Love By Time: O amor que o tempo trouxe
25 Presente e Futuro
Março chegou que ninguém viu e passou tão rápido quanto chegou. A primeira tomou conta dos lugares, jovens saiam para festivais de primavera e outras saidinhas com exceção de Caleb que acabou tomando mais ainda seu tempo para ocupações, agora estava aprendendo a dirigir. Sempre, também, seus pais ouviam-no em seu quarto sempre ocupado com alguma coisa que fazia barulho e agora diminuiu, agora ele sempre saia sujo de tinta. Inclusive, nesse meio tempo, o rapaz crescera mais um pouco ainda de altura, o que deixava Chris orgulhoso e Anne que brincava que estava já se sentia velha, isso enquanto seu novo membro crescia em seu ventre.
Jeon e Jimin voltaram para a Coréia do Sul, haviam falado algo de um grupo que haviam formado e precisavam dar um pouco de atenção pra ele e depois voltariam o mais rápido possível pra lá.
Alex continuava a desvencilhar dos flertes de Caleb, que parecia não desistir mas sabia a hora de parar então sua companhia nunca foi um incômodo. Pelo contrário, as horas mais aconchegantes era quando Caleb estava lá. Ele sentia que estava na hora de tomar um decisão em breve. Não queria que Caleb esperasse por algo que não poderia ter... Ou que esses sentimentos ficassem ainda mais em delonga. Ninguém deve sair ferido. Nishi sabia muito bem do que estava acontecendo e o que ela mais fazia era encorajar Alex a ser feliz. Mas... O que é ser feliz? Sempre que se fazia essa pergunta, o rosto do rapaz vinha em sua mente, aquele rosto sorridente, o sorriso cheio de energia que ele se sentia quente, seguro, calmo e amado.
Ele até assustou quando Chris entrou na Coffee Shop, junto de Anne.
— Feliz aniversário! Sabemos que é só amanhã mas quisemos adiantar o seu presente. – Chris exclamou e Anne levantou seu braço direito, ali um embrulho bonitinho prateado num gift bag de papelão. Ele estava vestindo uma camisa polo branca, jeans azul claro e tênis esportivo enquanto ela desfilava num macacão de jeans que deixava mais sua barriguinha evidente, regata laranja e sandálias, os longos cabelos negros presos em um laço, parecia pronta para uma volta num campo florido.
Alex recebeu o presente com um sorriso:
— Muito obrigado, meus amores. – Saiu de trás do balcão e abraçou ambos, um a um e bem forte e depois coletou seu presente. – Ah, sim, é verdade, é só amanhã mas eu agradeço por lembrar de mim.
— Vamos aproveitar e tomar alguma coisinha antes de ir, tudo bem? – Perguntou Anne.
— Com certeza, fiquem a vontade, por favor. – Ele os levou até uma mesa no canto onde ficavam as com assento de estofado longo como sofás.
Eles fizeram seus pedidos rapidamente, tratando-se de bebidas geladas. Anne foi mais cuidadosa com seu pedido, visando o limite de cafeína que poderia tomar então o seu foi um tipo de bebida com caramelo, leite, expresso e pedaços de chocolate branco enquanto de Chris foi um misto de leite, expresso, chocolate e menta que foram servidos por Alex depois de trazer as taças de vidro numa bandeja de madeira.
— Seus pedidos, senhores. – Alex deu uma risadinha e serviu-os um a um e depositou canudinhos reutilizáveis a eles. – São novidades por aqui mas podem ter certeza que limpo direitinho.
— Ah, isso eu tenho certeza. – Sorriu Chris depositando seu canudinho dentro do líquido na taça e tomando de um gole, Anne fez o mesmo. – Hm, refrescante.
— Aproveitando, queremos falar com você. – Anne disse. – Senta aqui. – Bateu de leve ao lado dela e Alex sentou-se depois de ajustar seu avental verde.
— Pois não, o que passa? – Perguntou Alex curioso e Chris e Anne se entreolharam.
