Love In the Work
26 Capítulo 25
Notas iniciais
Bom, muitos devem achar isso fatalidades mas eu acredito em azar hoje. Enfim, sobre o casal delena, vocês querem mesmo que eles tenham filhos? Bom gente, não me matem nem me odeiem, mas algumas coisas darão errado para o casal. Ah, vocês ainda gostam da minha fic? É que tipo, eu nunca mais recebi nenhuma recomendação e isso desanima :( Bom, eu AMEI todos os comentários, é muito bom saber que vocês gostam do que eu escrevo. Boa leitura, espero que gostem :)
Conversar com Rose sempre era muito bom, a família de Damon era toda muito agradável, o que me fazia me sentir em casa. Ver Damon com seus pais e irmãos me fazia ter uma leve saudade de quando meus pais eram vivos, de como brincávamos, de como éramos felizes.
- Rose, cadê o Stefan?
- Ele ainda está em Nova York, vai chegar hoje á noite com a mulher dele para o grande jantar. — sorriu
- Jantar? Que jantar?
- Nas férias fazemos um grande jantar em família, onde matamos a saudade, contamos nossas novidades, é bem legal.
- Ah. — fiz uma pausa.- Onde fica o banheiro?
- Fica lá em cima, seu quarto é o segundo no corredor á direita, uma porta branca é o banheiro.
- Ah, obrigada, volto já. — disse e saí
Cheguei ao corredor que Rose disse e entrei no segundo quarto. Damon dormia como um anjo, um leve sorriso se instalava em seu rosto. Abri a porta lentamente, para não acordar Damon. Quando abri a porta senti algo escorrer por minhas pernas... Sangue.
Corri e peguei uma bolsa onde tinha minhas peças de roupas íntimas e absorventes. Porra, por que a droga dessa menstruação tinha que vir logo quando eu tinha a esperança de estar grávida?
Comecei a chorar baixinho, sentada no vaso sanitário, vestida. Escutei a porta se abrindo e dei de cara com um Damon de cabelo desgrenhado incrivelmente sexy, com um sorriso lindo de canto, que logo se desmanchou quando me viu aos prantos.
- Ei, amor, o que houve? — perguntou preocupado
- Minha menstruação veio, Damon, eu não tô grávida. — solucei.
- Amor, fica calma, vamos tentar até conseguir. — sorriu me abraçando. — Você vai ser mãe, de um filho meu. Não chora. — beijou o topo da minha cabeça e eu apenas concordei.
Descemos as escadas abraçados, e o pai de Damon estava no sofá vendo TV e Damon se sentou lá pra ver o jogo junto com ele, enquanto fui á procura de Rose.
Rose estava no mesmo local, mas agora, com um óculos escuro, e quando percebeu minha presença virou a cabeça e sorriu, logo depois dizendo:
- Demorou, hein. — sorriu
- Problemas técnicos. — sorri sem jeito
- O que foi?
- Nada.
- Se quiser me contar, sou toda a ouvidos.
Fiz uma pausa e comecei:
- Eu sempre quis ser mãe. Damon também quer ser pai, e estamos tentando ter um bebê. — disse e ela deu um enorme sorriso. — A gente resolveu tentar, mas minha menstruação veio e aqui estou eu, uma pobre mulher não-grávida.
- Eu tentei muito ter um filho com Jack.
- Quem é Jack?
- Meu ex- noivo.
- Ah, sinto muito.
- Sinta nada, aquilo era um encosto na minha vida. Percebi que tudo ficou melhor depois que terminamos, nosso relacionamento não tinha sentido, era uma coisa sem pé nem cabeça.
- Ah, sei muito bem como é. — disse e gargalhamos juntas. — Mas você conseguiu engravidar?
- Não, logo quando terminamos não quis mais saber de ter filhos.
- Mas você não têm vontade de ser mãe?
- Sim, qual mulher não tem, não é mesmo? Mas acho que tá meio difícil, porque sou uma mulher sozinha, não posso cuidar de uma criança sozinha.
- Mas e se você achar um cara que se dedique tanto com você como pro filho de vocês? Aposto que você seriam muito, mas muito felizes. — sorri e ela concordou
- Quem sabe um dia, não? — riu. — Mas e você e o Damon, como vão?
- Vamos bem. — sorri. — Apesar de ter várias coisas tentando nos separar ficamos mais fortes no amor á cada briga, á cada desentendimento. Mas qual casal não briga? — ri
- É, mas o que tenta separar vocês?
- Eu tinha um ex namorado, Kol. Ele é irmão de um amigo e chefe meu, Klaus. Klaus é o mais velho, só que ele nunca considerou Kol como irmão. Ele sempre se metia em encrenca, se drogava... era um verdadeiro rebelde.
- O que aconteceu com ele? — perguntou curiosa
- Damon o torturou e o fez pedir desculpas, depois um amigo dele o matou. — gargalhei e Rose abriu a boca em um ''O''.
- Sério?!- perguntou incrédula.
- Sim. — gargalhei mais. — Mas sabe, ele mereceu... e muito. — olhava para um ponto fixo no nada até que Rose me chamou.
- Já tá quase escurecendo, é melhor você ir se aprontar porque o jantar é exatamente ás sete e já são seis e vinte. — assenti e subi para o quarto, onde Damon estava saindo do banheiro somente de toalha.
- Oi — sorriu e me beijou. — Acho que Rose já te falou do jantar, não é? É melhor que você se arrume rápido.
- Tá, mas o que eu visto?
- Apenas um calça jeans ou um short se quiser, é roupa normal.
Assenti e entrei no banheiro, tomei um banho rápido e saí do banheiro quase correndo, peguei uma calça jeans escura e uma camisa branca de mangas curtas, calçei uma sapatilha com strass e penteei e sequei o cabelo, o deixando liso sobre meu ombro com cachos nas pontas.
Damon usava uma calça jeans azul escura e uma camisa gola polo preta, com um sapatênis também preto. Fiz uma maquiagem clara um pouco marcada nos olhos e descemos. Todos já estavam na mesa, esperando apenas por nós. Stefan estava também á mesa do lado de sua esposa, Tracy.
Damon puxou uma cadeira pra me sentar e se sentou ao meu lado. Logo, Christine, a mãe de Damon, chegou e colocou a comida em cima da mesa, para que todos nos servíssemos. Fizemos um brinde á família e começamos á comer e conversar, até a hora em que o pai de Damon resolveu falar:
- Stefan já está casado, ainda faltam Rose e Damon. Damon, quando você vai se casar? — perguntou sorrindo e Damon olhou pra mim com um sorriso.
- Em breve, eu acho, papai. — sorri e pegou na minha mão por baixo da mesa e ficou a acariciando.
- E você, Rose? Quando se casa? — perguntou Giuseppe.
- Quando Deus quiser, pai. — disse e todos começaram a rir na mesa.
- Bom, eu estou muito feliz que Damon tenha arranjado uma moça tão boa e simpática quanto Elena. — disse a mãe de Damon sorrindo. — Espero que algum dia eu chegue na casa de vocês e veja meus netinhos correndo pela casa. — sorriu mais e meus olhos ficaram marejados.
- Pode ter certeza que vai, mãe. E logo. — Damon sorriu e me beijou, fazendo todos aplaudirem e dar gritinhos na mesa.
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