Love In All Settings
2 Minha história
Uma coisa que eu aprendi na vida é que se tem vários tipos de amor e várias formas de se amar, mas existe uma forma que é simplesmente única. Uma forma na qual você se apaixona pelo mesmo olhar e pelo mesmo sorriso a cada dia. Não é que eu seja uma daquelas românticas incuráveis ou um devoradora de livros de romance. Muito longe disso, na verdade. Eu nunca fui o tipo de garota que se apaixona, eu acho que nem acreditava no amor. Não nesse tipo de amor. E eu não pretendia amar tão cedo. Só que essa é mais uma das coisas que a vida me ensiou. Por mais que você jure que sabe algo sobre ela, na verdade você não sabe de nada.
Eu podia começar miha história com o famoso e clichê "era uma vez...." como se fosse um perfeito conto de fadas. Mas na minha história não há princesas e nem princípes e muito menos um " foram felizes para sempre". Porque a minha história é sobre uma garota real, um garoto real e um amor incondicional e verdadeiro, que não tem espaço pra fantasia, pois a realidade já é o bastante.
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Eu me lembro que era verão, eu tinha os meus 16 anos e na época eu já achava que sabia de tudo. Não que eu fosse metida ou inconveniente. Eu era simplesmente jovem. Eu me lembro também que meus cabelos eram castanhos e tinham mechas roxas. Agora me parece um tanto engraçado, mas na época eu achava lindo. Eu era o tipo de garota que era difrente e eu gostava de ser assim. Única. Eu não era a garota mais popular da escola ou a mais bonita. Na verdade, eu não tinha muitos amigos, mas os que eu tinha eu sabia que eram verdadeiros. Lembro-me que naquele ano o que eu mais esperei forão as férias. E foi no verão daquele ano que eu o conheci.........
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O que há num simples nome?O que chamamos rosa com outro nome não teria igual perfume?
Romeu e Julieta. Sim, nos estavamos estudando sobre eles. E não, eu não gostava nem um pouco disso.
Eu não soi insensível ou coisa do tipo. É que eu não me dou muito bem com esse tipo de coisa. Sabe? Tipo, sentimentos. Na minha opinião eles só servem para deixar as coisas complicadas. E eu fico nervosa quando tenho que lidar com sentimentos.
TRIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIMMMM
O som do sinal me sobressaltou, eu estava praticamente morta na minha carteira.
- Graças a Deus!- Eu disse animada, mas de forma que a professora não houvisse, ou ela podia ter a grande idéia de me mandar para a detenção. Não que eu esteja reclamando da Sra.Gracie. Ela era legal, mas tembém era rígida.
Sai da sala e deixei minhas coisas no meu armário. Os corredores da escola estavam cheios de gente conversando e sorrindo. E eu me perguntei como eles podiam estar tão animados assim. Quero dizer, estamos na escola né? Eu não estava animada. Nem um pouco.
- Hey!- Paige disse chegando perto de mim.
- E aí?- Paige era minha melhor amiga, agente se conheceu no primário e nunca mais nos largamos. Contamos tudo uma pra outra. Era como se fossémos irmãs. De coração, mais irmãs.
- Você viu o David hoje?- Ela perguntou e eu a olhei meio sem graça para responder.
- Hm....não! Ele não estava na sala. — Paige gosta de David desda da 5ª série, eu sabia disso porque sou melhor amiga dela, mas ela nunca admitira em voz alta.
- Ele deve estar se agarrando com alguma vadia por aí!- Ela fechou as mãos em punho de raiva e parecia estar imaginando a cena.
- Ciúmes?- A provoquei.
- Eu? Com ciúmes? Do David? Ah, pelo amor de Deus, né! Se liga! Eu com ciúmes? Nossa!- Ela disse um pouco vermelha e atrapalhada.
- Ok, então!- Eu ri e fomos pro estacionamento.
- Te vejo depois!- Paige disse indo em direção do seu carro. Eu achava o carro dela super legal. Era tipo um jipe. Eu adorava dirigir ele, claro, quando ela deixava, o que era bem raro. Eu estava andando em direção ao meu carro quando alguém me chamou. Eu não precisava nem olhar, eu já sabia quem era. Mesmo assim, olhei para o lado e um garoto de cabelos negros vinha em minha direção, com um sorriso que eu conhecia bem.
