Love Is The Drug
7 Capítulo 6 - Finalmente! (Dias na praia part 2)
Notas iniciais
Yoo ^^"
Desculpem a demora ^^" Mas vcs n me deixaram muito feliz Ù3Ú
Enfim, ignorem, vou continuar postando sempre
Mas, desculpem se ficou curto, 'kay?
Desculpem a demora ^^" Mas vcs n me deixaram muito feliz Ù3Ú
Enfim, ignorem, vou continuar postando sempre
Mas, desculpem se ficou curto, 'kay?
— O... Obrigada... — ela também fica vermelha, mas logo assume uma expressão mais séria. — E... Ei! Vai trocar de roupa logo! A Patty e os outros já foram, só falta a gente! — T... Tá bom! — grito e corro para pegar roupas de banho e roupas normais. Visto uma sunga, por baixo de uma bermuda qualquer e uma camisa de meia vermelha. Depois, apenas coloco a minha tiara fina nos cabelos. Volto ao quarto, onde Maka está e a puxo pelo braço para irmos logo. Juntos, vamos ao pequeno refeitório com chão de madeira da pousada. Lá, acabamos encontrando os outros, que já haviam acabado de comer. Eu e Maka corremos para pegar o resto de comida que ainda há nas mesas ali perto. Ao final, conseguimos bastante coisa. Então, comemos e saímos da pousada. Me sinto satisfeito enquanto vamos para a praia. -------------------------------------------------------------------------------- Ao chegar na praia, nos surpreendemos. Era enorme, tinham várias barraquinhas de comida ambulantes e muitas... Garotas de biquínis. O único que não teve hemorragia nasal por causa deste último fator, foi Kid. Ou ele simplesmente se conteve, pois está casado. Eu e Black Star levamos alguns tapas das nossas garotas. Logo, nos alojamos num canto, perto da água. Colocamos cadeiras de praia e uma sombrinha grande para "demarcar nosso território" como diz Lizz. Black Star e Patty jogam suas coisas ao lado das cadeiras e correm para a água. Eu, Maka e os outros, nos sentamos embaixo da sombrinha. Depois, Lizz e Maka resolvem tomar sol e Tsubaki vai para a água com o namorado. Kid fica admirando Lizz, que não percebe porque está de olhos fechados. Acabo olhando um pouco para Maka, também. Ela havia tirado a saída e está só de biquíni agora. Me esforço para não sangrar pelo nariz. Depois desses anos, ela acabou conseguindo algumas curvas. Não é mais uma criança. Alguns minutos se passam, mais de meia hora, até que Lizz e Kid dizem que vão tomar banho no mar e comprar comida nas barraquinhas. Ao saírem, Maka abre os olhos e direciona seu olhar para mim. — O que foi? — eu pergunto. — É que... — ela tem uma expressão neutra, mas indecisa, como se não soubesse se dizia ou não. — Eu precisava lhe falar algo. — B... Bem... — gaguejo. Se for o que estou pensando... — Pode falar. — Eu... Bem... — ela faz uma pausa e respira fundo. — Soul, sabe por que me tornei terapeuta? — ... Não. — Foi por sua causa. — M... Minha causa?!! — Sim. Eu nunca deixei de saber como você estava, nos quatro anos em que estive fora. — ...Como...? — Tsubaki. — Ah. — de novo a Tsubaki. — Ela foi me contando como você estava, até que — ela estreitou os olhos, como se fosse doloroso lembrar — Ela me disse que você estava se drogando, depois de um ano sem mim. — E por que não voltou quando soube? — Eu não podia! Eu tinha que terminar a faculdade! Mas, como você estava desse jeito, eu queria um jeito de cuidar de você... Foi então que virei terapeuta, pra cuidar de você. Fico em silêncio e ela volta a falar. — Eu voltei, fui na clínica onde você estava começando a se tratar, um pouco antes de eu voltar, e eu ia pedir pra ser sua responsável a qualquer custo! Mas havia a Blair. E, um tempo depois... Ela... Faleceu. — Ela dava em cima de mim o tempo todo. Não fez muita diferença para mim. — consigo dizer. — ... Que horror, Soul! Fico em silêncio. Então foi por isso que ela voltou... Eu a fiz abandonar a faculdade que queria, só para cuidar de mim. Fico tão