Notas iniciais
Olá pessoal! Em primeiro lugar desculpem pela demora e espero que tenham tido um bom natal '-' Não tive como postar graças a trabalho/natal/viagem e etc. E graças aos ultimos dias que foram extremamente agitados eu não consegui escrever praticamente nada de Love, Lies and Smiles então vou demorar um pouco até postar o capítulo 11, porém vou postar até o dia 15/01 e provavelmente postarei logo 2 capítulos pois não sei quando poderei postar após essa data. Sem mais enrolações vamos ao capítulo.

Após a curta conversa com Sasuke a única coisa que passava pela cabeça de Naruto era ficar um pouco longe de Hinata, pelo menos pelo resto do dia. Mas aparentemente ela não estava disposta a esperar o dia seguinte para conversar com ele. Sem falar nada ela o surpreendeu ao pega-lo pelo braço e arrasta-lo para o quarto dele, assim que entraram ela o empurrou e fechou a porta encostando na mesma logo em seguida.

— Hinata o que...

Antes que ele terminasse a pergunta ela sentou na cama ao lado dele e o encarou.

— Eu te devo desculpas... – ele olhou para ela sem entender bem. — É tudo muito novo para mim Naruto, em um dia eu estou no meu mundinho e no outro você está me pedindo em namoro e eu estou indo morar na sua casa, ainda por cima com as coisas que aconteceram ontem no instituto. Eu estou confusa, eu nunca senti nada assim por um garoto e você... Eu não consigo dizer não para você, quando você me toca eu simplesmente não consigo negar o contato! E ao mesmo tempo eu acabo relembrando as coisas ruins que já passei e acabo ficando daquela maneira. Eu conversei bastante com a Sakura ontem e as coisas que ela disse... Eu nunca tive ninguém que me ouvisse como ela ouviu ou que pudesse me dar as respostas que eu nunca obtive...

— Eu sei. – começou ele evitando encara-la. — Eu comentei isso com Sasuke, quando você vê como ela é hoje em dia, as maluquices dela com a Ino, o jeito que ela é com Sasuke. Ninguém imagina as coisas que ela passou e como ela ficou depois disso... Eu me culpo por ter deixado as coisas irem além do limite por que eu sei como eu tenho que agir, eu sei o limite e...

— Você está errado. – ele olhou surpreso para ela. – Eu não quero que você aja diferente só por causa das coisas que eu já passei, eu quero que você vá normalmente aos poucos como seria com outra garota, se nós vamos estar juntos de agora em diante eu também tenho que tentar mudar e eu tenho que cuidar dos meus próprios machucados sem depender apenas de você jogando nos seus ombros toda a responsabilidade.

Ele permaneceu estático por alguns segundos enquanto ela estava corada e olhando para baixo evitando o contato visual. Ele sorriu e se aproximou dela, com uma mão ele tocou o rosto dela e vendo que não haveria recusa ao gesto, ele deslizou os dedos pelo pescoço dela indo até o cabelo que agora batia no seu ombro. Depois de alguns segundos ele levou a outra mão até a cintura dela e a puxou um pouco de modo que ela se desequilibrasse e deitasse. Ele ficou por cima dela mas de forma que seu peso não caísse sobre ela, depois de um pequeno sorriso lhe dar a permissão, ele a beijou, no começo ele ditava o ritmo, mas logo após foi a vez dela, o pegando de surpresa ela o beijou de um modo totalmente diferente, ela não estava apenas copiando os movimentos da língua dele, ela estava ditando os movimentos, criando o seu próprio beijo. E ela o enlouqueceu, a ponto dele começar a rir quando o beijo terminou, ele estava sem ar, sentia seu coração saltar em protesto ao fim do beijo.

— Não foi só sobre coisas do passado que você e Sakura conversaram não é? – ela corou violentamente e ele voltou a rir. – Eu não esperava por um beijo como esse tão cedo... Você diz que temos que ir com calma, mas depois de um beijo como esse, esse seu pedido começa a parecer tortura.