- Oi, Holly!- Ele deu um beijo na minha bochecha.
- Oi David! Matando aula de novo?- Perguntei a ele que sorriu brincalhão.
- Se sabe, né! Eu tenho uma relação amorosa com meu travesseiro!- Eu ri da piada dele. David era engraçado. E meu melhor amigo desde......bom, desde sempre.
- Você tem uma relação amorosa com a Tina ou você acha que eu não sei?- Perguntei e sorri meio maliciosa para ele. Ele ficou um pouco vermelho, mas não perdeu o sorriso e a oportunidade de fazer piada.
- Que que eu posso fazer se eu sou irresistível?- Ele fez uma pose engraçada e piscou pra mim me fazendo gargalhar.
- E também é muito modesto!- Eu completei para ele.
- Sou cheio de virtude. É, eu sou o cara perfeito. — Ele disse se achando e fazendo caras e bocas.
- Então, senhor cara perfeito, o que você quer?- Perguntei enquanto procurava as chaves do carro na bolsa. Bom , não era um carrão como da Paige ou o volvo do David.....Tá! Era um fusquinha, meio lílas e outra cor não identificada, mas quer saber? Eu amo o meu carrinho. Teddy era maravilhoso. Eu sei que esse nome é para ursos. Mas e dái? Tem gente que tem um urso chamado Teddy, eu tenho um carro. É, eu nunca fui muito boa para escolher nomes. Eles ou eram muito clichês ou muito esquisitos. Eu já tive um cachorro que se chamava A coisa. Isso memso. Do quarteto fantástico. Não, ele não era assustador ou enorme. Na verdade era um poodle e pesava menos de 5 quilos. Mas , eu sou louca e esse foi o primeiro nome que veio na minha cabeça, acabou que pegou. Então......
-Você pode me dar um carona?- David falou me tirando dos meus devaneios.
- Claro, entra aí!- Eu abri o carro e nos entramos.
Eu liguei o carro e saímos da escola, pra minha grande satisfação e felicidade. Eu não odeio a escola, só prefiro ficar em casa. Qual o problema? David como não é nem um pouco folgado já foi logo ligando o rádio. Estava tocando katy Perry. Sorri.
- Você não acha esse carro um pouco apertado, não? Sério! Você não precisa dele, podia mandar pro ferro velho!- Eu olhei feio pra ele.
- Não fala assim do Teddy! Ele é lindo!- Como eu disse, eu amo o meu carro. Acho que é porque ele é uma das poucas coisas que são realmente minhas. Eu tive que trabalhar durante um tempo na loja da mãe da Paige para comprá-lo, pois minha mãe disse que eu não era responsável o suficiente para ter um carro. mesmo depois de eu ter tirado a carteira de motorista.
- E você é cega! Mas eu te amo mesmo assim, tá?- David sorriu e eu ri dele. Não conseguia ficar brava com ele nem por um segundo.
- Tá, também te amo, mané!- E assim, foi o resto do caminho, entre brincadeiras, e o David tentando imitar a Katy Perry e devo dizer fracassando ridículamente, mas ok.
Cheguei e parei o carro em frente a minha casa. David desceu meio sem jeito.
- Esse carro é mesmo apertado!- Ele disse esticando as pernas.
- Não é nada! Você que é alto de mais!- David tinha quase um metro e oitenta. E olha que ele só tinha 17 anos.
- Não! Eu sou gostoso é seu carro que é velho!- Ele disse meio que se mostando e fazendo pose.
- Não fala mais do carro seu convencido!- Eu apontei o dedo para ele fingindo estar brava.
- Ok, ok, estressadinha!- Ele colocou as mão pra cima, como se estivesse se rendendo. — Então ensaio as 4:00?- Ele perguntou enquanto se afatava.
- Aham. Vou falar com a Paige e o Travor. — Eu concordei com ele.
- Tá. Até mais tarde!
- Até!- Eu disse e acenei para ele que retribuiu e travassou a rua, então eu me virei e entrei em casa.
Notas finais
O que vocês acharam, me contem por favor!
Deixem bastantes reviews e me deixem bem feliz ok?
Espero que tenham se divertido.
Beijinhos e até o próximo capitulo ;*
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