Chris então apoiou os cotovelos sobre a mesa e juntou as mãos.
— Pra ir direto ao ponto, Caleb se “afeiçoou” a você. – Começou Chris.
— Melhor dizer logo que se apaixonou, amor. – Sugeriu Anne e Chris moveu a cabeça positivamente e Alex teve um pequeno espasmo interno.
— A-ah... Sobre isso... Nada vai acontecer... Não se preocupem. Eu acho melhor n... – Alex respondeu e Anne falou por cima com um sorriso.
— Alex. Não tem problema, a gente sabe que é recíproco e vocês se gostam. Vocês não são mais crianças. Dá pra ver nos seus olhos. – Falou uma compreensiva Anne e Alex desviou o olhar, para ouvir a voz de Chris:
— Não faça isso, Alex. – E, de repente, na mente de Alex, veio todo aquele episódio de Chris em sua casa, anos atrás, querendo algo mais sério, querendo algo definitivo, e Alex tremeu. – Alex. – Chamou Chris de novo e Alex, num pequeno espasmo, olhou pra ele. – Se permita ser feliz.
Chris estava sorrindo, sem nenhuma sombra de dúvida ou pesar ou qualquer outro sentimento negativo em seus olhos.
— Eu sei que aquilo que tivemos, muito tempo atrás, foi forte mas dá pra perceber que com o Caleb, o negócio é ainda mais forte. O nosso, nunca foi pra ser mas sei que com vocês dois, deve ser. Você sempre vai ser meu melhor amigo. – Chris pegou nas mãos dele, Alex quase recuou automaticamente. – Independente do que for. Seja amigo ou... Sogro. – Chris riu e Anne se juntou a ele no riso.
— N...Nossa... Que poder vocês tem, hein? – Admirou-se Alex depois de muito tempo sem dizer nada. Seu coração batia acelerado.
— É o que acontece quando se permite amar e ser amado. – Chris e Anne trocaram um olhar carinhoso.
Alex mordeu o lábio inferior e sorriu para eles.
— Na verdade eu... Me sinto muito mais aliviado, sabe? – Alex disse, cautelosamente.
— E nós também. Não sabe como tem sido esses tempos pra nós, o garoto têm estado com mais foguinho do que nunca. Ele começou a trabalhar só pra ter dinheiro pra poder te levar pra sair. O celular dele? Ele achava que você teria experiência com aquilo e você poderia ajudá-lo. Basicamente foi mais uma desculpa pra vir te ver. – Anne disse e com gestos de mãos que fez Alex rir e achar até adorável.
— Certo, mas eu... Eu ainda não decidi o que fazer, na verdade. Eu ainda preciso pensar.
— Alex. Pense mais com o coração. – Chris disse e Alex sacudiu a cabeça para cima e para baixo.
Depois de seu expediente na Angel Coffee Shop, em que ele decidiu por encerrar um tanto mais cedo, Alex trancou e alarmou tudo corretamente sua cafeteria e seguiu a pé pelas ruas noturnas rumo a sua casa, a sua mãe avisou que faria plantão por aquela noite e Alex suspirou, pensou então em já comprar alguma comida pronta.
No meio do caminho, encontrou Beau e Owen, que carregavam algumas caixas. Beau vestia um sweater de gato rajado e bermudas jeans com All Stars. Owen já estava de camisa, sua jaqueta de jockey, calças do mesmo material e também All Stars.
— Oi, rapazes, o que é isso? – Alex os cumprimentou e perguntou.
— Ah, promoção que encontramos! Estamos abastecendo para o 4 de Julho. – Beau respondeu, animado e a caixa quase caiu de seus braços. – Aah!
— Nossa, mas 4 de Julho tá bem longe, hein? – Alex disse surpreso.
— Mas o Natal também parece longe e já já ele ta aí de volta. – Respondeu Owen e deixou Alex pensativo.
— É verdade. Bom, espero que esses não sejam aqueles barulhentos que assustam os bichinhos.
