Notas iniciais
Aqui está o novo capítulo gente, e espero de verdade que gostem . E obrigada pelos comentários, amei muito *-*. Este capítulo é narrado somente pelo Austin. Boa leitura. xoxo;*

Estava esperando minha irmã chegar até ao campus da faculdade, ela me disse que havia recebido uma ligação do detetive. Essa história do detetive, é muito longa, minha irmã me achou um pouco doido em contratar um detetive pra descobrir se o meu pai está vivo, até porque a morte dele nunca foi bem explicada e foi tudo muito estranho. Quem ficava rodeando meus pensamentos neste momento era a Ally, por que essa garota sempre tem que estar na minha cabeça? Realmente não entendo porque tive que me apaixonar logo por ela, meu último relacionamento não foi um dos melhores e prometi para mim mesmo que nunca mais iria me apaixonar, mas foi inevitável, nós não mandamos em nosso coração, infelizmente. E as vezes, por acaso acabamos encontramos alguém e nos apaixonamos por esse alguém, é um sentimento maravilhoso e inexplicável, mas porém, machuca muito também.

Me sentei embaixo de um árvore que eu tenho costume de me sentar, fiquei ouvindo música, até a Ally se aproximar e sentar ao meu lado. Naquele momento sinto aquele leve frio na barriga, e meu coração parecia que ia sair pela boca de tão forte que estava batendo. Isto é o que sentimos quando gostamos de alguém.

– Olá Austin. — Disse Ally se sentando.

– Não era você que me disse para mim te deixar em paz? — Disse confuso

– Problema é que não consigo ficar longe de você. — Disse Ally estremecida. Dei de ombros, e me surpreendi com o que ela acabara de falar.

– Você gosta de mim. — Dei um sorriso

– Está tão na cara assim? — Disse Ally se virando para mim

– Inevitável não perceber que você sente algo por mim, Dawson. — Disse olhando em seus olhos. Me perdi em seu olhar, ela me olhava com aqueles seus enormes olhos castanhos, e eu acho que é o momento deu contar para ela que sinto o mesmo, acho melhor parar com as brincadeiras e confessar meus sentimentos por ela. Está na hora de mudar essa história e pararmos com as brigas.

– Ally, preciso dizer algo para você. — Disse pegando em suas mãos. Ally apenas assentiu e eu prossegui com as minhas palavras. — Sei que fui um pouco babaca mais cedo, em não responder com sinceridade aquilo que você havia me perguntado, mas agora vou ser sincero com você, e eu queria te dizer que...- De repente sou interrompido pela minha maravilhosa e linda irmã, e não pude continuar conversando com a Ally.

– Vamos Austin, continua. — Disse Ally

– Agora não posso, minha irmã está me chamando e tenho algo importante para tratar com ela. — Disse me levantando. — Mas me encontre na sala de jogos á noite, e nós terminamos essa conversa. — Disse. Ally apenas assentiu e fui em direção da minha irmã.

– Achei que não viria mais. — Bufei

– Hum, vi que estava conversando com aquela garota que você vive brigando. O que está rolando entre vocês? — Perguntou Aubrey curiosa.

– Não está rolando nada, estávamos apenas conversando. — Disse

– Aham sei. Você gosta dela Austin, te conheço muito bem maninho. — Disse Aubrey desconfiada

– Um pouco , apenas. — Confessei

– Conheço esse seu pouco. — Riu Aubrey. — Então, o detetive me ligou e me disse que há possibilidades do nosso pai estar vivo, e a morte dele ter um sido uma invenção. Olha Austin, eu realmente acho isso uma loucura. — Disse Aubrey

– Não é loucura. — Disse. — E o que mais ele falou? — Perguntei

– Falou que vai continuar investigando, e que nosso pai pode estar vivendo na Califórnia. — Disse minha irmã.

– Entendi, então quer dizer que nosso pai está vivo. — Disse esperançoso

– Não é nada concreto Austin. Mas acho isso uma loucura sua, nosso pai morreu, e você viu. — Disse Aubrey irritada

– Não morreu, e foi tudo muito rápido. — Disse. — Eu não pude ver muito bem.

– Espero que você saiba o que está fazendo, e que você nem se atreva contar isso para mamãe.- Disse Aubrey em tom severo.

– Relaxa, não vou contar nada para ela. Agora eu preciso ir, tenho aula. — Me despedi da minha irmã, e segui em direção até a minha sala de aula.