Eles perderam a noção do tempo, nenhum dos dois saberia dizer por quanto ficaram juntos, ou quantos beijos e quantas conversas foram dados e discutidos. Eles fizeram perguntas um sobre o outro, contaram sobre o passado, sobre a infância. Eles riram até doer a barriga principalmente quando o assunto foi as peripécias que ele aprontava com Sasuke enlouquecendo quem estivesse tomando conta deles. Ele contou sobre seus pais, ele contou sobre a morte deles, ela contou sobre sua mãe, sobre como o seu relacionamento com Hanabi praticamente desapareceu depois que ela entrou para Konoha. Eles descobriram um sobre o outro, seus medos, seus sonhos, seus desejos. Ambos exploraram a vida um do outro até onde foi possível ou até ela não conseguir mais resistir ao sono e adormecer, coisa que ele fez logo após abraçado a ela debaixo de grossas cobertas.

Após acordar, ele ficou um tempo deitado abraçado a ela que estava agarrada a ele usando seu braço como travesseiro e com o rosto praticamente colado em seu peito. Ele riu ao perceber que ela parecia uma criança carente. Ele a acordou logo após a chamando, mas tendo apenas vários “hum” como resposta ele começou a perturbar mexendo em sua boca, depois no seu nariz e em suas orelhas até ela desistir e se sentar claramente tonta de sono.

— Nós dormimos muito tarde... Já era manhã! Só mais uns minutos... – ela tentou deitar mais ele a segurou.

— Não senhora, já passou da hora do almoço! Vamos comer alguma coisa e ir para algum lugar...

— Para onde?

— Não sei... Qualquer lugar para aproveitar esse tempo sem aulas... E eu aproveito e levo sua pulseira para concertar.

Logo o dia correu. Logo a semana e o mês já haviam passado. Com o final das aulas Naruto viu Hinata melhorar bastante, dia após dia longe de Konoha ela aparentava ir aos poucos se tornando uma pessoa muito mais alegre e menos introvertida embora a timidez em excesso permanecesse. Mas embora tudo isso estivesse correndo bem, os avanços no relacionamento entre eles era algo que parecia estar estagnado pois haviam alcançado um ponto em que ela não permitia mais que ele avançasse, tanto fisicamente quanto emocionalmente, ele havia chego em um ponto especifico que ela evitava de todas as maneiras e esse ponto tinha nome e sobrenome, Hyuuga Hanabi. Nas ultimas semanas principalmente alguns dias após Hiashi desaparecer ele percebeu que as ligações de Hanabi aumentaram e da mesma forma as desculpas rápidas que Hinata usava para evitar ficar mais do que dez segundos falando com a irmã, isso quando ela atendia. E isso começou a se tornar um problema pois a cada vez que ele tentava saber os motivos dela não querer falar com a irmã eles acabam brigando e a cada briga ele desconfiava mais e mais de que aconteceu muito mais coisa com ela em Konoha do que ele sabia.

E o mesmo valia para o atual momento, estavam no carro dele voltando de Kyoto e outra vez o celular dela começava a tocar.

— Já é a sétima vez que ela te liga hoje... – ela não respondeu. – Por que você não atende logo?

Assim que o celular parou de tocar ela o desligou e continuou olhando para fora do carro.

— Não importa quantas discussões aconteçam... Você não vai desistir não é? – perguntou ela.

— Não... – ela suspirou após a resposta dele.

— Quando chegarmos em casa eu falo sobre isso...

Como já estavam nos arredores de Tóquio não demorou muito até que chegassem em casa, assim que chegaram e perceberam que Jiraya não estava em casa e Sasuke provavelmente estava dormindo, eles começaram a conversar na sala mesmo.