frustrado, chateado e bravo que dou um soco na areia. — ... Soul...? — ela murmura, preocupada. Não respondo, levanto e corro para a água. Mergulho de cabeça, com roupa mesmo, e fico assim até o oxigênio fazer falta. Subo para a superfície e olho para o horizonte. Me recuso a virar, pois acabarei avistando a Maka. Sou um merda, mesmo. Eu só faço as pessoas sofrerem onde quer que eu vá. Eu já fiz a Maka chorar, fiz ela desistir do emprego e até ficar com vergonha do corpo, quando era mais nova, pois eu ficava falando que ela não tinha curvas. Até o Black Star já sofreu por minha causa! É por essas e outras, que às vezes sinto que deveria morrer logo. -------------------------------------------------------------------------------
O dia continuou até tranquilo. O pessoal acabou me animando um pouquinho, mas continuei sem muita coragem de conversar com Maka. Só saímos da praia quando já era tarde. Voltamos para os chalés, mas não paramos lá, apenas tomamos banho e nos arrumamos para sair novamente, passear pela cidade. Lizz queria ir no parque de diversões e, como ela já havia pedido desde a noite anterior, acabamos indo. Novamente, fico incomodado por não poder andar de mãos dadas com minha amada. Respiro fundo enquanto nos dirigimos para o parque. Tem que ser hoje. Preciso dizer tudo o que sinto. Mas... Estou com medo da reação dela... O que ela diria? E se ela ficar com raiva? Eu a fiz desistir da faculdade! Será que ficaria com raiva? Ou me rejeitaria?! E não tem como eu pensar "o máximo que ganharei é um 'não'.". Afinal, esse "não" é que faria eu me matar. Fico nervoso a cada passo que dou dentro daquele parque. Todos nós vamos em grupo nos brinquedos. Primeiro fomos no kamikaze. Um brinquedo que nos vira de cabeça para baixo e despenca. Depois, fomos em um onde ficávamos presos a uma cadeira e caímos em queda livre, Maka quase desistiu de ir nesse. Fomos em uma "casa maluca", onde caíamos em várias armadilhas. E, na saída, havia uns disparadores de vapor, ou sei lá o quê, que disparavam assim que uma garota passava, levantando saias e mais saias, inclusive a da baixinha, que me bateu depois do acontecido. Fomos em vários outros, inclusive no trem fantasma, onde havia dito para Maka que estava ansioso para ir. Mas eu realmente estava, e a razão para isso era porque a lourinha com certeza iria ao meu lado e iria se agarrar em mim sempre que se assustasse. Jogada de mestre! E acontecera exatamente como achei que iria acontecer! Ela gritava e segurava em minhas roupas sempre que se assustava. Eu ria da cara dela e a abraçava para se sentir segura, porém com segundas intenções, claro. Depois, fomos na montanha russa, onde ela também se agarrou a mim. E em um que rodava tão rápido que, como ela foi na ponta, a baixinha era jogada para cima de mim. Depois de ir em quase todos os brinquedos, vamos à roda gigante, onde provavelmente, os casais iriam "aproveitar". Patty até recusou ir nesse brinquedo. Ao fim, Lizz foi em uma cabine com Kid, Black Star com Tsubaki e eu com Maka. Nos primeiros minutos, ficamos em silêncio. A cabine onde estávamos era fechada por vidros peliculados, ou seja, ninguém veria o que fizéssemos. Presto atenção na baixinha. Seus cabelos estão presos à um rabo de cabalo. Está vestindo um vestido de algodão com estampa florida em tons de vermelho. Usava um colar com uma pequena pedra solitária, que pendia dele. — Maka... — começo a dizer, nervoso. Ela me olha, com aqueles olhos verdes e curiosos — Eu... Eu precisava te dizer algo... Que eu já deveria ter dito há muito tempo. — Soul... Pode dizer... — ela assume uma expressão séria. — Eu... — gaguejo. Até que resolvo fazer algo, ao invés de dizer algo. Eu chego perto dela, envolvo-a em meus braços e encosto meus lábios, suavemente, nos dela. Sinto o aroma doce de seu corpo, enquanto