— Ah, jamais pegaríamos desses, esses aqui são silenciosos. – Beau disse em um tom que parecia como se fossem coisa de magia e Alex riu.
— Certo certo, bom, comportem-se, certo? Boa noite pra vocês. – Ele se despediu e continuou seu caminho depois e ouviu Beau tropeçar e Owen ajudá-lo pegando a caixa dele e colocando em cima da dele. “Uau, você é tão forte!” – Ouviu Beau exclamar.
Alex deu uma risadinha e entrou em um Burger King, onde decidiu por pegar uma caixinha fechada com alguns conjuntos de hambúrguer, batatas e nuggets. Dessa vez, deixou o olho falar mais do que a boca mas pretendia guardar boa parte para sua mãe quando ela chegasse, isso se ela não preferisse o café da manhã. Lá ele presenciou alguns casais de namorados o que, alguns gestos destes, faziam parecer tão natural que ele fizesse o mesmo com uma certa pessoa que ele sentiu o rosto corar e sorriu sutilmente.
— Posso anotar seu pedido, moça? – Falou o atendente no caixa.
— Não sou mulher. – Respondeu Alex e o caixa pareceu ficar sem graça. – A-ah, não se preocupe, eu já acostumei em me confudir, eu sei que eu sou bem... como se dizer? Ah, andrógino.
O atendente anotou seu pedido, Alex prontamente pagou e recebeu sua senha que estava um pouco longe quando ele olhou no monitor de senhas. Ele então optou por aguardar seu pedido lá fora, atravessando a rua onde havia um banco que fazia parte de uma praça no local. Era uma quarta-feira mas era comum ter movimento por lá na primaveira, fora que aquela unidade do Burger King sempre fazia promoções generosas de meio da semana.
Alex inclinou a cabeça para trás e olhou para cima, uma grande lua parecia o observar e iluminar com sua luz cálida refletida do sol e ele sorriu.
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— Enfim! – Caleb celebrou. Empacotou seu item e o cobriu com uma embalagem em cor azul-tóquio. Uma cor que achava vívida e vibrante. Ele se olhou no espelho e se deparou sujo de tinta e cheirando a removedor. – Agh.
Olhou para o relógio com pressa e rapidamente foi tomar um banho onde se esfregou o máximo possível para retirar a tinta de seu corpo e aquele cheiro forte.
“Onde que eu tava com a cabeça de pintar? Eu tive que tirar toda a tinta depois. Mas... Não ficou mal quando envernizei.” – Ele pensou consigo mesmo enquanto seu cabelo cheio de espuma de shampoo, os olhos fechados para não entrar o produto ali.
Depois do banho, secou-se rapidamente e colocou roupas leves. Uma regata branca, calças jeans e seus sapatos novos que ganhara. Não se demorou em frente ao espelho para arrumar seus cabelos molhados. Deixou-se borrifar um pouco de um perfume que descobrira e gostara, Drakkar Noir.
“Será que dá tempo?” – Ele se perguntou. Seus pais estavam para chegar então decidiu de sair de casa mesmo assim. “Consigo pegar ele na Angel?”
Caleb apressou seu passo rumo a Angel Coffee Shop com o pacotinho em sua mão direita bem apertado. Se surpreendeu ao olhar para a lua, que a viu tão cheia quanto nunca o que o deixou confuso pois deveria ser época de Lua Nova. Deu de ombros e continuou seu percurso até chegar a praça onde viu ali Beau e Owen discutindo se deveriam seus novos fogos pois haviam acumulado demais. “Que tal esse aqui?” – Ouviu Owen falar, provavelmente mostrando um dos fogos para Beau. “Achei grande demais” – Beau respondeu. “Foi o que ela disse” – Owen respondeu e riu que depois ouviu a risada de Beau junto, uma mais fina e uma mais grossa que fez Caleb sorrir. Caleb pararia para falar com eles mas tinha medo de perder Alex na Coffee Shop, sem saber que ele havia fechado mais cedo. Tanto que acabou vendo Alex a alguns metros de distância, olhando para cima. Caleb sentou-se ao lado dele, sutilmente.