— Quando minha mãe morreu a quatro anos, Hanabi tinha só dez anos, foi um choque para ela e só piorou quando meu pai a mandou para Sapporo junto do meu tio. Eu queria ter ido logo depois para ficar com ela, mas graças a chance de conseguir a bolsa em Konoha eu acabei ficando aqui em Tóquio. Ela não aceitou nem um pouco, eu praticamente criei Hanabi desde os seis anos quando a doença da minha mãe piorou e ela ficou no hospital. Hanabi sempre foi um tanto que problemática então meu pai não tinha paciência com ela... Eu passei um ano inteiro indo para Sapporo sempre que era possível para visita-la ou ficava sempre falando com ela pela internet. E então eu entrei para Konoha... Aos poucos eu comecei a parar de falar com Hanabi, pois praticamente todas as perguntas que ela fazia eram sobre Konoha. E então veio aquele trote. Depois dele eu nunca mais fiquei mais de dez segundos em uma chamada com ela, nem tão pouco respondi os e-mails dela ou ficava em casa quando ela vinha visitar.

— O que afinal de contas foi esse maldito trote? Você nunca falou sobre isso e ninguém em Konoha sabe ao certo o que houve. – ela virou o rosto se mostrando claramente incomodada.

— Eu já te pedi tantas vezes para esquecer sobre esse assunto! Nos últimos dois meses nós brigamos todos os dias Naruto! Todos os dias você bate na mesma tecla, todos os dias você me atormenta com uma coisa que eu dou duro todos os dias para tentar esquecer! – ela começou a aumentar o tom da voz ficando de pé frente a ele.

— Você se lembra o que me disse a uns meses atrás? Que para mudar você também teria que ter coragem ao invés de deixar tudo comigo? Eu não estou tentando assumir os seus problemas Hinata! Só que eu não suporto mais ver o estado que você fica a cada ligação da Hanabi!

— Isso não tem nada a ver com você!

— É claro que tem! Nós somos namorados droga! Eu não sirvo apenas para te consolar ou para os momentos de carinho e alegria! Seria muito hipócrita da minha parte ver você mal e me contentar com isso!

— Quer saber... Chega! Para mim chega! Eu não aguento mais essa pressão em mim todos os dias! – ela começou a andar em direção ao quarto de hospedes.

— Então é assim, você vai simplesmente pular fora na primeira chance? É isso? Você vai voltar para o seu casulo isolada do mundo, de mim, da sua irmã e de tudo que você conquistou até agora?

Ela parou, estava de costas para ele a alguns passos de distancia, por alguns minutos ela permaneceu assim, talvez esperando a próxima frase dele, ou talvez tentando segurar cada uma das palavras que queriam saltar para fora de seu peito e encerrar de vez aquilo e ao ver que não conseguiria mais conter isso ela começou a falar.

— O que eu conquistei até agora? – ela olhou para ele em prantos. – O que eu conquistei Naruto?! Sabe o que eu conquistei nesses três anos em Konoha? Humilhações. Uma atrás da outra, dia após dia, seguidamente, sem trégua. Ter que aguentar todos os dias um pai alcoólatra que me batia toda noite. Ter que aguentar as piadas, os empurrões, as humilhações, os meus cadernos rasgados, meus materiais estragados... Eu perdi as contas de quantas vezes eu tinha que estudar para as provas com dias de antecedência e de quantas copias dos meus livros eu tinha que fazer pois era um ritual sagrado rasgarem meus livros e roubarem meus materiais antes das provas. Dia após dia... Eu perdi as contas de quantas vezes cheguei em casa toda suja de terra, de quantas vezes mancharam meu uniforme, de quantas vezes fiquei com fome durante as aulas pois pisavam na minha comida... E você quer saber o que foi aquele maldito trote?

Ela deu uma pausa, tentou se acalmar esperando o choro diminuir.