sinto, também, sua boca retribuindo meu beijo. Eu paro o ato, contra minha vontade e solto. — Eu te amo... Maka. Ela sorri, segura em meu rosto com as duas mãos e me beija de novo. Depois, se afasta, me olha e sussurra: — Eu também te amo... Soul. — e seus olhos se enchem de lágrima. Eu a abraço. — Já falei pra não chorar — rio — Assim não há promessa que dure. — Idiota. — ela ri — Não precisa manter essa promessa. — Eu preciso sim. — eu me afasto e a beijo mais uma vez, até que o nosso passeio acaba. -------------------------------------------------------------------------------- De volta aos chalés, eu e Maka dormimos juntos como sempre, mas percebo que a lourinha está sem sutiã. Digo, geralmente ela dorme de camisola, porém com um sutiã para "se proteger". Dessa vez ela está visivelmente sem sutiã. Ela se deita comigo, me abraçando. Retribuo o ato e Patty desliga a luz. Depois de vários minutos, quando me certifico que a mais nova dormiu, sussurro para Maka, que ainda estava acordada pois me responde imediatamente. — O que foi? — ela sussurra. — Eu queria lhe explicar umas coisas... — sussurro, nervoso. — Que coisas? — O motivo pelo qual comecei a usar drogas... — Pode começar a se explicar — ela sussurra, mas sai mais como uma ordem. — B... Bem... Eu... Sentia muito sua falta. Dia após dia, minha saudade, minha frustração por não ter dito antes, que te amava... Isso tudo ia crescendo. Cada dia ficando pior... Então eu me rendi às drogas, buscando um jeito de te esquecer. Pensando que você nunca iria voltar. — Soul... No dia da minha partida eu havia prometido que iria voltar... Como pôde pensar que eu não cumpriria a promessa? — Eu... Pensei que você tivesse achado algo melhor e desistido de viver comigo. Acabei ficando dois anos usando entorpecentes e nem sei como não morri. — Não diga isso...! — ela diz, meio gritando, meio sussurrando, e percebo que ela está chorando de novo. — Me desculpe. Eu te fiz sofrer tanto. — Você é uma grande bebê chorona, não é? — rio e a aperto mais, em meus braços. — Desculpa. Eu só faço besteiras. Primeiro: -a minha viagem, segundo: eu ser uma péssima terapeuta, terceiro: estragar sua promessa toda hora... — Ei, ei, o que é isso? — eu a repreendo e me afasto para tentar olhá-la, em vão pois está muito escuro. — Essa não é a Maka que eu conheço. A Maka que conheço tem um sobrenome estranho, passatempos horríveis, é fechada como uma ostra, bate nas pessoas por besteiras e é sempre orgulhosa... E eu ia dizer que não tinha curvas, mas pelo que vi hoje, na praia... Hehe... — P... Pervertido. — ela me dá um tapinha fraco na testa. — Essa é Maka que conheço... — murmuro, rindo um pouco. — Idiota. — ela ri também, tateia meu rosto até encontrar minha boca e se aproxima para me beijar. Finalmente, posso sentir isso. Posso tê-la para mim. Espera... Ainda não. — Maka. — sussurro — Sim? — ela sussurra com uma voz sonolenta. — Eu... Você... Quer ser minha namorada? Ela faz uma pausa e solta risadinhas abafadas. — Claro que quero. Achava até que já éramos. — Ah... — rio, sem graça. — Então, boa noite... — hesito e solto — Meu amor. — Boa noite, amor. — ela me dá um selinho e adormece. Acaricio os cabelos da minha nova namorada, até adormecer com ela. Sentindo algo muito forte, que nunca havia sentido antes. Algo que nunca havia sentido por qualquer garota, tendo ela muitas curvas, ou não. Algo que só comecei a sentir quando uma loira entrou em minha vida. E eu não quero que ela saia nunca mais...
Notas finais
Hehe e-e finalmente, Ne?
Ah, mas esse não é o fim, Okay?
O fim está bem longe de acontecer, não se preocupem UuU
Ah, mas esse não é o fim, Okay?
O fim está bem longe de acontecer, não se preocupem UuU
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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