— Tá grandona, né? – Caleb disse e Alex se assustou e riu.
— Eu não te vi aí, que horas que chegou? – Alex disse rindo e corou violentamente pois estava, anteriormente, perdido em pensamentos.
— Agorinha, fechou mais cedo a Angel?
Alex moveu a cabeça para cima e para baixo, respondendo positivamente.
— Estava sem movimento agora e decidi vir pegar algo pra comer na ida pra casa. E você, que faz aqui? – Perguntou Alex.
Caleb sorriu e entregou a Alex o pacotinho que o presentado recebeu. Olhou para Caleb e para o pacote, que foi abrindo e deparou-se com um belo anjo entalhado em madeira. A julgar pelos detalhes, Caleb parece que foi muito paciente para esculpir aquilo e muito tempo.
— Caleb, isso é... É lindo! – Exclamou Alex, surpreso, olhando para seu presente, virando-o para os lados, para cima e para baixo. – É incrível. Nossa. Eu amei. Muito obrigado. – Sorriu Alex e deixou o presente bem firme em seus braços. – Então, suas mãos machucadas... Era isso?
Caleb confirmou balançando a cabeça.
— Valeu muito a pena. Anjo. Como seu perfume favorito, como o nome da Coffee Shop, como os enfeites de sua árvore de Natal... E como você... Que é o meu anjo. – Caleb disse, com ternura.
Alex sentiu seu coração bater mais rápido.
— Caleb, eu....
— Deixa eu ver terminar... – Pediu carinhosamente com um sorriso e cautelosamente com todas as suas palavras. — Então... Eu outro dia... No hospital...
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Caleb foi atrás da Sra. Henning pouco antes de sair de sua estadia no hospital, encontrou-a se refrescando com um copo de água próximo ao bebedor.
— Sra. Henning. – Chamou Caleb que parou ao lado dela.
— Sr. Austen. – Respondeu a sra. Henning.
— Ah, só Caleb, por favor. – Pediu Caleb.
— Então só Amy, por favor. – Riu a sra. Amy Henning.
— Certo, certo. – Caleb riu de volta e coçou a nuca. – Sabe... Eh...Pra ir direto ao ponto, eu gosto do Alex.
— É claro que gosta. Vocês se conhecem praticamente desde que nasceu, até foi sua babá de períodos em períodos, lembro até de quando ficava revoltado quando ele ficava de babá para outras crianças. Uma graças. – Riu Amy e tomou um gole do copo de água que depois fez um gesto indicando ele. – Tem frio não? – Falando sobre as vestes dele.
— Ah, raramente eu tenho frio, mas... Não é esse gostar ah... Amy... Eh... Gostar. Eu... Eu gosto dele. – Caleb sorriu um pouco nervoso.
Amy franziu o cenho e deixou a cabeça cair um pouco para o lado, como se não entendesse. Caleb fechou os olhos e suspirou.
— Estou apaixonado pelo seu filho e quero ter um relacionamento sério com ele. Nada de brincadeirinhas, apenas seriedade. – Caleb falou com o tom mais firme e determinado que já teve, o que fez Amy finalmente ver que ele não era mais o menino do passado.
Amy levantou as sobrancelhas e gaguejou:
— I-Isso é muita informação pra se processar. Eu entendo que meu filho goste de homens e eu sei que isso é perfeitamente normal, mas... Caleb... Vocês tem uma diferença muito grande de idade e... E... Ah... Isso eu já não sei. – Ela dizia tropeçando um pouco nas palavras.
Caleb olhava profundamente nos olhos dela.
— Eu não sou mais uma criança já faz muito tempo, eu sei o que eu quero. Por favor, me dê sua bênção. Eu quero ter mais algo com Alex do que apenas amizade e prometo não lhe quebrar o coração ou ser irresponsável.
Amy paralisou, mas a expressão chocada em seu rosto se desfez e suas poucas rugas pareceram finalmente descongelar, agitou a cabeça para cima e para baixo, lentamente, soltou um suspiro.