— Três garotos do terceiro ano fizeram uma aposta uma semana após começarem a me humilhar. Um deles iria se aproximar de mim, fingir ser meu amigo e me proteger, eles teriam uma semana para conseguir minha confiança e me trazer para Konoha em um sábado quando a escola só abre para os clubes e não existem praticamente nenhum funcionário de serviço. E adivinha só? – ela secou as lágrimas bruscamente e começou a usar um tom irônico. – Não é que a idiota caiu? Ir para Konoha em um sábado com meu único “amigo” na esperança de quem sabe entrar em um clube! Assim que eu cheguei na sala combinada, assim que eu abri a porta alguém me puxou para dentro e trancaram a porta. Eu nem mesmo consegui contar quantas pessoas tinham lá dentro. Quantos para rir de mim, quantos para me ridicularizar e como se isso não fosse o suficiente... – ela hesitou por um momento. – E com um estilete... É um igual a que aquelas garotas usaram naquele dia no banheiro, do mesmo tamanho e da mesma cor. Até mesmo as mesmas palavras elas usaram... Eu tive que tirar minha roupa devagar. Minha blusa, minha saia, meus sapatos e minhas meias. Até restar apenas minha calcinha, até eu ficar a um passo de ser estuprada tantas vezes que eu não sabia dizer... Não aconteceu nada demais comigo naquele dia por sorte... – ela deu uma pausa. – E então, satisfeito?

Sem mais uma palavra se quer ela foi para o quarto de hospedes sem esperar por qualquer ação ou palavra dele, ele iria a seguir mas antes que percebesse sentiu alguém segurar seu braço e Sasuke estava ao seu lado.

— Deixe-a por alguns minutos...

— Quando você...

— Quando vocês começaram a discutir outra vez... Escute, não vou me importar com o que você vai pensar... – ele iria falar algo, mas Sasuke o impediu. – Lembra que na semana que ocorreu o trote com ela você estava doente? Então, naquele fim de semana que Jiraya te levou ao hospital para exames eu tive que voltar em Konoha para buscar Sakura que estava no clube de literatura. Quando eu estava passando pelos corredores para chegar a sala do clube, eu percebi uma certa agitação em uma das salas e alguns gritos, quando eu percebi que o assunto estava estranho demais eu forcei a porta e entrei. Quando eu fiz isso tinham uns sete ou oito garotos do terceiro ano ao redor de uma garota seminua encolhida no canto da sala. Eu só me lembro de ter saído na porrada com eles e depois de algum tempo eu estava esperando ela se vestir enquanto garantia que eles não iam voltar.

— Por que diabos você não me contou isso antes?!

— Por que eu sempre soube que você gostava dela e eu conheço muito bem o irmão que eu tenho?

— Então... É por isso que você tem tentado me fazer esquecer essa história do trote esse tempo todo!

— Sim. Ela me fez prometer que não te contaria nada. E pediu que eu convencesse você a esquecer isso. Droga Naruto, você sabe que forçar ela a revelar essas coisas sem ela estar pronta só piora as coisas! Não importa se a sua intenção era boa, os meios para isso não foram!

— Por que ela não me contou antes...

— E como você acha que uma garota iria chegar para o namorado dela e contar que ela quase foi estuprada aos quatorze anos? Você acha que ela não sente vergonha disso? E além disso, você realmente esqueceu que Hinata sempre pensa em você antes de pensar nela? Ela sabe que se contasse isso antes, você iria fazer alguma merda com a cabeça quente. Coloque a cabeça no lugar e faça as coisas certas, não tente ser alguém que você não é, você é do tipo que faz as coisas sem precisar de um motivo ou uma explicação, agora que você sabe o que aconteceu vai mudar em alguma coisa? Você acha que só por que ela expos isso para você ela vai chegar e falar o mesmo para Hanabi? Mesmo você tem coisas escondidas e não adianta me olhar com essa cara, esqueceu que eu também estou envolvido naquela merda toda? Se você tem que resolver isso antes de poder contar para ela evitando a expor a um perigo desnecessário, você também tinha que pensar que ela queria resolver os medos dela antes de expor toda a vida dela a você.

Ele ficou calado por um tempo, até que começou a andar em direção a porta.

