Love In the Work

21 Capítulo 20


Notas iniciais
Cheguei antes do combinado, né? kkk bom, EU RECEBI UMA RECOMENDAÇÃO!!! Muuuuuuuito feliz e resolvi postar logo. DICA: quanto mais recomendações e comentários mais rápido eu posto! Hoje o Kol terá um fim, mas olhem: NADA DE TER PENA DELE. Minha mente ta mt maligna hj por isso elaborei um fim bem legal pra ele NJKBFHJDMBJGJGS . Boa leitura! :D

Damon me beijou e me deitou no sofá, logo mord eu lábio com força quando estávamos já sem fôlego. Só queria entender porque Damon tinha ido ali, depois de ter jurado que nunca mais voltaria ali novamente depois do ocorrido.

- Me desculpa por tudo, Damon...

- Não foi culpa sua, eu sei. – disse e logo me beijou novamente – Você é minha e eu não vou deixar acontecer absolutamente nada com você, ouviu? Eu juro que nada mais vai nos atrapalhar.

Damon nos levantou do sofá e eu entrelacei minhas pernas em sua cintura ainda o beijando, senti algo fofo em minhas costas e logo deduzi que estávamos em meu quarto. Ele tirou meu vestido, me deixando apenas de peças íntimas, logo, eu arranquei sua camisa de seus braços e com sua ajuda tirei sua calça.

Tirei meu sutiã e Damon logo abocanhou um de meus seios, massageando fortemente o outro. Damon me beijou ferozmente, um beijo apaixonado, furioso e até mesmo de saudades. Ele arrancou minha calcinha e jogou em algum canto do meu quarto, logo se livrou de sua cueca boxer preta, me penetrando violentamente, me causando um incrível e alucinadora sensação de prazer. Minhas pernas ficaram moles e meus gemidos eram roucos,suas investidas cada vez mais fortes e rápidas. Damon com certeza me levaria á loucura, ele sempre me leva. A saudade de seu corpo me consumiu, fazendo-me beijá-lo com mais intensidade, colocando todo o meu amor pra fora em um beijo.

Aquilo estava fora do normal, Damon não poderia ter simplesmente se arrependido e voltado de uma hora pra outra, ainda mais tão rápido! Suas investidas aumentaram, deixando minha mente em branco. Logo, chegamos ao ápice, Damon caiu suado ao meu lado, estávamos ofegantes, as batidas do meu coração eram quase impossíveis de domar, nossas respirações desconcertadas e nossos corpos suados preencheram o vazio do meu quarto.

Me virei e dei um beijo em Damon, que logo retribuiu pedindo passagem com a língua que logo assenti.

- O que aconteceu pra você voltar assim tão de repente?

- Um favor que sua amiga me fez, me fez enxergar como eu estava errado em formar opiniões sobre você.

- Caroline? O que ela disse? – perguntei.

O que diabos Car poderia ter dito pra ele?

- Ela me contou a verdade. Sobre o Kol e as chantagens dele.

- O quê?! Ela é louca? Ela não podia, agora ele pode matar todos vocês, e me matar também.

- Shhh... – Damon colocou seu dedo indicador em minha boca pra mim fazer silêncio. – Nós nunca mais os veremos novamente, amor.

- Como assim? O que você fez?

POV DAMON

Logo que Caroline saiu de minha casa eu fui correndo na casa de Alaric. Eu já sabia exatamente o que fazer com Kol, e precisaria da sua ajuda.

- Damon! O que tá fazendo aqui? – perguntou Ric.

- Eu preciso da sua ajuda. Urgente.

- Pode falar.

- Eu sei que você já foi policial por um tempo e que tem todos os equipamentos de rastreamento apenas pelo nome, não é?

- Sim, tenho ainda, o que quer saber?

- Eu quero achar Kol Mikaelson. E dar o que ele merece.

Entrei na casa de Ric e começamos as buscas. Logo conseguimos o rastrear pelo seu celular. Ele estava escondido em uma pousada antiga, no subúrbio de NY. Entramos na pousada e logo achamos seu quarto. A porta estava aberta e ele estava dormindo. Ótima oportunidade.

- Levanta daí, viado! – gritei acordando Kol, logo, Ric o imobilizou.

- O que você quer, Damon?

- Hum... vamos ver... – fingi estar pensando – Quero sua morte.

- Eu sou Kol Mikaelson, não morro tão fácil quanto você pensa. – gargalhou.

- Vamos ver. Ric, vamos levá-lo.

Alaric tinha uma sala de tortura em sua casa. Sim, é bem estranho mas é legal, Ric é do tipo Jogos Mortais, só que bem mais legal.

Ao chegarmos na casa de Ric, tiramos Kol de dentro do carro e levamos para a minha tão querida ‘’sala dos Jogos Mortais ‘’ . Ric sentou Kol em uma cadeira em frente á uma mesa e colocou suas mãos em cima da mesa, paralisando seus dedos e o algemando. Me sentei na cadeira á frente e começamos com o prazer.

- Então, ‘’querido’’ Kol, temos contas á acertar, não? – fiz aspas com os dedos.

- Eu não tenho assunto algum pra tratar com você, seu imbecil. – cuspiu as palavras.

- Bom, vejo que você não vai colaborar, não? Ótimo! Ric, vamos começar.

Alaric trouxe uma caixinha com vários instrumentos de ferro e alumínio, estávamos nos decidindo com qual tortura começar.

- Então Ric, com o que começaremos? – perguntei

- As agulhas são legais. – Ric riu e olhou com um olhar maligno para Kol.

- Ótimo! Também adoro as agulhas. – disse. – Vamos começar, Kolzinho. – disse pegando uma agulha da caixinha e enfiei lentamente na unha de Kol.

- Porra! – gritou Kol com a dor.

- Isso foi por aparecer na vida da Elena. – disse enfiando mais uma agulha na outra unha. – Isso, foi por tentar me matar. – enfiei mais uma agulha. – E isso, foi por ter nos separado. – enfiei uma última agulha na unha do dedo mindinho, enterrando tanto á unha chegar á cair.

Kol estava quase chorando de dor, e aquilo me satisfazia ainda mais. Então, resolvi começar com as torturas de verdade. Levantei Kol e tirei sua camisa, amarrei suas mãos acima de sua cabeça e peguei uma lámina bem pequena de barbear.

- Vamos lá Kol, quero ver você pedir desculpas. – disse e passei a lâmina por sua barriga fazendo um corte. – Vamos lá, peça.

- Descu... des... – sua voz estava rouca

- Vamos lá, franguinha, peça-me desculpas! – gritei.

- Desculpa! Eu só queria a Elena pra mim e não pra um lixo feito você. – disse Kol chorando um pouco.

- Tarde demais pra se desculpar. – sorri falsamente e passei a lâmina em seu pescoço, matando-o.

Ric se encarregou de sumir com o corpo, mas nem precisaria, já que, Kol tinha vários crimes e todos tentavam matá-lo. Nós seríamos premiados, isso sim.

Corri para a casa de Elena, precisaria pegar de volta o que é meu.

POV ELENA

A ficha ainda não tinha caído. Damon tinha matado um cara. Mas não qualquer cara. Matou um assassino.

- Damon, se você tivesse matado outra pessoa eu juro que eu tinha te matado. Mas como foi ele eu vou só te amar muito. – disse e o beijei várias vezes.

- Eu te amo, Elena.

- Eu também te amo. Meu Damon! – beijei-o novamente e logo pegamos no sono.

Notas finais
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