desde aquele dia. Mau eu sabia que ela seria a o amor da minha vida e algum dia eu estaria aqui... Falando isso para... Uma psicóloga.

– Entendo, mas agora seu tempo acabou. Até a próxima semana Jacob.

– Até a próxima semana Doutora Hale.

Sai da sala da doutora Hale, era meio estranho um marmanjo de 22 anos estar indo ao psicólogo. Quando estava indo embora esbarrei em uma garota.

Quando eu percebi quem era fiquei surpreso, era a garota que me salvou. Ela olhou para mim e pareceu estar tão surpresa quanto eu.

– Não estou acreditando que eu encontrei você, agora você pode me dar a explicação de porque tentou fazer aquilo.

Notas finais
Meu momento troll' Quem ai achou que a mulher que o Jacob viu ao acordar era a Nessie, levanta a mãe haha' Mas naverdade era apenas uma enfermeira normal gente' haha. Comente o que achou do capítulo ^^. Bjs