Love In the Work

18 Capítulo 17


Notas iniciais
Oin! Bom, fiquei um pouco desanimada pq não conseguimos os 10 comentários! Mas enfim, vamos ver o que conseguimos com esse capítulo jabfkjabj Espero que gostemmmm, nos vemos lá em baixo!

Finalmente a hora de sair desse hospital. Elena parece tensa, o que me deixa preocupado, ela quase nunca fica assim.

- Você está bem, Elena? — perguntei preocupado

- Estou sim. — disse de uma maneira que aposto que nem ela mesmo se convenceu

- Espero que esteja. Você está distante, tem algo de errado? Eu fiz algo de errado pra você?

- Não Damon, não tem nada haver com você. É só preocupação. — deu um meio sorriso.

- Ah.

Entramos no carro de Elena e fomos para minha casa. Ela passaria a noite junto comigo, o que me deixava bem melhor.

- Damon, eu vou na minha casa buscar uma roupa pra mim, volto já.

- Ok. — disse e sorri já deitado em minha cama

POV ELENA

Aquilo estava me matando! Eu não poderia fazer nunca isso com Damon, eu não posso fazer o que Kol mandara. Seria jogar minha vida pelo ralo, vê-la escorrer lentamente. Aquela carta estava me amedrontando muito, mas seria preciso fazê-lo.

No mesmo instante meu celular tocou. — Não seja o Kol, não seja o Kol não seja o Kol — eu repetia em forma de mantra enquanto caminhava até o aparelho em cima da mesa.

- Alô?

- Oi.

- O que você quer, seu filho da puta?

- Recebeu minha carta?

- Desejava nunca ter recebido aquela porra, ainda mais vindo de você.

- Ow Leninha, por quê tá tão revoltada? É simples, basta ficar longe dele.

- Deixa pelo menos ele se recuperar, Kol. Por favor, ele não aguentaria no estado em que ele está. Ele é minha vida, já que isso vai acabar graças á você me deixa aproveitar pelo menos esse tempo.

- Enquanto ele se recupera, apenas. Te esperarei aqui pacientemente, Leninha. Beijinhos. — disse e desligou

Relembrar aquela carta me dava um nó na garganta e um embrulho no estômago. As lágrimas vinham por conta própria. Kol é o responsável por destruir minha vida mais uma vez.

Ficar longe de Damon, ele exigia na carta. Ou seria o fim do Salvatore. Isso, eu faria por Damon, que por mais que ele sofresse, mas estaria melhor que eu. Isso me doía na alma, só de pensar.

Caminhei até a casa de Damon com uma roupa e meu pijama na mão, ao chegar apenas abri a porta e me deparei com um Damon sentado no sofá, sem camisa, com um curativo no peito assistindo á um jogo de futebol. Pensar que não veria mais aquela cena me deixava no chão; a idéia de não o ver mais me matava, como a "boa" e velha tortura. De morte lenta e dolorosa.

- Oi, demorou. — sorriu e levantou-se vindo em minha direção, depositando um longo beijo em meus lábios.

- Damon, eu só quero que você saiba, que eu sempre vou te amar e nada vai fazer mudar isso. Nunca. Eu te amo, e de algo acontecer...

- Shhhh...- disse passando o polegar em meu lábio inferior. — Nada, nem ninguém vai fazer a gente se separar, ouviu? Nunca. — disse e sorriu

Ah, aquele sorriso que me deixa leve... Seus olhos azuis de uma cor única brilhavam, e logo depois ele seguiu dizendo: — Namora comigo?

Pronto. Isso acaba de se tornar mais doloroso. Não tem como dizer não, eu teria que aproveitar pelo menos esse tempo, enquanto ele se recupera. Um mês de felicidade apenas. Oh não.

Apenas o beijei. Longamente.

- Isso é um sim? — perguntou ainda de olhos fechados

- Sim. — disse com os olhos marejados.

- Que ótimo. Agora eu sei que você é só minha e de mais ninguém. — sorriu

- Sim. Apenas sua, Damon Salvatore.

Logo, chegou a hora de dormir. Dormi com abraçada com Damon, sentindo seu cheiro a noite toda. Deitada no seu peito que subia e descia, eu sentia um pouco de conforto. Um conforto do mundo, do meu mundo. Que estava prestes á se acabar.

Notas finais
Mereço reviews?? Postarei o próximo ainda hoje pra compensar esse que ficou pequeno akjbajbkanfjk. Mereço recomendações??
Quem aí quem matar o Kol??
beijocas!