— Para onde você vai? – perguntou Sasuke não entendendo.

— Você tem razão, eu não sou bom em fazer as coisas pensando demais como você. Eu vou apenas agir por impulso!

Deixando Sasuke completamente confuso ele seguiu adiante, deixou o apartamento, pegou o elevador, deixou a portaria e após sair do condomínio foi até a única padaria aberta a essa hora na sua rua. Entrou na mesma e após comprar algumas coisas voltou as pressas para o apartamento. Pouco mais de vinte minutos foram suficientes para que ele fosse e voltasse para o seu apartamento, e quando Sasuke viu o que ele tinha nas mãos começou a rir.

— Artilharia pesada? Acho que não precisava ser tão baixo assim.

Assim que terminou de falar ele levantou e foi para seu quarto, enquanto Naruto abriu a porta do quarto de hospedes devagar e vendo que ela estava deitada na cama sem querer conversar ele sentou na beira cama e começou a sacudir o que tinha em sua mão perto do rosto dela que no mesmo momento levantou apressada tentando pegar.

— Não, não! Eu te dou se você me ouvir.

— Eu não quero te ouvir!

Ele começou a rir, ela estava com os olhos avermelhados pelo choro aparente, descabelada e a segundos atrás provavelmente nem mesmo olharia para ele quanto mais falar com ele, mas aquele pão de canela com creme parecia ter uma força muito maior do que a aparente raiva dela.

— Tudo bem, se você não quer me ouvir, então eu vou comer isso aqui... Sozinho... Esse pãozinho delicioso que você tanto gosta e que por sinal era um dos últimos que tinha...

— Eu posso comprar um para mim amanhã...

— Você sabe que esse tipo de pão não é feito todo dia... Você teria que esperar até a semana que vem, e ainda por cima teria que me ver comendo esse aqui.

Ele riu ainda mais da cara de birra que ela fez, mas para a surpresa dela, ele encerrou a brincadeira fazendo um carinho em sua cabeça e deixando o pão em seu colo ele seguiu para a porta do quarto, deu boa noite a ela e fechou a porta. O gesto dele a deixou um tanto que surpresa, ela imaginou que ele passaria a noite tentando se desculpar e mesmo que ela afirmasse para si mesma que isso não adiantaria de nada, ela queria que ele pelo menos tentasse. Naquele momento ele voltou a ser o mesmo de dois meses atrás, aquele garoto imprevisível que consegue a deixar completamente sem defesas com um gesto simples como aquele. Não era o pão em si é verdade, embora esse seja o doce favorito dela o que pesou foi o modo como ele o usou, apenas para chamar sua atenção, ele queria apenas ver seus olhos, ele queria por apenas um curto momento, espiar sua alma para ter certeza que por mais invasivo que ele tenha sido ao fazer com que ela vomitasse todas as aquelas palavras e memórias, ele não havia a machucado de verdade.

O irônico desse momento é que no mesmo instante em que ele espiou a alma dela, também deixou a sua visível, e estava lá, bem claro para que ela pudesse ver que o motivo dele ter mudado era que ela também mudou, o assunto Hanabi tinha lhe abalado tanto nas ultimas semanas que ela não comia direito e mal dava um sorriso se quer, tudo que ele queria era que ela estivesse bem e voltasse a sorrir como ela fez quando ele a conheceu, ou em todos os outros momentos em que ela sorriu para ele. Quando a primeira lágrima correu pelo rosto para terminar em seu colo, ela olhou para aquele doce... Ele não era uma forma de pedir desculpas, ele não tinha qualquer outro significado além do qual estava claro nos olhos de Naruto. Tão claro que fez o choro voltar... Tudo que aquele pão queria dizer, era o gesto que ela começava a produzir... Era apenas um simples “Sorria!”.

Fim do capítulo.

Notas finais
Bom pessoal, espero que tenham gostado! Logo que der irei postar o ou os próximos capítulos. Feliz ano novo e até 2013!