Até pode ser loucura eu querer investigar sobre a morte do meu pai e achar que ele está vivo, mas eu sempre tive uma duvida, por mais que eu tenha visto, não foi algo muito real. Tudo pareceu mais uma farsa do que realidade. Mas enfim, espero que dê tudo certo.

Ainda tenho que me encontrar com a Ally, e finalmente poder concluir a conversa em que eu estava tendo com ela, espero sinceramente que ela apareça lá. Estava andando pelo corredor, quando acabo me esbarrando com a Loren, oh sim, a Loren amiga da Mariana.

– Desculpa não te vi Austin. — Disse Loren se desculpando.

– Não tem problema Loren, eu que estava apressado e distraído mesmo. — Disse sorrindo. — Nós temos aula juntos agora, não temos? Porque está indo em direção contrária? — Perguntei confuso.

– Estava indo me encontrar com o …- Loren dá uma pausa. — É nada não Austin, tenho que ir. — Disse Loren indo embora.

Achei estranho Loren me dizer isso, mas continuei com o meu caminho. Entrando na sala de aula me deparo com a Ally sentada lá na frente e ao me ver ela lança um sorriso para mim, e eu retribuo com o mesmo. Me sento em meu lugar, e fiquei fixado olhando para a Ally a aula toda, ela realmente era linda, mesmo tendo aquele seu jeito marrento , ela era linda. A aula acabou e segui em direção ao refeitório junto com o Dallas e o Dez. Dallas começou a se lamentar por não estar conseguindo conquistar a Débora, ele ainda está nessa, achei que ele já tinha desistido.

– Eu realmente quero ela. — Disse Dallas irritado. — Nunca nenhuma garota me rejeitou.

– Como dizem, sempre tem uma primeira vez pra tudo né. — Disse rindo. — Deixa eu perguntar uma coisa pra vocês, vocês sabem se a Loren está saindo com alguém? — Perguntei

– Por que o interesse em saber? Tá afim dela Austin? — Perguntou Dallas

– Não é isso, é que eu me esbarrei com ela antes de ir para a aula. E ela geralmente nunca mata aula, e eu achei estranho. Ela me disse que estava indo se encontrar com alguém, mas não terminou de me dizer a frase.- Disse

– Eu e a Mari, vimos ela e o Rocky se beijando atrás do palco, depois do ensaio que teve semana passada. — Disse Dez

– Nossa, então quer dizer que o Rocky está ficando com a Loren? — Disse confuso. — Pra mim ele estava ficando com a Mari.

– O quê?! — Disse Dez assutado. — Por isso que ela ficou estranha depois que viu o Rocky e a Loren se beijando. — Disse Dez.

– Preciso falar com ela. — Disse

– Falar o que? — Perguntou Dallas

– Ela é minha amiga, e sempre ajudo ela e não quero ver ela magoada. Quero proteger ela. — Disse

– Está gostando dela Austin? — Perguntou Dez

– Claro que não, o sentimento que eu tenho por ela é de irmão. — Disse me levantando. Conheço muito bem a Mari, e não quero vê-la magoada, tenho muita consideração por ela, e acho errado Rocky estar brincando com os sentimentos dela. Não encontrei a Mari em nenhum lugar, ela deve ter ido para casa, depois eu converso com ela.

– Adivinha quem é? — Disse uma voz doce tampando meu rosto. Pude sentir o doce perfume dessa pessoa, e posso até adivinhar quem é.

– Ally? — Disse sorrindo.

– Como sabe? — Riu Ally

– Impossível não reconhecer sua voz. — Disse me virando. Ally deu um sorriso de canto e pude perceber seu rosto ficando corado, apenas dei um sorriso de canto.

– Então, o que você queria me falar? — Perguntou Ally curiosa.

– Nosso combinado era se encontrar no salão de jogos e não no salão principal, né. — Disse sorrindo

– Mas eu não aguento de ansiedade, me fala logo por favor. — Disse Ally manhosa

– Não, agora não. — Disse. — Tenho algumas coisas pra fazer agora.- Disse

– Como o que por exemplo? — Perguntou Ally

– Terminar com a garota com a qual eu estava saindo. — Suspirei. A expressão da Ally mudou, de sorrindo foi para séria.

– Ah sim. — Disse Ally seca

– O que foi? — Perguntei

– Nada Austin.- Disse Ally. — Tenho que ir, preciso terminar um trabalho.

– Espera Ally. — Disse puxando sua mão, e aproximando Ally de mim. Encosto seu corpo junto ao meu, e sinto seu coração batendo forte, me aproximo de seus lábios e dou um leve beijo nela, sinto seu corpo estremecendo, e vou a beijando, um beijo lento e doce.