— Bom... Eu acho que essa decisão cabe mais a vocês do que a mim. Eu quero que Alex seja feliz, eu nunca realmente eu o vi com outra pessoa. Ainda mais com alguém que o fizesse tanto sorrir como você faz. Então, bem... Sim, você tem a minha bênção.
Caleb abriu um grande sorriso que ele a abraçou fortemente.
— Muito obrigado, Amy. – Ele agradeçou, deu as costas e seguiu o corredor onde ao fim dele se encontrou com seus pais, pegou sua malinha e caminharam rumo a saída.
— Quantos anos se passaram nesse meio tempo todo? – A sra. Amy Henning se perguntou que até fez questão de ver seu relógio e o calendário mais próximo.
Alex agora é que pareceu paralisar depois que Caleb lhe contou tudo aquilo. Especialmente ao mesmo tempo que, aparentemente, Beau e Owen pareceram testar seus fogos e algumas luzes pareciam explodir silenciosamente nos céus. De muitas cores. Só foi perceber por causa do imenso clarão que fez e nem se assustou. Caleb olhou para as luzes e sorriu.
— Que timing bom... E bem conveniente, né? Prometo que eu não tenho nada a ver com isso. — Caleb sorriu calorosamente para Alex, cautelosamente pegou em suas mãos.
— Tudo isso que eu falei, é verdade. Nós não temos mais nenhum obstáculo e eu não estou nem um pouco preocupado com a opinião das outras pessoas. Eu só quero você e é isso, não preciso de mais ninguém. Faz muito tempo que meu coração só consegue bater ainda mais vivo quando estou perto de você. – Caleb continuava com seu gentil sorriso. – Eu não vou fugir, não vou a nenhum lugar, pois eu sinto que o meu lugar é bem ao seu lado.
Alex fechou os olhos, sentiu como se todo o peso de seu coração, de repente, desaparecesse, seus olhos cinzentos agora pareciam presos aos de Caleb. Sua respiração antes oscilante e ofegante agora tornara-se calma, mas aquela calma com o peso de seus sentimentos. Ao fundo, Love Me Like You Do tocou entre as canções que haviam colocado para exibir no Burger King em frente e Caleb voltou a dizer que ele não tinha nada a ver com isso mas realmente a trilha sonora de Cinquenta Tons de Cinza parecia muito adequada com eles, ao menos parte dela e Alex soltou uma risada alta que fez com que Caleb sorrisse com os olhos também.
— Eu fiquei tanto tempo... Tanto tempo confuso... Tanto tempo congelado... Que eu realmente não sei como, não sei como reagir... Quando todos os meus medos é que tinham o controle. Será que agora... Agora eu posso deixar meu coração agir? – Alex parecia que falava consigo mesmo, que tudo parecia agora parar no tempo para ele mesmo ter um diálogo com sua própria pessoa, agora desacorrentada.
Caleb não tirava os olhos de Alex, parecia bem mais próximo do que a instantes atrás e Alex não recuou. O rapaz cuidadosamente deslizou seus dedos nos olhos de Alex que havia lacrimejado e nem percebera. Quanto tempo se passou? Passara da meia noite.
— Ah, meia noite... Feliz aniversário, Alex. Hm... A música do Crepúsculo também não foi feitio meu agora, tá? – Riu Caleb. – Mas eu realmente te esperaria por mais de mil anos se possível. Quanto sinal, não é?
Alex sorriu e sacudiu a cabeça positivamente, apertou mais seu presente nos braços, sentia-se agora despido e não de uma forma ruim mas o olhar que Caleb lhe dava era tão acalentador.
— Então... Eu quero ser o seu presente e o seu futuro – Disse Caleb, segurando firmemente em suas mãos. – Posso ser sua pessoa especial? A sua one and only ? Aquele que te quer até os dois virarem montinhos de pózinhos? Aceita ser meu e eu me tornar seu? Quer namorar comigo?
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